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Intrum- Intimação ilegal que dura há 6 anos
Venho por este meio comunicar o procedimento abusivo e ilegal que a intrum tem feito desde 2014 (sim 2014), enviando cartas, email´s e chamadas ameaçadores de modo a cobrar uma dívida relativa a um inclino que falsificou o contrato de comunicação com a Meo.Hoje (23/01/2020) recebi mais um email:N/ Ref. 9611613Exmos. Senhores,De acordo com informação do N/ Cliente MEO- SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, S.A., está em falta o pagamento do valor de 308,32 € no âmbito do contrato celebrado com a referida entidade.Deverá pagar Hoje, uma vez que beneficiou de um produto ou serviço prestado pelo N/ Cliente e para o qual se encontra excedido o prazo de pagamento.A liquidação deverá ser efetuada exclusivamente através dos dados indicados em rodapé.Se optar por qualquer outra forma de pagamento poderá incorrer em custos acrescidos.Caso já tenha procedido à regularização do valor em dívida, à data de receção desta carta, pedimos a V/melhor compreensão e agradecemos o envio do comprovativo de pagamento para o endereço de Email: back.idf.meo.pt@intrum.com.Porque acreditamos ser do Seu interesse, aguardamos o respetivo pagamento.Com os nossos melhores cumprimentos,Cristina CostaTelefone: 210 316 220Os documentos por nós enviados em 23 de julho de 2017, comprovam que Custódio Ferreira Viana e a Ana Rosalina da silva Miranda Viana eram à data os arrendatários da referida casa.Provando assim que à data das dívidas a morada em questão estava arrendada a Custódio Ferreira Viana e a Ana Rosalina da silva Miranda Viana e que estes inquilinos fizeram um contrato sem conhecimento do senhorio.A meo ou a intrum nunca me facultou o contrato inicial para eu poder apresentar queixa crime. Apenas têm registos telefónicos.No entanto existem 2 decretos leis que anulam completamente qualquer necessidade de pagamento da dívida:- o consumidor só fica vinculado ao contrato depois de assinar a correspondente oferta ou depois de enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou ao prestador de serviços com quem queira contratar.A Meo não cumpriu o preceito legal de realização de um contrato. Pelo que temos advogados na família que me disseram que nenhum juiz dá razão a meo e que contractos por telefone não são validos tem que haver sempre uma assinatura. Não existindo o contrato físico, não é possível apresentar queixa-crime contra a senhoria. Ficando a meo com o prejuízo.A prescrição das dividas, conforme o decreto lei, existe para ajudar ambas as partes, tanto as entidades que se queixam da falta de pagamento, como do devedor. Passo a explicar, a prescrição, para cada situação/divida, tem um período, seja de 6 meses (no caso das telecomunicações), seja 2 anos , 3 ou 5 anos.... ou seja, durante esse tempo, se a entidade colocar o devedor em tribunal para reclamar a divida, o devedor terá que pagar queira ou não. Mas passando esse tempo, a entidade perde o seu direito de reclamar seja o que for, o devedor pode exigir a prescrição da divida e a mesma é eliminada juntamente com qualquer dados referentes ao devedor, num prazo máximo de 8 dias, caso contrário a própria entidade estará em incumprimento com a lei.Decreto-Lei n.º 23/96, de 26 de Julho que aqui transcrevo.Artigo 10.