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Carrinho de Bebé Danificado
Problema com o acondicionamento e respectivo cuidado com uma carga frágil, sendo um carrinho de bebé, com 3 meses deixando o mesmo completamente inutilizável quando perderam pelo caminho o suporto do berço do carrinho.
Excedeu o limite do prazo de garantia
-Excedeu o limite do prazo da garantia do arranjo do equipameto-Perda de vários trabalhos futuros-Falta de informação da parte deles-Falta de respeito no atendimento ( desligaram na cara)
Ajuda continente online
Boa noite,Depois de ter feito uma compra no continente online na qual faltaram alguns artigos, contactei a linha de apoio ao cliente para fazer a minha reclamação pela falta de alguns produtos, depois de muitos minutos ao telefone, de vários reagendamento falhados ao fim de quase uma semana lá me entregaram os artigos em casa, pensava eu que o assunto estava encerrado, mas enganei-me, ontem recebi a fatura da NOS e qual não é o meu espanto quando vejo que tenho 36,40€ de telefone para pagar pelas chamadas que fiz para o apoio ao cliente.Pergunto, depois de todo stresse que passei (desde o dia 5 até ao dia 11) para que me fosse entregue as compras pelas quais já tinha pago, ainda vou ter que pagar 36,40€ porque o continente online não fez o atendimento como deveria?Agora penso que se tivesse deixado ficar como estava o meu prejuízo não era tanto.Posso disponibilizar a factura da NOS caso queiram ver…
Spread acima dos valores de mercado
Em abril de 2012 celebrei com a instituição financeira supracitada um contrato de mutuo com hipoteca com uma taxa de juro EUR06TM+4,5% e Spread de 4,5%.1 - No tocante ao contrato de mutuo celebrado com a instituição nada se pode apontar aos termos do mesmo e da sua validade apesar das vicissitudes do contrato durante a sua existência.2 - Contudo, é de bom grado e bom tom e de boa fé, conforme refere o artigo 227º/1 do Código Civil que na vigência do contrato se proponham condições mais favoráveis ao cliente assim que as condições do mercado o permitam. Aqui se demonstra a boa-fé para com o cliente, parte menos atenta às variações domercado, “sob pena de responder pelos danos que culposamente causar à outra parte» 227º/1 in fine. 3 - Ora numa altura em que a taxa Euribor está a valores negativos a prestação mensal não tem conhecido quaisquer variações, quando existem recomendações do Banco Central Europeu e do Banco de Portugal no sentido de que serão as instituições de crédito a suportar os custos daí advenientes.4 – Está mais que evidente e mais que claro que a CCAM se aproveitou da situação e deixou correr para o seu bolso, até que eu me insurgisse por essa situação e injustiça.5 - Por outro lado, o spread agora proposto é reduzido em apenas um ponto percentual o que fica muito aquém do spread praticado noutras instituições bancárias para o mesmo produto financeiro.Neste contexto, pergunto-me então o porquê de mais do mesmo, ou seja, baixar o spread em apenas um ponto percentual quando existem instituições que o praticam muito mais baixo não indo ainda assim contra as recomendações do regulador e às regras do mercado e conseguem ter o seu lucro traduzido no spread.6 – Daqui se retira que a CCAM lucrou comigo mais de 100% durante os anos de vigência do contrato até à data. Porquê então continuar com a politica de asfixia.7 - Neste sentido então existe usura, juros usurários e enriquecimento sem causa.A v/ instituição está a enriquecer injustificadamente á minha custa contrariando tendências do mercado financeiro, e impondo-me a livre arbítrio condições desfavoráveis, que o não seriam se assim o quisessem, sem contudo se prejudicarem.8 - A Jurisprudencia vai no sentido de que basta apenas que a instituição de crédito tenha um enriquecimento indevido, injustificado. « Relação de Lisboa (Ac. 05.12.1996, BMJ, 462, p. 478)»De acordo com o ilustre professor Antunes Varela : « As causas referidas no n.º 2 do art.º 473.º do Código Civil são meramente exemplificativas e não taxativas (cfr. Antunes Varela, CC Anotado, vol. I, p. 402)Além disso, resulta do disposto no art.º 479.º do mesmo Código, designadamente da expressão tudo quanto se tenha obtido não ser necessário uma efectivação diminuição do património, bastando que se verifique um enriquecimento indevido à custa de outrem, já que nem sempre a obtenção de vantagem de alguém à custa de outrem se exprime no empobrecimento correlativo do património do lesado (Antunes Varela, ob. cit., p. 410).»9 – Solicito assim que intervenham neste processo a fim de que eu seja ressarcido dos danos financeiros causados até à data bem como na reposição da prestação em valores equivalentes ao de outras instituições eliminando assim o livre arbítrio da CCAM – Cantanhede de fixar ao seu critério spreads desproporcionados para a atual conjuntura do mercado.Paulo Manuel Baía Claro
