Reclamações públicas

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A. C.
07/01/2018

Avaria no Forno HOTPOINT ARISTON FA2 841 JH IX HA

Adquiri no passado dia 06ABR2017 na Rádio Popular, um forno da Marca Hotpoint Ariston. No dia 09, aquando a estreia, o aparelho desligou-se sozinho, aparecendo no ecrã o erro F24, juntamente com condensação bastante visível.Reclamei no mesmo dia junto da Radio Popular que me agendaram técnicos para se deslocarem a minha casa.Compareceu no dia 11ABR17 um técnico indicado pela WHIRLPOOL, que não soube avaliar a avaria por a condensação já ter desaparecido, indicando que o erro F24 seria de software, causado pela humidade, possivelmente de algum vedante defeituoso.Por infelicidade nossa, e por o tempo quente não suscitar os assados, só deveremos ter depois disso utilizado mais umas 2 a 3 vezes, conforme o aspeto imaculado do forno, até que no dia 08DEC17, voltei a reclamar por ter ocorrido o mesmo problema, Erro F24 e condensação no ecrã.Dia 12DEC17, compareceu outro técnico enviado pela WHIRLPOOL, o qual confirmou visivelmente a condensação no interior do aparelho, junto da zona da placa eletrónica, proveniente dos vapores internos.Foram retiradas fotos do fogão para serem enviadas á WHIRLPOOL e posteriormente ser tomada uma decisão.Dia 15DEC17 foi-me comunicado pela WHIRLPOOL, que perante as fotos enviadas pelo técnico, a avaria não estava coberta pela garantia por o aparelho não estar devidamente instalado.Devo dizer que nunca nenhum técnico me indicou que seria má instalação, pois é uma cozinha moderna, com locais standard para a instalação dos eletrodomésticos e tem as medidas mínimas exigidas pelo fabricante. Não o sendo teria logo nos primeiros 15 dias trocado o aparelho. Hoje vim a verificar que o meu caso não é único, pois encontrei outro cliente de nome Alexandra F., a qual aqui reclamou a 12/12/2017, com o mesmo tipo de avaria em aparelhos iguais, sendo que no caso dela, já a marca tinha reconhecido que afinal era problema do forno.Fico a aguardar uma resposta que me possa auxiliar a resolver o meu problema.

Encerrada
A. C.
05/01/2018
MEO

Equipamento novo Router ZTE 3G não funciona correctamente - troca / devolução recusada!!!

