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Reclamações recentes

E. P.
24/08/2026

Mudança de agência não realizada

Exmo. Srs. No dia 16/07/2026, fui a agência de Faro, onde estou domiciliado e solicitei a mudança da minha conta para a agência de Almancil, local da minha morada. Assinei um documento, que não me foi dado cópia, e me informaram que dentro de 2 semanas o processo estaria terminado. No dia 07/08/2026, me dirigi a agência de Almancil, para obter informações da não realização da mudança. Lá fui atendido no balcão que me dirigiu para falar com o gerente geral da agência. Este último, em sua sala, me confessou que não havia justificativa para ele autorizar a alteração do domicílio bancário, pois o meu saldo média era de 174€, justificando que se a minha intenção era tomar algum crédito financeiro, o mesmo não seria aprovado e que qualquer outro serviço eu poderia realizar em qualquer agência nacional. Isto caracteriza uma discriminação, antes de mais nada e deve ser repudiado em todas as esferas. Informei que o motivo jamais foi a tomada de crédito e que a minha intenção é de ser atendido, a qualquer altura pela agência que está a menos de 800 m da minha morada, nada mais e que havia intenção de abrir uma nova conta empresarial. Após falar isso o mesmo disse que iria autorizar a alteração de serviço solicitado. Neste momento consultei a APP do banco e nada foi alterado, e venho por meio desta ferramenta de proteção ao consumidor, solicitar a intervenção no pleito, para obter a realização do serviço solicitado e providências com relação ao ato discriminatório sofrido, para que isso não volte a acontecer com outras pessoas. No aguardo,

Encerrada
E. P.
24/08/2026

Mudança de agência não realizada

Exmo. Srs. No dia 16/07/2026, fui a agência de Faro, onde estou domiciliado e solicitei a mudança da minha conta para a agência de Almancil, local da minha morada. Assinei um documento, que não me foi dado cópia, e me informaram que dentro de 2 semanas o processo estaria terminado. No dia 07/08/2026, me dirigi a agência de Almancil, para obter informações da não realização da mudança. Lá fui atendido no balcão que me dirigiu para falar com o gerente geral da agência. Este último, em sua sala, me confessou que não havia justificativa para ele autorizar a alteração do domicílio bancário, pois o meu saldo média era de 174€, justificando que se a minha intenção era tomar algum crédito financeiro, o mesmo não seria aprovado e que qualquer outro serviço eu poderia realizar em qualquer agência nacional. Isto caracteriza uma discriminação, antes de mais nada e deve ser repudiado em todas as esferas. Informei que o motivo jamais foi a tomada de crédito e que a minha intenção é de ser atendido, a qualquer altura pela agência que está a menos de 800 m da minha morada, nada mais e que havia intenção de abrir uma nova conta empresarial. Após falar isso o mesmo disse que iria autorizar a alteração de serviço solicitado. Neste momento consultei a APP do banco e nada foi alterado, e venho por meio desta ferramenta de proteção ao consumidor, solicitar a intervenção no pleito, para obter a realização do serviço solicitado e providências com relação ao ato discriminatório sofrido, para que isso não volte a acontecer com outras pessoas. No aguardo,

Encerrada
S. J.
28/07/2026

Crédito habitação - Comunicação para utilização

Em Setembro de 2025, depois de eu e o meu marido termos visitado uma moradia que estava à venda na aldeia de familiares, que tinha sido completamente renovada, de pedra antiga de 1937, resolvemos recorrer a um financiamento de forma a adquirir o imóvel e foi assim que chegámos ao bankinter (Balcão Amoreiras) que na altura este balcão tinha as melhores condições para nós. Quando iniciamos o processo o consultor que representava a venda e cliente vendedor, confirmou-nos que a documentação do imóvel estaria toda em dia e assim começámos com o processo, nomeadamente pedido de avaliação do imóvel e abertura de conta e só depois é que chegámos à conclusão junto do banco que o imóvel não possuía a documentação necessária, nomeadamente a caderneta predial, certidão permanente a nível de informações como áreas e afectação e sobretudo uma dita licença de utilização. Na altura o que nos foi dito foi para tratarmos de tudo e só depois disso poderíamos avançar com o pedido de financiamento. O banco sabia que a moradia era antiga e que tinha sido alvo de remodelação e nunca nos disse em momento algum que já não emitem licenças de utilização pela regra do simplex, pois agora emitem apenas uma comunicação para utilização, algo que fomos nós que tivemos que descobrir por nós próprios depois de termos pago uma segunda avaliação e uma abertura do processo (rondando os 500€) pois entretanto a primeira avaliação expirou pois a comunicação demorou mais de 6 meses a ser emitida e entretanto passou praticamente 1 ano pois o bankinter dizia que tínhamos que aguardar pela documentação toda e na verdade nunca iriam aceitar a mesma e apenas responderam num ultimo email que só aceitariam o simplex em construção nova. Em tantos documentos assinados e propostas e sabendo do nosso pedido de financimento e dados do imóvel como escapou isto? Esta informação que nos foi dita recentemente era algo que devia ter sido dita logo ao inicio. Foi preciso perdermos tanto tempo e dinheiro para que batesse na trave? Depois de tudo isto ainda existiu um desprezo enorme e nunca foi assumida qualquer responsabilidade e eu acho que no minimo deviam devolver o valor da abertura do processo e o valor da 2a avaliação pois esta situação atrasou o nosso processo de compra e criou gastos desnecessários.

