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Problemas na entrega das encomendas
Venho aqui reclamar o mau funcionamento dos CTT's e dos seus carteiros. Moro num apartamento, no último andar (3º andar), a porta do meu prédio têm um cordel na porta para a mesma ser aberta por qualquer pessoa. Acontece que a minha campainha cá em baixo à porta do prédio não toca. E deste forma o carteiro recusa-se a subir a escada para deixar encomendas e algumas até bastante importantes e urgentes. Encontro-me de licença de maternidade e eu estou em casa durante a manhã e o carteiro recusa-se a subir as escadas e já transmitiu esta informação à rapariga do posto dos correios que se recusa a subir as escadas para ver se eu estou em casa ou não.Com esta situação toda só numa semana tive de me dirigir ao posto dos correios 4 dias seguidos levando comigo uma bebé por não ter ninguém que me vá levantar as ditas encomendas.
400 €
Exmos. Senhores,Gostaria de dar conhecimento, para já o que me resta pelos motivos que abaixo descreverei, do que me leva a escrever .Aluguei um automóvel Fiat Panda de 2017 através de um site especializado, Rentalcars, para dois dias (21 a 23 de Fevereiro de 2018). O valor proposto de 21,03 € pelos dois dias tornou uma mera hipótese de substituição do meu automóvel, que avariou, em algo possível de concretizar. Foi o que fiz. Aluguei o automóvel. Dirigi-me, então, à empresa seleccionada – Goldcar, situada no Aeroporto Francisco de Sá Carneiro (Porto) e pelas 22:00h levantei o carro.Os procedimentos foram os habituais. Não aceitei seguros adicionais (com evidente má postura do colaborador, no sentido pétainista do termo, da empresa em causa face à minha rejeição da proposta efectuada, já que triplicava o aluguer, e fiz a franquia que habitualmente é efectuada nestas situações – foi estabelecido um valor de 1.302,00 € (?!!!) para um automóvel da classe mais baixa. De facto, o automóvel serviria somente para me deslocar de casa para o trabalho e levar o meu filho à escola e regressar a casa. Aliás, o automóvel esteve estacionado 90 % do tempo (numa garagem coberta e parque de estacionamento da empresa onde trabalho). Desloquei-me com o carro cerca de 100 km.No momento do levantamento do carro, foram efectuados todos os requisitos. Com manifesta má vontade da colaboradora, efetuamos a habitual vistoria (quase sempre, como saberão, um pró-forma) com a habitual displicência. Minha e da colaboradora. Inúmeras marcas, danos e problemas dos carros ficam habitualmente fora do registo. São considerados não relevantes. Registou-se uma ou outra marca sem que se percebesse bem por que uma é assinalada e outra não o é. Enfim, o desleixo habitual nestas empresas de automóvel (posso concretizar que sou sempre colaborante – assinalando aqui e acolá eventuais danos que me mereçam registo). Refira-se que o que se regista é uma ínfima parte do que se vai verificando nos veículos que nos propõem. Aliás, a vistoria foi efectuada sobre condições de luminosidade (22:00h) fraquíssimas e a uma velocidade suficiente para não vistoriarmos nada (demorou cerca de 1 minuto, não mais de dois). Após a “vistoria” (escrevo agora com aspas pelos motivos atrás expostos) saí com o automóvel. Os dois dias do aluguer correram sem sobressalto e preparei-me para entregar o carro (gastei 12 € de gasolina para repor o depósito, cerca de 8 litros) e, no momento da entrega do veículo, percebi que a vistoria só tinha um propósito, activar a franquia. De facto, unilateralmente, a colaboradora indicou que o vidro do pára-brisas apresentava duas ligeiríssimas “marcas” que não foram registadas na “vistoria” inicial (enorme estupefacção minha como devem imaginar) e, como tal, sentença imediata: 400,00 €. Interroguei-me sobre como é que eu e a colaboradora inicial não tínhamos assinalado tal dano dois dias antes. Achamos, então, que não eram