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Falta carregamento subsídio de refeição
Venho por este meio comunicar que a empresa SODEXO Portugal não me disponibilizou o valor de 241,46€ relativo ao subsídio de refeição do mês de Setembro. A minha entidade patronal trasferiu esse valor no dia 29/09/2023 para a SODEXO carregar no cartão de refeição e até ao momento ainda não foi carregado. Tentei contactar a SODEXO, sem sucesso. Verifiquei existirem mais de 200 queixas no portal de queixas (www.portaldaqueixa.com), relativas à falta de carregamento do subsídio de refeiçao por parte daSODEXO. Isto, associado à falta de resposta por parte da empresa SODEXO, faz-me recear tratar-se de burla. Agradeço, desde já, a v/ investigação e apoio.
Impossibilidade de regularizar acidente entre Companhias
Processo nº:23AA199235/001Apólice: 960327562Veículo: 81-BR-25Data do sinistro:2023-09-10NIF: 215969251 Acidente envolvendo viatura espanhola 0524HXD que não obedecendo às regras de circulação em rotunda, e não me dando a prioridade que devia, veio embater no meu veículo.Enviei fotos, vídeos com a localização do acidente e o Auto que foi levantado pela GNR.Peritagem foi realizada com envio de SMS( 19/09) dizendo que ainda estariam a recolher elementos, que podia reparar o veículo e que reparação demoraria 2 dias.Acaba de chegar carta com conteúdo que cito Impossibilidade de regularizar o acidente no âmbito das Convenções IDS/ , e ,Não podemos regularizar os seus prejuízos ao abrigo da mesma Convenção.Nesta, OKTELESSEGUROS informa que a outra companhia, espanhola, não aceitou.Mais, informam que devo ser eu a fazer a participação à ALLIANZ, espanhola.A minha reclamação prende-se com a indisponibilidade da minha seguradora contactar com a outra parte. Como deviam . E resolverem entre si.Como segurado, fiz o que me competia. Também, como indicam reparar a viatura sem eu saber quem vai pagar a oficina?CumprimentosJosé Dias Após várias tentativas de contacto, Em 26 setembro recebo carta
Penhora arbitrária
no dia 01-10-2023,percebi que na minha conta na Caixa Geral de Depósitos estava faltando 635.82 tentei contacto por tlf para exclarecer mas não consegui fui até a agência do Montijo, no qual fui muito bem atendido e explicou o que tinha acontecido. AT ( Finança de Alenquer) tinha feito um pedido de penhora bancária no valor de 635.92. Lembrando que existe uma penhora de ordenado desde 2019 no qual somando as 2 penhoras ultrapassa os 825, ou seja acima do ordenado mínimo nacional, no qual o dinheiro seria para pagar a renda entre outras coisas, não seria para mim poder divertir ou gastar no centro comercial, séria para despesas de casa. CGD realizou a penhora e esqueceu que existe lei por traz dos órgãos públicos, o banco tem que cumprir o determinado mas dentro da lei, o que não Aconteceu. A CGD deixou vulnerável sem dinheiro para pagar renda, água, luz, gás etc.por Lei, não foi respeitado e salvaguardado como a lei indica no numero 5 do Artigo 738.º, no que respeita a Bens parcialmente penhoráveis:“5 — Na penhora de dinheiro ou de saldo bancário, éimpenhorável o valor global correspondente ao saláriomínimo nacional de 760.0 eurosManifestei também por escrito na Reclamação Portal da Queixa nº Nº 100187023. Agradeço esclarecimento em relação a esta ilegalidade cometida pela instituição bancária em questão. Esta situação, torna evidente a violação do artigo em causa (738º), e esta violação foi efetuada pelo funcionário que levou a esta situação não tendo em conta que tem que salvaguardar o valor do ordenado mínimo nacional, 760€.Pergunto: qual é o processo Judicial em que o funcionário de baseou para bloquear a minha conta que nunca poderá ser bloqueada em valores inferiores a 760€.Neste momento encontro-me privada de qualquer meio de subsistência e sobrevivência humana.Volto a referir que Solicito que desbloqueiem o saldo que por lei não é penhorável.Preciso dele para sobreviver!Cliente da CGD nº 4742342 com o número de conta 0033015155330
