Reclamações públicas

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A. P.
23/02/2019

Acidente Autocarro Carris - Ocupante

Bom dia,Tive um acidente dentro de um autocarro da carris no dia 28 de Novembro de 2018 do qual resultou numa fratura da coluna e num traumatismo craniano.Até ao dia de hoje (23 de Fevereiro de 2019) continuo à espera que a Seguradora tranquilidade resolva pagar os meus reembolsos de despesas e o apoio de auxílio à terceira pessoa do qual necessito. Neste momento já passaram mais de 80 dias após o meu sinistro.Lamentável, inadmissível, revoltante, stressante e humilhante a forma como a Seguradora tranquilidade está a analisar esta situação, já receberam inúmeras reclamações para regularizarem os respectivos valores.Desde o início que a Seguradora não prestou o auxílio necessário, obrigando me a recorrer a médicos privados e ao serviço Nacional de saúde, onde acabei por ser intervencionada cirurgicamente devido às dores insuportáveis que tinha.Neste momento comecei a ser seguida por uma médica ortopedista da seguradora, que devido à minha fragilidade emocional achou necessário marcar uma consulta com um psicólogo. Qual não foi o meu espanto, que posteriormente fui informada pelas administrativas, que as consultas de psicologia tinham de ser autorizadas pela companhia!!!Hoje recebi um contacto de uma administrativa, a informar que o pedido de consulta tinha sido recusado. Perguntei qual o fundamento, e a mesma, não soube dar qualquer tipo de informação.Pergunto: será possível a médica prescrever algo, do qual considera necessário em consulta, conseguindo justificar clinicamente e a seguradora recusar??? Foi recusado por quem e com que fundamento???Gostaria de perceber qual a fragilidade da seguradora tranquilidade conseguir tratar de uma forma profissional e digna o meu sinistro, do qual já assumiram a respectiva responsabilidade.Gostaria de informar que esta situação está a deixar sequelas gravíssimas à minha pessoa e à minha família.Agradeço contacto e resposta a esta situação completamente inadmissível e muito pouco digna e humana.Mais um dia que passa que não me dão qualquer resposta.Mais um dia que passa que não deram nenhuma resposta à representante.Mais um dia que passa que não regularizam os valores.Penso que devem estar à espera que exponha a situação a alguns órgão de comunicação social para perceberem as repercussões da situação que estão a criar a das fragilidades que estão a provocar ao nível emociona e financeiro.Exijo uma resposta sem falta com informações concretas e não cm falsidades.Obrigada

Encerrada
R. M.
20/02/2019

Avaria de electrodoméstico

No dia 02/06/2018 ocorreu um sinistro eléctrico, resultante da trovoada. Devido à mesma o quadro eléctrico desligou-se e isso causou a avaria do frigorífico. O sinistro foi participado à Companhia de Seguros e a mesma enviou inicialmente uma resposta a dizer que o equipamento não tinha nenhuma avaria e, por isso, não podia ser acionada a cobertura de riscos eléctricos. Perante isto, foi solicitada a um técnico uma avaliação técnica de avaria do equipamento e a mesma confirmou a avaria. Esta avaliação foi enviada por email à Companhia e agora a mesma vem dizer que as avarias internas / normais não estão garantidas na apólice. Da leitura das coberturas da apólice diz que abrange os danos directamente causados a quaisquer máquinas eléctricas ...em virtude de efeitos da corrente eléctrica.... Além disso a Companhia insiste que a avaria está na placa do frigorífico, mas a verdade é que são os motores do mesmo que não funcionam.

