Reclamações públicas

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R. R.
10/07/2025

Pedido de indemnização e queixa por falta de assistência

Venho por este meio, visto o recurso ao preenchimento do formulário relativamente a indemnizações por cancelamento/atraso de voos da Ryanair não ser abrangente e justo o suficiente, expor e reclamar da situação relativa ao voo FR4042, com referência EVGDGH, com partida marcada para as 21h05 do dia 7 de julho de 2025 no aeroporto de Bergamo (BGY) em Milão com destino a Porto (POR) e chegada às 22h50, recorrendo a um pedido de indemnização. O voo em questão foi anunciado pelo capitão do mesmo como cancelado por volta das 23h20, com os passageiros já a bordo da aeronave desde por volta das 21h10, após longa espera por permissão para descolagem devido a condições climatéricas adversas, que no entanto apenas se manifestaram já após o horário indicado de partida, portanto cerca das 21h30, visto que o embarque foi realizado e que durante a entrada dos passageiros no avião, já em atraso, o tempo estava favorável ao voo. Foi ainda mencionado pelo capitão a bordo que o cancelamento do voo se deveu a complicações de tráfego aéreo relativamente a restrições de rotas e horários, motivos estes externos às condições climatéricas, que à hora do cancelamento, conforme mencionado pelo mesmo, já eram novamente possibilitadoras de o voo se realizar. Motivo esse ("Perturbação causada por condições climatéricas adversas") que é assumido como única causa do cancelamento e única causa do pedido de indemnização no preenchimento do formulário de pedido de compensação. Quase imediatamente ao cancelamento foi enviado um email por parte da Ryanair, conforme provado pelas imagens em anexo, com indicação de reagendamento do voo FR4042 para as 6h30 do dia seguinte, com os respectivos cartões de embarque, e ainda uma notificação na app da Ryanair com indicação da oferta de um voucher de 4€ por passageiro para alimentação via email, que até à data de hoje não se encontra disponível nem nunca foi atribuído. Sem mais informações adicionais por parte da companhia e do próprio aeroporto relativamente a qualquer assunto relacionado com o cancelamento foi por volta das 4h que aquando da tentativa de novo check-in das bagagens nos foi informado apenas pelo funcionário desse mesmo balcão que o voo das 6h30 não existia e que teria sido reagendado para as 13h, sem nenhum aviso via email ou SMS por parte da Ryanair aos passageiros. Sem possibilidade de contacto via email ou telefónico com a companhia, tendo em conta os horários limitadores disponíveis para tal, nos balcões de informações, bilheteira Ryanair e check-in Ryanair não ofereceram quaisquer soluções relativamente a assistência básica como atribuição de hotel ou verba para alimentação, direitos esses garantidos aos passageiros pelas políticas da companhia nos termos do Regulamento Europeu (CE) N.º 261/2004: Atraso no voo; Cancelamento do voo; Direito a compensação; Direito a reembolso ou reencaminhamento; Direito a assistência. Só nos foi permitido realizar novamente o check-in das bagagens e dirigir ao controlo de segurança após as 7h. O embarque para o voo das 13h não foi realizado devido a um incidente na pista, cujo atraso não foi comunicado nem justificado oficialmente de nenhuma forma até então, quer por parte da Ryanair quer do aeroporto, tendo o voo sido atrasado para as 14h, e apenas anunciado pelos painéis de partidas presentes no aeroporto, às 13h15. O mesmo voo acabou por partir já após as 14h30, com chegada ao destino de 17h de atrasado no total, sem qualquer apoio, indemnização, pedido de desculpas ou fornecimento de informações aos passageiros causando enorme perturbação e desgaste físico e mental, não respeitando as políticas da companhia.

Encerrada
E. L.
10/07/2025

Abuso e falta de respeito

Bom dia. É muita falta de respeito e abuso os vossos serviços. Os motoristas não têm respeito por ninguém sobretudo os indianos. Então eu peço um Uber aviso q tenho uma bicicleta e q posso desmontar o motorista chega ao local e diz que ano pode e que pra cancelar a viagem, isso é uma autêntica falta de respeito, ainda por cima cancelando a viagem ainda me cobram taxa de 6 €? Isso aconteceu por duas vezes totalizando 12€, quem vai me devolver esse dinheiro. então se o motorista não tem respeito nem condições pra levar alguém cm a bicicleta VCs não tem que cobrar nenhuma taxa ao cliente pela vossa incompetência. Arranjem motorista como deve, tem q ética e respeito. Nunca mais irei usar vossos serviços e irei dizer a amigos e familiares pra não usarem, de preferência chamar um táxi particular ou autocarro.