MAPFRE - SEGURO DE VIDA UNIVERSAL LIFE - Regularização
Boa tarde,E e a minha mulher contratamos com a Mapfre em 20/07/2012 uma aplicação financeira (8601291600017 / 0 e 8601291600018 / 0), trata-se de um seguro de vida + conta poupança.Em 2017 através do mediador habitual da maphre efectuou-se a alteração do pagamento de mensal para anual. Em Julho de 2018 não recebi qualquer notificação para efectuar o pagamento, através do meu mediador tentei obter várias vezes uma forma de efectuar o pagamento mas nunca consegui receber qualquer forma de pagamento do mesmo.Tentei directamente através do website da Maphre (https://multiservicos.mapfre.pt/particulares/pedidos.do?execution=e2s1) efectuar o contacto, após várias trocas de mensagens sem resolução do problema fui aconselhado a enviar por carta uma reclamação de forma a conseguir regularizar a situação. Meses após o envio da carta não recebi qualquer feedback. Entrei em contacto então via telefónica com a sede em Lisboa, fui informado que o problema estava em análise na agencia do Porto e iriam verificar e entrar em contacto. Passaram-se de novo semanas sem receber qualquer tipo de contacto por parte da Maphre, contactei de novo a sede e disseram que ainda não tinha recebido feedback da agencia do porto e iriam verificar e entrariam em contacto, caso não contactassem significaria que ainda não teria sido obtido solução para o caso.Encontro-me neste momento desde Agosto de 2018 a tentar regularizar o pagamento da aplicação contratada sem sucesso, não sei o que mais posso fazer, tentei por email, pela aplicação web da Mapre, por carta registada, por telefone e sempre sem sucesso.
Reclamação Troca Prenda de Natal
Efetuei uma reclamação por email à TOUS e por telefone no passado dia 14/01/2019 não tendo obtido qualquer resposta por parte dos mesmos.
Agendamento dos pais anulado
boas!venho atraves dessa reclamação deixar a minha indignaçao apesar do bom atendimento que tive no SEF da delegaçao de figueira da foz. marcaçao 18/12/2018a situaçao foi a seguintesou brasileiro, casado com brasileira e temos um filho nascido em Portugal.descobrimos que ele por ter nascido cá tem direito a residencia pelo artigo 122 linha B, so que os pais tambem tem direito peo artigo 122, linha k, porem o sef de figueira da foz nao aceitou que fossem ao mesmo tempo alegando que o sistema deles nao aceitava mostrei o artigo no portal do sef que diz logo abaixo o artigo copiado do site do SEFArtigo 122.º – Autorização de residência com dispensa de visto de residêncialinha bb) Menores, nascidos em território nacional, que aqui tenham permanecido e se encontrem a frequentar a educação pré-escolar ou o ensino básico, secundário ou profissionallinha kk) Que tenham filhos menores residentes em Portugal ou com nacionalidade portuguesa sobre os quais exerçam efetivamente as responsabilidades parentais e a quem assegurem o sustento e a educaçãoPONTO DE OBSERVAÇAO DAS LINHAS DO ARTIGO4 — É igualmente concedida autorização de residência com dispensa de visto aos ascendentes em 1.º grau dos cidadãos estrangeiros abrangidos pela alínea b) do n.º 1, que sobre eles exerçam efetivamente as responsabilidades parentais, podendo os pedidos ser efetuados em simultâneo.ENTRETANTOmesmo mostrando isso eles anularam a marcaçao minha que sou pai e da mae fazendo somente a do bbmeus descontentamentos1 estou impedido de dar seguimento nos beneficios para o bb na segurança social para os tratamentos dele ja que ele e portador de trissomia 212 tive o trabalho de levantar toda a documentaçao e me deslocar de lisboa para figueira da foz 3 tive que remarcar para abril de 20194 - descobri que outras delegaçoes do SEF atendem o artigo 122 em simultaneo, pai, filho e mae como diz no artigo
Cobrança enganosa, maliciosa
ESTA CAMPANHA É TOTALMENTE ENGANOSA, REGISTEI DOMÍNIO COM ESSA EMPRESA E AO INVÉS DE COBRAREM €1,00 COBRARAM-ME €19,00 .. COMO O MEU PAGAMENTO ESTAVA AUTOMÁTICO PELO PAYPAL FOI PAGAMENTO FOI ESTANTANEO. EM NENHUM LUGAR, EXPLÍCITO, DIZ QUE SAO APENAS 3 DOMÍNIOS. POR FIM, COMPREI 2 DOMINIOS POR € 19,00 E DEVERIA TER PAGO APENAS € 1,00. E NAO QUEREM DEVOLVER O DINHEIRO. ISSO É ROUBO!!!!!
Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente
Venho por este meio expor a minha situação, de forma a obter a ajuda que infelizmente não consigo pagar e que me vem sendo recusada por parta desta instituição, tanto em relação à prestação de informação e fundamento como no que toca à justa renegociação do pagamento.A minha indignação e que passo a explicar a seguir, fundamenta-se por aquilo que sei relativamente a estes assuntos, que é pouco ou quase nada, e é também esse o grande motivo do meu contacto, que se baseia, além do mais, em obter ajuda nestas questões legais que envolvem estas situações.A Servdebt ''comprou'' a minha divida - crédito pessoal 10.000€ ao BCP efetuado em 2007 - (eu e o meu fiador - o meu marido - recebemos correspondência ainda dirigida pelo banco BCP, em que nos dava a conhecer a cedência de nossa divida à instituição, correspondência essa datada a 8 de Março de 2018) pelo montante de 3792€ (de acordo com mapa de crédito BdP, já que na carta não vinham descritos quaisquer valores) já depois de vários acordos com o banco que acabavam por ser quebrados por mim, (mas que, como certamente enquanto vinham sendo cumpridos, os valores dos mapas da Central de Crédito do Banco de Portugal sofriam as devidas atualizações mensalmente, indo exatamente de encontro aos recibos dos depósitos em conta que possuo) porque de facto as prestações excediam o meu orçamento e, por erro e desleixe meu, acabei por nunca renegociar com o banco.O ultimo depósito bancário foi efetuado (com comprovativo do BdP e comprovativo bancário do depósito) em Julho de 2015.Comprometi-me telefonicamente em acordo com esta instituição, ao pagamento da primeira prestação com o valor de 100€, e restantes prestações (depois de muito esforço da minha parte devido à falta - ou negação - de compreensão da minha situação por parte desta instituição) com o valor de 70€ . Assim o fiz. Em Novembro do ano que passou efetuei a prestação de entrada (100€) e em Dezembro a primeira prestação de 70€.No início de Janeiro os senhores contactaram-me por ter falhado ao meu compromisso, afirmando que tínhamos acordado uma prestação mensal fixa de 100€.Confrontada, desmenti e exigi aos senhores a consulta da gravação das chamadas que me tinham realizado a mim e ao meu marido, e não efetuei pagamento do restante para perfazer os 100€, porque eu paguei para o valor que me comprometi, 70€.Estes senhores negam providenciar informações exigindo abusivamente o pagamento do montante de 9800€ de acordo com as últimas chamadas e já depois deste alegado incumprimento, já que nos contactos iniciais o valor dado à divida por estes senhores coincidia exatamente com os valores dos registos do BdP.Os senhores (e neste caso a suposta advogada da firma, que também entrou recentemente em contacto connosco - eu e o meu marido - com o objetivo de intimidar e fim de chantagear a transferência da minha divida para contencioso caso não efetuasse pagamento de um ''valor rechonchudo'', passando a expressão da advogada, e que no caso seriam no mínimo 5000€) afirmam que possuem prova de que deixei de pagar em 2013.Em 2014, (o passado mais recente a que tenho acesso nos registos do BdP) o valor da minha divida era de 4364€. Em Julho de 2015 (data do ultimo pagamento) a minha divida apresentava o valor de 3792€ na Central de Responsabilidades de Crédito.Que garantias tenho que estes senhores gravam, como afirmam, as chamadas que fazem aos clientes? Em que momento poderei eu solicitar acesso a estas chamadas para prova do que digo?Fui, inclusivamente, abordada de forma muito pouco profissional e extremamente desrespeitosa por parte do senhor que acompanha o nosso processo que me questionava inúmeras vezes, nas inúmeras chamadas que me fazia, se eu me encontrava confortável no meu espaço e no uso de algum bem pessoal de lazer. O senhor questionou-me, numa das chamadas que me fez, se eu estava ''sentadinha a ver TV'', afirmando de seguida que não seria por muito tempo já que a televisão me seria retirada. Sugeriu também, ele e outros agentes de cobrança da instituição com que falávamos, que eu questionasse e incumbisse os nossos familiares e amigos - os meus e os do meu marido - ao pagamento da nossa dívida.Não tenho o poder para dar a volta a esta situação, e por muito que queira, não a consigo resolver com estes senhores enquanto me negarem informação ou fundamento àquilo que me dizem.Estou desempregada e não posso sujeitar-me a pagar uma divida desta maneira e com este calibre, só porque estes senhores assim o dizem. Estaria a pagar o crédito que fiz em 2010, quando este já estava pago a mais de metade, porque apesar dos meus incumprimentos eu fui sempre amortizando o valor.O que posso fazer nesta situação? A minha preocupação passa pela recusa destes senhores em negociarem uma prestação justa de acordo com a minha situação, continuando a insistir em formas e montantes de pagamento que eu nunca vou conseguir cumprir dada a situação em que me encontro. Se os senhores continuam a recusar negociar comigo, eu vou continuar a recusar o pagamento nas condições impostas pelos senhores. Neste momento e com esta situação, não me interessa comprometer-me a um acordo para o qual não tenho orçamento para cumprir.A instituição pode agir desta forma? Agradeço a vossa atenção ao meu caso.Melhores Cumprimentos.
