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DESCRIÇÃO DOS FACTOS E EVOLUÇÃO DO PROCESSO
No dia **22 de maio de 2026, sexta-feira, por volta das 10h00**, durante o meu horário de trabalho, encontrava-me a desmontar um andaime. No decorrer dessa tarefa, encontrava-me de joelhos sobre o andaime a retirar uma braçadeira e, quando me tentei levantar, verifiquei que não conseguia esticar a perna. Não consigo precisar se, nesse momento, bati ou torci o joelho, uma vez que não me recordo exatamente do movimento que originou a lesão. De imediato, comuniquei a situação ao meu chefe. Após a hora de almoço, uma vez que continuava com dores e o joelho começava a apresentar sinais de inchaço, fui para casa, na esperança de que a situação melhorasse e de que, na segunda-feira seguinte, estivesse em condições de retomar o trabalho. No entanto, durante a noite não consegui praticamente dormir devido às dores e, no **sábado, dia 23 de maio, por volta das 11h00**, dirigi-me ao **Hospital de Portimão**, onde fui observado e realizei um exame de raio-X. O exame não revelou qualquer fratura ou outra alteração óssea evidente. Foram-me prescritos anti-inflamatórios e aplicação de gelo. Na semana seguinte, fui encaminhado para o **Hospital Particular do Algarve (HPA), em Alvor**, onde fui observado e posteriormente encaminhado para um médico especialista. Na consulta seguinte, foi-me prescrita a realização de uma **ressonância magnética (RM) em Faro**, tendo eu apresentado os respetivos resultados na consulta posterior. Na sequência da avaliação médica, foi-me comunicado que apresentava uma **rotura de ligamentos, bem como uma pequena lesão no menisco**, tendo o médico indicado que a recuperação dependeria de intervenção cirúrgica. A cirurgia foi solicitada pelo médico à seguradora e **autorizada pela mesma**, tendo sido marcada para o dia **30 de junho de 2026**. Até à realização da cirurgia, fui acompanhado semanalmente no HPA. Após a cirurgia, continuei a ser acompanhado clinicamente, tendo sido observado cerca de uma a duas semanas depois para avaliação da evolução, remoção dos pontos e posterior início do tratamento de fisioterapia. Iniciei a **fisioterapia no dia 17 de julho de 2026**, tratamento que tenho mantido até à presente data. ### Pagamentos efetuados pela seguradora Relativamente aos pagamentos efetuados pela seguradora, até à presente data foram realizados os seguintes pagamentos: * **23 de junho de 2026:** €216,24, referente ao mês de maio; * **30 de junho de 2026:** €858,44, referente ao mês de junho; * **28 de agosto de 2026:** €854,23. Após o pagamento de €854,23, realizado no dia 28 de agosto, entrei em contacto telefónico com a seguradora para esclarecer a que período correspondia esse valor. Foi-me informado que o pagamento era referente ao **mês de agosto**. Questionei então quando seria efetuado o pagamento correspondente ao **mês de julho**, bem como o pagamento das **despesas de transporte e de medicação** que tive no âmbito do tratamento. Relativamente aos transportes, ocorreram situações em que a marcação de táxis pela seguradora não foi efetuada atempadamente, o que me obrigou a recorrer a **Uber** para conseguir deslocar-me às consultas e tratamentos. Relativamente à medicação, não me foi paga a medicação necessária no período pós-operatório. Entre as despesas de transporte e medicação, o valor em causa ronda os **€300**. Foi-me informado telefonicamente que esses valores apenas seriam pagos após a conclusão da análise do relatório relativo ao acidente de trabalho. ### Contactos com a seguradora e perito Relativamente ao acompanhamento do processo, apenas consegui falar diretamente com a **gestora do meu processo cerca de três meses e meio após a ocorrência do acidente**. O perito da seguradora apenas entrou em contacto comigo pela primeira vez no dia **22 de julho de 2026**, tendo-me solicitado que descrevesse por escrito as circunstâncias em que ocorreu o acidente. Posteriormente, aproximadamente