Reclamações públicas

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J. O.
31/01/2019

Dividendos ETF USD e AUD - Cobranças indevidas

Em vez de 15%, o Banco Carregosa/Gobulling está a cobrar 30% de IRS dos EUA e Australia sobre os dividendos gerados por aplicações ETF baseadas neste dois países.Confrontado com esta situação, o Banco Carregosa recusou devolver todos os montantes que foaram cobrados a mais com a justificação de que eu deveria ter pedido antecipadamente para que as taxas a aplicar fossem de 15% e não 30% !!!!

Encerrada
M. C.
29/01/2019

Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente

Venho por este meio expor a minha situação, de forma a obter a ajuda que infelizmente não consigo pagar e que me vem sendo recusada por parta desta instituição, tanto em relação à prestação de informação e fundamento como no que toca à justa renegociação do pagamento.A minha indignação e que passo a explicar a seguir, fundamenta-se por aquilo que sei relativamente a estes assuntos, que é pouco ou quase nada, e é também esse o grande motivo do meu contacto, que se baseia, além do mais, em obter ajuda nestas questões legais que envolvem estas situações.A Servdebt ''comprou'' a minha divida - crédito pessoal 10.000€ ao BCP efetuado em 2007 - (eu e o meu fiador - o meu marido - recebemos correspondência ainda dirigida pelo banco BCP, em que nos dava a conhecer a cedência de nossa divida à instituição, correspondência essa datada a 8 de Março de 2018) pelo montante de 3792€ (de acordo com mapa de crédito BdP, já que na carta não vinham descritos quaisquer valores) já depois de vários acordos com o banco que acabavam por ser quebrados por mim, (mas que, como certamente enquanto vinham sendo cumpridos, os valores dos mapas da Central de Crédito do Banco de Portugal sofriam as devidas atualizações mensalmente, indo exatamente de encontro aos recibos dos depósitos em conta que possuo) porque de facto as prestações excediam o meu orçamento e, por erro e desleixe meu, acabei por nunca renegociar com o banco.O ultimo depósito bancário foi efetuado (com comprovativo do BdP e comprovativo bancário do depósito) em Julho de 2015.Comprometi-me telefonicamente em acordo com esta instituição, ao pagamento da primeira prestação com o valor de 100€, e restantes prestações (depois de muito esforço da minha parte devido à falta - ou negação - de compreensão da minha situação por parte desta instituição) com o valor de 70€ . Assim o fiz. Em Novembro do ano que passou efetuei a prestação de entrada (100€) e em Dezembro a primeira prestação de 70€.No início de Janeiro os senhores contactaram-me por ter falhado ao meu compromisso, afirmando que tínhamos acordado uma prestação mensal fixa de 100€.Confrontada, desmenti e exigi aos senhores a consulta da gravação das chamadas que me tinham realizado a mim e ao meu marido, e não efetuei pagamento do restante para perfazer os 100€, porque eu paguei para o valor que me comprometi, 70€.Estes senhores negam providenciar informações exigindo abusivamente o pagamento do montante de 9800€ de acordo com as últimas chamadas e já depois deste alegado incumprimento, já que nos contactos iniciais o valor dado à divida por estes senhores coincidia exatamente com os valores dos registos do BdP.Os senhores (e neste caso a suposta advogada da firma, que também entrou recentemente em contacto connosco - eu e o meu marido - com o objetivo de intimidar e fim de chantagear a transferência da minha divida para contencioso caso não efetuasse pagamento de um ''valor rechonchudo'', passando a expressão da advogada, e que no caso seriam no mínimo 5000€) afirmam que possuem prova de que deixei de pagar em 2013.Em 2014, (o passado mais recente a que tenho acesso nos registos do BdP) o valor da minha divida era de 4364€. Em Julho de 2015 (data do ultimo pagamento) a minha divida apresentava o valor de 3792€ na Central de Responsabilidades de Crédito.Que garantias tenho que estes senhores gravam, como afirmam, as chamadas que fazem aos clientes? Em que momento poderei eu solicitar acesso a estas chamadas para prova do que digo?Fui, inclusivamente, abordada de forma muito pouco profissional e extremamente desrespeitosa por parte do senhor que acompanha o nosso processo que me questionava inúmeras vezes, nas inúmeras chamadas que me fazia, se eu me encontrava confortável no meu espaço e no uso de algum bem pessoal de lazer. O senhor questionou-me, numa das chamadas que me fez, se eu estava ''sentadinha a ver TV'', afirmando de seguida que não seria por muito tempo já que a televisão me seria retirada. Sugeriu também, ele e outros agentes de cobrança da instituição com que falávamos, que eu questionasse e incumbisse os nossos familiares e amigos - os meus e os do meu marido - ao pagamento da nossa dívida.Não tenho o poder para dar a volta a esta situação, e por muito que queira, não a consigo resolver com estes senhores enquanto me negarem informação ou fundamento àquilo que me dizem.Estou desempregada e não posso sujeitar-me a pagar uma divida desta maneira e com este calibre, só porque estes senhores assim o dizem. Estaria a pagar o crédito que fiz em 2010, quando este já estava pago a mais de metade, porque apesar dos meus incumprimentos eu fui sempre amortizando o valor.O que posso fazer nesta situação? A minha preocupação passa pela recusa destes senhores em negociarem uma prestação justa de acordo com a minha situação, continuando a insistir em formas e montantes de pagamento que eu nunca vou conseguir cumprir dada a situação em que me encontro. Se os senhores continuam a recusar negociar comigo, eu vou continuar a recusar o pagamento nas condições impostas pelos senhores. Neste momento e com esta situação, não me interessa comprometer-me a um acordo para o qual não tenho orçamento para cumprir.A instituição pode agir desta forma? Agradeço a vossa atenção ao meu caso.Melhores Cumprimentos.

