Reclamações públicas

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P. P.
13/02/2026

Reclamação Urgente: Práticas de Má-fé e Incumprimento de Prazos de Substituição - Apólice AS4 743112

No passado dia 21 de janeiro, reportei a avaria do meu telemóvel e, conforme instruído, desloquei-me à Worten Santarém, onde entreguei o equipamento e paguei a franquia (joia) de 10%. No dia 23 de janeiro, aceitei formalmente a vossa proposta de substituição. Envio anexo em "e-mail 1" a mencionar a escolha do equipamento para os quais não obtive qualquer resposta até à data. É vergonhoso ler as comunicações automáticas que estão "disponíveis para qualquer dúvida", quando na prática ignoram sistematicamente as tentativas de contacto do cliente. Pelos vistos, essa disponibilidade é inexistente, deixando-me num vazio total de informação. Depois de algum pedido de justificação da demora da resposta obtive a informação pela equipa da Domestic General que foi-me colocado apenas a hipotese de uma substituição de um equipamento do qual não tinham stock, é inadmissível este processo no qual não faz qualquer sentido. Só o dia 2 de fevereiro, por ter mandado um email para, em anexo o "e-mail 2" enviado,(soporte.clientes@domesticandgeneral.com [soporte.clientes@domesticandgeneral.com]; suporteclientes@domesticandgeneral.com [suporteclientes@domesticandgeneral.com]; dados.pessoais@domesticandgeneral.com [dados.pessoais@domesticandgeneral.com]) e demonstrar o meu desagrado, foi-me facultado pelo Supervisor da Domestic & General em Espanha o tracking number NACEX 7220/12700827, com a garantia de que o equipamento tinha sido expedido. No entanto, após contacto direto com a transportadora NACEX, fui informado de que o envio foi cancelado pela própria Domestic & General (remetente) logo no dia 3 de fevereiro, imediatamente após a geração do código. Esta ação demonstra uma clara postura de má-fé por parte da equipa da Domestic & General. Simulação de Envio: Facultaram um número de rastreio apenas para constar no sistema, procedendo ao seu cancelamento logo de seguida. Incoerência de Informação: Quando questionados nos últimos 6 dias úteis, a resposta foi apenas que deveria "aguardar", omitindo deliberadamente que o envio tinha sido cancelado por ordem da vossa equipa. Verificação em Loja: No dia 10 de Fevereiro, passados 6 dias uteis onde o limite de entrega são 5, em loja física Worten, confirmou-se que não existe qualquer outro registo de envio além deste código cancelado. A responsável de loja confirmou que o equipemento ainda não tinha chegado em loja, telefonou para a Domestic General e eles mencionaram que não sabiam onde se encontrava o equipamento. Foto em anexo do sistema da Worten. Ainda hoje dia 13 de Fevereiro, não tenho nenhum ponto de situação atual, estou completamente sem informação, sinto-me perdido e impotente perante a situação. Junto envio todos os anexos importantes. Neste momento continuo perdido e num vazio do ponto de situação em que me encontro atualmente. Sinto-me enganado perante toda a situação, onde não possuo o meu telemovél danificado, paguei joia na entrega do equipamento danificado 10% (48€), não tenho nenhuma informação do novo equipamento, não sei se foi enviado outro equipamento, não sei quando vou possuir um equipamento em minha posse.

