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Cobrança abusiva da CP
Realizei uma viagem de comboio CP com o meu cartão recarregável ML0210365258 tendo ficado, de acordo com o indicado no visor do terminal no momento da validação, com 1 viagem em saldo no cartão. No dia seguinte recarreguei o cartão com mais 3 viagens (factura identificada), mas quando o validei a informação da máquina foi de saldo de apenas 2 viagens (deveriam ser 3).Contactei a CP expondo a situação, primeiro no Gabinete de Apoio ao Cliente na Estação do Oriente e depois, por aconselhamento deste, directamente o fornecedor do serviço através do formulário on line no site da CP.Obtive a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da comunicação de V. Ex.ª, merecedora da nossa melhor atenção. Face ao exposto, esclarecemos que, no modelo de zonamento tarifário o cliente deve adquirir o título de transporte de acordo com o número de zonas em que pretende viajar. Mais se esclarece que, caso não tenha validado o seu título na estação de entrada ou caso o mesmo não esteja válido para o percurso efetuado, à saída, ao passar nos canais de acesso será descontada uma viagem. Não obstante esta situação, esclarecemos que de acordo com a Lei n.º 28/2006 de 4 de julho, a falta de título de transporte válido, a exibição de título de transporte inválido ou a recusa da sua exibição na utilização do sistema de transporte coletivo de passageiros, em comboios, autocarros, troleicarros, carros elétricos, transportes fluviais, ferroviários, metropolitano e metro ligeiro, é punida com coima de valor mínimo correspondente a 100 vezes o montante em vigor para o bilhete de menor valor. No caso em concreto, tendo V. Ex.ª duas viagens de 2 Zonas carregadas e validado o título na estação de Oriente o mesmo ficou válido apenas até à estação de Monte Abraão. Assim, à saída na estação de Massamá-Barcarena, como o mesmo não estava válido para o percurso efetuado, foi descontada uma nova viagem. Lamentando o sucedido, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.À qual respondi:Boa tarde, Agradeço antes de mais a resposta célere e clara. Agora compreendo perfeitamente o sucedido. Todavia, agradeço que me informem onde devo receber a quantia excedente da viajem cobrada a mais (1,30€), dado que pelo raciocínio deveria ser me cobrado 1,90€ (3 zonas) e não 3,2€, conforme aconteceu. (Importa perceber se no momento em que carreguei o cartão o valor por viagem já era de 1,6€ ou ainda seria de 1,55€). Reconhecendo que a fragmentação de uma viagem possa não ser possível, é igualmente válido que a CP, como qualquer outro prestador de serviços, não pode cobrar por um serviço não prestado. É por isso necessário que a CP disponibilize o respetivo processo compensatório. Aliás, importa referir que caso se defendam em regulamento próprio para a não retribuição do valor indevidamente cobrado, prevê claramente a Constituição da República Portuguesa o princípio da hierarquia das Leis, perdendo esse argumento a sua validade à luz do Art.º 9º da Lei 47/2014 de 28/07 da Lei de Defesa do Consumidor. Sem mais, aguardo resposta.Tendo depois obtido a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da nova comunicação de V. Ex.ª. Reiterando a resposta anteriormente remetida, lamentamos informar não ser possível proceder ao reembolso solicitado. Acrescentamos ainda que, de acordo com as Condições Gerais de Transporte dos Serviços da CP se o passageiro não utilizar o título de transporte por motivo alheio ao operador, não há lugar a reembolsos de bilhetes simples ou zapping. As referidas condições podem ser consultadas no site da CP em WWW.CP.PT ou em qualquer dos Gabinetes de Apoio ao Cliente da CP. Lamentando uma vez mais o sucedido, endereçamos os nossos melhores cumprimentos.Ora, existindo de facto um abuso na cobrança de um valor por um serviço não prestado, solicito o vosso acompanhamento.Obrigado.CumprimentosJoão Nunes
Segurados da Mutlicare não podem adquirir óculos nas Opticas independentes
No outro dia tivemos uns clientes na Óptica para comprar óculos e lentes oftálmicas, quando ligaram para o seguro da Multicare disseram-lhes que se adquirissem fora das Ópticas que têm acordo com a Multicare, não comparticipariam nada e eles desistiram de comprar na nossa Óptica. Consideramos que esta situação é de uma tremenda injustiça com as Ópticas Independentes que assim não conseguem competir com os grandes grupos e não cumprindo desta forma com a Lei da Concorrência.
