Reclamações públicas

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A. C.
01/01/0001

Sinistro dentro das instalaçoes Pingo Doce - Braga Parque

José António Gomes Moreira PaisSócio nr.1641515-81Rua da Capela 8 – Nogueiró4715-407 BRAGA Braga, 21 de Novembro de 2015Exmos Srs.No dia 25 de Agosto de 2015, a minha mulher Maria do Pilar dos Santos Ribeiro moreira Pais, pelas 11H30 – meio dia, andando a fazer compras no Pingo Doce do Braga Parque em Braga, escorregou, e torceu o pé direito numa zona que apesar de não estar assinalada é muito escorregadia. Acrescento que já varias vezes antes a minha mulher teria participado no apoio ao cliente que tivessem em atenção aos produtos que usam na limpeza pois o chão mesmo depois de seco fica muito escorregadio.Ao passar pela caixa e perante a cara de sofrimento da minha mulher a funcionaria perguntou o que se tinha passado e após relatar os factos , aconselhou a minha mulher a fazer a participação da ocorrência no balcão do apoio ao cliente, o que foi feito de seguida.Nessa tarde, e por não se sentir bem levei-a à urgência do Hospital Privado de Braga, onde depois de radiografada lhe foi diagnosticado fractura do maléolo peronial direito e de seguida engessada desde o pé até ao Joelho. Como apesar disso não se sentir bem e não conseguir andar com canadianas, fomos dois dias depois à consulta com o nosso ortopedista habitual no Hospital da CUF no Porto Dr. João Santos Carvalho. Confirmado o diagnostico, e após se constactar que a minha mulher não consegue andar com as canadianas, o ortopedista receitou-lhe uma espécie de “bota ortopédica”, que compramos numa loja da especialidade no Porto, e ainda nesse dia retirou-lhe o gesso e colocou-lhe meias elásticas e a referida “bota ortopédica”O Pingo doce contactou a minha mulher e informaram-na para apresentar todas as despesas à seguradora/mediadora SABSEG em Braga.Apresentei pessoalmente as despesas havidas até ao momento na Sabseg, D. Daniela bem como uma declaração médica atestando que a minha mulher estava incapacitada para toda e qualquer tarefa doméstica, a saber limpezas cozinhar, passar a ferro etc, deveria estar em repouso absoluto pelo menos durante um mês.À medida que iam aparecendo mais despesas quer medicas e medicamentosas quer de refeições “take away” lavandaria etc fui entregando à Sabseg, ficando sempre em minha posse com cópias devidamente assinadas como recebidas pela D. Daniela da Sabseg.Passando uns tempos que não posso precisar, as despesas médicas começaram a ser pagas pelo Pingo Doce. Após questionar a D. Daniela, fui informado que o Pingo doce assume de imediato os custos médicos e medicamentosos, ao mesmo tempo que a Companhia de seguros do Pingo doce abre um processo de sinistro para averiguar se há ou não lugar a imputar responsabilidades do sinistro ao Pingo Doce, para pagamento das restantes despesas.Cerca de um mês depois do sinistro e em nova consulta com o ortopedista Dr. João Santos Carvalho da CUF, retirou-lhe a “bota ortopédica” tendo contudo mantido a obrigatoriedade de repouso e incapacidade para as referidas tarefas domesticas até às doze semanas.Hoje dia 21 de Novembro de 2015 e apesar de múltiplos contactos com a Sabseg, a Companhia de seguros ainda não assumiu qualquer responsabilidade e bem assim o pagamento das despesas.Pelos motivos expostos venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico para a resolução deste sinistro com a maior brevidade possível.Nota. Tenho em minha posse copias de todos os documentos e facturas acima referido que se assim o entenderem vos enviarei.Melhores cumprimentosJosé António Pais

