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Alteração indevida ato médico prescrito Laser YAG com recusa reiterada por Cristina Cunha Fernandes
Apresento reclamação contra a Generali Tranquilidade / AdvanceCare por alteração indevida de ato médico prescrito, com impacto direto na recusa de reembolso. O ato médico prescrito e realizado foi Laser YAG, conforme prescrição médica e declaração formal do médico assistente. O tratamento foi realizado e pago no valor de 250 €, conforme fatura(s)/recibo(s). Sem qualquer contacto prévio comigo e sem solicitação de segunda opinião médica, o ato foi unilateralmente reclassificado para “Capsulotomia YAG”, com redução do valor para 239 €, abaixo do valor da franquia contratual (250 €), com o efeito direto de excluir o reembolso. Considero esta prática abusiva e contrária aos princípios da boa-fé contratual, solicitando a reposição da designação correta do ato médico (Laser YAG), a confirmação da respetiva aprovação e a regularização do reembolso devido.
Devolução
Exmos. Senhores, Venho reclamar o facto de ter feito uma devolução no dia 12/11/2025 ter recebido um email com esta descrição: "A sua devolução R01258628 foi entregue no seu ponto de recolha InPost" e nunca mais ter recebido qualquer feedback aos mails enviados nem ter recebido o valor da devolução. Para além disso não consigo falar com ninguém! A InPost diz-me que a minha devolução não consta nos registos deles com a referencia R01258628 e que devia contactar a Deporvillage, mas isso é tarefa impossível. Tem um atendimento de CHAT automático que simplesmente não dá resposta. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Boa tarde, Dia 16 de dezembro fiz uma encomenda na yellowshop que nunca chegou. Recebi um email até a pedir avaliação como se tivesse recebido a minha encomenda. Fiz queixa no Portal da Queixa, responderam entretanto aos meus emails a pedir informação, a dizer que tinha havido um problema com a morada mas que estava a ser processado manualmente ( dia 24 de dezembro), pela Nacex. Em contacto com a Nacex, diz não ter qualquer encomenda da parte da empresa. Continuam a empatar como se o problema estivesse na transportadora mas pelo que parece não existe nada com os meus dados. Continuo sem respostas da parte da empresa e sem soluçao para o problema.
Codigo de rastreio de encomenda inesistente
Bom dia foi feita uma encomenda em nome da minha esposa ,Maria Isabel baptista.. Encomenda n 399079. Enviaram me um email a dizer que a encomenda sera enviada via ctt com um determinado codigo de rastreio. O produto e um xiaomi redmi note pro 14 que no site tinham em stock com entrega em 1 a 2 dias. A encomenda oelo prazo ainda esta em dia pois fiz ela ontem dia 25. O que me esta a deixar apreensivo e que o codigo de rastreio da erro no site dos ctt. Gostaria de saber porque se me mandaram esse codigo no site dos ctt da inexistente.
Cobranças indevidas
Tenho contrato de adesão com a Via Verde, desde 2016, com debito direto ativado. Desde essa data passo nas portagens, praticamente, todos os dias, pelo menos duas vezes. Os valores dessas portagens tem-me sido cobrados. Todavia, no final do ano passado, recebi notificação das finanças de 4 passagem na via verde, em 2022, sem contrato de adesão. Na altura e porque o valor da impugnação judicial era superior, optei por pagar. Este ano, volto a receber. Coincidentemente (?) mais 4, agora referentes a 2023. Tenho o dispositivo ativo pelo que essas passagem deveriam ter sido cobradas da mesmo forma que as outras, pelo que os processos executivos d AT devem ser imediatamente cancelados pela Via Verde. Querendo acreditar que não está aqui um sistema montado, e que estes valores cobrados se devem a um erro no sistema da Via Verde, estes erros não podem ser pagos pelo utilizador.
Pedido de cancelamento on that ass
Boa tarde, No momento da adesão à ON THAT ASS, foi-me apresentado que se tratava de uma oferta gratuita. No entanto, posteriormente fui obrigado a efetuar pagamentos, sem que tivesse intenção de manter uma subscrição ativa. Após verificar a situação, procedi ao cancelamento da subscrição, mas mesmo depois do cancelamento continuaram a ser efetuados descontos na minha conta. Apesar de não concordar com as cobranças, acabei por receber boxers, o que demonstra que a subscrição continuou ativa indevidamente. Venho, assim, solicitar: • O esclarecimento das cobranças efetuadas após o cancelamento • A confirmação definitiva do cancelamento da subscrição • Informação sobre a possibilidade de reembolso dos valores cobrados indevidamente Aguardo resposta por escrito para resolução da situação. Com os melhores cumprimentos,João.