Encerrada
J. N.
13/02/2026

Falta de conformidade – Unidade de substituição entregue ao abrigo de seguro

Venho expor publicamente a forma como a Domestic & General geriu o meu processo de sinistro, que começou como uma situação simples e acabou num processo prolongado, com múltiplas falhas técnicas e ausência de solução definitiva. LINHA TEMPORAL DOS FACTOS Novembro de 2025 O meu iPhone sofre um dano acidental e é enviado para reparação ao abrigo da apólice. Final de Novembro de 2025 Recebo o primeiro equipamento reparado. O telefone é devolvido já com defeitos graves: - Flash avariado - Impossibilidade de realizar chamadas Reportei imediatamente a situação, pois a reparação foi claramente mal executada. 20 de Novembro de 2025 A seguradora recolhe novamente o equipamento para nova avaliação técnica. 24 de Dezembro de 2025 Recebo um equipamento diferente do original (IMEI distinto), apresentado como solução final do processo. 08 de Janeiro de 2026 A apólice é cancelada. Janeiro de 2026 (após utilização normal) Começo a verificar um novo problema grave: - Aviso do sistema Apple: “Não é possível confirmar se este iPhone tem uma bateria Apple genuína.” - Capacidade da bateria aparece como 0% - O equipamento não carrega corretamente O QUE ESTÁ EM CAUSA Estamos perante um padrão sucessivo de falhas: 1. Primeira reparação mal executada. 2. Segunda intervenção. 3. Entrega de equipamento diferente do original. 4. Instalação de bateria não genuína ou incorretamente instalada. 5. Defeito apenas detetado após o cancelamento da apólice. Nunca fui informado de que receberia um equipamento com qualquer peça não genuína. SITUAÇÃO ATUAL Após múltiplos contactos, fui sucessivamente encaminhado entre departamentos, sem resposta objetiva nem solução concreta. O equipamento encontra-se inutilizável. Não se trata de desgaste normal nem de novo dano. Trata-se de consequências diretas das intervenções técnicas realizadas sob responsabilidade da seguradora. O QUE PRETENDO Após duas intervenções falhadas e entrega de equipamento com componente não genuíno, a confiança está completamente quebrada. Não pretendo nova reparação. Pretendo a resolução definitiva da situação através do pagamento do valor do equipamento. CONSIDERAÇÃO FINAL O que começou como um sinistro simples transformou-se num processo de meses, marcado por falhas técnicas sucessivas e ausência de responsabilidade clara. Espero que a Domestic & General resolva esta situação de forma célere e responsável. Caso contrário, o processo seguirá pelas vias regulatórias e judiciais adequadas.

Encerrada
V. R.
12/02/2026

Reembolso de sinistro

Estimados Senhores Venho por este meio, solicitar o vosso apoio para com esta situação da vossa associada. Na madrugada do passado dia 28-01-2026 caiu uma árvores que tinha no meu jardim sobre o meu telhado, partindo telhas, beirais e deixando a laje sujeito às intempéries rebentando também a canalização da água da minha habitação existente no jardim. Nessa manhã do dia 28, telefonei para a Seguradora Allianz a questionar qual o procedimento, pois tenho seguro Multi-risco (que anexo cópia), fui informada pela Linha de apoio ao Cliente Allianz que teria de remover a árvore e só depois da sua remoção seria possível abrir o processo. Assim, contactei uma Entidade para ligação da tubagem de água, outra Entidade para remover a árvore e ainda outra Entidade para recolocar as telhas partidas e tentar desta forma conter os estragos presentes e futuros na minha habitação face à intempérie registada. Após conter a situação, contactei a Seguradora Allianz que me disse que teria de contactar um perito para avaliação da situação, questionei porque motivo é que seria o Cliente a contactar um perito quando existe um Seguro contratado. Não gostei da atitude da Seguradora e informei que ficaria a aguardar um contacto para agendamento de peritagem. Cerca de duas horas mais tarde, fui contactada pela Entidade Modera Engenharia, para agendar peritagem. O perito enviado pela Seguradora veio no dia seguinte, verificou o estado do telhado a partir do solo da minha habitação e tirou fotografias dos danos. Solicitou o envio das nossos fotografias do sinistro, das facturas já existentes, do orçamento para a reparação, de cópia de caderneta predial e comprovativo de IBAN para o seu email bem como para a Seguradora Allianz. Assim foi feito. Foram enviadas fotografias da árvore em cima do telhado, fotografias dos danos provocados no telhado e no interior da habitação, pois apesar da tentativa de contenção da chuva, alguma entrou através dos buracos das telhas partidas para a laje e consequentemente no interior da habitação. Foram enviados ainda os documentos (fatura de ligação de água, fatura de remoção da árvore e fatura contenção dos danos no valor de 29,27 Euros, 615 Euros e 122 Euros respectivamente, bem como orçamento para a reparação do telhado e respectiva impermeabilização no valor de 3.567 Euros). A despesa total ronda os 4.333,27 Euros. Não foram enviados orçamentos para qualquer reparação no interior, apesar de terem ocorrido infiltrações no tecto interior de uma divisão. No passado dia 10-02-2026, foi recepcionada uma comunicação (SMS) da companhia Seguradora Allianz, a qual dizia que iria ser indemnizada no valor de 1.916,25 Euros, tendo ainda sido retirado o valor de 150 Euros referente à respectiva franquia do Seguro contratado. Assim, face à disparidade de valores indemnizados pela Seguradora, contestei por email a situação e aguardo a sua posição. Neste contexto, questiono como me poderei proteger face a esta situação, pois considero que estou a ser lesada e tenho um seguro contratado que não está a corresponder ao expectável. Processo Allianz 225544298 Anexo Condições de Seguro contratado