em meados de agosto, o perito deslocou-se à minha residência. Durante essa conversa, referiu várias vezes que tinha ido a minha casa com o objetivo de **“arranjarmos uma solução”**. Respondi-lhe que não era a mim que competia apresentar uma solução, uma vez que estava a participar um acidente ocorrido durante o exercício da minha atividade profissional. Durante a mesma conversa, o perito chegou a sugerir, e insistiu, que, caso eu tivesse um seguro pessoal, poderíamos também acionar esse seguro. Respondi que tal não fazia sentido, uma vez que o acidente já tinha sido participado como **acidente de trabalho** e o respetivo processo já se encontrava a ser tratado pela seguradora. O perito referiu ainda que, por se tratar de uma lesão que ocorre com maior frequência em atletas e que também pode ocorrer durante atividades do dia a dia, seria, segundo as suas palavras, **“90 e tal por cento provável” que a situação não fosse considerada acidente de trabalho**, podendo eu vir a ter de suportar os custos dos tratamentos. ### Situação atual No dia **21 de setembro de 2026**, após uma consulta médica, solicitei apoio psicológico, uma vez que não tenho estado bem emocionalmente devido a toda a situação que tenho enfrentado desde o acidente. Desde o acidente tenho passado por um período particularmente difícil, devido às dores, à necessidade de realizar uma cirurgia, ao período de recuperação, às sessões de fisioterapia e, sobretudo, às dificuldades financeiras provocadas pelos atrasos nos pagamentos, enquanto continuo a ter despesas e contas para pagar. Nesse mesmo dia, entrei novamente em contacto telefónico com a seguradora para solicitar informações sobre o estado do meu processo e pedi que a informação que me estava a ser transmitida telefonicamente me fosse igualmente enviada **por escrito, através de email**. O meu pedido foi recusado, tendo-me sido informado que não poderiam enviar essa informação e que apenas a gestora do processo teria competência para o fazer. Solicitei então falar diretamente com a gestora do processo ou, alternativamente, com alguém hierarquicamente superior, tendo ambos os pedidos sido recusados. Importa ainda referir que, no dia **16 de setembro de 2026**, já tinha enviado um email à seguradora a solicitar que me fossem fornecidas as informações relativas ao processo por escrito. **Até ao dia 21 de setembro de 2026, não tinha recebido qualquer resposta a esse email.** Por volta das **17h00 do dia 21 de setembro de 2026**, o perito da seguradora voltou a deslocar-se à minha residência, informando-me de que, relativamente à parte que lhe competia, **já tinha concluído o seu trabalho**. Nessa ocasião, informei-o de que não pretendia continuar a tratar deste assunto diretamente com ele, tendo em conta as conversas anteriores e a ausência, até àquela data, de uma resposta formal e escrita da seguradora relativamente ao meu processo. **A presente descrição tem como objetivo deixar registada, de forma cronológica, a ocorrência do acidente, a evolução da lesão, os tratamentos realizados, os pagamentos efetuados, as despesas suportadas e os contactos mantidos com a seguradora e com o respetivo perito.** Número do processo P22W02045
Sinistro não pago
O Sinistro deste veículo não foi pago mesmo passando os 90 dias determinados pela lei, mesmo com provas emitidas pela psp demonstrando que o mesmo havia sido roubado e não encontrado. No email com a resposta só dizem que não há evidências o suficiente, não sei mais o que eles querem além da informação da própria PSP, será que a PSP é a baixo dessa companhia de seguros?
Carro de substituição
Boa tarde, venho por meio reclamar a seguradora CA Seguros que nao quer adicionar o carro de substituição conforme o pedido do mecanica na folha de obra, o mecanico diz que demora 4 dias para resolver o problema do carro e eles so querem emprestar para 2 dias visto que tenho 5 dias para ter este serviço, como é que resolvo este problema?
