Reclamações recentes

A. P.
21/09/2026

DESCRIÇÃO DOS FACTOS E EVOLUÇÃO DO PROCESSO

No dia **22 de maio de 2026, sexta-feira, por volta das 10h00**, durante o meu horário de trabalho, encontrava-me a desmontar um andaime. No decorrer dessa tarefa, encontrava-me de joelhos sobre o andaime a retirar uma braçadeira e, quando me tentei levantar, verifiquei que não conseguia esticar a perna. Não consigo precisar se, nesse momento, bati ou torci o joelho, uma vez que não me recordo exatamente do movimento que originou a lesão. De imediato, comuniquei a situação ao meu chefe. Após a hora de almoço, uma vez que continuava com dores e o joelho começava a apresentar sinais de inchaço, fui para casa, na esperança de que a situação melhorasse e de que, na segunda-feira seguinte, estivesse em condições de retomar o trabalho. No entanto, durante a noite não consegui praticamente dormir devido às dores e, no **sábado, dia 23 de maio, por volta das 11h00**, dirigi-me ao **Hospital de Portimão**, onde fui observado e realizei um exame de raio-X. O exame não revelou qualquer fratura ou outra alteração óssea evidente. Foram-me prescritos anti-inflamatórios e aplicação de gelo. Na semana seguinte, fui encaminhado para o **Hospital Particular do Algarve (HPA), em Alvor**, onde fui observado e posteriormente encaminhado para um médico especialista. Na consulta seguinte, foi-me prescrita a realização de uma **ressonância magnética (RM) em Faro**, tendo eu apresentado os respetivos resultados na consulta posterior. Na sequência da avaliação médica, foi-me comunicado que apresentava uma **rotura de ligamentos, bem como uma pequena lesão no menisco**, tendo o médico indicado que a recuperação dependeria de intervenção cirúrgica. A cirurgia foi solicitada pelo médico à seguradora e **autorizada pela mesma**, tendo sido marcada para o dia **30 de junho de 2026**. Até à realização da cirurgia, fui acompanhado semanalmente no HPA. Após a cirurgia, continuei a ser acompanhado clinicamente, tendo sido observado cerca de uma a duas semanas depois para avaliação da evolução, remoção dos pontos e posterior início do tratamento de fisioterapia. Iniciei a **fisioterapia no dia 17 de julho de 2026**, tratamento que tenho mantido até à presente data. ### Pagamentos efetuados pela seguradora Relativamente aos pagamentos efetuados pela seguradora, até à presente data foram realizados os seguintes pagamentos: * **23 de junho de 2026:** €216,24, referente ao mês de maio; * **30 de junho de 2026:** €858,44, referente ao mês de junho; * **28 de agosto de 2026:** €854,23. Após o pagamento de €854,23, realizado no dia 28 de agosto, entrei em contacto telefónico com a seguradora para esclarecer a que período correspondia esse valor. Foi-me informado que o pagamento era referente ao **mês de agosto**. Questionei então quando seria efetuado o pagamento correspondente ao **mês de julho**, bem como o pagamento das **despesas de transporte e de medicação** que tive no âmbito do tratamento. Relativamente aos transportes, ocorreram situações em que a marcação de táxis pela seguradora não foi efetuada atempadamente, o que me obrigou a recorrer a **Uber** para conseguir deslocar-me às consultas e tratamentos. Relativamente à medicação, não me foi paga a medicação necessária no período pós-operatório. Entre as despesas de transporte e medicação, o valor em causa ronda os **€300**. Foi-me informado telefonicamente que esses valores apenas seriam pagos após a conclusão da análise do relatório relativo ao acidente de trabalho. ### Contactos com a seguradora e perito Relativamente ao acompanhamento do processo, apenas consegui falar diretamente com a **gestora do meu processo cerca de três meses e meio após a ocorrência do acidente**. O perito da seguradora apenas entrou em contacto comigo pela primeira vez no dia **22 de julho de 2026**, tendo-me solicitado que descrevesse por escrito as circunstâncias em que ocorreu o acidente. Posteriormente, aproximadamente em meados de agosto, o perito deslocou-se à minha residência. Durante essa conversa, referiu várias vezes que tinha ido a minha casa com o objetivo de **“arranjarmos uma solução”**. Respondi-lhe que não era a mim que competia apresentar uma solução, uma vez que estava a participar um acidente ocorrido durante o exercício da minha atividade profissional. Durante a mesma conversa, o perito chegou a sugerir, e insistiu, que, caso eu tivesse um seguro pessoal, poderíamos também acionar esse seguro. Respondi que tal não fazia sentido, uma vez que o acidente já tinha sido participado como **acidente de trabalho** e o respetivo processo já se encontrava a ser tratado pela seguradora. O perito referiu ainda que, por se tratar de uma lesão que ocorre com maior frequência em atletas e que também pode ocorrer durante atividades do dia a dia, seria, segundo as suas palavras, **“90 e tal por cento provável” que a situação não fosse considerada acidente de trabalho**, podendo eu vir a ter de suportar os custos dos tratamentos. ### Situação atual No dia **21 de setembro de 2026**, após uma consulta médica, solicitei apoio psicológico, uma vez que não tenho estado bem emocionalmente devido a toda a situação que tenho enfrentado desde o acidente. Desde o acidente tenho passado por um período particularmente difícil, devido às dores, à necessidade de realizar uma cirurgia, ao período de recuperação, às sessões de fisioterapia e, sobretudo, às dificuldades financeiras provocadas pelos atrasos nos pagamentos, enquanto continuo a ter despesas e contas para pagar. Nesse mesmo dia, entrei novamente em contacto telefónico com a seguradora para solicitar informações sobre o estado do meu processo e pedi que a informação que me estava a ser transmitida telefonicamente me fosse igualmente enviada **por escrito, através de email**. O meu pedido foi recusado, tendo-me sido informado que não poderiam enviar essa informação e que apenas a gestora do processo teria competência para o fazer. Solicitei então falar diretamente com a gestora do processo ou, alternativamente, com alguém hierarquicamente superior, tendo ambos os pedidos sido recusados. Importa ainda referir que, no dia **16 de setembro de 2026**, já tinha enviado um email à seguradora a solicitar que me fossem fornecidas as informações relativas ao processo por escrito. **Até ao dia 21 de setembro de 2026, não tinha recebido qualquer resposta a esse email.** Por volta das **17h00 do dia 21 de setembro de 2026**, o perito da seguradora voltou a deslocar-se à minha residência, informando-me de que, relativamente à parte que lhe competia, **já tinha concluído o seu trabalho**. Nessa ocasião, informei-o de que não pretendia continuar a tratar deste assunto diretamente com ele, tendo em conta as conversas anteriores e a ausência, até àquela data, de uma resposta formal e escrita da seguradora relativamente ao meu processo. **A presente descrição tem como objetivo deixar registada, de forma cronológica, a ocorrência do acidente, a evolução da lesão, os tratamentos realizados, os pagamentos efetuados, as despesas suportadas e os contactos mantidos com a seguradora e com o respetivo perito.** Número do processo P22W02045