Acordo cancelado
Após ser contactado pela entidade ZOLVA, fiquei a saber que o processo acordado com a empresa INTRUM com ao acordo a INTRUM, a WIZINK e eu próprio, me comprometi a pagar 126,00 euros durante 36 meses, onde todos concordaram e no qual e apesar das dificuldades, cumpri na integra, sem qualquer valor em atraso desde o acordo, conforme a troca de emails entre mim e a suposta empresa INTRUM, como poderão confirmar. Estou estupefacto depois de ser contacto pela suposta empresa ZOLVA, a dizer que afinal a WIZINK tinha cancelado/retirado o acordo, passando para a ZOLVA, onde esta diz que o único acordo possível é e passo a citar, o pagamento na integra até ao final mês de Outubro, propondo um acordo conforme já tinha proposto a INTRUM, no perdão de 50% da dívida. Ora a wizink só pode estar a usar o prossuposto da nossa má fé, porque se tivéssemos o valor de metade da divida, obviamente não estaríamos em incumprimento, conforme poderão comprovar facilmente com o acesso aos dados do Banco de Portugal. A minha questão é, se houve um acordo com a empresa INTRUM, no qual foi escrupulosamente comprido, qual o motivo desta atitude do não cumprimento do acordo da WIZINK e da INTRUM para comigo, conforme vários emails trocados telefonemas, facilmente comprovados.l
Acordo cancelado
Após ser contactado pela entidade ZOLVA, fiquei a saber que o processo acordado com a empresa INTRUM com ao acordo a INTRUM, a WIZINK e eu próprio, me comprometi a pagar 126,00 euros durante 36 meses, onde todos concordaram e no qual e apesar das dificuldades, cumpri na integra, sem qualquer valor em atraso desde o acordo, conforme a troca de emails entre mim e a suposta empresa INTRUM, como poderão confirmar. Estou estupefacto depois de ser contacto pela suposta empresa ZOLVA, a dizer que afinal a WIZINK tinha cancelado/retirado o acordo, passando para a ZOLVA, onde esta diz que o único acordo possível é e passo a citar, o pagamento na integra até ao final mês de Outubro, propondo um acordo conforme já tinha proposto a INTRUM, no perdão de 50% da dívida. Ora a wizink só pode estar a usar o prossuposto da nossa má fé, porque se tivéssemos o valor de metade da divida, obviamente não estaríamos em incumprimento, conforme poderão comprovar facilmente com o acesso aos dados do Banco de Portugal. A minha questão é, se houve um acordo com a empresa INTRUM, no qual foi escrupulosamente comprido, qual o motivo desta atitude do não cumprimento do acordo da WIZINK e da INTRUM para comigo, conforme vários emails trocados telefonemas, facilmente comprovados.l
Empresa não comunica, fecha sinistro e acabou
Ja estou acostumado com a m&rd@ de país que vivemos mas essa realmente está empresa bem de acordo com Portugal.Abri um sinistro de furto dia 09/08/2023, foi feita a peritagem alguns dias depois e NUNCA MAIS ME FALARAM ABSOLUTAMENTE NADA SOBRE O PROCESSO, mesmo eu enviando vários pedidos de informação, a resposta era sempre a mesma, resposta automática sem NENHUMA informação.Simplestemte quase DOIS MESES depois(por incrivel que pareça), essa empresa de b0st@ simplesmente ENCERRA o sinistro sem da NENHUMA satisfação ao cliente.Ô PAISINHO DE M&RD@ PQP !!!