Objeto estragado
Bom dia, venho por este meio informar que procedi a uma compra, de um samsung Galaxi A17, na loja online sa Samsung Portugal, no mês de Novembro, que chegou ás minhas mãos no dia 3 de Dezembro. Assim que recebi, retirei da caixa com o maior cuidado, e verifiquei que a caixa interna estava toda amassada, Ao pôr o telemovel a carregar, verifiquei que este não mostrava qualquer sinal de carregamento, Esperei duas horas a carregar e este continuava morto. Observando o aparelho ao pormenor vi que trazia um risco quase imperceptivel no vidro. Alem de tentar carregar não mexi mais no telemovel. E liguei imediatamente para a linha de apoio da Samsung, reportando o estado morto do aparelho, o risco no vidro e a caixa amassada, que me pediram fotos da caixa. Tentei tambem enviar fotos do vidro mas não consegui tirar nenhuma em que se visse o risco com nitidez. Recebi um mail da Samsung, a explicar-me como proceder com a devolução, o que segui escrupulosamente, tendo devolvido o mesmo no fia 4/12. Após o que se seguiu um longo silencio por parte da Samsung. Como o tempo passou, liguei novamente para a linha de apoio ao cliente, que me informaram que o mesmo nào tinha chegado ao armazem em Madrid. Entretanto, comecei a ser pressionada pela Klarna, por cuja forma de pagamento optei, Liguei novamente para Samsung que me informou que estavam em contato com a Klarna, fato que não é verdadeito. Posteriormente soube pelo traking da transportadora, que o aparelho chegou a Madrid dia 18/12, e informei a Klarna. Ao contrario do que me disse a Samsung, que mal recebessem o aparelho entrariam em contato para proceder ao reembolso, os dias passaram e nem uma comunicação da parte da Samsung recebi, até ao dia 30/12 quando eu mesma entrei novamente em contato com Samsung, que depois de 2 horas ao telefone e várrios setores, me disseram que receberia o reembolso até dia 31/12, quando recebi um telefonema a dizer-me que no meu caso o reembolso não seria possivel visto que o vidro tinha um risco, e que EU, teria danificado o aparelho. Expliquei novamente que o aparelho veio com a caixa amassada, que nunca carregou ou ligou, que já trazia o risco no vidro, sobre o qual os informei por telefone, uma vez não ter conseguido mostrar por fotografias. Que para alem, de o tentar carregar, não lhe mexi mais, nem sequer para pôr o cartão sim, e que imediatante no mesmo dia reportei o estado do telemovel. Nào voltei a receber qualquer comunicação da parte da Samsung, estou sem o telemóvel ou o reembolso, e ainda tenho 2 prestações do mesmo para pagar. Peço a vossa ajuda porque ja não sei o que fazer.... Atenciosamente Matia Costa
Entrega Incompleta
Realizamos a compra de uma porta dupla através do site da Leroy Merlin através do pedido número 333152. Após o recebimento, contratamos um instalador que, ao verificar a encomenda, constatou que a porta estava incompleta (faltavam um dos blocos de porta e outras peças). Após inúmeros contactos nos canais de atendimento da loja nos foi informado que um novo pedido havia sido criado com previsão de entrega para 20/01/2026, o qual pude conferir na minha conta na plataforma (pedido número 346946). Hoje entretanto, ao checar o status do pedido, verifiquei que o referido pedido se encontra com status cancelado. Verifiquei ainda que um novo pedido foi criado no dia 17/12/2025, número 347527 e que também se encontra cancelado. Reitero que não recebi nenhum contacto adicional a informar sobre modificações quanto ao acordo da nova data de entrega inicialmente agendada para o dia 20/01/2026. É inconcebível tamanha falta de comprometimento com o consumidor. Solicito entrega do artigo na data acordada ou restituição total do valor pago.