Sinistro Automóvel
Nuno Ricardo Carvalho de Oliveira, CC nº 10367495 e NIF 166267635, vem por este meio, reclamar a inércia demonstrada pelos vossos serviços, nomeadamente no que respeita a ativação da apólice automóvel nº 02543460 e que deu origem ao processo nº S226MO5520. Foi entregue no dia 09/03/2026 no balcão do CA de Casal de São Brás, participação de furto, acompanhada de declaração da PSP da Pontinha, onde apresentei queixa sobre o referido furto, no dia 08/03. Deu origem ao processo já identificado com o nº S226MO5520, no próprio dia 09/03, onde solicitaram para marcar peritagem. Contatei os serviços e marquei a peritagem para dia 11/03/2026, a qual foi realizada. O perito em questão deixou a peritagem como “condicional”. Contatei a CA Seguros no próprio dia a questionar o porquê de ter ficado condicionada, tendo em conta que ativei os danos próprios e foi-me dito que ainda não tinham o relatório do perito. Dia 12/03 voltei a contatar e fui informado que já tinham rececionado o relatório do perito e que o mesmo estava a ser analisado. Dia 13/03 a mesma resposta, no dia 16 também e dia 17 dirigi-me à agência de Casal de São Brás, onde também não me conseguiram adiantar muito mais, que o processo estava em análise. Hoje dia 23, faz 15 dias que estou a aguardar a decisão/autorização da reparação da minha viatura, que está parada desde dia 09/03/2026 e que se encontra na oficina desde dia 11/03. Estou sem carro à 15 dias!! Tenho seguro automóvel contra danos próprios à vários anos e quando o ativo, a referida seguradora tem uma postura inadmissivel e de total morosidade. Cumprimentos, Nuno Oliveira
Parecer negativo a comparticipação de danos
A Habitação do meu pai sofreu vários danos aquando o mau tempo do mês de Novembro (aprox. 15/11/2025), fizemos a participação á nossa seguradora, onde enviamos a documentação, fotografias e orçamento, tal como nos foi solicitado. Acontece que a resposta foi que não há direito a cobertura dos danos por considerarem telhado em mau estado de conservação e os danos no interior serem antigos. Quanto ao telhado, não nos era possível analisar dado o difícil acesso. E no que diz respeito ao interior, nunca houve problemas de infiltração como agora com este acontecimento. A minha abordagem convosco, vem no sentido de perceber se os argumentos prestados pela seguradora lhes conferem o direito de dar por concluído este processo sem direito a nenhum tipo de cobertura dos vários danos causados. Sem outro assunto de momento, grato pela atenção dispensada. Estarei sempre disponível para fornecer qualquer informação.