Encerrada
H. P.
19/02/2019

Avaliação Imóvel

Na sequência de um pedido de análise de crédito para habitação, na compra de casa permanente, foi feito o pedido de avaliação de imóvel ao Banco Santander. Após alguns dias, chegou o relatório da empresa de avaliação (em anexo), com um valor muito abaixo do esperado.Numa breve análise, foram identificados erros significativos em ambos os métodos utilizados no relatório. Foram imediatamente transmitidos ao gestor de cliente do balcão de Cascais, João Reis. Estes erros eram: - 419m2 de logradouro sem cotação no método comparativo - no método de custo estão considerados 51 anos na idade do imóvel quando, na realidade, a moradia é de 2001, ou seja, tem 18 anos.Qualquer um destes erros resultaria numa diferença significativa pois:- mais à frente o avaliador considera o valor do terreno a 127 €/m2 o que, considerando a área disponível de 419 m2, resultaria num diferencial de 53.213 €- quanto ao factor de depreciação utilizado no método de custo, considerando a idade real do imóvel e a categoria B, da mesma forma que o avaliador, será 17,9 e não 37,5.No entanto, e apesar dos erros evidentes e prejuízos daí decorrentes, o banco Santander nada reportou à empresa de avaliações, tratando somente do assunto internamente.Foi-me transmitido que foi analisado pelo departamento técnico mas que, apesar de reconhecer o erro da idade indicada no método de custo, nada alteraria, simplesmente porque não. Quanto ao método comparativo foi sugerido pelo Sr. João Reis que talvez o valor do terreno estivesse contemplado no valor da construção. Cabe-me aqui referir que o relatório de uma avaliação tem que ser claro e transparente, por isso existir no próprio relatório espaço para cada parcela distinta. De outra forma, um técnico avaliador poderia, por cúmulo, nada apresentar senão um valor final. Não é isso que é suposto e por daí os valores dos preços dos vários tipos de utilização estarem bem descriminados, razão pela qual esta distinguida a parcela do logradouro, tal como todas as outras.Curiosamente o banco Santander descarta qualquer responsabilidade sobre o relatório da avaliação mas, no caso de serem identificados e reportados erros, interrompe o circuito normal nada transmitindo à empresa das avaliações, a Benege, assumindo à partida que não alterará o valor final do empréstimo. Desconheço quais as razões que levam a que o banco Santander impeça que o relatório seja devidamente corrigido mas paguei por uma avaliação que tem erros, pelo que exijo a sua correcção. Para ter chegado a este ponto, foram previamente analisados os meus rendimentos e do meu marido, tendo sido concluído que tinhamos capacidade financeira para honrar este compromisso. Nesta fase, o que está em análise é o valor do imóvel. Independentemente do que será o futuro, foram-me cobrados 230 euros por um serviço que e expectável que seja bem feito e que, quando ocorram erros, sejam corrigidos. Finalmente a resposta de que não alteram o valor final do crédito, independentemente de qualquer correcção que venha a ser feita simplesmente porque não, neste momento, não é aceitável. Pelo atrás exposto vejo solicitar a correcção do relatório por técnico competente para o efeito.Desde já informo que, sendo evidente o mau funcionamento do Banco Santander enquanto entidade bancária e intermediária em processos de avaliação, seguirá esta mesma reclamação para as entidades competentes.

Resolvida
I. S.
19/02/2019

Millennium BCP - Bloqueio de transferência por parte do banco

Boa tarde,No passado recente, tentei efectuar uma transferência SEPA para um NIB Europeu, na Estónia. Este NIB pertence a uma empresa internacional mundialmente reconhecida, a Coinbase, cujo negócio é permitir a compra e venda de Bitcoins e outras cripto-moedas. Tal transferencia esta a ser bloqueada pelo BCP, parece que recentemente o Millennium decidiu BLOQUEAR todas as transferências para este NIB. Este bloqueio é completamente ilegítimo e ilegal.Gostaria de ser esclarecido sobre este tema: Com que direito decide o Millennium onde posso enviar o MEU dinheiro? Que autoridade é esta que detém o poder de censurar transferências? O que o Millennium está a fazer é ILEGAL.Fica o IBAN da Coinbase, o qual está bloqueado: EE297700771001961370Tenham em consideração que o ano passado o Santander também decidiu bloquear as transferências para a Coinbase. Passado pouco mais de uma semana, e após queixa na Deco que entrou em contacto com o Banco de Portugal, foram obrigados a levantar o bloqueio.Podem ler mais sobre isso aqui:https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/poupanca-investimento/noticias/2018/bloqueio-do-santander-as-bitcoins-nao-tem-justificacao-legal-conhecidaGostaria de uma resposta rapida e clara a este tema, e o levantamento do bloqueio em causa, sobe pena de seguir uma reclamação formal as instancias competentes.Obrigado,Ivo Santos

