Reclamações públicas

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A. G.
11/12/2025
Coseli

Não prestação de contas

Exmos. Senhores, No seguimento de anterior reclamação nesta plataforma e no livro de reclamações da própria empresa de gestão de condomínios - Coseli 2 -, verificamos que, chegados a dezembro, esta insiste em não fazer a reunião ordinária de condóminos que deveria ter tido lugar até março. Mais grave: havia-se comprometido a realizar uma reunião extraordinária em dezembro do passado ano para dar conhecimento das 'démarches' com o fito de recuperar montantes em dívida de proprietário que vendera o respetivo apartamento sem que as tivesse saldado. Não o fez. Apesar de múltiplos contactos pessoais, desde pelo menos maio, em que me chegaram a ser anunciadas datas para reunião ou intenções de a realizar em breve, a verdade que nunca esta foi convocada. Acrescente-se que há necessidade de obras e de discutir meio de angariar fundos para o efeito, problema que a empresa conhece perfeitamente, mas sem que aparente ter a mínima preocupação em resolvê-lo. Manifesta falta de profissionalismo gritante e somos levados a suspeitar da lisura na gestão dos fundos que lhe estão confiados. Cumprimentos.

Encerrada
J. C.
11/12/2025

Assunto: Falta de conformidade – Renault Zoe 50 Bv-11-FG

Venho apresentar reclamação contra Rocha Green Automóveis devido à falta de conformidade do veículo Renault Zoe 50 BV-11-FG recentemente adquirido, o qual apresenta uma autonomia real significativamente inferior ao anunciado e incompatível com o estado de saúde da bateria indicado. A autonomia prometida no ato da venda não corresponde ao desempenho real, tendo o veículo apresentado uma queda acentuada e incoerente de quilometragem e percentagem de bateria logo nos primeiros dias. A empresa tenta ainda alegar que não sou consumidor para afastar a aplicação da lei, apesar de a compra ter sido realizada como particular, com documentação e contrato emitidos em meu nome. Solicito intervenção urgente, substituição da bateria/veículo ou solução adequada. Obrigado

Encerrada
S. S.
11/12/2025

Burla - Contrato criado sem consentimento!

Exmos. Senhores, No dia de ontem, 10/12/2025, fui abordado por um colaborador da UNIBANCO chamado Rui no continente de Ponte de Lima, com o intuito de apenas ajudar a ganhar uma comissão e como seria “apenas preencher um pequeno formulário” que podia depois cancelar, assim o fiz. Percebi que pretendiam todos os meus dados, solicitaram o IBAN e o cartão de cidadão. Vi depois ao chegar a casa no e-mail, que usaram a minha assinatura do cartão de cidadão para assinar digitalmente a documentação/contrato sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou quaisquer cópias dos documentos assinados (pois não assinei nada, eles roubaram a minha assinatura do cartão de cidadão) e nem foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão/conta nesse momento, de forma a os poder consultar para verificar as condições e tomar uma decisão final referente ao cartão/conta da UNIBANCO. Violaram a ficha de informação normalizada como demonstra na página 14 do "contrato", eles assinalaram que me foi previamente entregue a ficha de informação normalizada, o qual é uma mentira. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Depois de receber ontem via email os documentos relacionados com a adesão do contrato, solicito, dentro dos 14 dias estipulados na Carta de Aceitação/Banco de Portugal, que cancelem o contrato e que não seja dada continuidade a este processo, pois não dei qualquer consentimento para tal e tenho livre direito de o revogar num prazo de 14 dias a receção do contrato. (Que foi ontem dia 10/12/2025) Não autorizo que seja realizada qualquer tipo de crédito/débito direto da minha conta bancária para a UNIBANCO ou da UNIBANCO para a minha conta bancária. O representante aldrabou informações pessoais como situação laboral, o qual selecionou contrato efectivo (talvez isto daria chance de aprovação do contrato), o qual é mentira e não tenho contrato efectivo no meu local de trabalho. Colocou um adiantamento de numerário a crédito de 250€, o qual não dei qualquer tipo de consentimento para este caso! Solicito o encerramento definitivo da minha conta e a cessação de qualquer tipo de vínculo com a UNIBANCO. Ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), assistem-me os direitos de eliminação dos meus dados pessoais (art.º 17.º) e de oposição ao seu tratamento (art.º 21.º). O não cumprimento destes pedidos constitui uma violação das obrigações legais em matéria de proteção de dados. Acresce ainda que, desde a abordagem feita pelo representante da UNIBANCO no Continente de Ponte de Lima a 10/12/2025, tenho verificado a falta de clareza e transparência no tratamento da minha situação, o que considero um ato inaceitável! Desta forma, peço o cancelamento total e imediato de qualquer conta ou relação contratual existente em meu nome com a UNIBANCO, bem como a eliminação integral dos meus dados pessoais de todas as bases de dados e sistemas da vossa instituição. Solicito igualmente que me seja enviada confirmação escrita por e-mail/carta/resposta via DECO Proteste, de que o referido cancelamento da conta/contrato/débito/crédito e a eliminação de dados foram devidamente efectuados, em conformidade com a legislação aplicável. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
B. S.
11/12/2025