º Prescrição e caducidade1 - O direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação.2 - Se, por qualquer motivo, incluindo o erro do prestador do serviço, tiver sido paga importância inferior à que corresponde ao consumo efectuado, o direito do prestador ao recebimento da diferença caduca dentro de seis meses após aquele pagamento.3 - A exigência de pagamento por serviços prestados é comunicada ao utente, por escrito, com uma antecedência mínima de 10 dias úteis relativamente à data-limite fixada para efectuar o pagamento.4 - O prazo para a propositura da acção ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos, sendo que nunca chegou tal ofício ás minhas mãos .Face ao exposto, agradeço confirmação por escrito da anulação da dívida reclamada.A intrum deveria fazer o trabalho de casa antes, pois sujeita se a ser processada por danos psicológicos.Cumprimentos,
Anulação dos packs e devolução do pagamento
Venho por este meio pedir ajuda à Deco para resolver uma situação com a Lyconet. Estão em causa 297€ creditados sem autorização!Anunciei o cancelamento dos packs por e-mail visto não ter tido informação que o pagamento era automático de 297€ mensais em vez dos 99€ como me foi falado e não ter assinado qualquer autorização para tal efeito. Pedi também a devolução do pagamento de 297€ efectuado no dia 12-01-2020 visto não haver nenhum tipo de contracto, não ter autorizado qualquer tipo de débito e o pagamento ter sido efectuado a menos de 15 dias. E a resposta que obtive foi a seguinte: Muito obrigado pela sua mensagem, serve o presente para informar que a sua encomenda não foi cancelada pelos nossos escritórios austríacos.Para qualquer assunto não hesite em contactar-nos.Com os melhores cumprimentosCarla Sofia de Oliveira CardosoDesde já agradeço à DecoProteste que me ajude a reaver os 297€ e a cancelar os packs que os Austríacos recusaram sem nenhuma razão. Ps: estamos na presença de um esquema de pirâmide bem elaborado mas já denunciado e resolvido noutros países.Cordialemente Dany Coutinho
Caixabank erro grosseiro na faturação
Boa TardeVenho por este meio formalizar uma reclamação do serviço Caixabank.Sou Simone Oliveira de Brito, com o número de contribuinte 214028740Fiz uma compra na Fnac em setembro e ficou acordado o pagamento do remanescente, no valor de 33,99 € em 10 vezes sem juros.Começaram a efetuar débitos na minha conta bancária no valor de 20€.Desde de outubro que tenho entrado em contacto telefónico, reclamando sobre o não cumprimento das mensalidades acordadas.Entrei em contato, através da vossa linha de apoio vezes os assistentes respondem sempre da mesma forma, dizendo que a queixa já está registada e que houve uma anomalia de comunicação.Em dezembro, após mais uma participação, foi-me comunicado que tinha de enviar a fatura de pagamento, o que fiz. Nada foi resolvido.No dia 15/01/2020 fiz nova reclamação e o novamente foi-me disse que eu dito para enviar a fatura em anexo, e não no corpo do emailO que verifico é que a Caixa bank não soluciona os problemas que são da responsabilidade da empresa e que afetam os seus clientes. Revela-se incompetente e sem vontade de resolver os problemas que a mesma cria. Eu optei pela modalidade de 10 vezes sem juros.Vou-vos dizer o que eu penso Acho que se trata de um esquema da vossa instituição, para extorquir dinheiro aos vossos cliente, uma vez que, desta forma sou obrigada a pagar juros na ordem de quase 17%. Estão a brincar comigo?Por esse motivo, farei uma reclamação oficial a DECOExijo que a Caixa bank resolva a situação até dia 20/01, caso contrário pretendo liquidar a dívida que tenho até dia 21/01Simone Brito,cliente insatisfeita
