Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
T. S.
21/06/2024

Cancelamento do cartao

Exmos. Senhores, Mais uma vez venho fazer uma reclamação em relação á empresa Unibanco , por já ter cancelado o cartão e recebido o email a confirmar o cancelamento do mesmo , e ainda assim continuo a receber emails com o extrato desse mesmo cartão, que nunca usei. Se está cancelado, qual é o motivo dos emails com o extrato ? Quero este problema resolvido rapidamente e de preferência que os meus dados sejam todos apagados da plataforma do Unibanco . Cumprimentos.

Encerrada
T. R.
21/06/2024

Abono de familia

Boa tarde, estou desde janeiro sem escalão de abono dos meus 3 filhos menores, desde então todos os meses envio pelo e-cli um formulário que me foi pedido ja 4 vezes telefonicamente, metem o pedido em analise e disso nao passa, ligo para la todas as semanas e nunca oiço uma resposta diferente "tem de aguardar esta em analise" agora pergunto eu sera que 6 meses ainda não deu para resolver este problema? Sera que os meus filhos não têm direito a ter escalão de abono? Sera possível este assunto ser tao difícil de resolver e ja se passaram 6 meses...

Encerrada
F. F.
21/06/2024

Informação

Exmos. Senhores, na sequência de um pedido, efetuado por mim há cerca de 4 meses, à entidade Mobilize Financial Services, para me informar sobre o valor de aquisição da bateria do meu veículo eléctrico , o mesmo foi de 560,88€ (como comprova documento em anexo). Na altura não fiz a aquisição por motivos pessoais. Entretanto, há um mês atrás, voltei a fazer novo pedido do valor de aquisição da minha bateria, e o valor atribuído passou para 2460€. A justificação dada por email , após exposição do meu desagrado foi a seguinte : "Lamentamos, contudo, informamos que como todos os produtos de consumo, o contexto inflacionário e geopolítico tem um forte impacto no preço de todas as matérias-primas e operações ligadas às baterias de tração. A bateria que lhe é alugada vê assim o seu valor fortemente aumentado pelos componentes e materiais que a constituem. " É na minha opinião totalmente abusivo e acrescento que nunca fui informada de tal alteração. No contrato também não consta que essa atualização possa ser feita. Gostaria de saber se existem legitimidade legal para a empresa realizar este tipo de avaliações. Cumprimentos Filipa Figueiredo Nota: anexo o contrato com a empresa, as duas avaliações da bateria efetuadas em dois momentos diferentes, bem como o email onde consta a resposta da entidade a quem reclamei

Encerrada
A. C.
20/06/2024

Retirada conta ordenado

Exmos. Senhores, No dia 13 de junho, celebrei, com o Millennium BCP, um contrato de crédito pessoal, com a finalidade de consolidação em que me foi retirado a conta ordenado, sendo que no contrato que assinei não faz menção à retirada da conta ordenado nem nunca fui informado formalmente dessa condição, após contactar o banco na sucursal do Lumiar Metro, fui informado de que era uma das condições por parte da área de restruturação/contencioso, para me celebrarem o contrato, mas conforme disse anteriormente, não existe nenhuma informação referente a ser retirado a conta ordenado. Após me ser referido a retirada da conta ordenado, disse que queria revogar o contrato, ao que me foi dito na sucursal do Lumiar Metro que a área de restruturação/contencioso dizia que mesmo que revogue o contrato, a conta ordenado não iria ser reposta. Nunca fui informado formalmente de me ser retirada a conta ordenado. Cumprimentos.

Encerrada
N. V.
20/06/2024

Subsidio de desemprego reclamação

Exmos. Senhores, RECLAMAÇÃO Desde dia 22/02 que ando às voltas para que me reativem o subsidio de desemprego subsequente. Já contatei o ACT que me enviou o documento que vos envio em anexo. Já recebi varias vezes a mesma decisão onde menciona que o meu desemprego não foi involuntário no entanto o modelo 5044 passado pelo ACT diz "Fim de contrato de trabalho". Peço apoio pois estou sem rendimentos desde final de Fevereiro quando tenho direito ao subsidio que me esta a ser negado indevidamente. Tlm 938483353 Cumprimentos. João Nobre

Encerrada

Bonificação Mensal de Juros

Exmos. Senhores, Tenho vindo desde Fevereiro de 2024 a requerer à minha agência pertencente à Caixa Central de Crédito Agrícola para aceder à Bonificação Mensal de Juros sendo que considero que estou dentro dos requisitos para usufruir dessa mesma bonificação (https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/comprar-vender-casa/noticias/credito-habitacao-quem-tem-direito-apoio-quanto-vai-receber). No entanto, a minha agência discorda, pois tem sempre indeferido os meus pedidos justificando que a minha taxa de esforço actual não é superior a 35%. Já questionei qual a fórmula utilizada para perceber porque motivo a conclusão não é a mesma mas nunca obtive resposta e mostrei sempre disponibilidade para do meu lado comprovar que a minha taxa de esforço é superior a 35%. Além disto, as respostas às minhas tentativas de contacto têm sido sempre extremamente lentas. Acho toda a situação lamentável e frustrante. Cumprimentos.