Encerrada

Veículo de substituição

Fui enganada quanto às condições de carro de substituição em caso de sinistro ou avaria uma vez que a companhia refere que a minha apólice apenas tem assegurado 5 dias de carro de substituição pela fidelidade assistence e não assegurando a reparação do veículo em questão dentro do prazo de 5 dias que têm disponível o carro de substituição. Informam que para os restantes dias de reparação têm um protocolo com a oficia conferindo um carro de cortesia. Tal na está notificado na apólice bem como a questão da Gama ser 3x inferior ao carro assegurado.

Resolvida
A. C.
14/01/2019

carro de substituição

Tive um acidente de viação no passado dia 25 de Dezembro de 2018.Onde o meu carro ficou imobilizado desde esse dia. obtive um carro de sustituição durante apenas os 7 dias seguintes a data do acidente. Agora que a outra companhia já assumiu a culpa ou desde que eu tenha acionado o seguro contra todos os riscos deveria ter um carro para me poder deslocar e não tenho direito a nada.

Encerrada
C. S.
14/01/2019

Seguro telemóvel

Eu e a minha mãe adquirimos um equipamento da Rádio Popular do Montijo (huawei p20lite) onde nos foi sugerido um seguro para cobertura de ecrã, tudo bem até ai aceitamos fazer o seguro e pagamos. O telemóvel caiu e partiu o ecrã liguei para a linha para acionar o seguro tal não foi o meu espanto quanto me pediram a franquia de 10% do valor do equipamento (informação não dada na loja), tudo bem aceitei e paguei a franquia e o telefone levou um novo ecrã. Há poucos dias o ecrã quebrou novamente tal não foi o meu espanto quando me disseram que não podia usar mais o seguro, quando este tem validade de um ano. Que tristeza. Mas valia não ter feito este seguro pois o valor do seguro com a franquia é muito superior ao valor de um vidro posto numa loja representante da marca, que desilusão.

Resolvida
J. L.
13/01/2019

Assinei um contrato que não estava de acordo com a proposta apresentada.