Tive a infelicidade de perder um router movel ZTE do Meo o qual tinha há quase 1 ano e sempre funcionou muito bem. Ao perder este, foi-me dito através do telefone para comprar outro numa loja oficial ou on line , optei pela loja oficial do Montijo (maldita a hora ) na semana que antecedeu o Natal ....um router igual ao que tinha 3G na mesma e que me custou 39,90 euros. Logo nesse dia detectámos irregularidades quando tentámos aceder á internet abre o google não entra em qualquer site ou se entra pendura cai e ficamos sem acesso. Na vespera de Natal contactámos a linha do apoio técnico , fizeram alguns testes e ficaram de ligar dentro de 48h ...até dia 26 portanto. Não tendo acontecido esse contacto , deslocámo-nos á loja do Montijo no dia 27 na tentativa de trocar o router , nunca falámos em devolução...O funcionário acedeu ao router no telemovel dele claro aceder acede.se fazer qualquer tipo de consulta não se consegue...falámos em trocar o router que não funciona nem na nossa casa nem no meu emprego onde utilizei sempre o outro router e sempre funcionou , o funcionário foi falar com alguem que lhe disse que teriamos de mandar parta reparação ...WHAT???? um equipamento novo se não funciona o cliente não tem que o mandar reparar muito menos ficar privado do serviço , aguardámos pelo gerente de loja o Sr. Eduardo (o tipico funcionario que dá mau nome ás empresas, sendo extremamnete arrogante e mal educado pois virou-nos as costas ) recusou tambem a troca do equipamento porque estavamos insatisfeitos e não trocam por insatisfação. Eu não sei se querem passar atestados de burrice aos clientes , é desesperante este tipo de situações em que se liga e se desloca N vezes para resolver um problema e ninguém soluciona. Escrevemos no livro de reclamações, recebemos resposta do sector satisfação do cliente que passo a transcrever : Relativamente ao exposto, esclarecemos que, numa compra presencial, a devolução deverá ser efetuada no período máximo de 7 dias úteis, caso se verifique falta de informação, informação insuficiente, ilegível ou ambígua que comprometa a utilização adequada do bem ou do serviço adquirido, o que não se verifica nesta situação.Se o equipamento não respeitar as condições mencionadas, a MEO e a marca reservam-se no direito de não aceitar a devolução.De referir que, a situação reportada não se enquadra nas condições mencionadas, pelo que, lamentamos mas não é possível satisfazer o seu pedido.Para mais informações, estamos sempre disponíveis pelo 1696 e na Área de Cliente em meo.pt.Com os melhores cumprimentos.Cristina TorresGabinete de Satisfação do Cliente Posto isto gostaria de saber através deste meio qual a politica de trocas do MEO? Liguei mais uma vez para o apoio ao cliente, aliás os contactos estão todos registados , concordam que temos direito á troca do equipamento, porque aqui ninguém lhe apetece trocar só porque apetece nós só queremos que o serviço funcione (ainda agora estou a enviar esta mensagem fazendo do meu telemovel HOTSPOT e sou Vodafone e é para a Vodafone que eu mudo pois termina o maldito contrato com o MEO no próximo mês e deito fora 40 euros mas não quero mais nada esta empresa. É de lei os equipamentos serem trocados , os proprios funcionarios me disseram (falei com 3 pessoas ao telefone ) para ir á loja do Montijo pois só pode ser tratado lá , vou fazer o quê ao Montigo mais 100 e tal km de deslocação para aquele senhor recusar a troca ? Também nos mandaram via telefone ir á loja de Vila Franca proceder á troca do equipamento , por nosso azar não têem ficaram de ligar até hoje.......Ficamos baralhados , por telefone uns mandam ir trocar a outra loja onde foi adquirido , outros dizem que tem que ser trocado no Montijo , afinal ??? quem não desiste e perde dinheiro nestas situações ? Quem quer ficar com um aparelho que não funciona ? Aguardo uma resposta como solução para este problema , pois continuamos sem aceitar ficar com este aparelho. Tenho gravações do funcionamento da internet ou neste caso do não funcionamento. Obrigada Maria Fão

Encerrada

Estacionamento-Parque Curbside Partidas

Sendo a primeira vez que utilizei o aeroporto de Lisboa, estacionei no dia 07-12-2017 durante 4 horas no Parque Cubside Partidas, cujo o formato só nos leva a crer que aquele é o único estacionamento do local, tendo ainda um aviso que os 10 primeiros minutos seria grátis.Como já havia ido ao aeroporto do Porto e por duas horas havia pago o valor de 7,54 euros, imaginei que não seria diferente em lisboa e que por 4 horas pagaria apenas e no máximo 25 euros.Mas ao sair veio a surpresa, tive que pagar o absurdo de 97 EUROS. Nem um estacionamento privado e este preço, nem para deixar uma semana um carro chega a ser esse preço absurdo.E o mais incorreto ainda é o fato de na entrada não haver nenhuma placa informando os preços abusivos que serão cobrados caso você escolha aquele tipo de parque.Aos Sócios da DECO, informo que fiquem espertos quanto a esse parque de estacionamento.