Reembolso Multicare
Venho por este meio comunicar o meu descontentamento com a Multicare. O plano do seguro inclui 4 membros (os meus pais, o meu irmão e eu), na qual o meu pai paga anualmente um valor exuberante para termos todas as regalias a que temos direito. Deste modo, foi feito um acordo cujo os médicos que não tenham acordo com este seguro, o segurado envia a fatura para a seguradora para que seja feita então o reembolso, de acordo com o número da apólice. Acontece que neste preciso momento estou grávida, e desde de Agosto que estou a ser acompanhada no Privado. A primeira consulta foi no dia 28/08/2019 num valor de 100€, a qual submeti a fatura no seguro e até hoje 0€. No dia 07/10/2019 consulta num valor de 125€ e até hoje 0€. No dia 20/11/2019 consulta num valor de 130 € e até hoje 0€. No dia 02/12/2019 consulta num valor de 85€ e até agora 0€. É inadmissível uma pessoa pagar tanto anualmente e para fazerem o reembolso demorar todo este tempo. Todas as facturas foram entregues na Fidelidade, à exceção da última fatura que foi no dia 15/01/2020 submeti através da APP MyFidelidade. É uma falta de respeito, estamos por um fio!! Ficarei aguardar até ao final do mês de janeiro pelo reembolso num valor de 50%, caso contrário iremos desistir da Multicare e optar por um outro seguro. Com os melhores cumprimentos, Tatiana Cabrita
Demora na Assistência da Mafre
Tive um furo num dos pneus traseiros, visto que o carro não tem suplentes chamei a assistência em viagem às 14h05. Passado 1h30 liguei novamente para a Mafre para saber onde se encontrava o reboque que supostamente me tinham enviado (aviso de saída foi enviado por mensagem às 14h24 por mensagem), durante a chamada disseram que receberia uma chamada passados 10min. Quando essa chamada foi recebida, que não demorou nem 5min disseram que o reboque ainda demoraria 15min a chegar. No total um tempo de demora de mais de 2h para cumprir um serviço obrigatório da seguradora.
Problema com devolução de dinheiro Ok Teleseguros
Boa tardeNo início de outubro fiz o pagamento por multibanco em duplicado do seguro de dois carros no valor de 339.47 euros cada. Após a verificação do meu engano entrei em contacto com a ok teleseguros que me informou que devolveriam o dinheiro pago em excesso por cheque. Informaram que teria de ser por cheque e não por transferência bancária! O cheque nunca mais chegou, porque aparentemente foi enviado 2 vezes para uma morada incompleta. Já reclamei várias vezes para fazerem a transferência bancária, mas respondem que só quando o banco anular o referido cheque! que nunca chegou! E assim passaram 3.5 meses! Já fiz reclamação por escrito, telefone, pública...continuo a aguardar...até quando?!
Cobrança indevida/burla Whitestar
Venho por este meio fazer reclamação de tentativa de cobrança indevida/burla da Whitestar, afirmam dever dinheiro á Cetelem, empresa que não tenho nenhum crédito aberto, nem pedido ou algo do género, de realçar que falei com dois operadores da empresa que nem têm dignidade de se identificar, e quando perguntava qual era a situação em causa e que não detinha nenhum crédito com a Cetelem, dizendo que queria saber qual era essa suposta dívida para dar encaminhamento para a defesa do consumidor, simplesmente desligavam o telefone na cara, pois agora quero saber o que é essa suposta dívida para encaminhar para meu advogado e defesa do consumidor.