Encerrada
V. G.
01/01/0001

Reclamação sobre valor cobrado ilegalmente num novo contrato de Água

No dia 03 de Novembro de 2015, dirigi-me juntamente com o meu Marido, ao estabelecimento das Águas de Gondomar, com o intuito de pedir o fornecimento de água para a habitação onde me encontro, sita na Rua Pinheiro da Saudade, nº 364, r/c esq frt, 4420-273 Gondomar.Fomos informados de que, uma vez que o contador existente no local se encontrava desativado, teríamos que solicitar a colocação de um novo contador, serviço este que teria um custo de 193,13€.Apesar de considerar-mos este custo excessivo comparado com o serviço de outras localidades, concordamos em avançar com o processo, tendo-nos sido cobrado esse mesmo valor.Ao consultar a fatura (que envio em anexo), verificamos que o custo de colocação de um novo contador era de apenas 49.24€ + IVA. Verificamos também na fatura, que nos tinha sido cobrado o valor de 107.78€, por um serviço de vistoria de canalização interior, que não tinha sido requisitado por nós.Ao questionar-mos a funcionária do estabelecimento o porquê de nos ter sido cobrada esta vistoria, uma vez que não vem mencionada no regulamento deste estabelecimento, nem no contrato celebrado, esta mesma respondeu ser obrigatório.Uma vez que não nos foi dada uma justificação válida, fomos encaminhados para um gabinete no interior deste estabelecimento, isolado da restante área de atendimento ao público, onde fomos recebidos pelo responsável pelo departamento de atendimento ao cliente.Requisitamos nesse momento a documentação comprovativa da obrigatoriedade do pagamento da vistoria á canalização, fosse o regulamento das Águas de Gondomar, onde fosse explicita a cobrança deste serviço, ou o decreto lei onde estaria comprovada a obrigação do consumidor no pagamento deste serviço. Fomos informados de que não existe tal documentação, mas que, citando o responsável pelo atendimento ao cliente, que nos recebeu com bastante arrogância e falta de educação, uma vez que nos virou as costas a meio de um diálogo: “ ou pagam este valor ou então não tem serviço e vão-se embora”.Posto isto, e uma vez não existir documentação nem decreto-lei que nos obrigue a pagar uma vistoria á canalização que não foi requisitada por nós, venho por este meio pedir a devolução de 107.78€ + IVA que nos foram cobrados indevidamente e de forma ilegal, sem qualquer fundamento ou justificação.

Encerrada

Envio à Cobrança

Venho por este meio apresentar uma reclamação/queixa referente ao serviço de envio à cobrança pela falta de cumprimento dos procedimentos de segurança na execução do vosso serviço.No dia 24 de Fevereiro dirigi-me à estação dos CTT em Maximinos, Braga, para fazer um envio à cobrança, no valor de 1314,76€. O objeto enviado, com o nº EA134201622PT, confirmado no site dos CTT, terá sido entregue no dia 25 de Fevereiro no Centro Operacional de Loures.O objeto foi enviado para o destinatário Sr. Eng. Jorge Santos Sales, e foi recebido por um senhor chamado Manuel Silva o qual efetuou o pagamento com um cheque e apenas procedeu a uma assinatura digital para acusar a recepção da encomenda.De acordo com os procedimentos de segurança, quando o pagamento é realizado através de cheque o estafeta deve conferir a identidade da pessoa que faz a entrega do cheque registando o número do seu cartão de cidadão, o seu contacto e a morada no verso do cheque. Como se pode verificar em anexo, o cheque entregue ao estafeta, não apresenta qualquer registo dessa informação. No mesmo cheque é possível observar que o mesmo é de um banco que já não existe, o Banco Espírito Santo, é carimbado por uma empresa e assinado por um interveniente que em nada está relacionado com os nomes envolvidos no processo. Também na descrição da quantia por extenso vê-se que não é clara e está inclusive rasurada.O mesmo cheque chegou apenas 2 dias após o objeto ter sido entregue, com o nº ER038440982PT. Dado que não estava ninguém em casa para recebe-lo, fui notificado para o posterior levantamento no C.O. de Celeirós, em Braga. Tomei as providências necessárias para poder levantar o cheque nesse dia (pensando eu que seria um vale CTT), ficando acordado que poderia fazer o levantamento no dia 27 de Fevereiro (sexta feira) por volta das 19h. Dado que nenhum banco se encontra aberto às 19h para poder confirmar a cobertura do cheque, contactei os CTT por estar já a suspeitar do procedimento, uma vez que habitualmente, recebo um vale CTT. Sugeriram-me que aguardasse pelo dia 2 de Março (2ª feira) para fazer o depósito do cheque. Assim o fiz, sendo que 2 dias depois (4 de Março) o cheque foi devolvido pelo banco, por não ter cobertura. Fiquei assim sem o objeto enviado e sem o valor correspondente ao valor da encomenda enviada.Entrei novamente em contato com os CTT e nessa altura a informação foi contraditória à inicial dizendo que não deveria ter depositado o cheque e sim ter revertido o processo de encomenda desde o início.Voltando a contactar novamente os CTT via telefone nenhuma indicação me foi dada no sentido de resolver a situação.Nesta situação é clara e prejudicial a falta de cumprimento de segurança por parte do estafeta ao não pedir a identificação da pessoa que efetua o pagamento através de cheque.Atendendo aos fatos apresentados, exijo:que o estafeta que fez a entrega indique em que condições a efetuou? A pessoa que a recebeu estava no interior do edifício ou aguardava a encomenda fora de casa?que o mesmo estafeta que procedeu à entrega da encomenda volte novamente à morada e identifique a pessoa a quem fez a entregahaja uma responsabilização por parte dos CTT pela falta de cumprimento das normas de segurança para este tipo de serviço.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Faturação indevida