Indemnização cancelamento voo
Cancelamento da reserva voo TAP VK7ZAV Porto-Lisboa 22 de Dezembro de 2018 por motivos operacionais, sem aviso prévio.Há mais de um mês que enviei uma reclamação, voltei a contatar os serviços da TAP SEM QUALQUER RESPOSTA (Ref. 2018/472085 e 2019/2357). Este voo no dia 22/12 seria fundamental para conseguir as restantes ligações com destino a São Jorge. Foi cancelado por MOTIVOS OPERACIONAIS (percebi que nem os funcionários da TAP sabem o que isso quer dizer). Não me foi dada qualquer explicação nem fui informada dos meus direitos, conforme é exigido por lei. Simplesmente cancelarem sem qualquer aviso, sem qualquer informação. A funcionária do balcão da TAP estava completamente alheia a toda a situação (tinha acabado de receber à minutos esse cancelamento) e estava indignada com a forma como o balcão tinha sido informado (Só é possível constatar a belíssima organização no interior da TAP). Após uma longa espera, porque era extremamente complicado recolocar-me noutro voo, a única solução seria esperar 8H no aeroporto, apanhar o voo TP1861 até Ponta Delgada e só no dia seguinte às 12H45 é que teria o voo SP464 com destino a São Jorge. E ainda estava cheia de sorte de conseguir estas ligações, disse-me a funcionária. Pois bem, voltei a não ser informada dos meus direitos que neste caso recaiam sobre a estadia e sobre os transferes na ilha onde teria de pernoitar, por incompetência da companhia. Fui eu que tive de pedir encarecidamente que tratassem do assunto. Quando pedi um vale de transporte para ir dormir a casa (seria uma espera no aeroporto desde das 3 da manhã às 13H30) a funcionária recusou. Que o fato de ir a casa dormir e não esperar no aeroporto era uma opção minha e que um vale de 6€ para o pequeno almoço era suficiente. É lamentável que após o cancelamento do voo (por falha da companhia) e que iria permitir estar dali a uma horas junto da minha família acharem que esta seria a melhor forma de tratar um passageiro. Sim, porque nós estamos deslocados, vamos com os dias contados, já temos a dificuldade de marcar uma viagem porque os voos são cada vez menos e mesmo assim, por razões que só a companhia conhece cancelam os voos. Enfim, continuando...Sem soluções da parte da TAP, tive de suportar o custo do táxi e deslocar-me até a casa para descansar algumas horas. Qual é o meu espanto quando às 11H chego ao balcão da TAP no Porto (a esta hora já era suposto estar em São Jorge) e nada tinha sido tratado, ou seja, ainda não tinha estadia para pernoitar. É me dito que só quando chegasse ao balcão de Ponta Delgada é que teria acesso a essa informação. Pois bem, sem comentários. Com tudo isso, cheguei a casa com um atraso de mais de 24H e nunca em momento algum me falaram dos meus direitos, me deram qualquer explicação. Agradeço que seja cumprida a legislação- Regulamento (CE) n.o 261/2004 do Parlamento Europeu do Conselho, que estabelece as regras comuns para a indemnização e assistência aos passageiros dos transportes aéreos em caso de cancelamento de voo, com um atraso de mais de 4H e com mais de 1500km de distância.
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