Injustiça acidente de viação
Exmos. Senhores. Venho por este meio expressar uma reclamação contra a minha entidade seguradora. fui vitima de um acidente de viação, simplesmente não bati em ninguém, fui batido, facto. infelizmente as entidades seguradoras de ambos os envolvidos são senão a mesma. e sem defender os meus interesses e ignorando os meus apelos e expressões de NÃO culpa no mesmo decidirem atribuir as culpa numa de 50% 50%. os elementos apresentados pelas entidades competentes, nomeadamente GNR estão completamente incorretas e comprovei senão o mesmo e tenho senão provas do mesmo. e estão a alegar que não tomei devidas precauções para evitar o acidente. o que é incorreto. Tenho o relatório da GNR mas o ficheiro excede o tamanho permitido de envio. Sem outro assunto de momento a tratar e com os melhores cumprimentos Frank Corlett
Carro substituição
Exmos. Senhores, No dia 5 de agosto de 2025 foi-me informado que me tinha sido atribuído um carro de substituição a gasolina, pois não existia disponibilidade na frota do local de levantamento para a atribuição de um carro da gama equivalente ao meu, isto é, carro elétrico. Após pesquisa no site da Guerin (entidade que me contactou via SMS com informações sobre a reserva, local e hora de levantamento do carro de substituição), encontro disponíveis 3 carros elétricos, nas mesmas datas em que o carro de substrituição me foi atribuído, tal como podem verificar em anexo. Além disto, foram-me atribuídos 2 dias de carro de substituição, porque o técnico interno auferiu que era o tempo necessário para concerto da avaria. Se nem a própria Renault me dá garantias de devolução do carro daqui a dois dias, porque é que é suficiente a opinião do vosso técnico interno? E porque é que é esse o único critério necessário para decidirem o número de dias a atribuir ao cliente? Não há o mínimo de consideração pelas situações apresentadas. Sou cliente desde 2022, nunca apresentei qualquer despesa à seguradora, mas isso não é o importante. Somos simplesmente um número de apólice. Fico a aguardar justificação relativamente à não atribuição de um carro elétrico como carro de substituição. Com os melhores cumprimentos, N.º apólice 03042298
Seguros Autos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento e à falta de compromisso no processo de contratação de um seguro automóvel na vossa instituição, mais precisamente na agência da Caixa Agrícola de Santiago da Guarda, no dia 11 de fevereiro de 2025. O meu pai, Fernando Caetano, deslocou-se a essa agência no dia 10 de fevereiro de 2025, onde lhe foi prometido que o seguro automóvel de responsabilidade civil seria tratado no dia seguinte, 11 de fevereiro. No entanto, ao dirigir-se novamente à agência nessa data, foi-lhe informado que não seria possível realizar o seguro naquele momento, sem qualquer explicação concreta para essa impossibilidade. Mesmo após ter se deslocado pessoalmente à agência em duas ocasiões consecutivas para tentar resolver a situação, não obteve uma resposta clara até que, por minha sugestão, mencionou a intenção de mudar de seguradora. Nesse instante, o seguro foi imediatamente processado, sem que houvesse qualquer impedimento real. Essa situação causou um transtorno desnecessário, pois, enquanto o seguro não fosse processado, o veículo permaneceu impossibilitado de circular. Considero inadmissível que um cliente tenha de insistir repetidamente e até ameaçar a mudança de seguradora para que um serviço tão simples seja finalmente resolvido. Além disso, esta não é a primeira vez que enfrentamos dificuldades com a CA Seguros. Anteriormente, houve uma demora excessiva na resolução de um sinistro relacionado com o para-brisas do mesmo veículo, o que reforça a percepção de que o atendimento ao cliente e a eficiência na gestão dos serviços deixam a desejar. Dado o exposto, aguardo um esclarecimento e as devidas providências para evitar que situações semelhantes se repitam no futuro. Atenciosamente, Ricardo Caetano
Veículo substituição
Venho por este meio mostrar o meu descontentamento relativamente ao vosso serviço.Estamos há duas semanas sem veículo, pois o nosso está acidentado, e ainda não nos foi atribuído veículo de substituição, que a nossa apólice contempla.Gostaria de ter uma resposta, pois estamos dependentes disso!!
seguro de trabalho
venho por este meio comunicar a vossas excelencias que se passa o seguinte com a minha seguradora:durante um serviço numa empresa um chave embateu-me num dente e partiu o mesmo e fiquei sem ele, fui ao seguro que me mandou depois a uma clinica efectuar testes medicos.na qual o relatorio deles diz que sou fumador e tem uma doeça periodontal ok certo mas com tudo isso o dente estava lá e nao foi por isso que ele caiu mas sim do forte embate com a chave.o certo é que fazem de tudo para nao pagar o prejuizo e nós trabalhadores é que somos sempre os mais fracos temos seguro e nao serve de nada, pois veem com mil coisas para nao pagar, nao esta justo.peço que justiça seja feita.
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