motivos da queixa: fatura 20150012544, de 11-04-2015 no valor de €242,50, quando a minha divida nessa altura era de €65,26.consequências da situação: tenho a luz cortada na minha residência desde 17 de setembro de 2015.diligências efetuadas: 1-contactei na altura a empresa e solicitei alteração do valor 2-enviei diversas vezes pelo online e por telefone, quer para esta empresa quer para a EDP as contagens 3-como se recusaram a cobrarem o valor correto, pedi a reversão do débito direto 4-depositei o valor correto na conta bancária da empresa 5-recebi nota de crédito de €260,48 em 23 maio 2015 6-em 18 agosto 2015 recebo email pedindo €177,24 que estariam em divida 7-respondo, em 18 agosto 2015, pedindo para efetuarem uma contagem da eletricidade, para enviarem uma fatura final no sentido de terminar de imediato o contrato de fornecimento de eletricidade 8-em resposta enviarem email notificando-me de que tinha 20 dias para pagar caso contrário cortavam o fornecimento da eletricidade.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Anulação da Matrícula na Master. D

Boa tarde,Tomei conhecimento das formações da Master.D através de um anúncio postado na internet. Após pedir informações online sobre a formação de auxilar técnica de veterinária fui contatada via telefone para uma entrevista. Compareci na Master. D no Porto acompanhada por duas pessoas que assistiram à minha entrevista. A pessoa responsável pela minha entrevista foi o Engenheiro Luís Miguel Soares Ferreira e após uma longa conversa disse-me que se estivesse interessada era uma das pessoas selecionadas para as vagas da formação mencionada. Uma das minhas hesitações era a minha situação financeira, uma vez que me encontrava desempregada, no entanto, o Eng. Luís Ferreira disse-me que tinha 12 meses para realizar a formação e que só teria de pagar os meses que demoraria a finalizar a formação, isto é, se demorasse 3 meses, apenas teria de pagar 3 mensalidades, se demorasse 5 meses apenas pagaria 5 mensalidades, sendo cada mensalidade de €134.60. Posto isto, decidi então realizar a formação. Aquando a assinatura do contrato, uns dias depois, perguntei novamente se as condições de pagamento eram de fato as que tinham sido mencionadas na entrevista, ao qual ele me respondeu que sim e assinei o contrato sem prestar muita atenção. Neste momento, encontro-me a trabalhar no estrangeiro e entrei em contato com a Master. D para que a minha formação fosse congelada, visto que só tenho 12 meses para a finalizar, ao qual a resposta foi sim. Posteriormente, entrei em contato via e-mail com as cobranças da Master. D para que as mensalidades fossem também estas congeladas, ao qual me responderam que teria de pagar as 18 mensalidades (€2422,80 no total) INDEPENDENTEMENTE do tempo que demorasse a realizar a formação, o que contraria tudo o que me foi dito. No dia seguinte, entrei em contato com o Eng. Luís e relatei tudo o que me tinha sido dito pelas cobranças e que tudo aquilo contrariava o que ele me disse. Ele alegou que tinha sido um mal entendido, que eu e as pessoas que estavam comigo tínhamos feito confusão. Confrontei-o com o fato de ele nunca ter mencionado o valor total da formação, ao que ele respondeu que tinha sido um lapso. Disse-me ainda que sabia que o valor da formação era elevada, tendo em conta a minha situação económica e que iria tentar baixar a mesma, mas que enquanto isso eu deveria anular o débito direto da Master. D.Tentei anular a matrícula mas foi-me dito que não era possível.Após saber disto li o contrato de uma ponta à outra e constatei que realmente o que me foi dito era mentira . Sei que deveria tê-lo lido atenciosamente mas confiei no homem errado.Sei que assinei um contrato mas peço a vossa ajuda. Sinto-me enganada.