relevantes. Interroguei-me também como formou o preço para aqueles pretensos danos – não me foi apresentado nenhum orçamento. Somente uma afirmação lapidar: “são 400 €”. Acrescente-se que era um dano que, caso tivesse sido cometido durante a utilização do veiculo – o que não foi o caso – nem me poderia ser imputado dado que aquele tipo de danos resultam de projecções de pequenas pedras por um veículo terceiro. Sem qualquer hipótese de contestação e sem qualquer prova, quer da “vistoria” inicial, quer da final (não me foi dada qualquer cópia das pretensas “vistorias”) fiquei estupefacto. Percebi pela postura dos colaboradores que se tratava de uma prática concertada pela empresa, gestor e funcionários. Para ser mais claro, percebi imediatamente que os colaboradores receberiam a respectiva comissão de eficazes profissionais como são na extorsão de dinheiro. A Máfia que se cuide!Ainda tentei questionar a Sr.ª Colaboradora “Diana Qualquer-Coisa”, que não estava devidamente identificada no seu uniforme de trabalho com o seu apelido, sobre como formou o preço para o dano. Além disso, foi-lhe pedido que facultasse uma cópia do contrato que rege as condições que estavam a ser aplicadas e a mesma funcionária afirmou que a informação estava on-line. Depois da insistência, e já com todos os funcionários dentro da loja, que a funcionária chamou disfarçadamente, quatro homens que me rodearam, literalmente, a mim e à minha mulher enquanto realizávamos o preenchimento da devida reclamação, foi imprimido e entregue o documento do contrato. Os funcionários foram ainda questionados sobre se seria possível falar com a funcionária que fez a entrega do carro. Como é evidente, mesmo que a senhora se encontrasse no local de trabalho, a resposta que foi dada, perceptivelmente concertada entre todos os “colaboradores”, foi “não se encontra”. Percebi mais tarde, a partir das denúncias no Portal da Queixa, que a situação que descrevo é um método comum e habitual de burla na empresa em causa: 2 marcas, 3 marcas – 400 €, conforme se pode confirmar no seguinte endereço, https://portaldaqueixa.com/mercado-automovel/goldcar-cobranca-indevida-7. Isto configura um “método científico” de definição de preço. Acrescente-se que efectuei uma consulta e rapidamente me disseram que esses danos são reparados por 50 € e, no limite, a substituição do vidro, em caso de dano relevante, no máximo, seriam 250 €. Claro que a resposta, se vier, dirá que o consumidor terá de contar com as famosas “despesas administrativas” – é um cliché habitual dos medíocres. Aliás, o supremo provincianismo vem das respostas dadas, em inglês, no Portal por uma tal “Vitória R”, remetendo para o contrato. É mais que evidente que estes contratos são realizados com extrema má-fé entre as partes. É absolutamente lamentável que existam empresas como a “GOLDCAR”. Quanto mais douradas por fora, mais ..... por dentro (preencham como entenderem).Não tenho, nem tive, qualquer hipótese, para já, de defesa perante uma desproporcionada medida. Vi-me sem qualquer hipótese de impedir a cobrança de algo que, tenho absoluta certeza, não me pode ser imputado. Não tenho expectativas nenhumas perante a prática da empresa em causa. É política da casa. É recorrente na empresa em questão – basta só procurar no google. E as expectativas desaparecem porque estamos em Portugal e a empresa é espanhola (não tenho nada contra os ventos e casamentos) e as autoridades portuguesas tem muita dificuldade em lidar com estas questões. Julgo, até que, nem reparam na dimensão do problema. Assim, o Instituto da Mobilidade e Transporte, IP e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica irão ser informados do ocorrido. Esta última, talvez, porque tive que comer o intragável valor que unilateralmente me colocaram na mesa. Portanto, resta-me a denúncia e activar os meios habituais. E fazer a habitual publicidade à empresa.