Resolvida

Incumprimento das condições contratuais

Temos um seguro automóvel TOPPING com esta entidade, com opção de assistência em viagem "Normal". Na sequência de uma avaria com imobilização do veículo ocorrida no dia 4/02/2026, contactei a assistência, solicitando a sua deslocação ao local. Foi-me dito que, tendo sido pedida outra assistência para o mesmo veículo recentemente, só aceitariam este novo pedido contra o envio da factura da reparação anterior. Somos uma entidade colectiva com sede em Almada, pelo que às 20h30 e estando o veículo em Lisboa, seria impossível aceder aos escritórios para obter essa factura. Ainda assim, foi-nos negada a assistência em viagem, apesar de ter proposto o óbvio: enviaria a factura na manhã seguinte e, caso houvesse alguma desconformidade, teria de restituir o valor da assistência prestada. Tivemos portanto de deixar o veículo imobilizado no local - um parque de estacionamento pago - pagar as deslocações para Almada e Seixal, onde vivemos, e, após enviar no dia seguinte a factura de reparação - de uma avaria que nada teve a ver com a actual - deslocar-me novamente para Lisboa, pagando novamente a viagem e perdendo horas de trabalho. Após consultar as condições do seguro, verifico que, ao contrário do que me foi dito, nada consta sobre a obrigatoriedade de enviar previamente a factura da reparação anterior para me ser prestada assistência em viagem. Contactei a seguradora por email, dando conta desta situação e pedindo uma resposta. Recebi, 6 dias depois, um telefonema de alguém que se apresentou como Gonçalo Tavares, em nome da LOGO. Como na altura estava em trabalho e não podia falar, pedi que nos contactasse mais tarde, o que foi negado: teríamos de ser nós a fazer o contacto. Assim fiz, e verifiquei que o número para o qual liguei de volta não recebe chamadas. Esta situação começa a ultrapassar os limites do aceitável, pelo que segue queixa para o Instituto de Seguros de Portugal.

Encerrada
P. M.
12/02/2026

Conta Suspensa Indevidamente

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Rauva, em razão da suspensão indevida da minha conta e da consequente retenção integral dos meus fundos, sem aviso prévio, fundamentação clara ou qualquer explicação objetiva até o presente momento. A conta foi bloqueada de forma unilateral, impedindo-me totalmente de aceder aos valores nela depositados. Ressalto que todas as mensalidades e obrigações contratuais encontram-se rigorosamente em dia, inexistindo qualquer incumprimento da minha parte que justifique tal medida. O mais grave é que a totalidade dos meus recursos financeiros encontra-se retida na referida conta, o que me coloca numa situação de extrema vulnerabilidade e risco financeiro. A impossibilidade de aceder aos meus próprios fundos compromete o pagamento de despesas essenciais e pode causar prejuízos significativos e irreversíveis. Já entrei em contacto com o suporte da Rauva por múltiplas vias, sem obter resposta satisfatória ou prazo concreto para resolução. A ausência de comunicação, transparência e fundamentação agrava ainda mais a situação, demonstrando total desconsideração pelo impacto causado ao cliente. Importa ainda referir que, anteriormente, já havia contactado a empresa relativamente ao não crédito de um bónus de adesão no valor de 250 euros, que deveria ter sido atribuído no momento da subscrição do serviço. Tal questão também não foi devidamente resolvida. Considero inaceitável que uma instituição que presta serviços financeiros retenha valores pertencentes ao cliente sem justificativa formal, sem contraditório e sem indicação de prazos para regularização. Esta conduta fere princípios básicos de transparência, boa-fé e proteção do consumidor. Diante do exposto, solicito: • Restabelecimento imediato do acesso à minha conta; ou, alternativamente, • Liberação imediata dos valores que me pertencem; • Comunicação formal, detalhada e fundamentada acerca dos motivos da suspensão; • Indicação de prazo concreto para resolução definitiva da situação. Caso a situação não seja resolvida com a urgência que o caso exige, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Apresento esta reclamação com o objetivo de obter uma solução célere e justa, bem como para alertar para a gravidade da conduta adotada pela Rauva neste caso.

