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Desalfandegamento
Exmos. senhores, venho por este meio reclamar da falta de transparência, atualização e respeito pelo cliente por parte da FedEx Portugal. Como tal, irei separar isto por pontos. 1. O e-mail para recolha de informação para desalfandegamento utiliza uma estruturação gramatical confusa. A falta de semântica gera uma falta de transparência sobre a que e-mail enviar as informações. Para além disso, foram dadas apenas 22 horas para enviar a informação até que me enviaram uma notificação de que a encomenda seria devolvida. 2. A aplicação e o website encontram-se com informação em falta. Na aplicação não é possível aceder a alguma informação disponível em site para computador, e o website para computador tem páginas em falta, aparecendo erros a nível do php da página. 3. Ninguém atende a linha telefónica. Apenas se consegue atendimento por uma inteligência artificial antes de se ficar à espera por minutos sem fim, intercalados pela voz de IA a dizer que será atendido assim que possível, até dizer que demorou demasiado tempo e o melhor será desligar. Não irei acusar a empresa, mas o melhor seria corrigir estes problemas antes que acusações mais graves sejam feitas contra os seus serviços. Cumprimentos.
Falha no Reembolso
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Snucker Home, relativa à encomenda n.º 115336, efetuada no dia 5 de novembro, referente ao produto Topper HORTELÃ em penas e penugem, pelo valor de 73,39 €. Após receção e utilização inicial do produto, constatei que o mesmo não apresentava a qualidade esperada nem correspondia ao anunciado, uma vez que não retomava a forma original após alguém se sentar ou deitar sobre ele. Contactei a empresa por e-mail e WhatsApp a manifestar a minha insatisfação e a intenção de proceder à devolução. Posteriormente, fui contactada telefonicamente, tendo-me sido indicado que a situação era estranha e que o produto poderia apresentar defeito, sendo-me sugerida a troca por outro topper diferente, em vez da substituição por um igual sem defeito. Questionei essa decisão, bem como o facto de o segundo topper ter um valor cerca de 20 € inferior ao inicialmente adquirido, tendo obtido como resposta que “também eram só 20 €”, embora me tenha sido garantido que a diferença seria devolvida após a troca. No entanto, quando o segundo topper foi entregue, verifiquei que a sua qualidade era ainda pior, praticamente sem enchimento e sem condições de uso, motivo pelo qual nem cheguei a utilizá-lo. Informei de imediato a empresa de que pretendia devolver ambos os produtos e solicitei o reembolso total do valor pago. A empresa marcou uma recolha sem qualquer confirmação ou resposta prévia e, desde então, tem vindo a adiar o reembolso, não atende chamadas nem responde às mensagens enviadas, mantendo-se em incumprimento dos seus deveres para com o consumidor. Face ao exposto, considero que a empresa está a adotar práticas lesivas dos meus direitos enquanto consumidora, motivo pelo qual apresento a presente reclamação e solicito a devolução imediata do montante pago.
Recusa de acionamento de garantia automóvel - SNG
Adquiri em setembro de 2025 uma viatura BMW 330e usada, com cerca de 165000 km, atualmente com cerca de 178000 km, a um stand Flexicar, tendo sido contratada garantia com a SNG – Garantia e Assistência Automóvel S.A. Após cerca de 4 meses surgiu avaria relacionada com baterias e velas de ignição. A cobertura foi recusada com base em alegada peça de desgaste e incumprimento de manutenção, apesar de não me ter sido entregue qualquer comprovativo da revisão efetuada antes da entrega da viatura, nem me ter sido explicada de forma clara e escrita a obrigação de revisões obrigatórias de 10000 em 10000 km. O contrato de garantia apenas refere a obrigação genérica de cumprir manutenção e conservar faturas, não mencionando perda automática da garantia nestes termos. Para evitar perder a garantia, fui pressionado a autorizar reparação e revisão por minha conta em oficina indicada pelo stand e pela SNG. Até ao momento não me foi apresentado qualquer relatório técnico que demonstre que a avaria resulte de desgaste normal ou de incumprimento imputável ao consumidor. Solicito apoio da DECO para reapreciação do processo, reposição dos meus direitos enquanto consumidor e eventual reembolso dos valores suportados.