Em curso
A. R.
15/07/2026

Sinistro não pago

O Sinistro deste veículo não foi pago mesmo passando os 90 dias determinados pela lei, mesmo com provas emitidas pela psp demonstrando que o mesmo havia sido roubado e não encontrado. No email com a resposta só dizem que não há evidências o suficiente, não sei mais o que eles querem além da informação da própria PSP, será que a PSP é a baixo dessa companhia de seguros?

Resolvida
A. S.
24/04/2026

Carro de substituição

Boa tarde, venho por meio reclamar a seguradora CA Seguros que nao quer adicionar o carro de substituição conforme o pedido do mecanica na folha de obra, o mecanico diz que demora 4 dias para resolver o problema do carro e eles so querem emprestar para 2 dias visto que tenho 5 dias para ter este serviço, como é que resolvo este problema?

Encerrada
N. O.
23/03/2026

Sinistro Automóvel

Nuno Ricardo Carvalho de Oliveira, CC nº 10367495 e NIF 166267635, vem por este meio, reclamar a inércia demonstrada pelos vossos serviços, nomeadamente no que respeita a ativação da apólice automóvel nº 02543460 e que deu origem ao processo nº S226MO5520. Foi entregue no dia 09/03/2026 no balcão do CA de Casal de São Brás, participação de furto, acompanhada de declaração da PSP da Pontinha, onde apresentei queixa sobre o referido furto, no dia 08/03. Deu origem ao processo já identificado com o nº S226MO5520, no próprio dia 09/03, onde solicitaram para marcar peritagem. Contatei os serviços e marquei a peritagem para dia 11/03/2026, a qual foi realizada. O perito em questão deixou a peritagem como “condicional”. Contatei a CA Seguros no próprio dia a questionar o porquê de ter ficado condicionada, tendo em conta que ativei os danos próprios e foi-me dito que ainda não tinham o relatório do perito. Dia 12/03 voltei a contatar e fui informado que já tinham rececionado o relatório do perito e que o mesmo estava a ser analisado. Dia 13/03 a mesma resposta, no dia 16 também e dia 17 dirigi-me à agência de Casal de São Brás, onde também não me conseguiram adiantar muito mais, que o processo estava em análise. Hoje dia 23, faz 15 dias que estou a aguardar a decisão/autorização da reparação da minha viatura, que está parada desde dia 09/03/2026 e que se encontra na oficina desde dia 11/03. Estou sem carro à 15 dias!! Tenho seguro automóvel contra danos próprios à vários anos e quando o ativo, a referida seguradora tem uma postura inadmissivel e de total morosidade. Cumprimentos, Nuno Oliveira

Encerrada
C. M.
05/02/2026

Parecer negativo a comparticipação de danos

A Habitação do meu pai sofreu vários danos aquando o mau tempo do mês de Novembro (aprox. 15/11/2025), fizemos a participação á nossa seguradora, onde enviamos a documentação, fotografias e orçamento, tal como nos foi solicitado. Acontece que a resposta foi que não há direito a cobertura dos danos por considerarem telhado em mau estado de conservação e os danos no interior serem antigos. Quanto ao telhado, não nos era possível analisar dado o difícil acesso. E no que diz respeito ao interior, nunca houve problemas de infiltração como agora com este acontecimento. A minha abordagem convosco, vem no sentido de perceber se os argumentos prestados pela seguradora lhes conferem o direito de dar por concluído este processo sem direito a nenhum tipo de cobertura dos vários danos causados. Sem outro assunto de momento, grato pela atenção dispensada. Estarei sempre disponível para fornecer qualquer informação.

Encerrada

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