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Queimadura após sessão de depilação a laser - Clínica Pêlo da Parede
No mês de Maio de 2017 fui realizar a 8 sessão de depilação a laser na Clínica do Pêlo na Parede.Durante a sessão alertei a Técnica que estava a realizar o tratamento que me tinha queimado na zona genital. A Técnica disse-me que era a sensação normal do laser ao que eu respondi que nas outras sessões nunca tinha sentido algo assim. Passados poucos segundos comecei a sentir um ardor e dor enorme na zona em que me tinha queixado e alertei a técnica, esta disse que poderia ser uma zona com mais pêlo, aplicou biafine e continuou a sessão. Eu confiei nas palavras da técnica e esperei que passasse.A sessão acabou e ao longo desse dia tive dores fortes e ardor na zona em questão, coloquei biafine como foi aconselhado e foi ai que reparei que para além da zona que me doía, tinha a zona genital e das virilhas toda queimada. Dessa forma entrei em contacto com a clínica e depois dirigi-me lá pessoalmente e não me conseguiram explicar o porquê disto ter acontecido.Por causa dessas queimaduras na pele, não consegui ir trabalhar, isto porque trabalho numa piscina e com a pele naquele estado não conseguia andar nem vestir-me, e muito menos poderia entrar dentro de água.Desde o dia da reclamação, a clínica do pêlo não se dignou a dar qualquer tipo de resposta e até hoje estou à espera de um contacto.
Cancelamento do Contrato
Fui contactado por parte da medicare para fazer um plano de saúde. Disseram-me que ia receber um email com a documentação do contrato e em carta para eu assinar. Como não recebi nada decidi cancelar o meu contrato enviando um email no portal da queixa online.Recebi um email por parte da medicare a dizer que os 14 dias já tinha passado e que já nada havia a fazer.Porém eu não quero continuar com este contrato pois fui enganado pela pessoa que me contactou.
Encerramento da conta
No dia 23 de setembro conforme informado pelo gestor da agencia de valongo como estava em matosinhos perguntei se podia encerrar a conta em qualquer agencia. E a resposta foi que sim. Assim o fiz . No balcao paguei liquidei os valores das comissões que cobram com valores de taxas elevadas. Mas para nao querer mais nada com esta instituição a funcionaria disse m os valores e assim o paguei conforme tenho os comprovativos e entreguei os meus cartoes de debito e crédito e assim os papeis do encerramento de conta no qual pedi uma copia para ter em minha posse. Espanto meu recebo duas cartas no dia 16 de dezembro. Mes atual. A dizer que incorro de incumprimento num valor de 15.67 do valor descoberto de conta a ordem e juros moratorios ate a data do pagamento.E que se nao pagar em 5 dias e em portugues de cidadao que se sente a ser burlado por tal situacao. Que metem m em processo judicial. A outra carta informa que a o meu cancelamento de conta so produz efeito apartir do dia 15 de dezembro deste mesmo mes. Ora se cancelei em 23 de setembro de 2016 e paguei tudo que tinha a pagar. Para roubarem dinheiro do meu bolso a pemsar que sou algum animal irracional para nao dizer outra coisa quere literamente roubarem me dinheiro do meu bolso. Isto é a vergonha no pais vivemos. Em conversa com ordens judiciais e direiros do consumidor nao irei pagar nem mais um centimo. Por aqui deixo meu testemunho desta instituição e que procedam a um pedido de desculpas por escrito e que nao devo mais nada desde o dia que encerrei a conta e vejam bem que andam a fazer.