Recusa de embarque injustificada no voo FR5485 – Regulamento CE 261/2004
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamacao contra a companhia aerea Ryanair DAC, relativa a uma recusa de embarque injustificada ocorrida no voo FR5485, na rota Porto-Madrid, com partida prevista para o dia 27/12/2025, as 18h10. No referido dia apresentei-me atempadamente no Aeroporto do Porto para efeitos de embarque. Por motivo de perda da minha carteira, nao dispunha do Cartao de Cidadao fisico, tendo apresentado como identificacao a aplicacao oficial do Governo Portugues ID.GOV.PT, a qual contem os meus dados de identificacao validos e e legalmente reconhecida em territorio nacional. Apesar da apresentacao deste documento oficial, o staff da Ryanair recusou-se a proceder a qualquer verificacao do mesmo e negou o embarque exclusivamente com base na ausencia do documento fisico, sem qualquer tentativa de validacao da identificacao digital apresentada. Em consequencia direta desta decisao, fui impedido de embarcar no voo contratado e obrigado a adquirir um novo bilhete com outra companhia aerea, partindo cerca de duas horas depois, o que originou custos adicionais, atraso significativo e transtornos relevantes. Considero que a situacao descrita configura uma recusa de embarque contra a vontade do passageiro, nos termos do artigo 4 do Regulamento CE n. 261/2004, sendo juridicamente irrelevante a inexistencia de atraso ou cancelamento do voo. Solicito, assim, a intervencao da DECO PROteste para efeitos de mediacao do presente conflito, com vista ao reembolso do voo nao utilizado, ao reembolso das despesas adicionais incorridas e ao pagamento da compensacao legalmente devida.
Comparticipação recusada
Exmos. Senhores, No dia 29/11/2025 apresentei pedido de reembolso de uma ortótese anexando prescrição do meu ortopedista. Esta ortótese foi adquirida no site amazon.es que tem a sua sede em Espanha. No dia 12/12/2025 a Multicare enviou-me e-mail com a seguinte argumentação: "Após análise da despesa ref.ª 13989748, verificámos que não é passível de comparticipação, visto que a aquisição de produtos no estrangeiro não se encontram abrangidos pelas tabelas do plano de saúde. No entanto, este valor irá constar da declaração de valores não reembolsados para efeitos de IRS." Argumentei junto da Multicare com o conteúdo abaixo e não aceito a recusa pelo que recoloco a exposição: 1 -A recusa de comparticipação por parte da Multicare para uma ortótese comprada no estrangeiro, neste caso em Espanha, está em violação da livre circulação de serviços consagrada no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE) e na Diretiva dos Cuidados de Saúde Transfronteiriços. De acordo com o Princípio da Livre Circulação (Artigo 56.º TFUE), o mercado único da União Europeia (anteriormente estabelecido pelo Tratado de Roma) garante a livre circulação de pessoas, bens e serviços entre os Estados-Membros. Isto significa que os cidadãos da UE, onde se incluem os cidadãos portugueses, têm o direito de procurar e receber tratamento ou adquirir produtos de saúde (como ortóteses) noutros países da UE, sem autorização prévia, desde que o tratamento ou produto seja elegível para cobertura no seu país de origem. Enquanto paciente tenho o direito ao reembolso até ao nível dos custos que seriam cobertos se a mesma aquisição fosse realizada em Portugal, de acordo com o sistema de saúde nacional (SNS e por extensão quaisquer seguros de saúde que funcionem como complemento ao SNS, o que é ocaso sendo eu beneficiário do Serviço Nacional de Saúde). 2 - Não faz sentido que as seguradoras se furtem ao cumprimento de uma lei que o Estado português não só aceita para si (SNS), como obriga entidades terceiras a cumprir. Seria no mínimo estranho que o Estado português tivesse de assumir a totalidade da comparticipação porque a seguradora o não quer fazer, como aliás consta da resposta da seguradora. 3 - Acrescento ainda que a ortótese que adquiri em Espanha custou menos de metade do preço de artigos similares à venda em Portugal, tendo eu ido a 2 lojas e vários sites online. Creio ser objetivo da implementação das diretivas europeias garantir uma efetiva concorrência para beneficiar o consumidor e não manter barreiras à livre circulação de bens. Solicito que façam chegar esta reclamação à entidade supervisora de seguros, uma vez que não posso recorrer diretamente à justiça europeia, que dar-me-ia certamente razão, conhecendo a jurisprudência que tem sido emanada nos últimos anos. Cordiais Cumprimentos
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