Falta de PIN cacifo Locky
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa a uma encomenda enviada pela remetente, com origem no Porto e destino ao cacifo Locker do Continente de Quarteira. Segundo a informação disponibilizada, a encomenda foi dada como entregue no dia 10/12. No entanto, não recebi qualquer PIN necessário para o levantamento da mesma. De imediato, contactei a linha de apoio através do número 210 471 616, tendo-me sido informado que o meu número de telemóvel se encontrava incorreto. Solicitei a correção dos dados e foi-me garantido que o PIN seria enviado, o que não aconteceu. No dia 12/12, voltei a contactar a linha de apoio e fui informada de que a encomenda não se encontrava no cacifo e que nunca lá esteve, tratando-se de um alegado erro de sistema. Foi-me então dito que a encomenda seria entregue nesse mesmo dia. Confirmei novamente todos os meus dados, tendo-me sido assegurado que estavam corretos. Apesar de a encomenda constar como entregue no dia 12/12, mais uma vez não recebi qualquer PIN. No dia 15/12, efetuei novo contacto, sendo-me dito apenas que deveria aguardar, pois o PIN já teria sido enviado. Tal como nas ocasiões anteriores, o PIN não foi recebido. No dia 18/12, voltei a ligar para a linha de apoio, tendo sido informada de que seria feito um pedido urgente de envio do PIN, uma vez que o prazo para levantamento da encomenda no locker estava a terminar. Foi-me igualmente dito que o prazo seria estendido. Esta chamada ocorreu por volta das 12:00, e, finalmente, recebi o PIN tanto por SMS como por e-mail. Contudo, ao deslocar-me ao Continente de Quarteira para levantar a encomenda, fui informada de que a mesma já tinha sido retirada do cacifo. Ao contactar novamente o apoio ao cliente, foi-me comunicado que a encomenda teria sido retirada às 14:00 e que se encontrava em processo de devolução ao remetente. Perante esta situação, considero inaceitável todo o transtorno causado, após inúmeras tentativas de contacto, informações contraditórias e falhas evidentes no sistema e no serviço prestado. Uma das justificações apresentadas foi, inclusivamente, que o sistema não indicava que a encomenda se encontrava no locker, razão pela qual não teria sido enviado o PIN atempadamente. Assim, solicito esclarecimentos urgentes sobre quem irá assumir os custos de um novo envio para o Algarve, uma vez que a situação em causa não resultou de qualquer falha da minha parte, mas sim de erros sucessivos no vosso serviço. Aguardo uma resposta célere e a resolução adequada desta situação
Encomenda excedeu o tempo de entrega
Bom dia, A encomenda com o rastreio indicado no numero de cliente está no vosso armazem de Lisboa para ser entregue desde o dia 9/12 e até a data não foi colocada em distribuição. Já fiz várias tentativas de esclarecer o que se passa e não obtive nenhuma data de entrega, mas apenas desculpas referindo o volume. Mesmo com volume alto não se justifica terem uma data de entregua, nem mesmo estar mais de 10 dias para ser entregue localmente, sendo que eu estou a apenas 15km do vosso armazem. Neste momento a encomenda desde que saiu da origem (dia 24/11) passou quase um mes. A mesma foi adquirida para ser oferecida no Natal, sendo que o vosso serviço indicava inicialmente entrega em casa dia 5/12... Lamentar que uma empresa de entregas internacionais tenha um serviço precário e sem respostas adquadas aos clientes.
Motorista TVDE: conduta inqualificável
Bom dia! Venho relatar um incidente infeliz com um motorista TVDE, ocorrido hoje, dia 18 de dezembro de 2025, entre as 9h e as 9h15, entre Sete Rios e a Av. José Malhoa, em Lisboa. Eu não me encontrava na viatura TVDE, mas na minha viatura particular, a caminho do meu local de trabalho, e estava a passar, como faço todos os dias, em Sete Rios, quando um condutor TVDE num DACIA branco, com matrícula BC-70-CE, buzinou fortemente atrás de mim para eu andar mais depressa, assim que caiu o sinal verde. Eu não podia avançar depressa por ter viaturas à minha frente, mas o dito condutor mudou de faixa e mais à frente guinou intencional e subitamente à minha frente, forçando-me a travar repentinamente, evitando eu uma colisão com essa viatura. Buzinei para chamar a atenção, mas o condutor agravou a sua conduta perigosa e inqualificável, quando estávamos a virar nas Torres Gémeas para a Av. José Malhoa. Aí, ziguezagueou perigosamente entre as faixas da esquerda e da direita, sem nunca ter feito o pisca para nenhum dos lados. E quando passou por mim, percebi que estava sozinho na viatura e esbracejava energicamente com os olhos esbugalhados de raiva. Verifiquei que manteve esse modo de condução ao longo de toda a Av. José Malhoa, à minha frente, tendo-o perdido de vista, felizmente, porque abrandei prudentemente a velocidade logo no início da avenida e porque ele virou para a R. Dr. Júlio Dantas, que vai dar à clínica dos SAMS, e eu continuei em frente na R. Ramalho Ortigão. Ressalvo que sou condutora cuidadosa, desde 1990 (há 35 anos), sem sinistros, e também utilizadora dos serviços TVDE, por isso, alerto para a perigosidade deste motorista que certamente trabalha para a Uber e a Bolt, pelo que peço que ele seja rapidamente localizado, sinalizado e castigado, pois colocou em perigo todos os condutores que circulavam no percurso que indiquei, e, como tal, não tem perfil para ter nas mãos as vidas de pessoas- quer passageiros, quer condutores. Excedeu os limites de velocidade, não fez pisca quando mudava de direção e ainda me insultou com gestos. Nem quero sequer imaginar que, um dia, numa viatura TVDE, teria de encarar tal indivíduo. Não testemunhei nenhum acidente, porque eu e outros condutores adotámos uma condução defensiva e cautelosa para evitar colisões. Peço receção a esta mensagem e desejo não ter de utilizar outras instâncias legais para penalizar este condutor. Se a polícia se encontrasse no local, este condutor teria sido multado, a ponto de lhe ser apreendida a carta de condução. Apelo para que seja dada formação rigorosa e devida a todos os condutores TVDE. Melhores cumprimentos, Conceição Garvão