Encerrada

Cancelamento e má gestão do voo 7722

No dia 06/07, eu (Andre Silva) e a passageira Rita Lopes tínhamos bilhetes para o voo EasyJet 7722 (reserva nº K9941QQ), com partida de Paris Orly para o Porto, agendado para as 21h40. Cerca das 20h40 fomos notificados de que o voo tinha sido cancelado. Ainda no aeroporto, um colaborador da EasyJet em Orly, chamado Roy, prestou um excelente apoio e conseguiu realocar-nos num novo itinerário com partida no dia 08/07, via Milão Malpensa, com destino final em Lisboa. A este novo voo foram também associados mais três passageiros que viajavam connosco com outras reservas: Paulo Teixeira (reserva K9N2M5D), Pedro Serrão e Vitoria Rocha (reserva K9M51W7) . Para chegarmos ao Porto a partir de Lisboa, tivemos de adquirir, por nossa conta, bilhetes de autocarro da Rede Expressos (viagem de 3h). Na noite de 06/07 para 07/07, conseguimos reservar, através da vossa aplicação, uma noite no Hotel Ibis Styles Paris Roissy Charles de Gaulle, para todos os passageiros mencionados. Esta opção estava limitada a uma noite, como indicado na plataforma. No dia 07/07, tentámos durante o dia inteiro (das 10h até às 20h) obter apoio da EasyJet para garantir o alojamento da noite seguinte. Contactámos inúmeras vezes a linha de apoio ao cliente, conforme instruções dos próprios operadores, que nos pediam para voltar a ligar de hora a hora, garantindo que nos dariam uma solução em breve. A colaboradora que mais acompanhou o nosso caso foi identificada como Verónica. Na última chamada do dia, às 19h45 (15 minutos antes da linha encerrar), foi-nos garantido que teríamos alojamento no mesmo hotel da noite anterior. Contudo, ao contactar a receção do hotel, confirmaram que não tinham recebido qualquer reserva da EasyJet (possuímos e-mails que comprovam esta informação). Pedimos explicitamente para falar com alguém da chefia da EasyJet, conforme o nosso direito enquanto consumidores. Somos conhecedores de que, perante uma solicitação deste tipo, os colaboradores têm o dever de encaminhar a situação para um supervisor ou responsável, o que não aconteceu em momento algum, apesar das promessas. Fomos apenas informados de que uma supervisora e um diretor estavam a tratar do caso, e que até eles próprios consideravam a situação "uma vergonha para a empresa". Garantiram-nos ainda que seríamos contactados entre as 20h e as 21h (hora de Portugal). Nenhum contacto nos foi feito. Além disso, durante um dos contactos telefónicos, outra colaboradora da EasyJet indicou-nos que deveríamos tratar de tudo por nossa conta – hotel, deslocações, alimentação – e que seríamos posteriormente reembolsados. Como se fosse razoável exigirem aos passageiros que assumam despesas no valor de 358€, causadas exclusivamente por erro da companhia, ignorando o facto de que nem todas as pessoas têm essa disponibilidade financeira de imediato. Importa ainda salientar que uma das passageiras, Vitoria Rocha, tem condições de saúde específicas e necessita de medicação contínua, o que foi mencionado nas comunicações com a EasyJet. Passou este período todo sem acesso à medicação, e ainda assim ninguém demonstrou qualquer preocupação ou prestou assistência específica, como é obrigação em casos de passageiros com necessidades médicas. Sem qualquer apoio da companhia, deslocámo-nos por conta própria ao Eurohotel Airport Orly Rungis, onde apenas confirmaram reservas para Paulo Teixeira e Pedro Serrão (sendo que este último viajava com Vitoria Rocha e só tinha um quarto individual atribuído). Foi mencionada uma reserva em nome de “Sydney Silva”, mas nada para Rita Lopes, André Silva ou Vitoria Rocha. Após muita insistência, o hotel acabou por encontrar uma solução para todos os passageiros, lamentando a gestão da EasyJet. Estamos profundamente insatisfeitos com a forma como a situação foi conduzida: ausência total de acompanhamento da chefia, comunicação inconsistente, desrespeito pelos direitos básicos dos passageiros e nenhum cuidado com situações de saúde sensíveis. Reservamo-nos o direito de apresentar todas as despesas incorridas, solicitar a devida indemnização, e apresentar queixa junto das entidades competentes (nomeadamente, Autoridade Nacional da Aviação Civil e DECO), pois consideramos que a EasyJet falhou gravemente na prestação do serviço e no cumprimento dos deveres legais para com os passageiros afetados. Aguardamos resposta urgente e concreta. Com os melhores cumprimentos, Andre Silva (em nome dos passageiros lesados mencionados)