Encerrada

Serviço Prestado a Estação de Correios da Damaia

Amadora, 30 de Dezembro, 2017Vim por este meio apresentar a minha reclamação e descontentamento dos serviços da estação de Correios da Damaia situado na, (RUA TEÓFILO BRAGA LOTE 63 R/C, 2720-999 AMADORA).Sendo que já tive problemas anteriormente, decidi que proceder por escrito a ultima ocorrência que me deixou muito indignado.Dia 22/12/2017, recebo um aviso de tentativa de entrega de uma encomenda por escrito e rasurado em alguns campos de preenchimento, no qual constatava que poderia ser levantado no dia 27/12/2017 na estação de Correios da Damaia a partir das 10:00h.No dia 27/12/2017, me dirigi a estação dos Correios da Damaia por volta das 17:00h onde retirei a senha e no qual fui atendido as 17:30h, aproximei-me do balcão apresentei o aviso preenchido com os meus dados e o meu Cartão de Cidadão, o funcionário carimbou e assinou o aviso depois foi procurar a encomenda, voltando pouco tempo depois anunciando que não encontrava e que poderia estar ainda na Distribuição e para voltar no dia seguinte que já estaria disponível para levantar. Eu apesar do aviso constatar que estaria já pronto para levantar naquele dia, compreendi o facto de ser época natalícia e haver mais fluxo etc… e decidi então voltar no dia seguinte.Dia 28/12/2017, pelas 9:00 novamente segui até a estação de Correios da Damaia, onde repeti o mesmo processo chegando a minha vez ao balcão expliquei a situação e a funcionária procurou pela encomenda, em seguida se aproximou e me disse que não encontrava e que no sistema dizia apenas tentativa de entrega, nisto fiquei aborrecido por já ter perdido tempo a espera e sem resultado, falou com o responsável da estação que disse para dirigir ao lado ao centro de Distribuição e pedir justificações caso não obter resposta fazer uma reclamação de bens perdidos. Assim o fiz, me dirigi ao lado e falei com outro funcionário a explicar a situação que também não tinha resposta para dar mas que talvez a colega poderia me dar mais informação e pediu para aguardar, nisto estava a porta num dia cinzento e molhado estava outro funcionário a empurrar um contentor para junto de uma carrinha de distribuição para carregar.Ao tirar os sacos e encomendas do contentor reparei que estava quase a derrubar um dos sacos para o chão molhado, auxiliei o funcionário para que não deixa-se cair o saco para o chão no qual me disse, “- Não faz mal, podes deixar isso cair!”.Eu respondi, ”- Se deixar cair molha o saco e o que está lá dentro, duvido que o cliente ou o senhor queira receber uma carta molhada no correio.”O Funcionário descontente, “ –Não há condições de trabalho, o que você quer!”Eu, “-Que o senhor tenha mais rigor e brio no seu trabalho como eu tenho com o meu, se não acha que tem condições de trabalho pode sempre pedir por escrito á sua entidade empregadora que zele por si e pelos seus colegas em fornecer as condições que necessitam para uma qualidade melhor no serviço.”Não querendo debater mais o assunto com o funcionário relutante, virei as costas e me dirigi até a colega que tentou procurar o paradeiro da encomenda no que também não obtive mais informação, pelo que procedi ao balcão de atendimento acompanhado pela funcionária e preenchi um formulário onde coloquei os meus dados e da encomenda perdida.Nisto tudo já era 11:00h e nada feito, resumindo fiquei com a impressão e certeza que a minha encomenda foi tratada por indivíduos cujo estão insatisfeitos com o seu emprego no qual entregamos total confiança e responsabilidade para depois serem tratadas as nossas cartas e encomendas com repúdio e indiferença.

Encerrada
F. N.
29/12/2017

Nao assume garantia

Em Novembro de 2011 adquiri um sistema de aquecimento de energia solar de marca Boltherm, com tubos de vacuo de 200L, este sistema foi adquirido através de um vosso representante, do qual tenho todos os documentos comprovativos (faturas, garantia, contratos manutenção, etc). No dia 1 de Fevereiro de 2016 verifiquei que o equipamento (deposito) se encontrava a verter agua, entrei em contato com a vossa Empresa, a qual passadas algumas insistências e diligências, resolveram assumir a reparação do equipamento, sendo o mesmo devolvido em 15 de Maio de 2016, conforme Guia de transporte nº 16/000/67, mas ficando desde essa data com problemas de isolamento, em virtude de não conseguir manter a temperatura da agua por pouco mais de alguns minutos apos ser desligada a fonte de alimentação, quer fosse por energia solar, quer fosse por meio de resistência electrica. Ainda assim decidi não apresentar qualquer reclamação em relação ao péssimo serviço prestado no que respeita ao referido isolamento, pois todo o processo foi moroso e com consequências economicas e privacidade do serviço. No dia 14 de Junho de 2017 verifiquei que o equipamento voltou novamente a verter agua do seu interior, mostrando que além do isolamento, também a reparação não foi efetuada nas devidas condições, ou o equipamento tem defeito de fabrico (esta é a opinião do técnico de manutenção e do técnico da empresa que procedeu a reparação que diz ser um problema de dilatação nas soldaduras e que o mesmo não é passível de solução definitiva) . Ja efetuei varios contatos com a Empresa Ropre,Lda (representante da Boltherm), quer atraves de telefone, carta registada,POrtal da Queixa, DECO, mas ate ao momento as respostas são negativas, ou na maioria das vezes nem se deram ao cuidado de responder. Comprei uma marca que supostamente devia ter alguma qualidade, visto ter 6 anos de garantia, mas agora verifico que nem garantia, nem a Empresa responsavel assume qualquer responsabilidade. Tanto a marca, como a empresa representante acabaram por ser uma desilusão. ROPRE, Lda Parque Industrial do Canhoso Rua M – Lote 15 6200-027 COVILHÃ