Encerrada

bagagem perdida

Boa tarde,No dia 15 de Março deste ano regressei de Londres, mas a minha mala não apareceu. Na Portway disseram-me que deveria aparecer dentro de 1 ou 2 dias, mas tal na aconteceu. E agora ando em conversações com a easyJet, porque apenas querem pagar 250 libras, e o problema é que eu tinha lá roupa num valor aproximado de 1400 euros. Dizem que só pagam se apresentar recibos de compra ou extratos bancários. Eu disse-lhes que não guardava recibos de roupa, apenas de aparelhos electrónicos, devido à garantia dos mesmos.Referência do processo - LISU210986/15MAR15/1359GMT

Encerrada
F. L.
01/01/0001

Apoio Técnico

Venho por este meio demonstrar a minha insatisfação com os serviços de apoio ao cliente no que concerne aos procedimentos dos serviços de reparações de telemóveis da Samsung.Fiz a aquisição de um telemóvel Samsung Galaxy S Duos que tem apresentado alguns problemas. Em 29/01/2015 dirigi-me a loja Phone House para solicitar a reparação do aparelho. Em 01/03/2015 Voltei a referida loja solicitando novamente a reparação do supracitado aparelho que se encontrava com as mesmas avarias. Em 06/04/2015, mais uma vez, retorno a loja referindo as mesmas avarias do aparelho. Em 18/05/2015, ao retornar a loja, ligo a linha de apoio ao cliente da Sansung, referindo todo o processo e o meu desagrado com esta situação, uma vez que, passado dez dias com o telefone, este continua a apresentar as mesmas avarias. Deste telefonema recebo a informação para por o telemóvel em modo de segurança e voltar a ligar para a linha de apoio passado 48h. Em 11/06 e 12/07, voltou ao centro técnico com as mesmas avarias. Ao longo deste tempo, o centro técnico não resolveu o problema do meu TLM.Atualmente querem que eu envie novamente o aparelho para arranjar, contudo, ficando as despesas ao meu cargo, uma vez que já não se encontra na garantia desde 07/06/2015, pelo que não concordo, bem como não acredito que resolvam o problema.Gostaria que a Samsung tivesse respeito para com os clientes e resolvessem esta situação de forma definitiva e sem custos, pois não resolveram o problema enquanto o TLM tinha garantia. Aguardo resposta.Cumprimentos.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

falta de água e comida de fraca qualidade servida pela empresa Gertal

Informo que na escola EB 2,3 ELRei D. Manuel l os alunos que almoçam na cantina à hora do almoço não tiveram direito a agua para fazer o acompanhamento com a comida.Informo também que existem várias queixas que as refeições não tem qualidade para as crianças almoçarem.Os alunos pagam a senha para almoçarem e a empresa contratada (Gertal) não serve comida adequada e no dia 30/09/2015 não tinha agua para servir ao alunos.Foi efectuada uma queixa por e-mail e por telefone para o agrupamento de escolas de Alcochete e para a Sub diretora da respectiva escola Dra. Vera Cristina que respondeu a informar que nos ultimos 3 anos já tem feito imensas reclamações e a situação não melhora.Como Pai e cidadão agradeço que verifiquem esta situação para ajudarem as condições deste adolescentes.Conto com o vosso apoio no melhoramento das condições.

Encerrada
J. O.
01/01/0001

Excesso de pressão na rede, remoção de equipamento, substituição de contador sem previo aviso..