Encerrada

Serviço de assistência

Assunto: Reclamação – Falha grave no serviço de assistência a passageiros com mobilidade reduzida no Aeroporto de Lisboa Exmos. Senhores, O meu nome é Manuel Martins Kidito Xavier da Gama e venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de assistência a passageiros com mobilidade reduzida (MyWay), sob responsabilidade da ANA – Aeroportos de Portugal, prestado no Aeroporto Humberto Delgado (Lisboa). No passado dia 23 de junho de 2025, cheguei a Lisboa no voo DT652 da TAAG, proveniente do Aeroporto de Luanda, com chegada prevista por volta das 13h00. Tanto eu como outros quatro passageiros com mobilidade reduzida ficámos à espera por quase duas horas para sermos assistidos e encaminhados à área de emigração. A situação foi exaustiva, desrespeitosa e demonstrou total falta de organização e sensibilidade por parte do serviço. Mais grave ainda é o facto de esta não ser a primeira vez que passo por tal descaso neste mesmo aeroporto. Em situação anterior, também não recebi assistência e fui obrigado a manusear sozinho a cadeira de rodas, atravessar o controlo de fronteiras, recolher a bagagem e sair do aeroporto por conta própria. Trata-se de um padrão de falha inaceitável e violador dos direitos garantidos a passageiros com necessidades especiais, nos termos do Regulamento (CE) n.º 1107/2006. Dessa forma, venho exigir: • Uma explicação formal sobre as razões para estas falhas repetidas; • A responsabilização da entidade que presta o serviço em nome da ANA; • E medidas urgentes que evitem que situações como estas voltem a acontecer. Caso não obtenha resposta ou uma solução satisfatória, pretendo encaminhar a reclamação também à ANAC – Autoridade Nacional da Aviação Civil, ao Provedor do Passageiro, bem como às instâncias competentes nacionais e internacionais. Com os melhores cumprimentos, Manuel Martins Kidito Xavier da Gama ✉️ manuelgama2@gmail.com ✈️ Voo DT652 – TAAG 📅 23/06/2025, chegada a Lisboa pelas 13h00