Dinheiro desapareceu

Venho por este meio informar que fiz um depósito e este mesmo desapareceu da minha conta e não foi efetuada na plataforma. Ninguém quer saber nem dar resposta ao problema visto que não se dignam a responder nem no suporte nem por email. Sinto sinceramente que fui roubado. Cumprimentos... Bruno Santos

Encerrada

Crédito de automóvel

Venho por este meio reclamar uma situação de 2004 que na altura ficou resolvido, passados 20 anos , continuam afirmar que tenho dívida com esta empresa, tenho o meu nome no banco de Portugal, em que não posso fazer empréstimos , descobri esta situação porque queria fazer um empréstimo e que me foi negado, contactei a empresa via telefone, a que me atendeu super desagradável, arrogante, tentei explicar que a situação ficou resolvida a 20 anos atrás , fartou se de gritar comigo ao telefone mandei email com provas que eu não tenho nada haver com isso mesmo assim afirmam que tenho que pagar a dívida

Resolvida
R. F.
11/12/2025

Apoio ao cliente inexistente

Estou há 3 dias a tentar contactar o Banco Universo para conseguir amortizar o meu crédito e simplesmente ninguém atende, ninguém resolve, ninguém sabe dar uma resposta. O meu cartão está bloqueado por roubo, não tenho acesso à app, e mesmo assim o banco mantém-se completamente indiferente a uma situação urgente. É impressionante como, quando queremos resolver um problema, o Banco Universo desaparece. Mas basta ligar para pedir um novo crédito e atendem em segundos. Para venderem empréstimos, o atendimento é imediato; para resolver questões importantes e urgentes dos clientes, simplesmente não existem. Estou há dias a tentar uma solução mínima e contínuo sem qualquer apoio. Isto é um desrespeito total pelos clientes e demonstra falta de profissionalismo e organização. É inadmissível que um banco deixe um cliente completamente sem assistência, enquanto prioriza apenas quem quer contrair novos créditos.

Encerrada
R. D.
10/12/2025
SUMMER DYNASTY, LDA

COBRANÇA INDEVIDA

Meu nome é Rafael e venho formalizar uma reclamação referente à conduta da colaboradora Celine, da empresa Summer Dynasty, Lda. Realizei o pagamento de 1.400€ exclusivamente para reservar um imóvel (estúdio T0 em Loulé). Não assinei contrato, não recebi qualquer minuta, não validei termos, nem estabeleci vínculo jurídico com a empresa. O pagamento foi feito apenas como garantia de reserva, conforme informado pela própria colaboradora. Pouco tempo depois, por motivos profissionais, necessitei desistir da reserva. Informe-i imediatamente a colaboradora Celine e solicitei o reembolso integral do valor, considerando que não houve contrato, não houve prestação de serviço concluída e não fui informado de qualquer penalidade ou “taxa administrativa”. Neste momento, a colaboradora Celine passou a alegar: que devolverá apenas 1.200€, retendo 200€, que supostamente gastou “200€ com emissão do contrato”, que não existe direito de desistência, e que o reembolso dos 1.200€ será apenas quando outra pessoa arrendar o imovel, deixando meu dinheiro retido por tempo indeterminado. Ressalto: Nunca recebi contrato em meu nome; Nunca assinei contrato; Nunca autorizei a emissão de contrato que eu precisasse pagar 200 euros por ele; Nunca fui informado da existência de qualquer taxa adicional; Não existe base legal para cobrar um "serviço administrativo" que não foi solicitado, recebido ou firmado. O processo foi conduzido de forma precipitada pela colaboradora Celine, que pressionou pela emissão de um contrato que eu nunca cheguei a validar e que, portanto, não gera qualquer obrigação financeira da minha parte. Diante disso, solicito a intervenção imediata para resolução do caso, com o reembolso integral dos 1.400€, uma vez que a cobrança de 200€ é indevida, sem respaldo contratual e sem prestação de serviço efetiva. Agradeço a atenção e aguardo retorno com a solução.