Encerrada
S. C.
11/02/2026

Seguro smartphone com informação enganosa

Venho expor uma situação relacionada com a adesão e acionamento de um seguro associado à compra de um smartphone na loja Worten do GaiaShopping. No momento da compra, o seguro foi apresentado como oferta gratuita por um mês, sem que me fosse explicado qualquer contrato, franquia, pagamento de anuidade ou condições reais de substituição. Não assinei qualquer documento, não recebi contrato por email nem me foi confirmado qualquer endereço eletrónico. Após um dano acidental ocorrido poucos dias depois, fui informada telefonicamente de que a substituição seria feita por equipamento novo ou por emissão de um vale. Apenas depois de o processo estar em curso e após pagamento de valores elevados fui informada de que seria enviado um equipamento recondicionado e de cor diferente. O equipamento entregue é recondicionado, diferente do original, sem caixa e mal embalado. Considero que houve informação contraditória, incompleta e enganosa, que influenciou diretamente as minhas decisões enquanto consumidora. Solicito apoio e orientação da DECO para resolução da situação e reposição dos valores pagos.

Encerrada
M. C.
11/02/2026

Lutuosa do Novo Banco

Exmos. Senhores, Na sequência do óbito do meu pai, em março de 2024, vi-me confrontada com o facto de ter que participar ao Novo Banco o óbito, uma vez que o meu pai era ex-funcionário do Novo Banco. Realizei reclamação para a abertura de uma carta de lutuosa, muito antiga, para a qual o meu pai descontava há muitos anos. Fui informada que o pagamento da Lutuosa do Banco será feito quando aberta a carta da Lutuosa do meu pai e que "Neste momento o tempo de espera é de cerca de 5 anos. Temos tido ao longo dos anos cada vez menos novos subscritores e mais falecimentos, o que gerou uma lista de espera já que a Lutuosa é uma coleta junto dos subscritores, limitada a 12€ por mês." Estranhando o prazo tão alargado de 5 anos, sem sequer ter conhecimento de quem são os beneficiários, remeti o seguinte email: "Na qualidade de uma das herdeiras do meu pai, e por desconhecer quem são os beneficiários da carta da Lutuosa, solicito os v. bons ofícios no sentido de me fazer chegar por esta via as condições gerais e de subscrição da mesma, uma vez que considero 5 anos um tempo extremamente exagerado para abertura de uma carta e da Lutuosa para a qual o meu pai contribuiu tantos anos, pelo que pretendo analisar os termos da mesma." Ora, incluí em anexo o regulamento que me foi remetido pelo Novo Banco mas destaco que no artigo 11.o se afirma que "No caso do subscritor falecer e aberto o envelope que contêm a sua declaração se verificar que a pessoa nele indicada também tenha falecido o subsídio reverterá a favor do cofre da “Lutuosa”." o que parece ultrapassar as regras estabelecidas na lei portuguesa para a sucessão de heranças e não me parece que a Lutuosa possa ter no seu regulamento uma cláusula contra a lei, contra aquilo que cada funcionário espera da sua contribuição mensal durante tantos anos. Aliás, este regulamento que me foi enviado, não está assinado, não tem data, até pode, por hipótese, ter sido feito depois do meu pai ter subscrito a lutuosa e sem que alguma vez ele tenha tido conhecimento destas cláusulas. Acresce que conheço situações semelhantes em outras lutuosas de outros bancos em que esta cláusula não existe. Existe sim uma que determina que caso os beneficiários não se encontrem vivos à data da morte do titular, serão os herdeiros legais a receber aquele valor da lutuosa que é o que legalmente faz sentido. É que o artigo 15.o determina que "O pagamento do subsídio será efetuado logo que entre no cofre da “Lutuosa” o montante da subscrição.", mas esta data não se conhece. Prevê-se que sejam 5 anos mas podem ser 6, 7, 8 ou 10 ou 12. Ora, sem conhecer quem são os beneficiários e tendo em conta que a beneficiária poderá ser a minha