Pedido de Informação / Reembolso IUC
Pedro Feliciano, contribuinte n.º 210524790, vem muito respeitosamente expor a seguinte situação que gostaria de ver satisfeita:- A minha esposa, Célia Nunes, contribuinte n.º 231068352, adquiriu uma viatura, 82-ED-03 de 07/2004, legalizada através de um stand de comércio de veículos automóveis em Fevereiro de 2008, desde essa data que começou a pagar IUC como se de um veiculo novo (1.º Matricula) se tratasse. Tendo vindo recentemente a informação que os proprietários com veículos nessas condições seriam ressarcidos do valor cobrado indevidamente até ao máximo de 4 anos, gostaria de ser informado qual o procedimento a fazer para regularizar essa situação.Anexo foto do Documento Único do Veiculo
Problema reembolso despesas saúde
Exmo. Senhores, Venho por este meio efetuar uma reclamação contra a empresa prestadora de serviços, Advance Care, através da empresa de seguros Tranquilidade, relativamente ao não reembolso de despesas.Em Maio de 2019 fui submetido a uma cirúrgia ao joelho esquerdo, ao Ligamento cruzado anterior específicamente, em consequência de um acidente.Pelo facto do processo de reabilitação ser delicado e moroso, o médico ortopedista que realizou a operação, prescreveu sessões de fisioterapia de pelo menos seis meses, documento esse que foi enviado para a Advance Care.Após a minha entidade patronal fazer o pagamento de uma percentagem da despesa, enviei para a Advance Care, quinze faturas com a respetiva prescrição médica e declaração de pagamento da minha entidade patronal. Conforme estipulado no contrato, o restante valor, foi pago pela Advance Care.Voltei a enviar outras quinze sessões de fisioterapia, tendo sido negado o seu reembolso por apenas ter um limite de quinze sessões de fisioterapia por anuidade.Já em 2020, depois de ter sido efetuado o pagamento do seguro por débito direto, e depois de ter sido renovado o plafond, voltei a enviar outras quinze faturas de sessões de fisioterapia, datadas do mês de outubro, juntamente com todos os documentos necessários. Para espanto meu, foi negado o reembolso das mesmas.Sem perceber o motivo, no dia 7 de Janeiro liguei para a linha de apoio ao cliente da Advance Care, com o intuito de me informar sobre o motivo do não reembolso. Após mais de trinta e cinco minutos ao telefone, e de me terem dado motivos que não estão estipulados no contrato, nomeadamente, que a data da ocorrência dos tratamentos eram do ano de 2019 e que, o plafond se refere apenas a tratamentos do ano corrente. No entanto, vem explicito no contrato que o tomador do seguro dispõe de 180 dias, a partir da data da ocorrência, para apresentação de faturas. Após troca de argumentos de parte a parte, informaram que me iriam contactar novamente porque não estavam a conseguir aceder à minha apólice e às condições do meu contrato.No dia 9 de Janeiro, entraram em contacto comigo a informar que realmente não vem especificado no contrato que não é possível fazer reembolso de faturas do ano anterior, mas que o procedimento interno da empresa seria esse.Dada a informação, respondi que o relevante é o que está escrito no contrato que foi celebrado entre tomador e prestador e não procedimentos internos que em nenhum lado vêm mencionados. Argumentei ainda referindo que, a minha entidade patronal apenas me enviou a declaração de pagamento no dia 28 de Novembro de 2019, e que só após ter esse documento pude enviar as referidas faturas para Advance Care.Por ter feito tudo como está estipulado no contrato, ter enviado os documentos necessários e ter respeitado os prazos, e ainda assim me ter sido negado o reembolso, efetuo a presente reclamação contra a prestadora Advance Care e exijo o reembolso das faturas enviadas em 2020.Na presente reclamação, irei enviar apenas uma das quinze faturas, por terem todas o mesmo tipo de tratamento e o mesmo valor.