Queixa viatura Volkswagen Scirocco 1.4 Problema Motor
Adquiri em Março de 2010 uma viatura nova, VW Scirocco 1.4 TSI 160cv Sport DSG de matricula 46-JB-86, no stand de vendas Caetano Drive de Gaia. Actualmente a viatura encontra-se com 68.617 kms de estado absolutamente irrepreensível. Uma viatura de passeio, com uma média de 10.000 kms por ano, durante os quais foi feita sempre revisão oficial em oficinas da marca respeitando os respectivos prazos e normas VW. Pouco depois de ter adquirido a viatura, apercebi-me em vários fóruns da especialidade na Internet, que os motores 1.4 TSI 160cv em questão estavam a dar muitos problemas, concretamente Pistão partido, sem qualquer justificação aparente. Preocupado com enorme aumento de casos com este sintoma, dirigi-me à oficina do respectivo stand, no qual fui tranquilizado porque a situação estaria identificada e que seria chamado para uma acção de actualização de software da respectiva centralina. Em 2011 fui assim chamado pela oficina para actualização do respectivo software, o mesmo pode ser comprovado no livro de manutenções da marca. Novamente preocupado, questionei o stand sobre o tempo qual a viatura andou sem a actualização efectuada e os seus possíveis efeitos no futuro podendo causar problemas no motor, no qual recebi novamente a resposta que não haveria qualquer problema nesse sentido.Infelizmente e depois de algum tempo sempre com receio de me acontecer a mim, há cerca de 1 mês atrás, a viatura apresentou sintomas de trabalhar em 3 cilindros, acendendo a luz de motor, tendo sido imediatamente levada à oficina da VW Caetano Drive de Gaia. Realizado o diagnóstico, foi-me comunicado que existia um cilindro com pistão partido. O referido stand apresentou-me assim um orçamento de 3315€ para troca de motor, sendo que a marca oferece 70% do valor do motor novo, ficando a mão de obra a meu cargo a 100% mais os respectivos 30% do motor.Para mim é muito claro que estes motores foram vendidos com defeito e segundo o Dec-Lei 383/89 de 6.11, tenho direito a ser ressarcido por todos os custos desta reparação. O referido Stand/marca VW não reconhece que o motor tem defeito, apesar de já terem substituído centenas deles só em Portugal, e como tal apresentam o referido orçamento.Estes são alguns dos factos em que me baseio para afirmar que o motor tem defeito:- quando questionado qual a razão do Pistão ter partido, foi-me respondido que tal se poderia dever a várias razões como o excesso de gasolina injectada ou má configuração de software do motor, ou seja, tudo razões inimputáveis ao cliente.- o motor colocado na minha viatura será um motor reconstruído pela marca, de um cliente anterior com o mesmo problema, ou seja, a marca VW não reconhece qualquer defeito no motor, mas anda a colocar motores reconstruídos nos clientes com problemas. Sendo que, após a resolução da minha avaria, irão ficar com o meu motor para proceder à sua reconstrução e vendê-lo ao cliente seguinte na mesma situação.- como se explica o elevado número de motores 1.4 TSI 160cv todos com o mesmo sintoma de pistão partido, independentemente do modelo da marca, pois ocorreram casos semelhantes nos modelos Golf, EOS, Passat onde o único ponto comum é o motor. (facilmente se encontram diversos casos pesquisando na internet problemas motor 1.4tsi.- como se explica que apenas os motores vendidos entre 2008 (início da comercialização do mesmo) e 2011 têm dado problemas? Procedeu a VW alguma alteração no fabrico dos mesmos? Terá acção de chamada da actualização do software em 2011 corrigido a situação?- foi questionada a marca VW a razão porque uma simples avaria de um pistão partido necessita de troca de motor integral e não apenas a substituição do pistão partido, na qual foi respondido que poderiam trocar apenas o pistão partido, mas neste caso o motor não teria garantia em caso de novo problema. Ou seja, a única forma de a marca dar garantia no arranjo desta avaria é substituir todo o motor por um reparado, pois sabem que o motor conforme está terá novamente problemas no futuro nos outros pistões que não forem substituídos.- existem já alguns estudos realizados noutros países que comprovam a existência de defeito nestes motores. Não é uma situação isolada em Portugal.- a marca VW aplicou em outros Países a substituição integral do motor sem qualquer custo para seus clientes, reconhecendo assim o defeito no motor naqueles cliente em que ocorreu esta situação.- a própria cortesia da marca em oferecer 70% do valor do motor colocado, indicia que reconhecem que existem problemas com o motor ou de outra forma, teria a marca essa cortesia espontânea?- foi reconhecido ainda pela marca que o valor oferecido (70%) pelo novo motor a colocar, pode variar em função da antiguidade da viatura e kms percorridos, sendo que em alguns clientes foram oferecidos valores de 100% mesmo com viaturas fora do período de garantia. Ora se o motor tem defeito e segundo o decreto lei, os danos estão abrangidos até 10 anos após o produto ser comercializado, estando a minha viatura bem dentro desse limite, a discriminação de valores que a marca faz segundo antiguidade não fazem sentido.Recorrendo a um historial destes motores, relatórios técnicos da avaria dos mesmos, datas cronológicas facilmente se comprova que os motores foram vendidos com defeito. Como tal, e segundo decreto de lei acima, é a minha opinião que não deveria ser imputado qualquer custo à minha pessoa pela reparação desta avaria causada pelo defeito do motor.Informo ainda que autorizei a referida oficina para início da reparação devido apenas ao facto de necessitar da viatura por razões profissionais, visto que a mesma já se encontra parada desde 26 Setembro e por considerar que não posso continuar a ficar impedido de a utilizar até uma decisão final por parte da autoridade competente.