Resolvida
C. P.
20/06/2024

Acordo de Dupla Tributação não ativo

Exmos. Senhores, Em 2022, emigrei para a Bélgica e atualizei a morada fiscal junto do ActivoBank. No final do ano, após ter contactado um contabilista com questões sobre o Acordo de Dupla Tributação (uma vez que tenho investimentos - obrigações, ações - sediados em Portugal, através do ActivoBank), preenchi o Modelo 21 RFI e enviei ao banco. O envio deste documento foi feito em Dezembro de 2022. Em Janeiro de 2023, o ActivoBank contactou-me para me pedir o envio do certificado de residência, comprovando que moro na Bélgica. Assim sendo, enviei o certificado de residência. Depois disso, não me recordo se o Banco me contactou via telefone ou não, mas não recebi nada por escrito sobre a parametrização da minha conta, ativando o Acordo de Dupla Tributação. Como tinha enviado os documentos necessários e não tinha sido contactada pelo Banco, assumi que estava tudo em ordem. Em Maio do ano corrente, para preparar a submissão do IRS na Bélgica, calculei qual o montante líquido de dividendos e juros que auferi em Portugal, para poder declarar na Bélgica. É aqui que me apercebo que, durante o ano de 2023, o ActivoBank tinha taxado os dividendos e juros auferidos em 28%. Segundo o Acordo de Dupla Tributação entre Portugal e a Bélgica, o ActivoBank deveria ter retido 15% de imposto sobre os meus rendimentos. Quando contactei o Banco sobre esta questão, fui informada que: 1) A minha conta não tinha sido parametrizada; 2) O modelo RFI que enviei em Dezembro de 2022 estava erradamente preenchido e, além disso, não era válido pois deveria ter sido enviado no início de 2023; 3) O colega que tratou deste assunto na altura não deu o 'follow-up' correto, pois deveria ter entrado em contacto comigo para me informar que deveria ter enviado o documento no início de 2023; 4) O colega que tratou deste assunto já não trabalha no ActivoBank; 5) Infelizmente, o Banco não pode corrigir os valores erradamente cobrados em 2023. Assim sendo, apresento esta reclamação com base em: 1) Enviei os documentos todos necessários, e da parte do ActivoBank não houve qualquer comunicação sobre o estado do processo (nem se estava ativo, nem se os documentos estavam corretos ou não); 2) Considerando que, da minha parte, fiz o que me foi solicitado, acho que houve um erro da parte do ActivoBank, que erradamente taxou os meus rendimentos em 28% (sabendo que, nas nossas comunicações, estava um modelo RFI 21 preenchido, e que a minha morada fiscal é no estrangeiro, portanto não sou residente em Portugal), quando deveria ter taxado a 15%. Após ter contactado o ActivoBank sobre esta questão, foi-me solicitado que preenchesse o modelo RFI 21 e que este seria aplicado a partir do dia em que o submetesse ao Banco, juntamente com o certificado de residência. Assim, nos próximos 6 meses, os meus rendimentos serão corretamente tributados a 15%. Também me foi indicado que, no início do próximo ano, teria de submeter de novo o modelo RFI 21 para ser válido em 2025. No entanto, o Banco nada poderá fazer em relação aos meus rendimentos erradamente taxados a 28% em 2023, apesar de o erro ter sido da parte do Banco. A minha reclamação tem, assim, o objetivo de corrigir com retroativos os montantes cobrados erradamente em 2023 e primeira metade de 2024, exigindo que o Banco assuma o seu erro e que credite, na minha conta à ordem, a diferença que me é devida (28%-15% sobre os juros e dividendos auferidos em 2023 e primeira metade de 2024).

Encerrada
R. R.
19/06/2024

Validação do IRS

Exmos. Senhores, Boa noite. Venho por este meio informar que por causa do atraso na validação do meu IRS, estou em risco de perder o meu subsídio de renda da porta65, pois a renovação vai ser cancelada num prazo de 5 dias , pelo motivo de não ter o documento definitivo do IRS de 2023 . Notem que entreguei o IRS no início de Maio de 2023 e até à data aguarda validação . Não acho justo perder um apoio tão importante para mim e para a minha família por um atraso que é responsabilidade vossa . Peço que validem e me facultem os documentos do meu IRS o mais rapidamente possível . Obrigado pela atenção Cumprimentos, Rodrigo Rosa Cumprimentos.