Reparação de sinistro auto
No passado dia 04/01/2020, sofri um sinistro automóvel que não foi da minha responsabilidade (uma viatura embateu na minha que estava estacionada). Logo de seguida procedi à participação do sinistro através do envio da declaração amigável de acidente automóvel, ficando a aguardar a marcação da peritagem.No dia 08/01/2020 foi efetuada a peritagem onde foi apurada a necessidade de substituição da ótica esquerda e do para-choques frontal e demais serviços de pintura, sendo que foi utilizada, como forma de calculo do valor de reparação, o valor de peças aftermarket. A minha viatura tem e sempre teve peças originais e como tal deverá ser reparada com peças originais por forma a ser respeitado o princípio de reposição natural.No próprio dia remeti à minha Liberty Seguros uma reclamação a qual transcrevo:“Exmos Srs.Relativamente ao acidente com o nº XXXXXXXXXXX ocorrido no passado dia 04/01/2020 com a viatura com a matrícula XX-XX-XX venho pela presente expor o seguinte:- Foi efetuada hoje, 08/01/2020 a respetiva peritagem à minha viatura, na qual foi determinada a necessidade de substituição da ótica esquerda e para-choques frontal.- Foi utilizado para calculo de valor da reparação o preço de peças de substituição de peças não originais (vulgo concorrência)- A minha viatura tem, e sempre teve, peças originais da marca BMW.- A utilização de peças não originais para além de não cumprirem o principio da reconstituição natural, nao garantem que a minha viatura mantenha as condições técnicas e estéticas que tinha anteriormente ao sinistro. É fato já conhecido que as peças nao originais nao têm as mesmas condiçoes tecnicas das peças originais quer a nivel de funcionalidade e segurança (o caso das opticas) quer a nivel de encaixes e pontos de montagem por forma a que a montagem das peças seja efetuada de uma forma eficaz e respeitando um encaixe perfeito garantido pelas peças originais.Face ao exposto, agradecia a retificaçao do valor de reparação por forma a que a oficina reparadora possa proceder à reparaçao da minha viatura utilizando peças de substituição originais, por forma a garantir que sejam repostas as condições que a minha viatura tinha antes do sinistro.AtenciosamenteCarlos Silva”Recebi a seguinte resposta no dia 09/01:“Exmo Srº Carlos Silva,Tomámos conhecimento da sua discordância por termos considerado peças de aftermarket na reparação do seu veículo e queremos tranquiliza-lo relativamente a esse desconforto. As peças de aftermarket obedecem às especificações e padrões de qualidade exigidos pela marca. O processo de fabrico dessas peças é o mesmo das peças de origem, as quais têm exatamente o mesmo período de garantia. Por isso se diz que são peças de qualidade equivalente A única diferença está no facto de não terem o logotipo da marca. Fazendo uma comparação com uma situação semelhante, este é o mesmo princípio que estabelece que o consumidor tem total liberdade para fazer as revisões do seu veículo em qualquer oficina, seja oficial da marca ou independente, mesmo que o veículo esteja dentro do período de garantia da marca. O consumidor não perde a garantia oficial do fabricante se não fizer as revisões numa oficina da marca (as peças utilizadas têm de ser de qualidade original ou equivalente e todas as recomendações do fabricante têm de ser naturalmente cumpridas).É o que garantimos relativamente às peças de aftermaket aplicadas - as especificações e recomendações exigidas pelo fabricante são integralmente respeitadas.Sem prejuízo disso, pode ficar descansado(a) que a Liberty Seguros prontifica-se a resolver imediatamente qualquer anomalia que seja detetada por causa da aplicação da(s) referida(s) peça(s).Com os nossos cumprimentos,”Não concordando com esta resposta respondi:“Ex.ª Sra.Venho pela presente informar que insisto na utilização de peças da marca na reparação da minha viatura.Conforme exposto anteriormente, a minha viatura tem peças da marca e respeitando o principio da reconstituição natural a mesma deverá ser reposta à condição que tinha anteriormente ao sinistro, nomeadamente reparada com peças da marca.AtenciosamenteCarlos Silva”Tendo recebido a seguinte resposta dia 10/01:“Bom dia,Mantemos o que já referimos anteriormente sobre as peças de aftermarket.Permita-nos ainda referir que a Liberty Seguros não tem o dever legal específico de aplicar peças de origem. Para além disso, disponibilizámo-nos a resolver qualquer anomalia por causa da aplicação das peças de aftermarket.Assim sendo, não vemos motivo atendível para alterarmos a nossa posição acerca desta matéria.Caso mantenha a intenção de aplicar a peça de origem, poderá pagar a diferença entre o valor assumido pela Liberty Seguros e custo da peça de origem. É a solução que encontramos para solucionar este impasse.Obrigado,Cumprimentos, “Pretendo apenas que seja respeitado o princípio de reposição natural, e que a minha viatura seja reposta ao estado em que se encontrava no momento imediatamente anterior ao sinistro, nomeadamente com peças originais.
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