Encerrada
A. C.
27/12/2017

Impossibilidade de contacto com a GLS

Apesar de todas as minhas tentativas de contacto (preenchimento de formulário no site da GLS e inúmeros telefonemas) vejo no site da GLS que a encomenda endereçada para mim,com as referências seguintes, foi devolvida ao remetenteNúmero de encomenda:98272904586CP72 tracking numberRO884693623GBComo o meu endereço é um Apartado dos CTT, logo que soube que a referida encomenda, enviada de Inglaterra via Royal Mail, chegaria a Portugal via GLS, procurei contactar a GLS variadas vezes para lhes comunicar o local da minha residência. Apesar dos meus esforços, nunca os consegui contactar.

Encerrada
A. C.
27/12/2017

Responsabilidade 50-50

No passado dia 24 de Novembro tive um acidente com outro condutor. Ambas as viaturas estavam a sair do estacionamento, em perpendicular, quando me apercebo da outra viatura e paro. A outra viatura não me vê e continua a recuar indo bater no meu veículo.Participei o sinistro à Logo, enviei fotos do sinistro e a DAA. Apesar de nas fotos ser visível que o embate foi lateral (para além da amolgadela, a direção dos riscos indicam como foi o embate), a Logo decidiu que a responsabilidade era de 50%, sendo que fica a meu cargo 50% da reparação da minha viatura.Ora, como a minha viatura estava parada e foi a outra viatura que foi embater na minha, não acho que eu seja responsável pelo acidente.Já reclamei junto da Logo mas eles mantêm a sua posição e disseram-me que eu tinha que reclamar junto da outra seguradora o que também não acho normal. Tendo eu um contrato com a Logo, acho que é com a Logo que tenho que resolver o problema e não com a outra seguradora.

Encerrada
M. G.
26/12/2017

Problema com sofá com defeito, dentro da garantia

Venho por este meio expor a minha reclamação face a um sofá adquirido na Conforama que se encontra dentro da garantia.O mesmo produto apresenta defeito de fabrico nas esponjas dos acentos. Ao retirar as capas para serem lavadas pela primeira vez, as esponjas que não têm qualquer tipo de revestimento encontram-se descoladas e desfeitas, com resíduos de cola o que torna inoperacional colocar novamente as capas. Inclusive uma das capas rompeu-se por baixo por ser um tecido quase papel (este facto foi comprovado por uma das responsáveis de loja quando apresentei a situação, expressando ''ter conhecimento do fraco material do produto'').Dirigi-me à loja por 3 vezes. Na primeira disseram-me que reencaminhariam o email que eu teria ainda que enviar para a Conforama, para o fornecedor e eu teria que esperar 30 dias pela resposta ( 30 dias ditados pela lei). Enviei o email assim que saí da loja e passado nem uma hora tinha uma resposta a dizer que não se responsabilizavam pois era mau uso. Da 2ª vez falei com o colaborador que me tinha enviado o email que me disse que ele é que fazia a triagem dos produtos. Após termos chamado a responsável que nos pediu desculpa, ela própria pediu para o colaborador enviar o email para o fornecedor. Confirmei com a responsável que os 30 dias contariam desde a 1ª reclamação e que após esses 30 dias eles tinham que me devolver o dinheiro ou trocar o sofá caso não o arranjassem.Após uma semana voltei a ter um email da Conforama, desta vez sem ser assinado, a dizer que a resposta do fornecedor era a mesma.Pela 3ª vez dirigi-me à loja, pedi por várias vezes a prova da resposta do fornecedor, foi-me negado. Vi-me obrigada a escrever no livro de reclamações e após a minha insistência uma colaboradora mostrou-me a única prova que tinha. Uma anotação interna que dizer ''Ligar à cliente e dizer que fornecedor recusou''. Chamei um responsável e fi-lo ver que me estavam a enganar pois o fornecedor ainda nem tinha respondido.Reforçaram o email para o fornecedor, ou pelo menos disseram que o fariam.Reforço que o sofá nunca foi verificado em nenhum momento nem alvo de peritagem.Aguardei a tal resposta durante os 30 dias. Após 33 dias regressei à loja, a resposta manteve-se, foi-me negado qualquer resolução, não houve resposta do fornecedor, foi-me negado a verificação das condições gerais e legais da garantia.A resposta é apenas verbal. Nos termos do disposto do Decreto-lei nº67/2003, de 8 de Abril, com as alterações introduzidas pelo Decreto-lei nº84/2008, de 21 de Maio, todos os produtos têm garantia de 2 anos a partir do momento de entrega. Esta garantia é oferecida pelo fabricante, tendo em conta que a Empresa Conforama não é o fabricante não pode responder e negar a garantia dos produtos comercializados.A própria fatura nada diz sobre não poder trocar ou devolver o artigo.Considero fraudulento a posição da empresa pois alega má utilização por parte do consumidor, sem apresentar provas. O vendedor invoca mau uso do sofá sem apresentar um relatório técnico que o fundamente. Fui obrigada a apresentar duas vezes reclamação por escrito que será devidamente encaminhada pelos meios legais que me assistem.