Encerrada
I. B.
19/06/2024

Pronto Socorro Ausente

No dia 1 de junho telefonei para os vossos serviços a solicitar o envio de um pronto-socorro, a fim de transportar o meu veículo com a matrícula 93-69-PS para uma oficina, pois encontrava-se avariado. Foi-me dito que, por ter usufruído desse serviço há pouco tempo, com o mesmo veículo, não tinha direito a acionar essa assistência, agora. Apesar da minha insistência, quem me atendeu persistiu e não me restou outra alternativa que não fosse pagar, eu mesmo, o reboque, pois o carro não andava. Ora, analisando as condições particulares da apólice com o nº 7010853905, verifico que, no que toca à Assistência em Viagem, este veículo tem direito a 3 utilizações/ano, sem aplicação de prazos entre essas utilizações. Assim, venho por este meio solicitar que o valor de 73,80 pago pelo pronto-socorro me seja devolvido. Melhores cumprimentos,

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Incumprimento contratual

Exmos. Senhores, No dia 16 maio, tive um sinistro automóvel, tendo o meu veiculo ficado imobilizado e sido transportado, nesse mesmo dia, para uma oficina (BMW Caetano Baviera Maia) para a respetiva reparação. No dia seguinte (17 maio), a Generali Tranquilidade concedeu-me uma viatura de cortesia pelo periodo de 5 dias (entre a imobilização e o inicio da reparação), conforme contratado. A minha cobertura engloba o seguinte: "Veículo de substituição, pelo período imobilização, em caso de: Avaria (máx. 5 dias, 3 avarias/ano), Incêndio, raio ou explosão, Fenómenos da natureza e Atos de vandalismo (máx. 30 dias, 2 ocorrências/ano), Furto ou roubo (máx. 30 dias, 2 ocorrências/ano) e Acidente (máx. 30 dias, 2 ocorrências/ano). Máx. 5 dias entre imobilização e início da reparação". Ou seja, como se tratou de um acidente, teria direito a uma viatura de substituição, por um período no máximo de 30 dias durante o período de reparação. A 1ª peritagem do veículo foi realizada no dia 20 maio, com caráter definitivo, mas sem relatório final, pois iria-se tratar de uma peritagem acompanhada. Ou seja, os danos efetivos do veiculo (e eventuais peças a serem substituidas) são avaliados no decorrer da reparação. Durante este período fui contactando por várias vezes a Generali Tranquilidade, no sentido de perceber quando poderia ter a viatura de substituição contratada, ao que me respondiam que seria apenas quando eles considerassem que fosse iniciado o processo de reparação da viatura, facto que a companhia apenas considerou no dia no dia 29 maio, apesar do veiculo se encontrar imobilizado na oficina e aberto para reparação desde o dia 16 maio . Assim, no dia 31 maio, contactei novamente a companhia de seguros, no sentido de perceber se já poderiam conceder a viatura de substituição ao que desta vez me respondem, alterando o seu discurso inicial, que tal só aconteceria após chegada das peças necessárias para a reparação, apesar de já se ter dado inicio à mesma. Não tenho palavras para exprimir o meu espanto por esta nova observação, é lamentável, e está à vista de todos, as desculpas consecutivas que a companhia indica para o não cumprimento do estabelecido e o desrespeito pelo cliente que contrata um serviço. Finalmente, no dia 11 junho (supostamente, data da chegada das primeiras peças para reparação), a Generali Tranquilidade autorizou o aluguer de uma viatura de substituição mas apenas por um período de 5 dias, ou seja até 16 junho, facto que achei deveras estranho, dado que o perito responsável pelo processo tinha perfeito conhecimento de que a viatura nunca estaria pronta nesse dia. Segundo fui informada pela oficina, que contactei no dia 14 junho, a visita do perito à oficina tem que ser períodica para (re)avaliação do processo. O carro está em processo de reparação mas, durante o mesmo, pode surgir a necessidade de novas peças (que não estariam previstas no relatório de peritagem inicial) e, portanto, não é possivel, no momento, determinar um dia para encerramento desta reparação. Finalmente, e após contactar ainda no dia 14 por telefone, por várias vezes, a Generali Tranquilidade no sentido de prolongar o aluguer da viatura, fui informada de que tinha que efetivamente devolver o carro alugado no dia 16 junho. Acrescentarm desta vez que, a minha viatura se encontrava a aguardar a chegada de mais peças e que, durante esse período, a companhia não tinha a obrigação de disponibilizar veiculo de substituição , dado que não tem culpa se a oficina tiver que encomendar material para reparação de um veiculo e este demorarar a chegar. Após novo contacto com a companhia hoje (19 junho), fui informada de que a próxima visita do perito à oficina está planeada para dia 1 julho, pelo que até lá ficarei privada de uso de viatura de substituição. Estou verdadeiramente incrédula com estas informações e com todo o desenrolar deste processo, nunca esperando tal comportamento da parte de uma empresa como a Generali Tranquilidade. Em toda a minha vivência (condutora desde 1992), nunca me deparei com argumentos tão inadequados e inconsistentes. O atendimento telefónico é ineficaz, sou conduzida de departamento a departamento, voltam a encaminhar ao departamento inicial (...) e as informações contraditórias e desajustadas. Os inúmeros contactos telefónicos que efetuei, bem com as informações obtidas estão gravados, tal como informam na gravação inicial. Este mesmo texo já foi enviado à companhia de seguros, ao depto. de reclamações, no dia 14 junho, mas sem resposta até à data. A acrescentar a tudo isto, gostaria de informar que o meu marido reside fora de Portugal e sou a única condutora do meu agregado familiar, pelo que estar privada de uso de automóvel durante este período tem-me provocado os maiores transtornos pessoais e profissionais. Sinto-me totalmente enganada, lesada e indignada com o procedimento da Generali Tranquilidade.

Encerrada

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