Encerrada

Cancelamento e má gestão do voo 7722

No dia 06/07, eu (Rita Lopes) e o passageiro André Silva tínhamos bilhetes para o voo EasyJet 7722 (reserva nº K9941QQ), com partida de Paris Orly para o Porto, agendado para as 21h40. Cerca das 20h40 fomos notificados de que o voo tinha sido cancelado. Ainda no aeroporto, um colaborador da EasyJet em Orly, chamado Roy, prestou um excelente apoio e conseguiu realocar-nos num novo itinerário com partida no dia 08/07, via Milão Malpensa, com destino final em Lisboa. A este novo voo foram também associados mais três passageiros que viajavam connosco com outras reservas: Paulo Teixeira (reserva K9N2M5D), Pedro Serrão e Vitoria Rocha (reserva K9M51W7) . Para chegarmos ao Porto a partir de Lisboa, tivemos de adquirir, por nossa conta, bilhetes de autocarro da Rede Expressos (viagem de 3h). Na noite de 06/07 para 07/07, conseguimos reservar, através da vossa aplicação, uma noite no Hotel Ibis Styles Paris Roissy Charles de Gaulle, para todos os passageiros mencionados. Esta opção estava limitada a uma noite, como indicado na plataforma. No dia 07/07, tentámos durante o dia inteiro (das 10h até às 20h) obter apoio da EasyJet para garantir o alojamento da noite seguinte. Contactámos inúmeras vezes a linha de apoio ao cliente, conforme instruções dos próprios operadores, que nos pediam para voltar a ligar de hora a hora, garantindo que nos dariam uma solução em breve. A colaboradora que mais acompanhou o nosso caso foi identificada como Verónica. Na última chamada do dia, às 19h45 (15 minutos antes da linha encerrar), foi-nos garantido que teríamos alojamento no mesmo hotel da noite anterior. Contudo, ao contactar a receção do hotel, confirmaram que não tinham recebido qualquer reserva da EasyJet (possuímos e-mails que comprovam esta informação). Pedimos explicitamente para falar com alguém da chefia da EasyJet, conforme o nosso direito enquanto consumidores. Somos conhecedores de que, perante uma solicitação deste tipo, os colaboradores têm o dever de encaminhar a situação para um supervisor ou responsável, o que não aconteceu em momento algum, apesar das promessas. Fomos apenas informados de que uma supervisora e um diretor estavam a tratar do caso, e que até eles próprios consideravam a situação "uma vergonha para a empresa". Garantiram-nos ainda que seríamos contactados entre as 20h e as 21h (hora de Portugal). Nenhum contacto nos foi feito. Além disso, durante um dos contactos telefónicos, outra colaboradora da EasyJet indicou-nos que deveríamos tratar de tudo por nossa conta – hotel, deslocações, alimentação – e que seríamos posteriormente reembolsados. Como se fosse razoável exigirem aos passageiros que assumam despesas no valor de 358€, causadas exclusivamente por erro da companhia, ignorando o facto de que nem todas as pessoas têm essa disponibilidade financeira de imediato. Importa ainda salientar que uma das passageiras, Vitoria Rocha, tem condições de saúde específicas e necessita de medicação contínua, o que foi mencionado nas comunicações com a EasyJet. Passou este período todo sem acesso à medicação, e ainda assim ninguém demonstrou qualquer preocupação ou prestou assistência específica, como é obrigação em casos de passageiros com necessidades médicas. Sem qualquer apoio da companhia, deslocámo-nos por conta própria ao Eurohotel Airport Orly Rungis, onde apenas confirmaram reservas para Paulo Teixeira e Pedro Serrão (sendo que este último viajava com Vitoria Rocha e só tinha um quarto individual atribuído). Foi mencionada uma reserva em nome de “Sydney Silva”, mas nada para Rita Lopes, André Silva ou Vitoria Rocha. Após muita insistência, o hotel acabou por encontrar uma solução para todos os passageiros, lamentando a gestão da EasyJet. Estamos profundamente insatisfeitos com a forma como a situação foi conduzida: ausência total de acompanhamento da chefia, comunicação inconsistente, desrespeito pelos direitos básicos dos passageiros e nenhum cuidado com situações de saúde sensíveis. Reservamo-nos o direito de apresentar todas as despesas incorridas, solicitar a devida indemnização, e apresentar queixa junto das entidades competentes (nomeadamente, Autoridade Nacional da Aviação Civil e DECO), pois consideramos que a EasyJet falhou gravemente na prestação do serviço e no cumprimento dos deveres legais para com os passageiros afetados. Aguardamos resposta urgente e concreta. Com os melhores cumprimentos, Rita Lopes (em nome dos passageiros lesados mencionados)

Encerrada
I. L.
08/07/2025

VOO CANCELADO

No dia do apagão, em 28.abril.2025, eu e meu filho deveríamos regressar de Marraqueche a Lisboa, mas o voo foi cancelado. A TAP até hoje nada nos disse, fizemos reclamação no site da TAP em 2.maio.2025, enviamos carta registada em 20.junho.2025 e nos 2 telefonemas que entretanto fizemos disseram que a nossa reclamação (a que deram o nº. 2025-0000764980) está em fila de espera para resposta pelos serviços próprios. Fomos abandonados pela TAP em Marraqueche e a única comunicação da TAP ocorreu no dia 29.abril.2025, para enviar um novo bilhete só da ida Lisboa-Marraqueche já feita em 22.abril.2025. Neste bilhete está omitida a volta Marraqueche-Lisboa que já se deveria ter verificado em 28.abril.2025 e que foi paga, conforme bilhetes originais de que juntamos cópias. Tivemos de encontrar uma solução por nós próprios, pois não conseguíamos qualquer novo contacto com a TAP e só regressamos em 1.maio,2025, no voo mais cedo que encontramos. Envio cópias do texto da reclamação feita no site da TAP em 2.maio 2025 e da carta registada enviada à TAP em 20.junho.2025, onde toda a situação vai explicada com mais detalhe. Perante tão insólito comportamento, o que devemos fazer? Podem dar-nos uma ajuda nesta situação ? Nota: a minha esposa é associada da DECO. Francisco Lourenço