Assinei um contrato que deveria ser baseado numa proposta apresentada de financiamento de 1.250 € que foi confirmada por mim (21 meses, prestação de 75 €, seguro de proteção ao crédito incluido). Ao que parece assinei um documento que não tinha o visto na rubrica do seguro. Confirmei a minha escolha por telefone nos dias 27 de março (ao analista de crédito) e 10 de julho (contato da Cofidis com dúvida), sem que a Cofidis contrariasse as minhas questões. Ao que parece a Cofidis deixou para as Calendas Gregas a descoberta da verdade e o que acontece é que infelizmente fiquei desempregado a partir de 1 de outubro. Ciente de que tinha seguro, pois foi a proposta enviada pela Cofidis que aceitei, enviei no dia 9 de outubro os documentos para a Cofidis, que permitiriam acionar o seguro. Recebi um contacto no dia 30 de outubro (!!!), da provedoria de cliente a dizer que não tinha seguro.Depois de muitos emails, contactos telefónicos e reclamações, decidi colocar algumas questões à Cofidis, através de uma carta enviada no dia 5 de dezembro, via postal. Entretanto no dia 5 de novembro inativei a ADC no multibanco.Essa carta reabriu uma nova reclamação, que teve uma resposta por email no dia 4 de janeiro, em que no essencial diziam que não tinha seguro ativo e não respondiam às questões por mim elencadas na carta.Como é que uma empresa com várias certificações ao nível dos processos de trabalho, deixa passar um contrato que não está baseado na escolha do cliente, que reitera em todos os contatos a sua escolha, confirmada por email pela financeira no inicio do processo.Mesmo as sugestões de reuniões presenciais ou audição dos contatos telefónicos atrás referidos caem em saco roto.Deixei de confiar na Cofidis, nomeadamente nos seus processos de trabalho, que lesam objetivamente clientes que seguem as suas indicações, apesar de estas estarem em dissonância com o que se vende ao cliente.

Encerrada
A. C.
09/01/2019

Acidente de Trabalho-Processo nº. 201811110543

O motivo da queixa resulta do Declínio de Responsabilidades por parte da Seguradora no que se refere a acidente de trabalho ocorrido em 22.10.2018,bem como do não pagamento de Indemnização desde o dia 20.11.2018, bem como das despesas medicamentosas enviadas por email à Seguradora.O motivo da queixa assenta no facto de que esta alega que a lesão apresentada em Ressonância Magnética autorizada pela Companhia de Seguros e que Indica como informação Clínica: Fractura do Menisco Interno, era anterior à data da ocorrência do sinistro. Tal argumento não é aceitável pois o único exame de que disponho anterior à data da participação foi realizado no SNS e o mesmo não revela qualquer tipo de lesão. Para resolver o problema enviei para a Companhia de Seguros cópia de exames realizados antes e depois do acidente, tendo sido mantida por parte da Seguradora a intenção de declinar responsabilidades.De notar que a Companhia de seguros autorizou a cirurgia já realizada e tratamentos até ao dia 28.12.2018, data em que foram suspensos por declínio de responsabilidades.Hoje mesmo vou dirigir-me ao Tribunal de Trabalho e apresentar queixa contra a Seguradora.

Resolvida
A. C.
09/01/2019

Problema Transferencia Internacional Coinbase

O Millennium BCP negou me a transferência internacional para a corretora de criptomoedas Coinbase , que está legalizada na Europa e autorizada para trabalhar em Portugal , pelo motivo que esta é fraudulenta , apesar de já o ter permitido no passado . Recordo que operações em criptomoedas , tais como o Bitcoin , não são Ilegais nem probidas , como confirmado pelo BCE e pelo Banco de Portuga l.

Resolvida
A. D.
03/01/2019

Marketing muito agressivo

Boa tarde,Venho por este meio, apresentar a minha queixa à DECO, a propósito da empresa Bankinter.Após já lhes pedido para eliminarem o meu número de telefone da lista de contactos e de já lhes ter pedido para não me voltarem a incomodar com tal assunto (oferta de cartões de crédito), eles continuam a ligar-me constantemente e a horas muito inconvenientes, várias vezes por dia....Inclusivé já bloquei 10 contactos da respetiva entidade e mesmo assim, continuam a ligar-me de outros números para o mesmo efeito. Situação esta que já se torna insuportável. Não sei o que poderei fazer mais....

Encerrada
A. D.
03/01/2019

Marketing muito agressivo

Boa tarde,Venho por este meio, apresentar a minha queixa à DECO, a propósito da empresa Bankinter.Após já lhes pedido para eliminarem o meu número de telefone da lista de contactos e de já lhes ter pedido para não me voltarem a incomodar com tal assunto (oferta de cartões de crédito), eles continuam a ligar-me constantemente e a horas muito inconvenientes, várias vezes por dia....Inclusivé já bloquei 10 contactos da respetiva entidade e mesmo assim, continuam a ligar-me de outros números para o mesmo efeito. Situação esta que já se torna insuportável. Não sei o que poderei fazer mais....

Encerrada

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