Encerrada
M. D.
25/12/2017

Recusa de entrega da bagagem, atrasos e cancelamentos

Por este meio, reclamo e manifesto o meu descontentamento referente ao sucedido no dia 20 de dezembro de 2017 com o serviço de transporte aéreo da SATA / Azores Airlines, sendo a situação a seguinte:Adquiri um bilhete Lisboa-Horta para as 07:00h do dia 20 de dezembro de 2017 (Mónica Dias, ETKT nº 3315763403256), tendo sido declarada a necessidade de transporte de um animal no porão e confirmada esta reserva pela transportadora aérea.Efetuei o check-in eletrónico no dia anterior à viagem, declarando que levaria também bagagem de porão. Foi-me impossibilitado de imprimir o talão de embarque, enviar para o smartphone ou e-mail.No dia 20, compareci no balcão de check-in antes da hora de fecho (sendo o tempo indicado pela SATA 1 hora antes do voo), com o intuito de entregar a minha mala e proceder à entrega do meu animal de estimação, quando fui impedida de chegar perto dos balcões por um funcionário do aeroporto.Este funcionário alegou, com maus modos, que o voo seria realizado às 06:50h e não às 07:00h, que eu me encontrava atrasada e que os balcões estavam já fechados, não me oferecendo qualquer opção. Saliento que não fui notificada da alteração da hora do voo e que mais que um contacto foi fornecido à companhia no ato de reserva e check-in eletrónico.Dirigi-me balcão de informação da SATA do aeroporto de Lisboa, onde me foi oferecida a hipótese de viajar para a ilha do Pico no dia seguinte (21 de dezembro), ao qual eu concordei. Foi-me cobrado 4 euros pela emissão deste bilhete. Saí do Aeroporto de Lisboa, quando recebi uma chamada telefónica do balcão de informação da SATA a notificar-me que houve um engano e que a minha viagem seria realizada para a ilha do Pico nesse mesmo dia (20 de dezembro) às 14:00h.Por volta das 12:00h regressei às instalações. Após me dirigir de novo ao balcão de check-in, onde entreguei a minha mala de porão e me foi dado o talão de embarque, foi-me pedido que voltasse lá 1:15h antes do voo para proceder à entrega do meu animal de estimação.Entretanto fui notificada por SMS que o voo estaria atrasado 1 hora, o que me foi confirmado pela funcionária do balcão de check-in, o que se repetiu uma 2ª vez e alterado o destino do voo para a Horta (devido às condições atmosféricas no Pico), sendo então a hora final do voo às 16:00h para a ilha do Faial.Como pedido, compareci no balcão de check-in 1:15h antes do voo, tendo ficado à espera 45 minutos para conseguir entregar o animal de estimação. Ou seja, só às 15:30 me acompanharam ao local para a entrega, ultrapassando a 1 hora estipulada pela SATA e ficando com apenas 10 minutos para passar pela segurança e me dirigir à sala de embarque. Sala essa, que me foi dito pela funcionária do balcão de check-in ser a porta 26 (que se situa num extremo do edifício), e que depois verifiquei não ser verdade, sendo então a porta 7 (que se situa exatamente no extremo oposto).O embarque decorreu normalmente. Após estarem todos os passageiros sentados nos devidos locais e a bagagem estar toda arrumada, foi-nos comunicado que o voo para a Horta não seria realizado pois o avião não chegaria ao destino antes do ocaso e que teríamos que desembarcar da aeronave.Após o desembarque e de ter recolhido os meus pertences, foi-me informado que a SATA ofereceria transporte e alojamento na zona de Torres de Vedras, ao qual recusei por o local ficar a cerca de 40Km de distância do aeroporto. A outra única alternativa que me