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. R.
07/07/2025

Passagem cancelada se descer em um trecho

Boa tarde, venho por meio deste abrir uma reclamação, pois comprei uma passagem na tap na tarifa discount gig x opo 13/07 e opo x gig em 19/07, ambas com escala em Lisboa, ou aeja são 4 voos gigxlis, lisxopo, opoxlis, lisxgig. Liguei para a tap porque na ida a escala demora e vi que seria melhor se tudo correr bem na entrada na imigração de lisboa que não sei quanto tempo demorará (sou portuguesa com cartão cidadão valido, mas com passaporte vencido) seria melhor descer em Lisboa já que irei para Aveiro. Não terei bagagem de porão. Mas a tap diz que se eu fizer isso o sistema cancela minha passagem de volta. Não concordo com essa resposta, já que comprei uma passagem com quatro voos e quero desistir somente de um, o que seria até benéfico para a tap. Solicito que tenha minha opção de descer em Lisboa garantida sem perder o voo de volta.

Encerrada
F. R.
07/07/2025

Burla de Objeto

No passado dia 30 de junho realizei uma viagem do trabalho para casa, com o motorista Ravinder com um Dacia Jogger de matrícula: BF-00-VM pela Bolt (em Portugal: ENIGMA ACLAMADO LDA; TV Santos Dias 31 4465-256 S.Mamede Infesta; 4465-256, S.Mamede Infesta; NIF: 517571609). Ao chegar a casa reparei que não tinha os óculos de sol comigo, e entrei logo em contacto com o suporte da Bolt, a reportar a perda dos óculos na viagem acima referida. Lá conseguiram contactar o motorista e o mesmo confirmou que os tinha no carro - esperava agora a autorização da cedência do seu número de telemóvel para podermos tratar da situação. Contudo passados 2 dias, ainda à espera de uma resposta do motorista, o suporte da Bolt diz que o mesmo "depois de ele ter informado que tinha os seus óculos, disse que não os tinha". - muito estranho a mudança repentina de resposta, depois de dias sem dizer nada. Pedi que insistissem, mas não havia muito o que fazer, uma vez que o motorista não lhes respondia às tentativas de contacto. Percebo que a Bolt não se responsabilize pela perda de itens pessoais, mas a partir do momento em que contacto o seu suporte, e o motorista confirma que tem o item deveriam fazer algo mais. - A falta de integridade e civismo dos motoristas nestas plataformas é terrível. Gostava de ver o que fariam caso o problema fosse maior, e não houvesse resposta por parte do motorista. Dessa forma, a minha reclamação é no sentido de realmente fazerem algo, porque agora fico eu sem óculos e sem respostas, e este motorista mal encarado a fazer a sua vida.

Encerrada
J. S.
05/07/2025

Divida paga mas no site continua a aparecer apos 48 horas.

ola bom dia, eu paguei uma divida para a ascendi, passou 48 horas e elez ainda mostram que a divida tem de ser cobrada, tenho comprovativo e ja lhes mostrei duas vezes. ainda recebi um email de que falta pouco tempo para pagar, mesmo depois de ter pago. gostava da vossa ajuda neste momento, obrigado.

Resolvida
T. O.
04/07/2025

Problemas na EN8 - impedimento de circulação á meses

Bom dia, Venho por este meio fazer uma reclamação direta a vós e caso não exista uma reposta concreta irei dar seguimento para a entidade reguladora nacional. É uma vergonha estarmos á espera ( utentes da via da região ) estarmos á mais de 3 meses á espera de uma solução nesta zona de estrada, onde a afluência de trânsito é imensa diariamente. A estrada encontras-se sinalizada e com semáforos, mas trabalhos relacionados com reparação não existem. Estão á espera que a estrada possa ruir para iniciarem o trabalho? Este foi o corpo do email que foi enviado as infraestruturas de portugal ao qual obtive a resposta de não terem data de inicio das obras e deste modo, a estrada fica sujeita a estar intermitente e sujeita á queda da estrada.

Encerrada

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