Injustiça acidente de viação
Exmos. Senhores. Venho por este meio expressar uma reclamação contra a minha entidade seguradora. fui vitima de um acidente de viação, simplesmente não bati em ninguém, fui batido, facto. infelizmente as entidades seguradoras de ambos os envolvidos são senão a mesma. e sem defender os meus interesses e ignorando os meus apelos e expressões de NÃO culpa no mesmo decidirem atribuir as culpa numa de 50% 50%. os elementos apresentados pelas entidades competentes, nomeadamente GNR estão completamente incorretas e comprovei senão o mesmo e tenho senão provas do mesmo. e estão a alegar que não tomei devidas precauções para evitar o acidente. o que é incorreto. Tenho o relatório da GNR mas o ficheiro excede o tamanho permitido de envio. Sem outro assunto de momento a tratar e com os melhores cumprimentos Frank Corlett
Encomenda não recebida
Venho , por este meio fazer mais uma reclamação , estou à espera da encomenda já a duas semanas , das quais a datas vai se alterando todos os dias . Fiz a encomenda no dia 2 de dezembro , a data prevista era dia 12 , a encomenda já se encontra em Portugal mais propriamente nos armazéns da Maia , , no dia 17 já depois de várias tentativas ao ligar com a empresa em questão , ouve um senhor , que parou a frente dó estabelecimento tirou uma fotografia , e foi embora , não ligou e nem sequer bateu a porta , quando foi a verificar era um funcionário da fadex , que diz ter tentado entregar a encomenda , mas não é verdade , já liguei várias vezes para eles , pa central da qual dizem que não podem fazer nada e que tenho que reclamar com a empresa onde comprei o conteúdo da encomenda , e para além de não ser profissionais ainda são mal educados , hoje dia 19 é a minha encomenda ainda está parada nos armazéns . Esta empresa é muita falta de profissionalismo .
Encomenda não recebida
Bom dia, No dia 14/12/2025 realizei uma encomenda na Worten de um frigorífico para o dia 17/12/2025 - porque sabia que neste dia me era possível estar em casa para receber - qual não é o meu espanto quando o entregador da empresa TTM me diz que o frigorífico não cabe e, como é no 6o andar têm de remarcar para irem 4 pessoas. Paguei 10e de entrega, a morada já dizia que era no 6o andar por isso não era novidade e deveriam ter ido preparados para isso e, hoje dia 19/12/2025 continuo sem frigorífico, a worten diz que é com esta transportadora que eu não consigo contactar nem a empresa mãe RHENUS.
Publicidade enganosa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à forma como é publicitado o prémio principal da Lotaria Clássica de Natal. Embora a publicidade mencione, através de um asterisco, que o valor divulgado corresponde à soma total das frações, tal nota surge com reduzida visibilidade e não permite ao consumidor perceber de forma imediata como se chega ao montante anunciado. O destaque visual continua a incidir essencialmente sobre o prémio total, enquanto permanece pouco claro qual o valor efetivamente atribuível a uma fração individual — que é a unidade de compra mais comum e, para muitos consumidores, a única realmente acessível. Acresce ainda que, na prática, é quase impossível ao consumidor adquirir todas as séries do mesmo número, seja em pontos de venda físicos ou plataformas online. Ou seja, mesmo que o comprador pretendesse obter o prémio total anunciado, não dispõe de mecanismos que lhe permitam fazê-lo. Este facto reforça, do meu ponto de vista, a necessidade de que a publicidade destaque de forma clara o prémio correspondente à fração, dado que é essa a experiência de compra realista e disponível. Recordo que o Decreto-Lei n.º 57/2008, relativo às práticas comerciais desleais, exige que a informação essencial seja apresentada de forma clara e não induza o consumidor em erro quanto às expectativas de benefício. De igual modo, o Código da Publicidade determina que a comunicação não deve criar falsas perceções relativamente às condições de obtenção dos prémios anunciados. Assim, considero que, além da indicação do prémio total, deveria ser obrigatório divulgar, com igual destaque, o valor correspondente a uma fração individual, para que o consumidor possa compreender, de forma imediata, o montante que realisticamente pode obter com uma compra de 15 €. Solicito, portanto, a avaliação desta situação e eventual intervenção da DECO no sentido de promover maior transparência e proteção do consumidor na publicidade à lotaria. Com os melhores cumprimentos, S.
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