Resolvida
S. S.
14/02/2019

Burla

No passado dia 3 de Janeiro, consegui, finalmente, entrar em contacto com esta dita seguradora. Pois o número que fornecem ao utente é um número de fax. Esta, dita, seguradora desde Novembro de 2015 que me rouba! Apesar de terem mudado de nome, os dados eram os mesmos. Após a dita conversa telefónica e troca de emails, deparei me com um seguro de qualquer coisa de que ainda não sei. Com os meus dados incompletos, morada incorreta, bem como número de telemóvel errado, a única prova que teriam em como tinha aderido a este seguro, que era uma chamada telefónica, não existia. Depois de reclamar, foi-me transmitido que levariam cerca de 8 semanas a devolver o dinheiro, mas se caso eu pretendesse a devolução mais cedo, teria que pedir junto da minha entidade bancária o extrato com os referidos débitos, coisa que fiz de imediato. Com isto, tentei obter resposta, ao que referiram que era até 8 semanas para a devolução do dinheiro! Dinheiro que roubaram da minha conta sem qualquer autorização.

Encerrada
J. G.
06/02/2019

Serviço precario e ineficiente

Estes senhores contactaram-me insistentemente a propor analises dos créditos que tinha com a banca, no sentido de formularem propostas mais vantajosas relativamente aos mesmos.Depois de enviar informação solicitada para o efeito, nunca mais tive pronuncio da parte dos consultores do Doutor Finanças, nao atendem chamadas e dão os casos como encerrados, qualificando os mesmos como financiados financiamento concedido, financiamento consolidado.Fica a chamada de atenção para nao se deixarem enganar por esta gente do Doutor Finanças, que apenas quer aceder a informação confidencial.

Resolvida
R. S.
05/02/2019

Problema no atraso da mensalidade

Boa tarde. Sou cliente da Credibom já algum tempo, nunca falhei uma prestação. No passado dia 1 de fevereiro só consegui depositar dinheiro da parte da tarde, prestação no valor de 71€, qual a minha surpresa quando recebo uma MSG a dizer que me vão descontar 84€ no dia 6. Cobram me 13€ porque me atrasei umas horas a depositar dinheiro?? E só fazem a tentativa de débito uma vez no dia porquê?? São os únicos. Acho inadmissível para um cliente que nunca teve uma falha. Falta de respeito para com os bons clientes.CumprimentosRicardo Santos

Encerrada
F. V.
31/01/2019

reclamação de cobrança de comissão por guarda de titulo

A minha esposa Maria Helena Fernandes dos Santos Mota da Silva co titular da minha conta na CGD em Braga, por reomendação de trabalhador da CGD balcão de Lamaçães adquiriu títulos da PT em oeração de venda mediada e nas instalaçãoes da CGD. Os títulos não se encontram na nossa conta nem estão disponíveis. A CGD Há anos que nos cobra cerca de NOVE EUROS TRIMESTRALMENTE por alegada guarda dos mesmos que sabe não estarem á guarda desta HÁ muito. A gerente de conta informa-nos que os títulos estão na liquidatária do grupo BCP. Já nos deslocámos diversas vezes ao balcão Já pagámos por documentos para recebermos o valor ou os títulos Não existem os títulos na CGD esta cobra-nos comissões de guarda ? exigimos a devolução de todas as comissões desde que os títulos deixaram de estar guardadas na CGD . Exigimos saber a identificação completa da entidade a quem a CGD entregou os títulos de que se arroga depositária quando e o documento da entrega.