mãe, atualmente com 76 anos, não parece que estas cláusulas estejam de acordo com o legalmente estabelecido. Se por hipótese pensarmos que a maioria dos falecimentos em Portugal são de homens, em média com 80 anos, e que em idade ativa estes mesmos homens terão começado a trabalhar no Banco (uma vez que nos anos 60 e seguintes, a maioria dos empregados eram seguramente do sexo masculino), então a probabilidade do beneficiário escolhido ser a esposa é bastante elevada. Se as esposas sobrevivas tiverem a mesma idade dos maridos, e tiverem que esperar, no mínimo 5 anos, então a probabilidade destas terem falecido à data da abertura da carta, é também bastante elevada já que a média de idades de falecimento das mulheres em Portugal é de 85 anos. Seguindo este raciocínio, parece uma norma colocada no regulamento propositadamente de modo a que a maior parte das lutuosas reverta a favor dos seus próprios cofres. Como herdeira legítima, acho esta norma abusiva, ilegal e pretendia saber quem é competente em Portugal para fiscalizar/supervisionar estas matérias. Muito pouco se diz neste regulamento e nada se diz sobre a data da abertura da carta da lutuosa e a não ser no 13.o "Se dentro do prazo de trintas dias a contar da data em que a “Lutuosa” tiver conhecimento da morte do subscritor e ninguém se apresentar a fazer a participação, a “Lutuosa” abrirá o envelope perante dois subscritores e convidará os interessados a comparecer para tomarem conhecimento do conteúdo da declaração." Ou seja, se em 30 dias após conhecimento da morte, ninguém se apresentar, a Lutuosa abre o envelope e convida os interessados a aparecer. Depreende-se que os interessados sejam os beneficiários e não os herdeiros legítimos. Se os interessados (herdeiros) participarem o óbito, como foi o nosso caso, o envelope já não é aberto para que se conheçam os beneficiários e, em média ao dia de hoje, essa abertura demora cinco anos, mas pode vir a demorar mais, em contraponto aos 30 dias caso não haja participação. É isto? Se entretanto falecer o beneficiário, ainda que estejam vivos herdeiros legítimos, o valor da Lutuosa reverte a favor da mesma. É isto? A 31/03/2025 remeti pedido de informação/esclarecimento ao Banco de Portugal e obtive resposta, em 22/05/2025, remetida pelo Departamento de Supervisão Comportamental: "Informamos, contudo, que o Banco de Portugal não é competente para se pronunciar sobre a matéria em causa." No dia 09/06/2025, remeti o mesmo "Pedido de informação e/ou esclarecimento sobre entidade competente de fiscalização/supervisão de Lutuosas dos Bancos" para a CMVM mas até à data não recebi qualquer resposta. Em 10/7/2025, remeti exatamente o mesmo pedido à ASF, cuja resposta chegou a 25/11/2025 "Sobre a mesma, somos a informar que os elementos fornecidos não nos permitem concluir que esteja envolvida uma entidade supervisionada, nomeadamente um segurador, no caso que trouxe ao nosso conhecimento, pelo que a análise da situação em apreço não se enquadra nas competências da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões". Pelo que, o que pretendo então é que me seja prestada informação, pelo próprio Novo Banco, sobre a entidade competente com poderes de supervisão nesta matéria e pretendo apresentar a competente reclamação junto dessa mesma entidade que desconheço, por enquanto, qual seja. Porque a não existir entidade supervisora, pode o Novo Banco, ou qualquer outro já agora, proceder como quer, escrever clausulas como entender, receber dinheiro dos funcionários e não dar contas de nada a ninguém. Ao fim do dia, se por mera hipótese, os herdeiros legítimos falecerem antes da abertura da carta, há no meu entender locupletação indevida de quantias monetárias que, de acordo com a lei vigente, não lhes são devidas. E esta factualidade, assim descrita, com este regulamento, parece consubstanciar a prática de um crime de Burla Qualificada contra funcionário.

