Reclamações públicas

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Problema com Rescisão de Contrato

Em Fevereiro de 2018, a minha mãe, Larysa Slidenko assinou contrato de um ano com o Solinca do Vasco da Gama.O problema hoje é que a minha mãe se encontra severamente incapacitada a nível motor e não se justifica que a inscrição no ginásio se mantenha ativa.Após várias consultas ao médico e vários exames, foi verificado que a minha mãe se encontra com severos problemas na coluna, com vários pressões em diferentes sítios na coluna, passando por discos e vertebras. A minha mãe mal consegue estar em pé ou se mexer sem gritar de dor - uma operação está para breve.Como tal, tentei entrar em contacto várias vezes com o Solinca para cancelar o contrato da minha mãe, sendo a última vez no dia 22-10-2018 onde enviei o relatório da Ressonância Magnética passada pela Dra. Lia Neto.No entanto, o Solinca parece querer prender a minha mãe ao contrato, não aceitando o relatório médico (onde claramente expressa todos os problemas da minha mãe) e exige um Atestado Médico. O que acontece é que os médicos consideram não ser necessário passar um atestado, uma vez que o relatório médico deveria ser o suficiente.Estou extremamente desagradada pela situação. Já não basta a minha mãe estar a sofrer como também estar a ser obrigada a pagar por um serviço que não vai usufruir e deveria conseguir cancelar. Gostaria de ajuda para saber como agir.

Encerrada
D. C.
26/10/2018

empresa nega-se a cancelar/reembolso do valor de compra

MOTIVOSA Viagogo nega-se a cumprir a lei portuguesa do consumidor e a permitir que 2h depois da compra este tenha o direito de pedir o cancelamento da mesma e o subseqüente reembolso. Tenho direito, ao abrigo da lei a 14 dias seguidos de trocar ou entregar o produto comprado e receber o devido reembolso sem justificações.2. A VIAGOGO cobra o dinheiro aos clientes ou compradores sem garantia de receção do produto em causa. A Viagogo tirou livremente 262,77€ da minha conta apenas se responsabilizando em entregar o produto/bilhetes uma semana antes do evento. Comprei um produto que não tenho garantias de receber e, se receber será após 8 meses. Sem nenhuma fatura ou recibo de compra válido.3. A Viagogo comete o crime de especulação, vendendo os preços a mais de 50% acima do preço praticado pelos vendedores oficiais. Sendo que paguei mais 30 € por bilhete que teria comprado se fosse num revendedor oficial e não tendo o produto em mão depois da compra.4. A Viagogo vende bilhetes falsos. A Viagogo não garante ao comprador estar a comprar um bilhete oficial para o evento. A Viagogo não garante a veracidade do seu produto e não tem políticas de devolução e reembolso se este for falso. A Viagogo não se responsabiliza pelo produto que vende.CONSEQUÊNCIASCorro o risco de perder 262,77 € o que significa que fui roubada.Tentei contactar a Viagogo 2H após ter percebido o que se estava a passar (2h após a compra) obtendo sempre as mesmas respostas:Não cancelamos compras nem fazemos reembolsos.Apenas entregamos os bilhetes 1 semana antes do concerto.

Encerrada
M. A.
22/10/2018

Más condições da casa, conduta enganosa por parte do senhorio, modelo de negócio ilegal da Uniplaces