Encerrada

Spread acima dos valores de mercado

Em abril de 2012 celebrei com a instituição financeira supracitada um contrato de mutuo com hipoteca com uma taxa de juro EUR06TM+4,5% e Spread de 4,5%.1 - No tocante ao contrato de mutuo celebrado com a instituição nada se pode apontar aos termos do mesmo e da sua validade apesar das vicissitudes do contrato durante a sua existência.2 - Contudo, é de bom grado e bom tom e de boa fé, conforme refere o artigo 227º/1 do Código Civil que na vigência do contrato se proponham condições mais favoráveis ao cliente assim que as condições do mercado o permitam. Aqui se demonstra a boa-fé para com o cliente, parte menos atenta às variações domercado, “sob pena de responder pelos danos que culposamente causar à outra parte» 227º/1 in fine. 3 - Ora numa altura em que a taxa Euribor está a valores negativos a prestação mensal não tem conhecido quaisquer variações, quando existem recomendações do Banco Central Europeu e do Banco de Portugal no sentido de que serão as instituições de crédito a suportar os custos daí advenientes.4 – Está mais que evidente e mais que claro que a CCAM se aproveitou da situação e deixou correr para o seu bolso, até que eu me insurgisse por essa situação e injustiça.5 - Por outro lado, o spread agora proposto é reduzido em apenas um ponto percentual o que fica muito aquém do spread praticado noutras instituições bancárias para o mesmo produto financeiro.Neste contexto, pergunto-me então o porquê de mais do mesmo, ou seja, baixar o spread em apenas um ponto percentual quando existem instituições que o praticam muito mais baixo não indo ainda assim contra as recomendações do regulador e às regras do mercado e conseguem ter o seu lucro traduzido no spread.6 – Daqui se retira que a CCAM lucrou comigo mais de 100% durante os anos de vigência do contrato até à data. Porquê então continuar com a politica de asfixia.7 - Neste sentido então existe usura, juros usurários e enriquecimento sem causa.A v/ instituição está a enriquecer injustificadamente á minha custa contrariando tendências do mercado financeiro, e impondo-me a livre arbítrio condições desfavoráveis, que o não seriam se assim o quisessem, sem contudo se prejudicarem.8 - A Jurisprudencia vai no sentido de que basta apenas que a instituição de crédito tenha um enriquecimento indevido, injustificado. « Relação de Lisboa (Ac. 05.12.1996, BMJ, 462, p. 478)»De acordo com o ilustre professor Antunes Varela : « As causas referidas no n.º 2 do art.º 473.º do Código Civil são meramente exemplificativas e não taxativas (cfr. Antunes Varela, CC Anotado, vol. I, p. 402)Além disso, resulta do disposto no art.º 479.º do mesmo Código, designadamente da expressão tudo quanto se tenha obtido não ser necessário uma efectivação diminuição do património, bastando que se verifique um enriquecimento indevido à custa de outrem, já que nem sempre a obtenção de vantagem de alguém à custa de outrem se exprime no empobrecimento correlativo do património do lesado (Antunes Varela, ob. cit., p. 410).»9 – Solicito assim que intervenham neste processo a fim de que eu seja ressarcido dos danos financeiros causados até à data bem como na reposição da prestação em valores equivalentes ao de outras instituições eliminando assim o livre arbítrio da CCAM – Cantanhede de fixar ao seu critério spreads desproporcionados para a atual conjuntura do mercado.Paulo Manuel Baía Claro

Encerrada
D. F.
31/01/2019

MAPFRE - SEGURO DE VIDA UNIVERSAL LIFE - Regularização

Boa tarde,E e a minha mulher contratamos com a Mapfre em 20/07/2012 uma aplicação financeira (8601291600017 / 0 e 8601291600018 / 0), trata-se de um seguro de vida + conta poupança.Em 2017 através do mediador habitual da maphre efectuou-se a alteração do pagamento de mensal para anual. Em Julho de 2018 não recebi qualquer notificação para efectuar o pagamento, através do meu mediador tentei obter várias vezes uma forma de efectuar o pagamento mas nunca consegui receber qualquer forma de pagamento do mesmo.Tentei directamente através do website da Maphre (https://multiservicos.mapfre.pt/particulares/pedidos.do?execution=e2s1) efectuar o contacto, após várias trocas de mensagens sem resolução do problema fui aconselhado a enviar por carta uma reclamação de forma a conseguir regularizar a situação. Meses após o envio da carta não recebi qualquer feedback. Entrei em contacto então via telefónica com a sede em Lisboa, fui informado que o problema estava em análise na agencia do Porto e iriam verificar e entrar em contacto. Passaram-se de novo semanas sem receber qualquer tipo de contacto por parte da Maphre, contactei de novo a sede e disseram que ainda não tinha recebido feedback da agencia do porto e iriam verificar e entrariam em contacto, caso não contactassem significaria que ainda não teria sido obtido solução para o caso.Encontro-me neste momento desde Agosto de 2018 a tentar regularizar o pagamento da aplicação contratada sem sucesso, não sei o que mais posso fazer, tentei por email, pela aplicação web da Mapre, por carta registada, por telefone e sempre sem sucesso.

Encerrada

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