Reclamações públicas

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A. C.
28/05/2016

Pedido cobraça factura Goldenery 2015

Em Janeiro 2015 rescindi contrato com a Goldenergy por falta de resposta da parte da empresa às minhas reclamações. Durante meses não enviaram facturas e depois em espaço de 3 meses cobraram 6 meses de facturas por estimativa muito acima do real consumo. Dirigi-me a um representante da marca e paguei as facturas em atraso. Dei a contagem real do meu contador e foi-me dito que iriam fazer acerto na mensalidade seguinte. No mesmo mês mudei de operador e quando recebi a última factura paguei para terminar com o contrato. nunca mais tive notícias da empresa Goldenergy a solicitar qualquer pagamento. Hoje recebo um Mail da empresa Intrum Justitia a solicitar pagamento de 98,20€ respeitando uma factura da Goldenergy. Passados mais de 12 meses e sem ter sequer nada que comprove que fiquei a dever algum montante a empresa Goldenergy não me parece aceitável que uma empresa de cobranças duvidosas me informe por Mail que devo efectuar este pagamento uma vez que o mesmo já prescreveu e esta empresa não tem legitimidade para cobrar qualquer dívida. Solicito ainda que me enviem a factura em causa com as contagens pois não se pede um pagamento sem comprovativo.Lurdes Silva

Encerrada
A. C.
27/05/2016

Crédito recusado após aprovação do mesmo via telefone

Reclamo porque me informaram que um crédito tinha sido aprovado, dando indicações para fazer um pagamento no valor de 95,30€. Posteriormente informam que o mesmo foi recusado. Apresentam o contrato só depois de fazermos a transferência e só nesta fase temos informação de que não fazem a devolução do valor em caso de recusa do mesmo. Para resolver o problema pedimos a devolução do dinheiro uma vez que fomos enganados.

Encerrada
A. C.
25/05/2016

Web Check-in

Tentei efectuar web check-in no portal da SATA, companhia onde comprei o bilhete. Imediatamente fui remetido para check-in da TAP onde consta a informação ATENÇÃO: Nenhuma das viagens recuperadas está disponível contacte um agente no aeroporto. Deste modo sinto-me enganado pela opção web check-in no portal da Sata não compreendendo depois de telefonemas para o 707 da TAP pagos por mim para resolver um problema cuja responsabilidade não me compete. Foi-me informado depois de longa espera que teria de fazer o check-in no aeroporto! Considero desta maneira publicidade enganosa dada ao comprador que tenta evitar filas de espera optando por um serviço com check-in na web, assim como um roubo ao consumidor que ao tentar solucionar um problema alheio à sua vontade ainda tem que pagar do seu bolso para contactar números duvidosos.