Cobrança ilegítima de valores
Há perto de 5/6 anos atrás, subscrevi um plano dentário com a empresa Claro Dental, no valor de 6€ mensais (por débito directo na minha conta bancária), com o intuito de realizar um tratamento ortodôntico numa clínica que tinha acordo com esta entidade.O período mínimo de permanência neste plano era de 12 meses, o que foi cumprido pela minha parte.Findo o tratamento, 3 ou 4 anos depois, constato que o plano deixa de ser vantajoso, pelo que contacto telefonicamente a empresa para cessar a cobrança e rescindir o contrato é-me informado que o não pagamento da/s mensalidade/s pressupunha a anulação das coberturas/usufruto do preçário nas clínicas aderentes... Assim o fiz, cancelando o débito directo (mais tarde cancelei até a minha conta bancária).É com espanto que no dia 16/02/2017 recebo um email da dita empresa, referindo que tenho um valor em dívida de 120€, referente a 20 mensalidades não cobradas... Contactei de imediato a dita empresa, por mail (ainda aguardo resposta) e por telefone, onde me é dito que é opção da empresa rescindir, ou não, o contrato em caso de atraso no pagamento das mensalidades.Ponto 1:- Em anexo envio o contrato, onde se pode ler nas alíneas 10.4. (...) a rescisão OCORRERÁ de pleno direito (...) quando se verifiquem as seguintes situações: 10.4.2. Atraso superior a 30 dias no pagamento das mensalidades.Ponto 2:Questiono qual a real preocupação com o cliente por parte desta entidade, uma vez que só após quase 2 anos da detecção do não pagamento das mensalidades é que contactam o mesmo, considerando eu uma falta de decência e honestidade na cobrança destes valores.PS: terei todo o gosto em vos fazer chegar para o vosso email alternativo o contrato em pdf, visto que por esta via apenas são suportados ficheiros até 3MB.
Burla
Exmºs Senhores,Venho por este meio, expor uma situação que ocorreu comigo hoje, e passo a explicar.Eu e o meu noivo estamos à procura de locais para casar, e como tal o site casamentos.pt é o local ideal para procurarmos fornecedores, para podermos começar a organizar o mesmo.Chamou-me particularmente à atenção uma quinta chamada Quinta do David, uma vez que a mesma tinha um bom espaço, uma decoração bonita, e um preço bastante acessível (min 25 euros por pessoa), visto isso, solicitei através do site casamentos.pt informações sobre a quinta, visto existir apenas uma ementa disponível, e um único preço para a mesma.Visto ter alguma urgência na procura de quinta, decidi ligar hoje de manhã, para poder entender melhor os preços por eles praticados, qual não é o meu espanto quando em chamada, a Senhora que me atendeu através do nº 936322518, explica-me que para conhecermos mais pormenores acerca da quinta, teremos que fazer uma visita à mesma, indicando também que não iria enviar os menus através de email, pois não faz parte do procedimento deles.Solicitei portanto, o preço do menú mínimo para confirmar que se tratava do mesmo preço por eles colocado no site casamentos.pt, ao que a Srª me responde que o preço mínimo da ementa de casamentos será de 60 euros por pessoa e o máximo rondará os 80 e poucos, e que a ementa dos 25 euros é apenas para jantares de empresas.A minha questão é: As empresas vão procurar no casamentos.pt fornecedores para jantares de grupo?Claramente que isto é uma falta de respeito pelo consumidor! Obviamente mostrei a minha insatisfação em relação a esta mesma situação, uma vez que os preços (por eles) colocados no site, não são os que efectivamente são por eles praticados, e isto leva-me a pensar até onde é que “exploram” o consumidor?Eu própria posso responder a esta questão! Até onde o consumidor deixar! De acordo com o decreto lei 330/90 , existe uma violação do respeito pelo consumidor nomeadamente em relação ao principio da veracidade, publicidade enganosa, e principio do respeito pelos direitos do consumidor.
comparticipação de ortoteses oculares
A Multicare está a obrigar os seus clientes a adquirir óculos em grupos de óptica. Retirando a liberdade de escolha, ao não permitir o reembolso mediante o envio da factura para os serviços da Multicare.
problema no telhado
nos passados dia03 e 04 de Fevereiro de 2017 devido ao mau tempo que ocorreu aqui nesta zona com chuva e vento forte, ocorreram danos no telhado que originaram infiltrações em certas zonas, do apartamento onde resido, visto ser o ultimo andar, foi informada o responsável do condomínio, que andou a tentar colar as telhas com espuma, foi-lhe questionado se o seguro do condomínio abrange os danos no telhado, não me souberam informar, disseram que já tinham falado com o seguro e que iria ser contactado pelo perito, até a data ninguém me contactou, pergunto eu será que o seguro que andamos a pagar é mesmo para um seguro de condomínio? Desloquei-me ao sotam e visualizei varias telhas estaladas, partidas, plásticos colocados no solo para que a agua não se infiltre.Este é apenas um dos exemplos visto que resido na rua santa Catarina nº10, 6º Esq desde 2011 a campainha já se encontrava avariada, até ao momento nada fizeram, estando eu sempre a fazer pressão junto deles.Há infiltrações na garagem, nada fazem para a resolver, para não falar na areia que se acumula e com as infiltrações torna-se em lama.