Selo do contador Danificado
Recebi nota por utilização ilícita de energia - Atuação no equipamento de contagem - contador desselado.Não sei de que falam, pelos visto o contador não teria selo. De momento o contador é outro. Se tinha selo ou não, não sei. Há mais de 25 anos que ali moro e o contador está aberto para a escada comum (tem porta que qualquer pessoal pode abrir, assim como todos os outros contadores ali existentes). A EDP quer que eu pague 302.14€ acusando-me de desselar o contado, com base em quê? Ainda no final do ano mudei da EDP universal para a edp comercial. Agora aplicam-me uma coima anual? Uma vez que não fiz nada do que sou acusado, o que tenho de fazer para não pagar o que não fiz, embora a EDP me acuse? (qualquer pessoa o pode ter feito,porque não o técnico que assinou o auto de vistoria ou outra pessoa?)O que me acontece se não pagar este documento que recebi? (A EDP pode acusar e cortar a luz se eu não pagar o que a EDP quer?)
O contencioso da NOS exige pagamento de divida de 2015.
Boa noite. Chamo-me Daniela, e estou aqui para tentar resolver uma divida que o meu companheiro tem.Em 2015, aderimos ao serviço de telecomunicações e tv com a empresa NOS. A pessoa que estava a morar na casa onde o serviço foi instalado deixou de poder pagar pois ficou desempregada. No final, o contrato acabou por ser cancelado por falta de pagamento, não cancelamos antes de isto ter acontecido pois na altura já tinham passado 6 meses, que é o tempo que dápara proceder ao cancelamento de contrato, então a empresa não aceitou o pedido de cancelamento do mesmo. Há cerca de um ano, o contencioso da NOS entrou em contacto, enviando uma carta para casa, a dizer que estávamos quase com uma dívida de 1000€. Parte dela foi causada pelo cancelamento do contrato por falta de pagamento e a outra parte foi pelos serviços que não foram pagos devido à situação de desemprego. Em maio de 2017 foram feitos dois acordos, pagar todos os meses 52€ de uma divida e 48€ da outra, com a duração de mais ou menos um ano.Foi também dito que se uma das dividas não fosse paga ao mesmo tempo, o valor da dívida aumentaria. Atualmente, recebemos mensagens por parte do contencioso da NOS com ameaças de levar o processo a tribunal, pois o contrato não está válido, embora tenha sido feito tudo exatamente como foi combinado com o contencioso (incluíndo envio por correio do contrato de dívida devidamente assinado, posteriormente recebido por mail, só que disseram que não estava autenticado pelo notário, quando não falaram disso, para além de que sóenviaram um dos dois contratos). Em vez de reenviarem o contrato para poder autenticar o documentado, não o enviaram e mais uma vez, chegaram ameaças a avisar que o processo seria enviado a tribunal.Para além de que estamos a pagar a divida desde Maio de 2017, e as ameaças de levar a tribunal continuam. Dito isto tudo, quero referir também que antes de ter este acordo , já tinha feito um anteriormente com a NOS, mas disseram que não tinham provas de pagamento, e que o contrato havia sido cancelado, embora já tivesse sido pago 150€ desse acordo mensal.
Burla
Comprei bilhetes online neste site, de bom aspeto, para o Meo Marés Vivas. Desde logo que reparei em algo estranho: não era possível anular a compra, mas sim colocar os bilhetes comprados à venda para outras pessoas mos comprarem. Decidi investigar sobre o site e suas críticas. Deparei me com comentários positivos falsos e comentários reais em que se queixam do não envio dos bilhetes e burla.
Execução de dívida de condomínio
Sou proprietário da fração L do edifício Torre do Lago, sito na Maia. O apartamento em causa encontra-se alugado desde Fevereiro de 2017 e até então encontrava-se devoluto. Como não residia nesta morada, mantive ao longo do tempo um atraso na regularização nas responsabilidades do condomínio. Em fevereiro/março deste ano acordei com a empresa que gere o condomínio (Excelser) do referido edificio o compromisso de regularizar o montante devido em 4 prestações mensais proximas de 150€. Liquidei as duas primeiras prestações e solicitei á Excelser os respetivos recibos das verbas liquidadas, que nunca o fizeram. Enquanto aguardava pelos recibos para continuar a cumprir com o acordo sou confrontado com um processo de execução em fase de penhora de salários, que transformou uma dívida à volta dos 300€ num valor proximo dos 1250€, contando com os honorários do agente de execução. Transformaram uma dívida num valor 4 x superior de forma ilegítima. Tratou-se de um ato premeditado, de má fé, indigno, doloso e ilegitimo de uma empresa sem escrúpulos, sem principios e que se rege por códigos de conduta sem qualquer tipo de qualificação. Criaram-me um problema grave porque a minha mulher já tem o salário penhorado e os consequentes problemas familiares entre casal que esta situação acarreta. Espero que a empresa assuma o seu comportamento danoso e ilegitimo inerente a esta situação e assuma os custos associados aos danos provocados.