Não quero renovar a subscrição anual na Deco Proteste e vou cancelar o débito direto bancário
Telefonei para a Deco Proteste para informar que vou cancelar o débito direto bancário, porque não quero renovar a subscrição anual na Deco Proteste. Disseram-me que para cancelar a minha subscrição teria de fazê-lo até 15 dias úteis antes do final de cada mês. No entanto, e de acordo com os vossos termos e condições, não está escrito nem sequer explícito, que as anuidades são automaticamente renovadas, pelo que não sou obrigada a usufruir ou pagar qualquer serviço a partir do final do contrato anual, que, de acordo com a vossa informação, acaba em 11 de Abril de 2018. Sendo assim, o prazo de 15 dias úteis antes do final de cada mês apenas se aplicaria a um eventual cancelamento de subscrição que fosse efetuado antes do final do ano de contrato, o que não é o caso. Apenas contratualizei e paguei uma anuidade dos vossos serviços e não me interessa continuar como vossa cliente (nem sequer por mais um dia), nem sou obrigada a isso.No atendimento telefónico, informaram-me que terei de pagar cerca de 14€ da revista de Abril (fora do limite da anuidade), que ainda não me foi enviada e que não quero receber (nem que me seja enviada). Considero que, face aos vossos termos e condições, que não informam ou explicitam que a renovação anual é automática, esta vossa intenção de cobrança é abusiva e lesiva para o consumidor.Sendo assim, vou cancelar o débito direto bancário, porque não me interessa nem quero renovar este ano com a Deco Proteste.Tentei explicar por telefone, na vossa linha, que não me interessa continuar como cliente, nem quero receber mais revistas, nem quero usufruir de serviços da Deco Proteste, mas os operadores telefónicos foram intransigentes, afirmando que a cobrança será feita de qualquer forma e as revistas ser-me-ão enviadas (impingidas). Informei, telefonicamente e por email, que agradeço que não me enviem mais revistas, porque serão devolvidos ao remetente e que se insistirem numa renovação automática (mesmo que por um mês) ou algum outro tipo de cobrança de serviço que ainda não usufrui nem quero usufruir, serei obrigada a agir em conformidade.
Tarifário PAKO - Alteração condições
Recebi uma mensagem da MEO a informar que iam unilateralmente adicionar condições ao meu tarifário PAKO.Esta alteração faz com que o texto do tarifário seja o que transcrevo:Não tem carregamentos obrigatórios. Para manter o cartão ativo basta receber uma chamada não gratuita de 3 em 3 meses. A partir de 24-04-2018 o tarifário terá um custo de manutenção mensal de €1. Este valor prolonga a validade do cartão por 30 dias, permanecendo ativo mesmo sem efetuar chamadas ou SMS..Já antes de receber esta mensagem a MEO estava a ir contra as condições ainda vigentes no tarifário e estava a cobrar 1,80€ sempre que durante um mês eu não realizasse qualquer consumo no cartão PAKO.Não compreendo como é que ao tarifário PAKO, que continua a não ter carregamentos obrigatórios adicionam custos de manutenção.Afinal o tarifário PAKO desta forma vai passar a ser como se fosse de assinatura, com um custo mensal de 1€.Já tentei anteriormente expor a situação à MEO mas resposta é sempre insatisfatória e insuficiente, pois não faz qualquer sentido num tarifário que Não tem carregamentos obrigatórios estar a criar taxas ou custos de manutenção por não realizar chamadas.
Reparação fora do prazo legal
No passado dia 24-02-2018, levei o meu iphone 6 plus à loja iservice (Alfragide) para proceder a um arranjo (autorização de intervenção técnica nº 90044528).O diagnóstico foi dado no momento, sendo identificado como: falha na placa central, ou “touch não funciona e aparece barra no topo do display” como registado. Propuseram proceder ao envio do telemóvel aos serviços centrais da apple indicando que a possível reparação teria um custo de 199€, custo de imediato aceite por mim. Foi-me também informado que o prazo para entrega do telemóvel seria de uma semana e meia. No dia 5-03-2018, sem receber qualquer contacto da parte da iservice, telefonei aos mesmos de modo a receber algum update sobre a situação. Questionaram se tinha aceite o valor da reparação pois não tinham nenhuma indicação no sistema. Reconfirmei a aceitação.Disseram-me que deveria chegar nessa mesma semana e que me ligavam mal recebessem o aparelho na loja (coisa que acontece durante a manhã, com a entrega do correio pelos CTT). Na sexta-feira seguinte, depois de um dia inteiro sem receber qualquer contacto da parte da Iservice, desloco-me ao local no fim do dia. A resposta mais uma vez é que o processo realmente está lento e que vão averiguar o porquê, mas que deveria chegar na segunda ou terça-feira seguinte. Outra vez ausência de contacto nos dias seguintes. Mais um contacto é feito por mim, desta vez por e-mail. É respondido pela Iservice a dizer que sem duvida está a demorar um tempo fora do normal, mas que iam averiguar. Nesse mesmo dia, recebo uma chamada da Iservice sendo-me dito que não sabem o porque da demora e que o melhor seria eu contactar diretamente a apple a fim de perceber o motivo pela qual está a demorar a entrega.Informei que por lei do consumidor, as reparações têm um tempo previsto de 30 dias, sendo que estávamos no dia 23-03-2018, como é que iam resolver este problema. Responderam que não era da responsabilidade deles e que novamente seria melhor contactar a apple sobre o assunto. No contacto com a Apple, (Número do processo: 100489495572),atendida pelo José Gonçalves, fui informada de duas coisas: 1. Iservice não é uma empresa autorizada pela apple2. tendo enviado o telefone para a apple através da Iservice, a apple descarta qualquer tipo de responsabilidadeEnviei novamente e-mail a Iservice a informar a resposta da Apple, não tendo ainda obtido resposta até ao momento.