Atualização Software
Sou proprietária de um Seat Ibiza 1.2 Diesel, matricula 10-LA-58 de 2010, e venho por este meio expor/impor a resolução da avaria do meu Seat que passo a explicar:Como é do vosso conhecimento, a vossa empresa esta a enviar cartas aos proprietários de carros Seat para se dirigirem a um concessionário a fim de resolverem a situação de emissões de gases, como proprietária de um Seat, recebi a carta e dirigir a um concessionário onde foi feita a atualização do software, esta situação ocorreu no dia 12 de Dezembro de 2016, no concessionário de Vila franca de Xira com o Sr. Vitor Santos.No mesmo dia 15 de Dezembro, quando o fui levantar o carro, notei que o trabalhar do motor estava diferente mas no concessionário disseram-me que era normal.No dia 28 de Dezembro de 2016, quando me deslocava para o trabalho, acendeu a luz do motor no painel, dirigi-me a uma oficina onde foi feito um diagnóstico cujo erro foi precisamente “avaria do sensor de temperatura da reciclagem dos gases”, mais precisamente válvula EGR têm de ser substituída.Como é possível esta situação se fui convocada pela Seat precisamente para fazer uma atualização do software e resolver a emissão de gases? situação que própria empresa Seat assume e que vai resolver a situação sem qualquer encargo para o cliente? Mais uma vez, tive de faltar ao meu trabalho, para me dirigir ao concessionário da Seat de Vila Franca de Xira e solicitar junto do Sr. Vitor Santos uma explicação/resolução desta avaria, a qual me respondeu que a atualização que fizeram nada interfere na avaria apresentada, “avariou porque tinha de avariar”, e se quiser a situação resolvida terá de pagar para substituir a Válvula e pagar todas as despesas.Os valores apresentados em 800 euros.Saliento: “O meu Carro Seat nunca teve qualquer avaria até a data”.Se o carro vem mal programado de origem, responsabilidade da Seat, e a válvula EGR tem influência na emissão de gases, ao fazerem a reprogramação, a válvula avaria, de quem é a responsabilidade? Do Cliente? Ou da própria Seat? que põe um carro em circulação com um sistema que não esta conforme as regras exigidas e que esta a enganar os clientes ao vende-lo?Havendo vários relatos e reclamações no “portal da Queixa” e que é de conhecimento público, não terá a Seat de assumir responsabilidades?A Seat teria obrigação de informar os clientes pormenorizadamente da atualização a fazer e suas consequências, e não o fez, estando agora os clientes com os seus carros avariados, com orçamentos exorbitantes e sem resolução da própria Seat.
Debito em conta indevido - SEPA
Não conheço esta Empresa de lado nenhum e nunca os comprei nada. Não sei como e sem a minha autorização foi-me debitado na minha conta bancária 29,99 € não sei de quê que logicamente revoguei. Passadas duas semanas aconteceu de novo o mesmo débito que foi novamente revogado.