Resolvida

Exigência de prestação de caução para entrega de viatura de substituição

Sou tomador do Seguro automóvel apólice nº 753305806 e proprietária dos dois veículos automóveis ligeiros de passageiros nela seguros. No passado dia 20 de Maio de 2016 (sexta-feira), pelas 16:00 horas (+-) a viatura de matrícula 94-RA-98, marca Renault e modelo Grand Scénic 1.6 DCI sofreu uma avaria, tendo ficado, em consequência, imobilizada e sem possibilidade de continuar a marcha (não houve qualquer acidente). A referida viatura estava emprestada ao meu filho que tinha ido buscar à escola os seus dois filhos. Tendo sido contactada pelo meu filho a propósito da situação em que se encontrava, por indicação minha, ele telefonou para o número de telefone de apoio e pediu um reboque para remover o veículo para uma oficina Renault e solicitou que lhe fosse disponibilizada uma viatura de substituição. Refiro que não accionei o plano auto-estima pois a viatura encontra-se no período de garantia de um ano que foi dado pelo Stand que o vendeu e que, de acordo com instruções do referido stand a viatura teria que ser deslocada para o concessionário Renault que me foi indicado ou, se eu a mandasse para outra oficina perderia a garantia, ou ela não funcionaria. O reboque foi fornecido e a viatura transportada para o local que lhe foi indicado e foi dito ao meu filho para se deslocar à Av. António Augusto Aguiar à EuropeCar (salvo erro) para aí levantar a viatura de substituição. Quando lá chegou de táxi, foi-lhe dito que antes da meia-noite não teriam possibilidade de lhe fornecer qualquer viatura e que, mesmo assim ele teria que proceder ao depósito de uma caução de 70€ para garantir o pagamento do combustível existente no depósito da viatura essa caução poderia ser prestada ou com recurso a um cartão de crédito ou ao depósito da verba exigida que seria, eventualmente, devolvida quando a viatura fosse entregue. Face ao insólito da situação que nunca antes aconteceu, contactei a mediadora do Seguro pedindo a sua intervenção pois o plano que contratei com a Fidelidade garante-me a assistência em viagem sem franquia e viatura de substituição também sem franquia, mais, inclui todas as protecções e todos os riscos possíveis. Acrescento que nunca em toda a minha vida como proprietária de viaturas (já há mais de 40 anos ) me foi exigida qualquer verba ou qualquer caução sempre que tive que recorrer ao veículo de substituição. Acresce que não tenho cartão de crédito, nem tal me pode ser exigido, e não tenho - nem eu nem o meu filho - disponibilidade financeira - para entregar 70 Euros (ou qualquer outra verba) durante, não sei quanto tempo, pois tal dependerá do tempo que demorar a reparação da viatura, sendo, no máximo 30 dias, conforme contrato com Fidelidade. A mediadora, segundo me relatou, tentou por todos os meios contornar a situação mas foi-lhe sempre dito que se trata de uma exigência da empresa de Rent-a-Car a que a Fidelidade é alheia e nada pode fazer relativamente a tal exigência. Decidi então eu telefonar para a Fidelidade, o que fiz pelas 20:00 do mesmo dia 20 de Maio (sexta-feira), tendo ligado para o nº 214405008 de onde me atendeu a Srª D. Inês Rangel a quem expliquei o sucedido e esclareci que estava fora de causa o depósito fosse de que quantia fosse para me ser entregue o veículo de substituição pois o mesmo consta das coberturas contratadas, não obriga a qualquer franquia e nada existe nas condições particulares que faça depender a entrega da viatura de qualquer relação comercial minha (mediante pagamento, depósito ou prestação de caução ) com qualquer empresa de Rent-a-Car contratada pela Fidelidade para lhe prestar o serviço que me foi, por esta, vendido. A referida senhora foi extremamente cortês e pediu-me para desligar pois iria ser contactada, no prazo máximo de duas horas, pelo serviço encarregue da atribuição de viaturas. Fui efectivamente contactada pelo Sr. Carlos Barradas da Fidelidade Assistance, que primeiro me foi dizendo que a Assistência em Viagem estava sujeita a uma franquia de 250€, o que de imediato refutei, lamentando que estando eu perfeitamente identificada e podendo o referido senhor consultar as condições do meu seguro, estivesse a tentar confundir-me com jogos inúteis de palavras pois, bastaria ler para ver que não tenho qualquer franquia. Relativamente à viatura de substituição explicou-me que a Fidelidade não dispõe de frota e por isso tem que recorrer aos serviços das empresas de Rent-a-car, limitando-se a sua intervenção a pagar a reserva da viatura mas não se responsabilizando pelas exigências que são feitas pelas referidas empresas, nem podendo interferir nelas. Expliquei ao Senhor Carlos Barradas que o meu contrato foi firmado com a Fidelidade e não com qualquer empresa de Rent-a-car e que não tenho absolutamente nada a ver com os contratos de prestação de serviços subscritos pela Fidelidade seja com quem for. Mais, referi que se as referidas empresas estão a exigir aos clientes da Fidelidade a prestação de cauções tal se deve ao facto de a Fidelidade não ter salvaguardado a posição dos seus clientes, permitindo as exigências que estão a ser feitas aos seus clientes. Face à minha recusa de depositar dinheiro para receber o carro foi-me dito que então não podia receber o veículo de substituição, o que efectivamente aconteceu, estando neste momento sem carro. Ou seja, contratei com a Fidelidade coberturas que estou a pagar e que me não são prestadas, sendo, neste caso, em meu entender, o referido contrato, pelo menos, no que à viatura de substituição se refere, nulo e de nenhum efeito.Porque a disponibilidade de um veículo é vital tive que pedir a um amigo o empréstimo de uma viatura , o que me obrigou a deslocar-me à Arruda dos Vinhos, depois de voltas para recolher o meu filho com prejuízo da minha vida particular e a gastar dinheiro em portagens e combustível, para além dos táxis que o meu filho teve que utilizar e de que, por desconhecimento, não guardou os recibos.