Resolvida
M. B.
10/12/2025

Pedido Urgente e Formal de Recibo(s) de Quitação – Dívida Endesa (Valor: 488,52€)

Assunto: COBRANÇA URGENTE E FINAL – Falta de Envio de Recibo(s) de Quitação e Declaração de Extinção de Dívida (Endesa) ​Exmos. Srs. da INTRUM Portugal, ​Acuso a receção da vossa resposta datada de 03/12/2025, na qual informavam que a declaração de quitação e respetiva informação sobre o pagamento integral da dívida Endesa seriam remetidas com a máxima celeridade, dado que o último pagamento havia sido registado a 29/11/2025. ​Informo que, até à presente data, não recebi nenhum dos documentos legais solicitados: ​Os recibos/faturas individuais de cada parcela paga no âmbito do acordo. ​O único Recibo de Quitação Final ou a Declaração Formal de Extinção da Dívida no valor total de 488,52€, conforme exigido pelo Código Civil (artigo 787.º) e pela lei tributária portuguesa. ​A falta de emissão e envio imediato do comprovativo legal de quitação constitui uma grave infração aos meus direitos como consumidor e devedor que cumpriu integralmente com a sua obrigação. ​Este é o meu último e formal aviso. ​Exijo que cumpram de imediato com o prometido na vossa comunicação de 03/12/2025 e me enviem os documentos de quitação para o meu contacto de e-mail no prazo máximo e improrrogável de 24 (vinte e quatro) horas úteis, a contar da data de envio desta mensagem. ​Na ausência dos documentos legais solicitados dentro deste prazo, serei obrigada a: ​Avançar com uma denúncia formal ao Banco de Portugal (BdP), dado que a vossa atividade de cobrança é fiscalizada por esta entidade. ​Avançar com uma reclamação formal à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) pelo incumprimento na emissão de documento legal de quitação, nos termos do Regime Geral das Infrações Tributárias (RGIT). ​Recorrer às vias judiciais ou ao Centro de Arbitragem competente. ​Aguardo a resolução imediata e definitiva deste assunto. ​Com os melhores cumprimentos, ​Mariana Fernanda dos Santos Almeida Brito marypostal@hotmail.com Dívida Relativa: Endesa Valor Total Pago: 488,52€ Data do Último Pagamento: 28/11/2025

Encerrada
B. F.
10/12/2025

VALOR NÃO DEVOLVIDO

Exmos. Senhores, No mês de julho de 2025, efetuei por engano uma transferência de 500€ e outra de 38,34€ para uma conta errada ( utilizei os dados da referência que usava habitualmente, no entanto a mesma foi alterada sem que eu me tivesse apercebido)!! De imediato contatei o serviço de apoio a clientes da Unicre via telefone e foi-me indicado que enviasse um email para r.credito@unicre.pt    Contatei o Serviço de Apoio a Cliente, inúmeras vezes tendo-me sido prometido que a situação ficaria resolvida no dia seguinte. Estamos a 10 de Dezembro e a devolução ainda não foi efetuada. Cumprimentos.

Encerrada

Falta de celeridade e respeito ao cliente

Desde o dia 28/11 que tento, sem sucesso, obter qualquer resposta por parte da seguradora relativamente ao meu processo. O acidente ocorreu em 14/11 e, quase um mês depois, continuo sem relatório pericial mesmo informado que estava pronto, sem prazo de reparação e sem qualquer informação clara ou transparente sobre o estado do processo. Considero absolutamente inaceitável que, após tantos contactos, não tenha havido sequer um retorno. Além da falta de comunicação, houve erros sucessivos na gestão do processo, incluindo a atribuição de um veículo de substituição totalmente inadequado: forneceram-me um carro manual, quando o meu veículo é automático, sendo que existe disponibilidade comprovada de um modelo equivalente na locadora. Esta situação contraria a legislação aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 72/2008, o Decreto-Lei n.º 291/2007 e o princípio da reposição integral dos danos, que obrigam a seguradora a garantir meios de mobilidade compatíveis com o veículo seguro. A utilização forçada de um veículo manual colocou a minha segurança — e a da minha bebé de 8 meses — em risco real, tendo quase provocado um acidente. Informei várias vezes sobre a minha situação familiar e a presença de uma bebé, ressaltando desde antes da atribuição do veículo que precisava de máxima celeridade no processo, precisamente porque dependo de um carro adequado para situações de urgência relacionadas com a minha filha. Também não é aceitável que tentem justificar atrasos com a questão da matrícula, uma vez que essa divergência foi corrigida no início do processo e existe prova fotográfica clara da matrícula correta. Não existe qualquer fundamento para atribuir-me responsabilidade por esse ponto. Além de todos estes problemas, a seguradora está a violar o dever de informação previsto no artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 72/2008 ao não fornecer o relatório pericial nem qualquer previsão de reparação. Perante esta situação, deixo registado o seguinte: Solicito: Substituição imediata do veículo de cortesia por um modelo automático equivalente ao meu; Regularização retroativa do período em que fui obrigada a utilizar um veículo inadequado; Envio imediato do relatório pericial e indicação formal do prazo de reparação; Justificação oficial para a ausência de resposta desde 28/11 e para a gestão manifestamente deficiente do processo. É inadmissível que uma situação simples, que deveria ter sido tratada com profissionalismo e celeridade, tenha sido conduzida desta forma.

Encerrada

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