Encerrada
J. M.
11/02/2026

Anular seguro de responsabilidade civil

Exmos. Senhores, Pretendo anular o seguro de responsabilidade civil que tenho com a Tranquilidade, dado que atualmente a Ordem dos Enfermeiros assegura este mesmo seguro, tendo inclusive aumentado as cotas mensais. Efetuei o pedido por mail a 19/01, bem como o reembolso do valor pago em Novembro de 2025, dos meses correspondentes até à data do novo pagamento, ou seja de Fevereiro a Novembro. A resposta só chegou dia 03/02 e negaram o pedido. Ao que lhes respondi nesse mesmo dia, depois de um desabafo inicial, da seguinte forma: "sequência da vossa comunicação, com a negação do meu pedido: - O pedido apresentado não configura uma mera denúncia do contrato, nos termos do artigo 92.º do Decreto-Lei n.º 72/2008, mas sim uma resolução por justa causa, ao abrigo do artigo 93.º do mesmo diploma legal. Assim, ocorreu uma alteração superveniente das circunstâncias, não imputável à tomadora do seguro, uma vez que a responsabilidade civil profissional passou a estar integralmente coberta pela Ordem dos Enfermeiros, no âmbito do exercício da atividade profissional, tornando o seguro individual contratado redundante e desprovido de utilidade prática e jurídica. - Nestes termos, e ao abrigo do disposto no artigo 93.º do Decreto-Lei n.º 72/2008, a resolução do contrato não se encontra sujeita ao prazo de pré-aviso previsto para a denúncia, devendo produzir efeitos a partir da data da comunicação da resolução. Solicita-se, assim, a reapreciação da vossa posição e a confirmação da cessação da apólice em causa, sem lugar a cobrança de prémios futuros." Até à data sem qualquer tipo de resposta, nem mesmo que receberam o mail ou que vão ponderar. A situação é no mínimo abusiva e reveladora de desconsideração pelo segurado. Cumprimentos. Joana Mestrinho

Resolvida
M. L.
11/02/2026

Cancelamento imediato do cartão que nunca utilizei

Em meados de Janeiro fui abordado por um colaborador, pois pretendia a angariação de clientes para o Unibanco. Com o intuito de apenas o ajudar a ganhar comissão e como seria “apenas preencher um pequeno formulário” e poderia cancelar, dei a oportunidade para tal .Rapidamente percebi que pretendiam todos os meus dados, inclusive solicitaram o cartão de cidadão, que agora, ao receber o email de confirmação, verifiquei que utilizaram-no para assinar digitalmente a documentação sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou dadas quaisquer cópias dos documentos assinados, nem foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão nesse momento de forma a os poder consultar para verificar as condições e ter a certeza de que não fariam qualquer tipo de transação para a minha conta, pois pretendia não avançar com o processo. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e relembro que, segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Foi me dito que não precisaria de cancelar o cartão após o receber via correios, que só precisaria de O IGNORAR, SEM ME PREOCUPAR COM TRANSAÇÕES OU DÉBITOS, pois este ficaria sem efeito após uns dias sem o ativar, ou concluir o processo de adesão (não conclui). Contudo, recebi um email de pedido de transferência bancária para a minha conta à ordem, de 250€, e eu não realizei nenhum pedido, nem sabia que o fariam de livre e espontânea vontade. Nunca pretendi o uso deste cartão, não o ativei, e quero cancelar qualquer relação que tenha entre a minha conta bancária e o vosso banco.

Encerrada
J. T.
11/02/2026

Não me dados os dados para cancelamento de cartão!

Nas últimas semanas temos tentado estar a entrar em contacto com o banco WiZink para pagamento de dívida e cancelamento de cartão, nas últimas chamadas nunca fornecerão os dados para pagamento ou quando estão a fornecer a chamada vai a baixo e depois já não atendem a chamada, passando horas a ouvir a gravação.

Resolvida

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