Venho por este meio expor o seguinte:Chamo-me Miguel Alves e aluguei um quarto através do site Uniplaces, para a zona do Porto entre 1 de Setembro e 1 de Dezembro (440123).Embora tenha alugado o quarto a começar na data 1 de Setembro, apenas cheguei ao Porto no dia 2, pelas 15:00 da tarde, dirigi-me à morada do quarto que tinha arrendado. O senhorio não se mostrou disponível para me entregar as chaves pessoalmente tendo-me informado, por mensagem de telemóvel, para as ir buscar a um café ao fundo da rua. Quando entrei na casa, deparei-me com um lugar muito sujo: verifiquei que havia várias garrafas de cerveja espalhadas em diferentes divisões da casa e havia muita poeira no chão e nos móveis (como é possível verificar nas imagens anexadas). Dado que a casa não tinha as condições mínimas para morar (e certamente não tinha as condições que era possível observar através do site Uniplaces), resolvi sair e procurar outro quarto para residir temporariamente, tendo sido muito inconveniente, desagradável e caro. De notar que até este momento, ainda estava abrangido pelo “período de segurança de 24 horas”. Tentei entrar em contato com o senhorio no entanto, este apenas se mostrou disponível para se encontrar comigo pessoalmente às 19:00 do dia 4 de Setembro. Foi apenas nesta altura, no seguimento da conversa com o senhorio, que este referiu que eu não tinha acesso à sala nem a uma das cozinhas que constavam nas fotografias no site da Uniplaces. De salientar que eu nunca teria alugado uma casa com apenas uma pequena cozinha para 6 pessoas, onde não existe condições para cozinhar nem espaço para jantar (como por exemplo, uma sala) pois a mesa é muito pequena para 6 pessoas.O site da Uniplaces mostra duas cozinhas diferentes e uma sala de estar no apartamento, o que leva a confusão e a engano. Além disso, esta é uma casa verificada pela própria Uniplaces, que deve garantir que todos os aspectos da casa estejam conforme as imagens dispostas no site no site pode-se ler “Confiamos 100% nesta casa. Visitámos pessoalmente esta casa e atribuímos o carimbo Visitado pela Uniplaces.Após o sucedido, procedi à imediata reclamação através do site Uniplaces. Deste modo, o “período de segurança de 24 horas” só deve ser considerado após ter conversado pessoalmente com o senhorio, onde tive o conhecimento das restrições que tinha em certas divisões. Caso contrário, este tipo de ações pode ser utilizado como estratagema para enganar e burlar pessoas, com o objetivo de não utilizarem o “período de segurança de 24 horas” para reclamar e obter o reembolso. Desta forma, todos os senhorios poderiam utilizar esta estratégia, evitando possíveis reclamação abrangidas no “período de segurança de 24 horas”. O acordo entre a Uniplaces e os proprietários é da responsabilidade da Uniplaces Não posso ser responsabilizado por não estar abrangido pelo “período de segurança de 24 horas” pelo facto de o senhorio não ter mostrado disponibilidade para comparecer no prazo pré-estabelecido.Após uma troca de e-mails com a Sra. Sara R. e com o Sr. Andrea N. (da Uniplaces), estes referiram que tentaram contactar o senhorio no sentido de o convencer a devolver o dinheiro, mas sem resultados. Obtive apenas um reembolso parcial, 150 € da comissão. É minha opinião que a Uniplaces deveria ter mantido os fundos até a confirmação de que tudo estava de acordo com o que eu contratei. Se não o faz, não é um problema meu, como cliente.De acrescentar que uma vez que a Uniplaces não presta qualquer serviço de arrendamento, funcionando tão somente como um hub que facilita o encontro entre a oferta e a procura (aceitando de forma direta, ainda assim, pagamentos por parte dos eventuais arrendatários), esta está sujeita à bateria de legislação relativa à proteção do consumidor.  Acresce que, uma vez que não permite a visita prévia ao imóvel - e que disponibiliza fotografias captadas por profissionais que, não raras vezes, não são representativas da real dimensão dos imóveis -, constituindo tal prática a aquisição de um serviço à distância, a Uniplaces deve não apenas operar o reembolso em caso de insatisfação do cliente, como também em caso de arrependimento deste, uma vez que se trata de um serviço online prestado por profissionais, conforme pode ser verificado em:(http://cec.consumidor.pt/topicos1/comercio-eletronico/compras-na-internet/direito-de-arrependimento-cancelamento.aspx).Assim sendo, qualquer cláusula de exclusão de responsabilidade cristalizada na política de não reembolso - que opera, inclusive, a inversão do onús da prova em prejuízo do arrendatário - aposta aos termos e condições por vós disponibilizados, representa uma clara violação de um conjunto de normas de carácter imperativo e inderrogável.Assim, solicito o reembolso e devolução integral do valor em causa, ou seja, 280 euros. Aguardando resposta,Miguel Alves

Encerrada

Objeto não entregue por motivo Localidade inacessível

Encontro-me a aguardar receção do objeto indicado nos anexos.Há instantes consultei o localizador de objetos dos CTT e constatei que o mesmo passou esta tarde para o estado Não Entregue por motivo Localidade inacessível.Estranhei o estado do mesmo, pois a morada indicada é de um café/restaurante, que se encontra aberto das 7h às 19h (nos dias úteis), não sendo por isso possível que não estivesse ninguém no estabelecimento na hora em que tentaram efetuar a entrega.Procurámos na caixa do correio do estabelecimento e constatamos não foi deixado qualquer aviso de entrega.Liguei às 21h para a Linha CTT (707 26 26 26) e fiquei a saber que, no estado em que o objeto se encontra, o objeto será devolvido à origem (Ásia) e que este processo é irreversível.Pelo facto do estabelecimento estar aberto e possuir uma caixa de correio no exterior, não compreendo como é que o mesmo possa ter entrado neste estado.

Resolvida
A. C.
21/10/2018

Rescisão do nosso contrato com a EDP sem o nosso consentimento

Rescisão do nosso contrato com a EDP sem o nosso consentimento, sendo enviado vários e-mails da nossa parte a referir a falta de interesse em trabalhar com a endesa e mesmo assim procederam a rescisão do contrato com a EDP. Quando nos enviaram as faturas para proceder ao pagamento, tivemos que nos dirigir à EDP para saber o porquê de recebermos faturas da endesa e foi-nos informado que o nosso contrato estava agora com a endesa.Posto isto, tivemos que proceder a um novo contrato com a EDP.