A vizinha de cima tem um cano roto acontece que pinga água em minha casa junto à luz est
Pinga água na minha casa de banho por causa do vizinho de cima estamos fartos de falar com o senhorio mas não há meio de virem arranjar já falei com o vizinho que se recusa arranjar a sua conta diz que se paga a renda ñ têm que fazer arranjos a sua conta
Resolução contrato no período experimental
Venho por este meio e em nome do meu pai, Cesário Marques Caniço, uma vez que sou eu que administro estas questões, fazer a seguinte reclamação:No passado dia 11 de abril de 2017 foi celebrado na residência do meu pai, entre ele e um comercial da NOS, o Sr. Diogo Dias, um contrato de comunicações eletrónicas de TV + Internet + Telefone + Telemóvel (2 cartões), estando eu presente. De acordo com a informação prestada pelo comercial teríamos um período de 14 (catorze) dias para experimentar o serviço, durante o qual poderíamos resolver livremente o contrato e que poderíamos solicitar a recolha dos equipamentos sem qualquer custo. Os equipamentos foram instalados no dia 15 de abril por um técnico da NOS.No dia 21 de abril foi enviada, via CTT, uma carta registada com aviso de receção (em anexo) para a NOS a cancelar o serviço, ou seja, dentro do período experimental. A carta foi rececionada no dia 24 de abril.No dia 9 de maio o meu pai recebeu um telefonema da NOS para aferirem a satisfação com o serviço, tendo sido eu a falar com a funcionária do call center à qual informei que tinha enviado a carta supra indicada. Após verificação a funcionária confirmou a receção da mesma, por outro departamento que ainda não tinha dado seguimento ao processo. Foi-me referido que teria de pagar o valor da ativação/instalação, no montante de 390,00€, e que essa informação estava e passo a citar explícita na lei, nomeadamente nas Condições Gerais e no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro.No dia 16 de maio recebi novo telefonema da NOS onde me foi novamente referido que teria de pagar os 390,00€ e que estava explícito na legislação. Fui questionado, novamente, se queria cancelar o serviço. Indiquei que iria verificar essa situação no diploma legal que me foi referido e solicitei que me ligassem novamente. Tendo enviado a carta a cancelar o serviço, praticamente há um mês, pareceu-me muito estranha a questão se queria ou não cancelar o serviço.No dia 22 de maio recebo novo telefonema da NOS a questionar o porquê de cancelar o serviço e se queria efetivamente cancelá-lo, sendo que, ao cancelar seria automaticamente emitida uma fatura no valor de 390,00€ referente à ativação/instalação. Neste telefonema foi-me dada informação relativamente ao serviço que não me foi transmitida pelo comercial que vendeu o serviço. Quanto à legislação, desta vez a base legal foi uma legislação que saiu em agosto, portanto, uma informação vazia de conteúdo. Ao questionar qual o diploma legal, não me foi dada essa informação porque, segundo a funcionária do call center, a mesma não era do departamento jurídico e que teria de contactar a ANACOM. Neste dia recebi um e-mail da NOS (em anexo) a confirmar que iriam desativar o serviço, referindo que me encontro dentro do período de fidelização até 15-09-2019 o que implica o pagamento de 797,50€. Refere, ainda, que caso não entregue os equipamentos terei de pagar uma penalidade de 150,00€ + 100,00€ (tratam-se de duas boxes). É indicado, ainda, o motivo de não agendamento e passo a citar motivo de não agendamento: cliente não aceita. Esta informação não me foi prestada tendo a funcionária do call center indicado que eu iria receber um telefonema para marcar a recolha do material. O mesmo e-mail indica que a data de fim da faturação é 30-06-2017, o que não compreendo tendo em conta que resolvi o contrato com a carta supra indicada, datada de 21 de abril de 2017. Mais informo, que não me foi referido qualquer valor relativo ao custo da devolução dos equipamentos.
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