1º Celebrei em 7/8/2003 com a Camara Municipal de Alenquer (CMA), Contrato de Fornecimento de Agua, destinado a obras (construção de habitação), instalação n.º 30304. Anexo 12ºEm 2004 é criada a empresas Águas de Alenquer, S.A.3ºTomei conhecimento da transferência do contrato, quando os avisos de pagamento passaram ser emitidos pela empresa Águas de Alenquer, S.A.4ºNunca me foi enviado ou comunicado qualquer transferência de contrato ou tão pouco minuta do novo contrato de fornecimento com os deveres e obrigações de ambas as partes5ºQuando requeri o fornecimento de água á CMA, foi obrigado a instalar caixa própria, para o contador de água, com um suporte de contador e uma válvula de segurança/corte no início da minha instalação/canalização6ºO contador fica aproximadamente a 75m. de distância da habitação e único local de consumo7º8ºO aquecimento das águas é realizado através do sistema de aquecimento central. Para o efeito foi instalado um depósito e reservatório de permutação, onde por razões de segurança e técnicas foi instalada uma válvula de segurança/purga com um barómetro 9ºPor questão de segurança da rede e dos equipamentos instalei uma válvula de segurança/purga, que é accionada sempre que a pressão da rede atinge os 7 bares, deitando água directamente para o esgotoFactos 1 – Substituição de contadores10ºEm 11 de Julho de 2008, constato a substituição do contador, sem qualquer aviso prévio ou registo de leitura do contador removido11º Em carta registada enviada em 16/06/2008 – anexo 2, solicitei esclarecimentos, sobre a substituição do aparelho do contador e a falta de informação ao cliente12ºNessa carta, relato o contacto telefónico ocorrido com um funcionário das Aguas de Alenquer, que desconhecia tal substituição13ºPassados 7 anos continuo a aguardar por uma resposta14ºEm 30/11/2013, constatei nova substituição de contador, sem prévio aviso ou comunicação á posterior da execução do mesmo15ºPor forma a aligeirar as comunicações, envie de imediato email, reclamando e solicitando explicações – anexo 316ºPela segunda vez, é substituído o contador sem prévio aviso e sem qualquer auto de medição aferido pelo cliente/consumidor17ºSó obtive uma resposta, por email – anexo 4, em 16/01/2014, após um contacto telefónico18ºNeste é confirmado a substituição do contador sem prévio aviso 19ºTambém é afirmado que deixaram um aviso na caixa do correio, após o acto 20ºÉ falso. Nunca foi deixado qualquer aviso na caixa do correioFactos 2 – Excesso de pressão da rede21ºNa mesma carta enviada em 16/06/2008 – anexo 2, alertei para o excesso de pressão da rede, onde registei por inúmeras vezes, pressões de 8 bares.22ºEm 18/2/2014 envio email – anexo 5 com foto 1 e foto 2, alertando para o excesso de pressão da água na rede.23ºEm 17/3/2014 envio novo email – anexo 6 com foto 3 foto 4 e foto 5, dando conta do desperdício de água, resultante do excesso de pressão24ºA válvula de segurança, purgava directamente para o esgoto – foto 325ºNa ocasião, contactei o piquete de roturas da companhia Águas de Alenquer, dando conhecimento da situação26ºAtendendo a falta de capacidade (?) técnica da Empresa, exigi a montagem urgente de um regulador de pressão, regulado para uma pressão máxima de 5 bar27ºPor razões que só a empresa Aguas de Alenquer, S.A., pode explicar, foi removida a minha válvula de corte/segurança 28ºIsto porque o regulador de pressão foi colocado, na minha rede a jusante do contador29ºSolicitei telefonicamente a reposição da válvula de corte, sem efeito30ºDesloquei-me pessoalmente a loja de atendimento ao público, expos a solicitação – colocação do regulador de pressão a montante do contador e reposição da minha válvula de corte, como resposta tive, “é assim que a empresa trabalha, faça uma exposição”31ºEm 11 de agosto de 2014 – Anexo 7, enviei nova exposição/solicitação para reposição do regulador de pressão, isto é a montante do contador na rede de distribuição da empresa e recolocação da válvula de corte32ºActualmente e como sempre, continuo a guardar uma resposta33ºInfelizmente e após a montagem do regulador de pressão, na presente data, continuo a registar pressões na ordem dos 6.5 bares e 7 bares!34ºActualmente e perante as leituras do contador e os consumos realizados, tenho fortes indícios de desperdício continuado de água35ºOs electrodomésticos que trabalham com água, nomeadamente esquentadores, máquinas de lavar, estão regulados para uma pressão máxima de 5 bares. Quando existem picos regulares no fornecimento da água, na ordem dos 6 bares e 7.50 bares, resulta na avaria dos mesmos, sendo os custos e os prejuízos da responsabilidade dos proprietários36ºÉ dever da das Aguas de Alenquer, S.A., o fornecimento da água a uma pressão máxima de 5 bares37ºPara isso, a empresa Águas de Alenquer, instalou na rede de distribuição, reguladores de pressão38ºNuma intervenção realizada a alguns anos, foi instalada um aparelho (suspeito de um regulador de pressão) dentro de um colector de esgotos. Algo não permitido pelo Regulamento de Águas e Esgotos 39ºOs aparelhos de medida, vulgo contadores, são fabricados, testados e aferidos, para uma determinada pressão máxima do líquido a quantificar – 5 bares, para o qual é determinado um grau de erro/imprecisão. 40ºQuando submetidos a pressões acima das determinadas para o efeito, neste caso 7/8 bares, o erro de medição é substancialmente empolado, com prejuízo do consumidor Factos 3 – Dureza da Agua41ºA dureza da água é de tal modo elevada, que sou obrigado mensalmente a desmontar as ferragens das cisternas das sanitas, para limpar o calcário, de modo a vedarem correctamente. A ferragem é da “Geberit”!42ºA máquina de café, devido á elevada dureza da água, já avariou 2 vezes, apesar de mensalmente realizar operação de descalcificada43ºAquando da aquisição do ferro a vapor, tive que optar um modelo mais caro, de modo a permitir a remoção fácil do calcário 44ºCom o passar dos anos, a sedimentação do calcário nas canalizações, dará origem ao seu entupimento e consequente inutilização. Fica a cargo dos utilizadores os custos e prejuízos das reparações.Em 2013-11-30 apresentei reclamação a Entidade Reguladora dos Serviços de Aguas e Resíduos.Dessa reclamação recebi duas respostas, anexo 8 datada de 2014-01-27 e anexo 9 datada de 2014-08-05, onde entre outros, sugerem o recurso ao CNIACC – Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, já que os pareceres ou recomendações da ERSAR não dispõem de força vinculativa.Como o Concelho de Alenquer dispõem(?) de um centro de arbitragem, remeti queixa em 6/4/2015. Continuo a aguardar por resposta.