Encerrada
S. J.
28/07/2026

Crédito habitação - Comunicação para utilização

Em Setembro de 2025, depois de eu e o meu marido termos visitado uma moradia que estava à venda na aldeia de familiares, que tinha sido completamente renovada, de pedra antiga de 1937, resolvemos recorrer a um financiamento de forma a adquirir o imóvel e foi assim que chegámos ao bankinter (Balcão Amoreiras) que na altura este balcão tinha as melhores condições para nós. Quando iniciamos o processo o consultor que representava a venda e cliente vendedor, confirmou-nos que a documentação do imóvel estaria toda em dia e assim começámos com o processo, nomeadamente pedido de avaliação do imóvel e abertura de conta e só depois é que chegámos à conclusão junto do banco que o imóvel não possuía a documentação necessária, nomeadamente a caderneta predial, certidão permanente a nível de informações como áreas e afectação e sobretudo uma dita licença de utilização. Na altura o que nos foi dito foi para tratarmos de tudo e só depois disso poderíamos avançar com o pedido de financiamento. O banco sabia que a moradia era antiga e que tinha sido alvo de remodelação e nunca nos disse em momento algum que já não emitem licenças de utilização pela regra do simplex, pois agora emitem apenas uma comunicação para utilização, algo que fomos nós que tivemos que descobrir por nós próprios depois de termos pago uma segunda avaliação e uma abertura do processo (rondando os 500€) pois entretanto a primeira avaliação expirou pois a comunicação demorou mais de 6 meses a ser emitida e entretanto passou praticamente 1 ano pois o bankinter dizia que tínhamos que aguardar pela documentação toda e na verdade nunca iriam aceitar a mesma e apenas responderam num ultimo email que só aceitariam o simplex em construção nova. Em tantos documentos assinados e propostas e sabendo do nosso pedido de financimento e dados do imóvel como escapou isto? Esta informação que nos foi dita recentemente era algo que devia ter sido dita logo ao inicio. Foi preciso perdermos tanto tempo e dinheiro para que batesse na trave? Depois de tudo isto ainda existiu um desprezo enorme e nunca foi assumida qualquer responsabilidade e eu acho que no minimo deviam devolver o valor da abertura do processo e o valor da 2a avaliação pois esta situação atrasou o nosso processo de compra e criou gastos desnecessários.

Encerrada
N. P.
15/06/2026

Bloqueio da conta

Boa tarde, Venho por este meio solicitar informação sobre a existência de apoio jurídico em casos de possível discriminação racial ou com base na nacionalidade. No meu caso, a minha conta bancária no Bankinter foi bloqueada pela segunda vez este ano (Abril e Junho), aparentemente apenas devido à minha segunda nacionalidade (russa). Neste momento, encontro-me há cerca de uma semana sem acesso à minha única conta bancária, o que me colocou numa situação de grande vulnerabilidade, sendo mãe solteira de dois filhos e não tendo qualquer rede de apoio familiar. Nesta conta recebo exclusivamente o meu salário de uma empresa portuguesa e utilizo-a apenas para despesas do dia a dia, incluindo o pagamento da renda. Nunca tive qualquer ligação a entidades governamentais russas ou a organizações sob sanções. Sou cidadã portuguesa, residente em Portugal há mais de 12 anos, mãe de dois filhos portugueses, e nos últimos 12 anos trabalhei para empresas portuguesas. Não tenho qualquer tipo de transação financeira entre Portugal e a Rússia. Até ao momento, o banco não me prestou qualquer explicação concreta. Contactei apoio de cliente, visitei uma agência e falei com o gestor que abriu a minha conta - ninguém sabe e ninguém consegue resolver. Contudo, numa das agências, foi-me transmitido verbalmente que a minha conta estaria sinalizada como “alto risco” apenas por ter nascido na Rússia e possuir nacionalidade russa. Com os melhores cumprimentos, Nádia

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