Encerrada
A. C.
23/05/2016

Serviço de Gartroenterologia

Tinha marcada uma endoscopia alta com biopsia para dia 11 de abril de 2016. Dois dias antes do exame fui contatada pela secretaria informando-me que o exame tinha sido adiado para outra data breve. Como nunca mais recebia um telefonema ou carta com a nova marcação e tinha consulta agendada para 2 de junho, telefonei várias vezes para a secretaria do referido serviço e sempre a mesma resposta, está para breve a marcação. Novo telefonema na semana passada com ameaça de reclamação por escrito, e assim foi remarcado o exame para hoje. Relembrei a secretaria que teria que haver coordenação com o Instituto Ricardo Jorge por duas vezes e obtive como respostajá está tudo tratado, não de preocupe.Hoje desloquei-me ao Hospital e quando fui chamada para realizar o exame disseram-me que o mesmo não poderia ser feito porque nada estava acordado com o Instituto Ricardo Jorge e que ainda não tinham o termo de responsabilidade. Este foi o resultado: desloquei-me ao Hospital perdendo 1 dia de trabalho, assim como o meu marido, percorri 40 Km para nada devido à incompetência do pessoal da secretaria que não fez o que lhe competia, perdi também a consulta de Gastroenterologia (nova vaga dentro de vários meses) com consequências imprevisíveis porque os resultados do exame demoram 2 a 3 semanas. Pedi o livro de reclamações disseram-me que teria que me deslocar às urgências, porque é que o livro não está disponível no edifício onde se faz a marcação das consultas? Que serviço de saúde oferece este Hospital?

Encerrada

Painel solar térmico furou após deficiente manutenção do fornecedor

Venho por este meio apresentar queixa contra a empresa Digal, S.A. (www.digal.pt), empresa que me vendeu o painel solar térmico SolaHart 181kj no âmbito do programa de governo, em 29-09-2009.Comprei um painel solar para aquecimento da água, no âmbito do programa do Governo que dava garantia de 6 anos e que tinha 6 anos de manutenção incluída, 1 vez por ano.No passado mês de abril apercebi-me que o depósito de água estava furado e a verter água. Só me apercebi em Abril porque foi quando começou a vir o sol e só aí me apercebi que estava a cair água do telhado.Fui inspecionar o painel e verifiquei que tinha no depósito ferrugem com aspecto de já ter pelo menos meses.Contatei um técnico que fosse averiguar e também ele me indicou que pelo menos, dentro do período da garantia, já se deveriam ter apercebido que algo não estava bem.Contatei a Digal S.A., responsável pela garantia e pela gestão das manutenções acerca de qual a posição dela relativamente a este assunto, tendo em conta que das 6 manutenções contratualmente obrigada a fazer, fez apenas 4. Indicou-me que nada iria fazer, que o produto já não tinha garantia (expirou em 29-09-2015).Uma vez que não cumpriram o contrato (o contrato indica inclusivamente que se as manutenções não fossem feitas eu poderia perder a garantia, sendo que nunca me opus a fazerem a manutenção e cheguei a ser eu a lembrar que a deveriam vir fazer), entendo que tenho direito a ter o painel reparado.Envio-vos esta reclamação no sentido de intercederem junto da empresa indicada, usando dos vossos poderes alertando essa empresa uma vez que não cumpriram o contrato.