Encerrada
J. P.
01/01/0001

Acesso a conta sem autorização

Em 05JUL15 acedi á minha conta bancária e verifiquei um débito de 2206.97 euros com a descrição 2206.97-978-CPR.ESTRANG.do qual não tinha qualquer conhecimento, sendo que estava a chegar do estrangeiro, sendo que o meu primeiro pensamento foi de que o meu cartão tinha sido pirateado.Acalmei-me e achei o valor do débito curioso e fui verificar se teria feito no passado alguma transferência neste valor, o que se confirmou ou seja em 27ABR15 fiz uma tranferência bancária do Totta para o Deutsche bank no valor de 2206.97 euros para pagar a compra de uma viagem no site da Edreams, cuja descrição foi TRF RESERVA 4ZKD2U. Fiz esta transferência depois de ter tentado não conseguido pagar a viagem com o meu cartão de débito. Estou incrédulo com esta situação pois a transferência bancária foi confirmada os bilhetes eletrónicos OK e emitidos e passados 2 meses vão a minha conta bancária e debitam-me outra vez e sem qualquer ordem ou autorização a mesma quantia que apenas me foi resposta no dia 06-07-2015 e sem qualquer esclarecimento ou pedido de desculpas ou seja ficaram com 2206.97 euros durante 5 dias e eu com saldo negativo na minha conta bancária os mesmos 5 dias. Desloquei-me ao meu Banco Totta falei com o meu gestor que me informou que a quantia já tinha sido reposta mas desconhece totalmente como conseguiram aceder a minha conta pois o cartão utilizado para a reposição não coincide com nenhum dos meus cartões de débito ou crédito nem com o da minha esposa.Utilizei o site da empresa para expor a situação e até a presente data não recebi qualquer esclarecimento.

Encerrada

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