Problema com as compras na worten
Não aceitam dar o livro de reclamações sem ir para a fila de cliente da worten resolve, tirando senha.
SERVIÇOS DE URBANISMO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA - P1898/2017
Não cumprimento dos prazos previstos na Legislação em vigor (REGIME JURÍDICO DA URBANIZAÇÃO E EDIFICAÇÃO) sobre decisão de Informação Prévia de obra edificação, demolição e outras operações urbanísticas, referente ao processo P1898/2017 e requerimento R5799/2017 em nome do signatário.Em virtude de me encontrar em casa arrendada (contrato de dois anos) com graves problemas de humidade e a minha mulher se encontrar grávida do meu segundo filho, o contacto por um tempo excessivo dos bolores existentes poderá causar problemas de saúde à minha mulher, feto e filho de 6 anosForam efectuadas reuniões, reclamação por e-mail para a Divisão de Gestão e Licenciamento AUGI – DGLA e elaborada reclamação em Livro de Reclamações dos Serviços de Urbanismo de Sintra.
Tablet Oferta não liga/não carrega
Após menos de 2 meses de uso desta oferta da vossa parte de um dia para o outro o tablet simplesmente deixou de ligar. E de carregar. Nada. Nao dá sinal nenhum!Uma oferta que dura 2 meses? Lamentável. Testei com cabos diferentes, com carregadores compativeis diferentes e nada. Nem sinal de vida. Nao sei sinceramente o que lhe deu.
Reclamação processo de reparação sem nexo
Eu, Joana Carapenha, venho por este meio apresentar reclamação por todo o processo de reparação do meu Mackbook air 13 MMGF2PO/A i5, com o número de série C1MSNSNNH3QD, cuja anomalia reportada à worten estava relacionada com o software do computador, problema esse relativo à eliminação acidental do disco de arranque na tentativa de reposição das definições de sistema originais, dado que o computador digitava símbolos não coincidentes com o teclado ocidental (de referir que todas as teclas sempre se encontraram funcionantes, inclusive a tecla de capslock, activa com o led ligado e desativa com o led desligado, inclusive no dia de entrega para reparação (18/02/2018).Anteriormente à data de entrega para reparação, dirigi-me à loja worten resolve no dia 11/02/2018, sem a fatura de garantia, apenas para que fosse efetuado um diagnóstico, momento esse em que fui informada por um dos técnicos após avaliaçao do computador, que a resolução do problema passaria pela formatação do mesmo e que apenas bastaria levar conjuntamente a fatura de compra do equipamento. No dia 18/02/2018 dirijo-me novamente à loja da Worten resolve, na qual questiono se seria possível, através do número de contribuinte registado na fatura do equipamento e data de compra, encontrar o comprovativo de compra no sistema. Após encontrarem o comprovativo, o técnico iniciou o diagnóstico novamente, após lhe explicar a mesma queixa que apresentei no dia 11/02/2018. O técnico executou todos os procedimentos burocráticos para a reparação dentro da garantia e o computador foi deixado por mim em loja.Apenas do dia 15/03/2018, a 3 dias do fim do prazo legal para reparação do equipamento, fui contactada, chamada essa em que fui informada que o meu computador não poderia ser reparado ao abrigo da garantia, uma vez que o teclado se encontrava corroído com humidade e existiam fotografias comprovantes. Surpreendida com tal informação, relato em chamada gravada que a minha queixa foi relativa a software e não a hardware e ainda que o computador sempre apresentou um teclado funcionante, inclusive no dia da entrega para reparação, nunca tendo sido exposto a nenhum tipo de humidade e/ou derrame de algum líquido, solicitando a comunicação desse assunto ao reparador autorizado.Desta forma, fui informada que seria contactada posteriormente, ressaltando que faltavam 3 dias para o fim do prazo legal de reparação.Uma vez que não voltei a ser actualizada acerca da questão, resolvi dirigir-me à loja