Encerrada
C. R.
17/05/2016

Pedido Declaração para levantamento período de carência

Pedi a anulação do seguro de saúde das minhas filhas à data de 1 Maio 2016 e pedi nessa altura uma declaração que indicasse as coberturas e capitais da apólice de ambas, bem como a data de anulação do seguro para que a multicare aceitasse o levantamento do período de carência. O primeiro pedido foi feito a 20 Abr via telefone e por escrito a 23 Abr. Até à data, enviaram-me os termos e condições, que já informei que não são suficientes, bem como o meu pedido de anulação, em vez de um comprovativo de anulação. O GNB seguros não responde aos meus pedidos incessantes e urgentes relatiovamente a esta situação e neste momento já estou com despesas dispendiosas e as minhas filhas continuam sem o período de carência levantado, por causa de uma declaração que não acedem a passar com a informação que solicitei em diversas situações. Neste momento, as minhas filhas estão a ser prejudicadas por não lhes poder prestar o melhor serviço de saúde possível, razão pela qual as coloquei num seguro de saúde.O call center que deveria dar seguimento aos assuntos solicitados, não resolve nada, nem parece dar seguimento aos pedidos.

Encerrada

Resposta tardia às solicitações

Venho por este meio mostrar a insatisfação e apurar os responsáveis pelos seguintes acontecimentos que aconteceram no Serviço Educativo do Museu Municipal Santos Rocha da Figueira da Foz, sendo a responsável por este serviço a Dr.ª Virgínia Espadinha e a Dr.ª Margarida Perrolas. Entre dezembro de 2015 e março de 2016 desenvolvi alguns trabalhos para o Serviço Educativo do Museu Municipal da Figueira da Foz, mais propriamente na lecionação de um curso de introdução à língua chinesa, e nessa altura deparei-me com estas situações: 1.Resposta tardia de autorização para o desenvolvimento de atividades no Museu da Figueira da Foz, a exemplo, enviei a proposta de um curso de introdução à língua chinesa para começar no dia 21 de outubro de 2015, no dia 27 de agosto de 2015 tive cerca de 3 meses à espera para que pudesse ser autorização e entretanto, não sei o que se passou durante esses 3 meses, pois o feedback da instituição era o mesmo e quase nenhum e, claro 3 meses sem trabalhar e como todos os cidadãos, tenho contas a pagar, embora esteja em casa da minha mãe, não pago a totalidade das despesas, mas com a reforma da minha mãe e o dinheiro que ganho por pontuais trabalhos não chega, às vezes não há muita comida na mesa e a minha mãe é diabeta e precisa de ter uma alimentação variada... 2.Outra situação foi o envio da proposta de um workshop de língua chinesa a ser realizados nos dias 4 e 11 de junho, enviada no dia 30 de março e informação foi enviada para o vereador da cultura no dia 28 de abril, entretanto, não sei o que se passou, pois só um mês depois é que a Dr.ª Virginia Espadinha elaboram a informação para que seja autorizado... Por fim, estava a espera da indicação para a continuação do curso de chinês, informação essa que pedi no dia 14 de março para ver se tinha autorização ou não da instituição. Porém, quando enviei um pedido de esclarecimentos para a Câmara Municipal (no dia 27 de abril) e para a Dr.ª Margarida Perrolas (no dia 5 de maio) é que me disseram que afinal não podia realizar estas atividades pois nos meses de maio e junho havia outras atividades e algum do pessoal ia para férias não tendo niguém para assegurar o fecho do museu às horas em que se realizaria essas atividades, tendo a Dr.