Resolvida
I. F.
18/10/2018
MEO

Aplicação sobretaxa roaming ao estrangeiro

Bom dia,queria apresentar-vos esta situação.Eu tenho um contrato de fidalização com a Meo até o dia 9 de março 2019.Atualmente moro na Bélgica por questões de trabalho e tenho intenção de mudar para França no 2019.Passaram mais de 4 meses desde que eu utilizo o telemóvel em roaming e a Meo começou à aplicar a sobrataxa do roaming. Aqui a referência: https://europa.eu/youreurope/citizens/consumers/internet-telecoms/mobile-roaming-costs/index_pt.htmEu pedi um contacto com um agente comercial, porque à partir de agosto, as minhas faturas são dobradas e como não quero acabar a fidelização antecipadamente, queria uma solução. Estou à tentar falar com alguém apòs ter falado com os agentes do apoio, mas eles rencaminham a chamada e não há pessoas à atender.

Encerrada

Vale postal não recebido/extraviado

No dia 2 de Agosto de 2018 enviei uma encomenda à cobrança para o Pinhal Novo a qual foi levantada no dia 10 de Agosto. A 27 de Agosto vou aos CTT reclamar que o vale postal dessa encomenda não tinha chegado, o senhor no balcão verificou essa situação e disse que eu tinha que esperar um mês para o vale caducar e apresentar a reclamação para me emitirem outro vale. Dia 10 de Setembro vou aos CTT e após uma eternidade à espera e a passarem pessoas à minha frente consigo fazer a reclamação. Dia 17 Setembro recebo uma carta dos CTT a dizer que o vale foi pago a 27 de Agosto. Se o vale foi mal distribuído pelo carteiro (algo que acontece muito aqui), se foi fraudulentamente levantado por terceiros ou depositado em conta bancária, não tenho culpa do assunto só sei que nunca recebi o vale e agora enviam-me carta a dizer que o vale (milagrosamente) foi pago no dia em que fui aos CTT tentar fazer uma reclamação.Já fiz reclamação 2 vezes por e-mail, no livro de reclamações online e no portal da queixa e o assunto ainda não foi resolvido. No dia 4/10 enviei um novo e-mail para reclamacoes@ctt.pt e até ao momento não se deram ao trabalho de responder.O número do vale postal é 050020

Resolvida
A. S.
17/10/2018

publicidade selvagem

Recebi um sms desta empresa com o seguinte texto : Noite de Familia no Teatro Politeama. 5a e 6afeira, 18 e 19/10 às 21h30 c/Marina Mota e Joao Baiao. 40% de desconto p/bilhete. Ligue ja: 213405700 Stop:969036.Nunca dei o meu contacto a este empresa e considero esta publicidade sem qualquer sentido uma vez que resido a 400km de Lisboa.

Resolvida
A. C.
16/10/2018

Fraude na iStore do Oeiras Parque

No dia 1 de Outubro, comprei um iPhone 8 que, sem razão aparente, deixou de funcionar em menos de 24 horas após a compra. Levei-o à loja no dia seguinte (2 de Outubro), onde recusaram prontamente o reembolso ou a substituição do aparelho, dizendo que a única solução era esperar pelo arranjo. Mesmo sustendando que a lei Europeia garante 15 dias para devolver um artigo com o qual o cliente está insatisfeito, a loja defendeu-se e disse que estava a obedecer às leis da Marca. Contactei a Marca via telefone, que me disse que é a loja quem se responsabiliza pelas suas políticas, uma vez que se trata de um re-seller autorizado e não uma loja iStore 'verdadeira'. Mesmo perante estas incongruências todas, tanto o gerente como os funcionários são totalmente inflexíveis e recusam qualquer uma das três soluções: reembolso, substituição, ou compra de outro modelo. É também importante referir que não fui avisado, em momento algum do processo da compra, sobre a política de devoluções ou reembolso da loja.

Encerrada
A. C.
16/10/2018

BST-OUT-02-0019028

É sobre uma reclamaçao que tenho apresentado desde 2014 no qual o Banco Santander com as empresas de Credito nao respondem aos meus varios email sobre o fecho da conta. Em 2014 foi feito o pagamento da divida que o banco diz que eu tinha de um credito, nunca tive credito com o Santander, mesmo assim fiz o pagamento da divida na altura e solicitei por email o fecho da conta que ate hoje ninguem consegue responder ou informar qual o precedimento para o fecho da mesmo devido eu me encontrar fora do pais. Voltei a ser contacto por outra empresa de recuperaçao de credito no qual informei que nao pagarei qualquer divida porque ja é a segunda vez que acontece este tipo de situaçao. A Sra. Dona Ana Duarte Esteves da empresa advogados_out@servdebt.pt onde a mesma se recusa a informar por email qual o procedimento a ser feito, a mesma me explicou apenas na chamada efectuada no dia de hoje. Gostaria de pedir a vossa ajuda na resoluçao deste assunto ou qual o melhor procedimento, pois acho que o Banco deve estar muito aperdado que brinca com o dinheiro do cliente.

Encerrada

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