fisica da worten resolve ( que se situa a 40 km da minha residência)para tentar esclarecer toda a situação, de forma a evitar danos quer para mim quer para a worten, no dia 18/03/2018.Na loja expus toda a situação que teria ocorrido, na qual me foi explicado que a Worten tem limitações na resolução de problemas e, assim sendo, tem a necessidade de enviar equipamentos para reparadores autorizados. Foram ainda mostradas imagens da suposta corrosão de uma pequena zona do teclado, fui informada que teria recusado um orçamento e que caso quisesse efectuar uma reclamação teria que o fazer junto do reparador autorizado. Ora, primeiramente, quem me garante que a imagem do computador com humidade localizada, imagem essa que não contém o número de serie, corresponde ao meu computador? Mais ainda, solicitei o envio das imagens do computador com o número de série e até hoje dia 22/03/2018 ainda não me foram enviadas. Quem me garante igualmente que, caso a imagem corresponda ao meu computador, após enviadas provas, este não tenha sido exposto a humidade na worten resolve ou no transporte para o reparador oficial, sendo que não sou conhecedora do acondicionamento dos equipamentos. Afirmo ainda que o transporte para o reparador oficial não me foi informado, nem foi dada nenhuma autorização para que tal acontecesse, uma vez que sendo que estou a recorrer à worten resolve para me reparar um equipamento, não aceito obrigatoriamente a reparação por parte de outras entidades selecionadas pela worten.Hipoteticamente, se o computador tivesse sido exposto a humidade e/ou derrame de líquidos a corrosão não deveria ser generalizada?Questionei ainda o facto de a formatação do computador ( software) ser ou não dependente de uma tecla do mesmo, questão à qual me foi respondido que não seria dependente. Assim, questiono porque não me foi devolvido o computador devidamente formatado, sendo que não causei tal disrupção.Refiro ainda a incoerência do número de chamadas efetuadas para o número pessoal, sendo que apenas fui contactada pela primeira vez dia 15/03/2018 e posteriormente dia 19/03/2018, contrariamente às informações dadas relativas a supostos contactos entre o dia 5 e 8 de Março, pelo que não teria nenhum interesse em desacelerar o processo de reparação/entrega do equipamento, uma vez que dependo deste para realizar grande parte do meu trabalho ( tive que utilizar um equipamento emprestado por outrém).Após a primeira chamada recebida por mim dia 15/03/2018, a qual atendi e posteriormente voltei a contactar no mesmo dia, voltei a ser contactada dia 19/03/2018, chamada essa que não atendi por me encontrar no meu local de trabalho, mas que retomei passado alguns minutos, com a informação de que estariam à espera da minha resposta relativa ao orçamento, orçamento este que nunca me foi apresentado, nem em chamada gravada nem em loja. Confrontando o operador com o facto de não me ter sido dado ou referida a existência de um orçamento, este, após me deixar vários minutos à espera, informa-me que não existe um orçamento, pois a reparação é tecnicamente inviável ( não existem peças fazer fazer a reparação citando o operador). Portanto, a primeira informação foi que eu recusei um orçamento, a segunda informação foi de que estariam à espera da minha resposta acerca do orçamento e a terceira foi de que não existiria um orçamento, uma vez que a reparação era inviável. Ora, perante toda a incoerência de informações dadas relativamente a todo o processo, questiono a fiabilidade dos vossos serviços ao cliente, evocando a lei 24/96 de 31 de Julho, relativa ao direito à qualidade dos bens e serviços, artigo 4° no qual refere que os bens e serviços destinados ao consumo devem ser aptos a satisfazer os fins a que se destinam e ainda o artigo 12° da mesma lei, relativo à prestação de serviços defeituosos na qual refere que o consumidor tem direito