ª Virginia Espadinha me dito por telefone, antes de saber das reclamações, que poderia realizá-las pois não havia qualquer problema, só estava à epera do despacho superior e inclusive já tinha dado ordens para fazer o cartaz de divulgação do workshop, pois quando chega-se a autorização, a atividade era logo divulgada. Sinto que é má vontade deles, parece que não se pode chamar ninguém às suas responsabilidades...Além disso, estas situações trouxeram-me também um grande transtorno a nível familiar. A minha mãe ao saber desta situação e ver que estava em casa sem trabalho, tive mais uma crise de depressão ( a minha mãe sofre depressão e anda a ser acompanhada no hospital da Figueira da Foz e toma medicação) e no dia 10 de maio, tive ir com ela de urgência ao hospital, pois esta situação trouxe-lhe sofrimento e, honestamente, nunca a vi tão aflita...Claro que reportei este facto à Dr.ª Virgínia Espadinha, mas mostrou-se insensivel por este facto.2.A falta de condições para a realização de formações na Sala do Serviço Educativo. Na minha opinião, esta sala carece que condições para a realização de formações quer do chinês, quer de outra natureza. O data show existente tem alguns problemas e por vezes não funciona, o que durante as minhas aulas trouxe alguns problemas, pois sem projeção das matérias é muito difícil para os alunos seguirem as aulas e, além disso, não há nenhum quadro onde pudesse escrever ( em tempos houve um quadro improvisado, mas era muito difícil escrever nele, ora o quadro caia, ora eu tinha que estar abaixado para escrever, porque este era muito baixo). Além disso, também não há computador, tive que trazer o meu de casa, o que me trouxe alguns dissabores, por exemplo, no dia 23 de março, no final da aula, quando retirei o meu computador do datashow , o ecrã do meu computador ficou preto e tive que o mandar arranjar (o arranjo foi de 85 euros) e esta situação trouxe-me alguns dias (talvez uma semana) sem puder trabalhar, pois pois o meu computador é a minha ferramenta para eu procurar trabalhos. Outro acontecimento relacionados com os equipamentos, foi o seguinte, no dia 30 de março, quando cheguei ao museu para dar a aula não havia datashow ( e este já estava reservado para a minha aula), nem papel para o quadro improvisado e não tinham ligado o aquecedor (pois aquela sala é muito fria...). Quando vi que a sala não tinha datashow dirigi-me à empregada que me disse que o datashow estava na câmara (eu não me importo que ele estivesse na câmara, porque à falta de equipamentos, mas gostaria que me comunicassem com antecedência que nessa aula não haveria datashow, para que pudesse organizar a aula de outra maneira.)Sobre estes acontecimentos, a Dr.ª Virginia Espadinha não prestou qualquer esclarecimentos e nem um pedido de desculpa (eu não quero eles me paguem o arranjo do computador, mas sim um pedido de desculpas e que dignifiquem o meu trabalho.)3.Por vezes é me difícil tirar e ligar o datashow ao computador e às vezes tenho que trazer as mesas de apoio de um lado para o outro , pois não tenho muita força (tenho uma deficiência num braço e numa perna e também sofro de doença de Ménière o que condiciona a minha mobilidade). A esta situação, também não me foi prestado esclarecimento. Parece que é o meu dever fazer estas coisas e sem força física...4.No dia 11 de fevereiro de 2016, realizei um workshop gratuito para este serviço e como foi gratuito, ofereceram-me o transporte, que agradeço muito, contudo era para me virem buscar nesse dia às 14:30, pois o workshop era às 15:00, mas só chegaram a minha casa por volta das 14:50. Assim só lá cheguei às 15:00 ou 15:05 e as pessoas já lá estavam à minha espera, o que na minha opinião isto não pode ser, pois dá uma má imagem do formador que chega atrasado e a culpa não é a minha.