foi oferecida foi então de utilizar o meu próprio dinheiro para alimentação/ transporte e posteriormente enviar os custos através de e-mail para a SATA para ser reembolsada. Cheguei ao meu alojamento para essa noite depois das 19:00h, não me tendo alimentado em condições o dia todo, nem o meu animal de estimação.O voo para a ilha do Pico foi finalmente efetuado no dia 21 de dezembro pelas 08:00h. Mais uma vez, fui obrigada a esperar 45 minutos para entregar o meu animal, ultrapassando a hora estipulada pela SATA, o que apenas me deu 10 minutos para passar pela segurança e me dirigir à sala de embarque.A viagem de avião decorreu normalmente. Quando cheguei à ilha do Pico fui transportada (a meu cargo) para o terminal marítimo, onde adquiri um bilhete para a Horta (destino para o qual comprei o bilhete de avião originalmente), tendo chegado à ilha do Faial por volta das 12:00h. Cheguei ao destino quase 30 horas depois do previsto e fui obrigada a gastar 96,13€ do meu bolso em transportes e alimentação, valor este, que obviamente está comprovado com recibos e faturas.Posteriormente fui informada por diversas pessoas, que o voo Lisboa-Horta (que me foi recusada a entrega de bagagem em horário adequado) saiu do aeroporto de Lisboa atrasado cerca de 2 horas e que a vasta maioria dos passageiros não receberam a sua bagagem no destino, pois o avião estaria com o depósito de combustível demasiado cheio e não foi possível carregar toda a bagagem devido a problemas de sobrepeso. A este ponto, finalmente consegui compreender porque é que me impediram de chegar ao balcão de check-in.É também de salientar a inconformidade de horários de entregas de bagagem e outros pertences (incluindo neste caso animais de estimação), aos quais os passageiros são obrigados a cumprir e que a própria companhia aérea não cumpre.Também vai para além da minha compreensão o facto de realizarem um embarque na totalidade e 15 minutos depois chegarem à conclusão de que o avião não pode realizar a viagem para o destino porque não chega antes do pôr do sol, quando se sabe que vários aviões já aterraram (e continuam a aterrar) de noite no aeroporto da Horta.A qualidade desta companhia aérea deixa bastante a desejar, sendo de conhecimento público que o número de ocorrências deste género tem acontecido com cada vez mais frequência. Estando ciente dos meus direitos como passageira e regulamentação existente, por toda a exaustão física e mental que me fizeram passar, a mim e ao meu animal de estimação, por todo o meu dinheiro que gastei, por toda a indelicadeza que tive que lidar por parte de alguns funcionários da SATA e do aeroporto de Lisboa, por terem afetado a minha agenda pessoal e por me terem colocado nesta mais que infeliz situação, eu exijo ser reembolsada e corretamente indemnizada.

Encerrada

tamanho máximo das pellets

A empresa comercialisa caldeiras com a referência Hydra Pellets, que no ponto 3.1 do manuel diz aceitar pellets que cumpram a Norma EN Plus A1.Segundo esta norma, as pellets podem ter tamanhos máximos (comprimentos) de 3,15 a 4.0 cm, com a restrição de não excederm 1% do total.Acontece que o alimentador da caldeira apenas aceita como tamanho máximo 3,0 cm, o que atendendo aos valores autorizados pela norma, cria congestionamentos e entupimentos da abertura respectiva, interrompendo o fornecimento do material combustível, e consequentemente a paragem da caldeira, com os transtornos dela resultantes.

Encerrada

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