à indemnização dos danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes do fornecimento de bens ou prestações de serviços defeituosos.Pretendo ainda ressaltar que a worten se descarta da comunicação com o reparador por esta selecionado e atribuí essa mesma responsabilidade ao consumidor. Desta forma, questiono-me acerca da utilidade destes serviços e sobre a sua credibilidade.Por todos os motivos acima referidos e ao abrigo do n°1 do artigo 9 do Decreto-Lei n°67/2003 de 8 de Abril, venho proceder ao pedido de devolução do dinheiro que dispendi ao adquirir o equipamento em questão, uma vez que me encontro extremamente insatisfeita com o serviço de reparação prestado pela worten e reparador autorizado por esta selecionado.Espero que este assunto seja tratado com a maior brevidade, de forma a minimizar os meus danos colaterais e a minha perda de bens patrimoniais e não patrimoniais com os telefonemas, informações incoerentes e errôneas e com o trabalho perdido e inconveniência ao longo deste processo.Mais informo que a presente reclamação será enviada em cópia para a DECO, ao cuidado dos serviços de apoio ao consumidor. Para qualquer contacto referente a este assunto, é favor contactar através do número 919459467 juntamente com a mesma informação por email para joanafernandescarapenha@gmail.com. Caso o assunto não se resolva da maneira mais correta, justa e coerente perante todos os argumentos apresentados, ver-me-ei obrigada a resolvê-lo através de outras instâncias. Junto envio o comprovativo fornecido em loja que comprova a compra do equipamento.Peço deferimento,22 de Março de 2018Joana Carapenha
serviço funciona que pedi cancelamento, agora alegam período de fidelização
Exm.ºs Senhores, envio a reclamação que enviei para a EDP, através do site EDP:Exm.ºs Senhores, serve a presente mensagem para comunicar a V. Ex.ªs de que solicitei, já no ano passado, o cancelamento do serviço funciona no meu contrato de luz e gás. acontece que continuei a pagar o referido serviço até que, por ter recebido uma proposta mais vantajosa de uma outra empresa, resolvi cancelar o N/contrato. Ao fazê-lo e uma vez que o serviço funciona se encontra no mesmo contrato de luz e água, todos os serviços terão de, obrigatoriamente ser cancelados. Acontece que tenho recebido (com este mês já é a segunda) faturas apenas com os 7.90€ do serviço funciona. serviço que pretendo que seja cancelado de imediato porque além de já o ter solicitado em contactos anteriormente, agora não faz grande sentido quando já não sou V. Cliente. Contactei telefonicamente e no dia de hoje o apoio ao cliente edp onde me comunicaram que o contrato de serviço funciona renova automaticamente e que terei de pagar até ao mês de novembro deste ano a totalidade do serviço caso pretenda cancelar de imediato ou continuar a pagar por causa do período de fidelização. Primeiro: Solicitei o cancelamento no ano passado, coisa que V. Ex.ªas não efetuaram. Segundo: Onde fará sentido deixar de ter contrato de serviço de luz e gás com uma determinada empresa e continuarem a cobrar um serviço que existe e sempre constou e foi pago na mesma fatura??? Pretendo ver esta situação resolvida e a devolução da fatura do mês anterior no valor de 7,90€ que paguei indevidamente. Relativamente a próximos débitos bancários já procedi ao seu cancelamento porque não autorizo que debitem seja que valor da minha conta. Comunico desde já que darei entrada de uma queixa na DECO.Sem mais de momento, fico a aguardar uma resposta por parte de V. Ex.ªsCumprimentosPaula Magalhães MouraDeste modo, aproveito para comunicar a V. Ex.ªs a reclamação que apresentei e demonstrar todo o meu desagrado com esta empresa de eletricidade.Muito obrigada pela atenção, sem mais de momento subscrevo-me com estima e consideraçãoAtentamentePaula Magalhães Moura
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