Encerrada
E. S.
13/05/2016

COLCHÃO PIKOLIN QUE AFUNDA E DÁ DOR DE COSTAS PERMANENTES

Dia 27/10/2015 comprei um colchão de marca PIKOLIN na empresa MARPEL na loja abaixo indicada:MARGARIDA JULIETA & NETO, LDAPRAÇA DA REPÚBLICA, 654050-496 PORTOTel./Fax.: 229730060Website: www.marpelmoveis.com.ptContribuinte N.o 505 373 408O dito colchão (modelo COLCHÃO GLORY CP 16272 140 X 190), assim que começou a ser utilizado, afundava dando dores de costas permanentes e fazendo cova, apesar de eu o virar na horizontal e vertical várias vezes.Tendo reclamado da situação vieram uns técnicos lá a casa, identificando-se como pertencendo à PIKOLIN, que fizeram umas medições e foram-se embora. Passados alguns dias ligaram a dizer que era normal o colchão afundar um bocado e que o problema era do estrado! Coloquei o colchão no chão e não teve qualquer alteração (continuou a afundar e fazer cova), comprovando que o problema era do colchão (como era óbvio). Nunca recebi sequer uma resposta por escrito. Esta situação traz-me dores de costas constantes e impede que durma com outra pessoa (apesar de o colchão ser de casal), pois uma pessoa já dorme lá mal, duas pessoas é de todo impossível.

Encerrada
A. C.
12/05/2016

Problema com pedido de reembolso por impedimento de viajar (gravidez de alto risco)

No dia 6 de Maio telefonei para o contact center da TAP, solicitando informação de como poderia proceder ao pedido de reembolso e cancelamento para a viagem a realizar entre os dias 15 e 18 de Junho 2016, Lisboa-Amesterdão, ida e volta, considerando a proibição médica de viajar devido à minha gravidez de alto risco. Informaram-me que deveria tratar da situação por email e enviar a declaração médica pelo mesmo meio, comprovando a situação, o que fiz no dia 10 de Maio. Obtive uma reposta incompreensível, dado que não respondia à minha questão, onde se mencionava que não poderia alterar a viagem sem o pagamento da taxa de remarcação (remarcação que eu não solicitava). Mencionava também o email que atendendo à dificuldade da TAP em fornecer este tipo de informação por email, solicitavam que contactasse novamente a linha telefónica. Assim, contactei o serviço de apoio, no dia 12 de maio, sendo informada que a TAP não reembolsa viagens por condições médicas, excepto em casos de doença oncológica grave ou em caso de internamento médico no mesmo dia da viagem. Acrescentaram também que, no meu caso, apenas as taxas aeroportuárias podem ser devolvidas, não conseguindo no entanto responder de que valor estávamos a falar e remetendo-me para um outro email que me poderia responder a esta questão. Perguntei também se era possível obter um vale no valor da viagem, a utilizar em ocasiões futuras, mas não existe essa possibilidade. Solicitei que toda a informação fornecida na chamada (incluindo a recusa do reembolso, dada a minha situação médica) fosse fornecida pela mesma via (email) através da qual efectuei o pedido de reembolso, mas enviaram-me um email informando apenas qual o contacto electrónico para o qual poderia questionar qual o valor das taxas aeroportuárias. Não resulta claro se é possível a empresa seleccionar condições médicas específicas para reembolsos em desfavor de outras, dado que se mantém o impedimento de voar. Não resulta também claro o porquê da recusa da companhia em enviar esta informação por escrito. No site da TAP (http://reembolsos.flytap.com/RefundsWAR/site/refunds_faqs/refunds_faqs_pt.html) informa-se que as condições para solicitar reembolso são: Que a compra tenho sido feita através de um dos canais de venda da TAP (Call Centre, Balcões ou Flytap)Que a venda tenha sido feita na Europa (apenas para países com moeda de emissão Euro)Que o bilhete tenha sido comprado há mais de 48 horas e há menos de 1 ano, não se solicitando quaisquer condições médicas, específicas ou não, contemplando-se apenas que o bilhete tenha sido adquirido num dos canais de venda há menos de um ano e há mais de 48 horas, o que efectivamente é o caso. Sobre o reembolso de taxas menciona-se apenas que Apenas são reembolsados online os bilhetes de avião. Para outros pedidos de reembolso deverá contactar o Call Centre da TAP.

Encerrada

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