Não comparência da equipa técnica para início e também para fim de contrato
Estou a começar novo contrato numa habitação e ao mesmo tempo a terminar contrato na habitação anterior. No primeiro caso já houve dois agendamentos e a equipa técnica não compareceu em nenhum deles. No caso da habitação da qual vou sair já houve um agendamento e igualmente não compareceram. Depois de vários telefonemas efectuados para a EDP, soube, na EDP Distribuição, que em todos os casos as indicações que têm é que os técnicos não deram com os locais, tendo tentado contactar-me e que eu não atendi. No entanto eu estive sempre nos locais no intervalo de tempo combinado e com o telemóvel ligado, próximo de mim, e os locais têm rede. O meu número de telemóvel foi fornecido em ambas as situações. De agendamento em agendamento não tenho ainda luz na nova casa, e na casa anterior o término do contrato também se vai adiando ad eternum. Consequências: a demora na mudança para a nova casa. A demora na saída definitiva da casa anterior, que já devia ter sido feita (beneficio da bondade da senhoria...). Mais, o imenso tempo perdido, as deslocações com gasto de gasolina, e ainda o facto de estar a pagar renda da nova casa e não poder habita-la, uma vez que ainda não possuo acesso a esse bem absolutamente essencial que é a electricidade.Telefonei algumas vezes para o serviço que mediou o agendamento das visitas técnicas (EDP Comercial), o qual me deu como solução apenas um novo agendamento. Telefonei também algumas vezes para o serviço responsável pela distribuição, a EDP Distribuição. Após alguns telefonemas, alguém me conseguiu dizer qual o motivo invocado pelos técnicos para não acederem aos locais. Após mais telefonemas, alguém me sugeriu, finalmente, e após insistência minha, que fossem incluídas nas próximas ordens de serviço agendadas indicações mais precisas sobre os locais, nomeadamente a inclusão de pontos de referência e também a referência escrita de que os técnicos deviam contactar para o meu número em caso de dúvida na localização. Para cada um dos incumprimentos apresentei reclamação. Fui também à loja EDP local, em que me sugeriram que fizesse uma reclamação por escrito, e assim o fiz também. Alguém da EDP telefonou entretanto para mim, verificou as reclamações que fiz pelo telefone e disse que alguém as considerou resolvidas, logo arquivadas! Disse-me então que ia reportar essa situação (uma vez que as reclamações, obviamente, ainda não tinham sido resolvidas, nem o cliente tinha tido ainda uma resposta oficial às mesmas). Reparei que existe um problema na comunicação e aferição das situações, uma vez que não há qualquer comunicação entre as diferentes secções da EDP e entre estas e as empresas que realizam os serviços técnicos - a não ser por mensagem electrónica formatada. A própria EDP Distribuição (como o próprio nome indica, a parte que distribui energia) não sabe, ou pelo menos não nos transmite, qual a empresa que vai efectuar o serviço! Assim torna-se difícil para o cliente apurar responsabilidades, assim como as reclamações produzirem efeito. Na prática, os técnicos continuam sem aparecer nos locais. Hoje será o 2ºagendamento para o local de término de contrato, veremos se vêm ou não, vou gastar mais 3h30 do meu tempo (incluindo o tempo de deslocação ao local), gasolina e portagens.
Decalaração de rendimentos referentes ao ano de 2015 ERRADA
Em Fevereiro de 2016, recebi da empresa Heading, Recursos Humanos, uma Declaração de Rendimentos do ano de 2015, para efeitos de IRS.Na altura de preencher a declaração de IRS, escolhi a modalidade pré-preenchida e achei muito estranho não aparecer no anexo A quaisquer dados sobre esta empresa....Tive que ser eu a inserir o NIF desta empresa e o valor que me foi declarado na tal declaração de rendimentos.Passado uns dias, recebo um comunicado da Autoridade Tributária a informar que os valores dos rendimentos que indiquei eram divergentes dos valores que a empresa Heading, Recursos Humanos, lhes comunicou (achei estranho, até porque na declaração de IRS pré-preenchida nem aparecia dados deles...). Deram-me a opção de apresentar provas a meu favor e enviei à Autoridade Tributária o comprovativo em PDF da decalração de rendimentos e expliquei que apenas me limitei a introduzir os valores que me foram comunicados.Demorou um mês para obter resposta da Autoridade Tributária, que me comunicou que entrou em contacto com a empresa que lhes forneceu os recibos de vencimento todos e que os valores não coincidiam com os valores que apresentei no meu IRS. PERGUNTO EU: QUAL A RESPONSABILIDADE DE UMA EMPRESA QUE ENVIA UMA DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS ERRADA A UM FUNCIONÁRIO? NÃO APURAM RESPONSABILIDADES?A Autoridade Tributária pediu para entregar declaração de substituição.... Assim o tive que fazer, recorrendo aos meus recibos de vencimento, pois a empresa Heading, Recursos Humanos nunca me enviou a declaração de rendimentos corrigida...!Acontece que com o tempo que esperei por uma resposta, esta declaração de substituição já foi fora do prazo e o Serviço de Finanças informou-me hoje, presencialmente, que irei sofrer uma coima perto de 100€. Também me aconselhou a pedir à entidade patronal satisfações e assumir a responsabilidade dos erros que cometeu. Já entrei em contacto com a entidade patronal que declina quaisquer responsabilidades, inclusivamente afirmando peremptoriamente ao telefone, que a declaração de rendimentos não está errada... Acho inacreditável...
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