Problema com apólice seguro animal
Venho, por este meio, comunicar a V.Exas. que contratei um seguro animal na ocidental com o nr de apólice de RC 83896518. Na qual no momento da contratação verifiquei no site deles e constava que se fosse a uma clínica da rede apenas pagava a franquia de 10% se fosse inferior a 25€ pagava então os 25€ . Se fosse fora da rede então sim pagava os 100% e enviava documentação para lá para ser reeembolsada . Acontece que no passado dia 28/09 a minha filha (com o mesmo seguro que eu contratei ) dirigiu se pela primeira vez com o seguro (após período de carência ) a uma clínica da rede e para meu espanto não paga apenas a franquia ou os 25€ mas sim efetuam um desconto de 15% e comunicam que terá que apresentar a documentação ao seguro para obter mais reembolso . Sendo que não foi o que nos venderam via telefónica nem o que estava no site da seguradora, entramos ambas em contacto com a mesma para tentar esclarecer a situação , quando para nosso espanto nos dizem que sendo dentro ou fora da rede temos que pagar na totalidade e posteriormente sermos reembolsadas . Sendo que não foi isso que contratei , e faz toda a diferença numa situação de urgência ou cirurgia pagar 10% ou 100% pedi anulação imediata do seguro com estorno total da apólice visto não coincidir com o que havia adquirido, disseram me então (mais uma vez via telefónica ) que para proceder anulação e devolução do valor teria que enviar um mail a seguradora . Acontece que a seguradora enviou email a dizer que a apólice fica anulada apenas no dia que a mesma caduca e não faz devolução do valor . Sendo que não foi o que eu contratei , o que estava no site , e confirmei com um operador por telefone, tendo sido portanto ludibriada , peço a anulação da apólice e não rescisão e a respetiva devolução . Obrigada
Sinistro automóvel
Venho por este meio comunicar a vossas V. Exas, a incompetência da seguradora Tranquilidade. No dia 7 de agosto, o meu automóvel estava estacionado na Rua Engenheiro Ferreira Dias, quando por volta das 16h um carro a circular na via pública embateu no carro e destruiu-me o carro. A polícia foi chamada ao local para registar o acidente.No dia 10 de Agosto, contactei a tranquilidade (seguradora do veículo que me embateu) e desde então têm arrastado o processo até ao dia de hoje sempre com o argumento que o processo está em fase de instrução, e quando questiono o que falta para o processo deixar de estar condicional, nunca me sabem responder. Para além disto, as informações dadas são todas contraditórias, pedem faturas que depois não é preciso, dizem que há um prazo legal (que acabou a 26 de setembro), pelo que o processo não demorarei a ser resolvido , qual o meu espanto que no dia em que acabaria o suposto prazo, a justificação já era outra, já não havia um prazo legal para o processo estar resolvido porque o processo estava em fase de instrução.Este assunto está-me a causar um stress e uma ansiedade imensos, uma vez que, tive o carro destruído (onde foi dado perda total), não tenho meio de me deslocar para o trabalho e para a faculdade, andado a gastar dinheiro que não sei se o vou voltar a ter de volta.
Valor cobrado indevido
Venho por este meio comunicar que no passado mês de dezembro de 2022, iniciei um pedido de avaliação à Mapfre Seguros (seguro Multiriscos) de uma infiltração de água no apartamento do vizinho de baixo com possível origem no meu apartamento. Enviaram um técnico que sugeriu enviar posteriormente uma empresa para fazer uma análise mais completa, sendo que nunca fui informado de qualquer tipo de pagamento. A 10-03-2023 a empresa veio ao meu apartamento fazer a análise e cobrou 520€ + IVA (639€ no total) pela mesma, valor que me disseram ser posteriormente restituido pela Mapfre, o qual nunca aconteceu. Entrei em contacto com a gestora de conta que me disse que o assunto seria enviado para a análise do gabinete técnico. Chegou um relatório que dizia que o problema não teria origem no meu apartamento logo a Mapfre Seguros, não iria assumir os custos da obra (infiltração), porém nada me foi informado sobre o valor que paguei indevidamente da análise. Até agora a resposta da gestora de conta é a mesma, enviou para análise do gabinete técnico e mais nenhuma informação me foi dada nem o valor foi restituido. Cumprimentos
Adesão a seguro de vida credito habitação deficientes
Boa noite,Tenho a decorrer desde 2006, um leasing imob para HPP. No inicio deste ano, foi-me diagnosticado um cancro no cólon, no entanto, era in-situ, pelo que foi tratado por cirurgia e quimioterapia adjuvante, apesar de não haver qualquer metastese ou afetação dos tecidos circundantes, tendo-me sido atribuido o AIMM com 60%.Contactei o BCP onde tinha a decorrer o Leasing e pedi alteração para crédito habitação ao abrigo do regime de deficientes, o que me foi concedido - os 90% do valor em divida corresponde a 56500 euros e a casa foi avaliada pelo banco no valor de 206100 euros .No entanto, a escritura ainda não foi concretizada, exigem-me um seguro de vida por morte e ITP, o qual me está a ser recusado por todas as companhias de seguros consultadas, mesmo tendo apresentado o relatório do médico oncologista).Acontece que na Lei 64/2014, no seu artigo 5º nº2, refere que a não é obrigatória a contratação de seguro de vida para acesso às condições concedidas neste tipo de empréstimo a pessoas com AIMM. A minha questão é, se esta lei foi aprovada para «auxiliar» pessoas nesta condição, e se a própria lei dispensa o seguro de vida, como podem os bancos que concedem este tipo de crédito exigir este seguro e as companhias recusarem o mesmo? Não seria lógico eventualmente excluirem das clausulas este tipo de cancro ou eventualmente efetuar um agravamento do prémio? Agora recusar??? Para que serve a lei?
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