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Fatura IRREGULAR.
Recebi há dias uma carta de uma advogada, Cristina Queiroz Martins, alertando-me para o facto de ter uma fatura em dívida à empresa NOS Açores Comunicações, S.A..Fiquei muito surpreendido e desagradado com a situação uma vez que há quase dez anos que já não sou cliente daquela empresa. Depois porque já naquela altura julguei que a situação tivesse ficado sanada uma vez que esta fatura em causa diz respeito a um período sobre o qual já tinha o sinal de tv cabo satélite desligado, conforme fora minha solicitação, uma vez que aderira aos serviços de tv cabo (também por satélite) de outra operadora.Sendo assim, uma vez que os dias sobre os quais me estão a cobrar naquela fatura dizem respeito a um período em que já não tinha sinal TV por satélite, a mesma foi alvo de reavaliação pelos serviços técnicos e de faturação e deveria ter sido anulada.Recordo-me de ter realizado diversas chamadas telefónicas a reclamar da situação.Não compreendo por que, tantos anos depois, ainda me estão a exigir o pagamento de uma fatura irregular e que deveria ter sido considerada nula.É da inteira responsabilidade da NOS Açores Comunicações SA (na altura designada TV Cabo Açores, creio eu) o desfasamento entre o corte do sinal que me foi efetuado e a indicação dessa situação aos serviços de faturação.Sou um consumidor responsável e cumpridor das suas obrigações, mas não não admito que me cobrem injustamente um serviço quando o mesmo já não se encontrava ativo.
Falta de Visibilidade Camarotes 1º Lado
Gostaria de demonstrar o meu total desagrado com o sucedido no evento de dia 22 de Abril, Commedia A La Carte - Musical, no Coliseu dos Recreios em Lisboa.Adquiri 5 bilhetes para os camarotes 1º Lado 56º através da bol.pt e, embora a indicação fosse de visibilidade reduzida (ainda que no telemóvel tal não seja totalmente claro), os lugares vendidos tratam-se mesmo de visibilidade nula para 3 dos 5 lugares do camarote, e os restantes 2 lugares sim têm visibilidade (muito) reduzida.Penso que venderem bilhetes para tais lugares, dada a forma como decorre o espectáculo, não é correto para as pessoas que não conhecem o sítio, nem a disposição dos lugares.
Válvula de admissão possivelmente avariada
Adquiri um aquecedor catalítico modelo Gralux no Hipermercado Continente em Leiria, embalado com a marca GALP.Pouco mais de um mês depois, numa das ligações do aparelho, e após cerca de 3 segundos de ligação, este começou a deitar labaredas pela grelha frontal, o que causou algum pânico, pois tive dificuldade em desligar a válvula do redutor da botija. Tive de arejar a área.Cerca de 10 minutos depois, fiz um pequeno teste: Liguei a VÁLVULA DO REDUTOR DA BOTIJA apenas, sem activar a válvula de ignição do aparelho. O que aconteceu foi o som característico de fuga de gás sob pressão e o cheiro característico do gás.Desliguei tudo, embalei o aparelho e entreguei ao serviço de apoio ao Cliente do Continente de Leiria.Após cerca de um mês, o técnico, no relatório, diz que é é mais um caso de botija tombada, tendo sido constatados condensados de gás no interior do aparelho, pelo que alegadamente por mau uso do aparelho não havia direito a activação da garantia.Não fiquei convencido, pois parece que a peritagem foi apenas visual.Considero que a válvula do aparelho avariou aquando da última ligação, e que o controlo da admissão do gás deixou de se fazer.Faço notar que a válvula, em si, é de manipulação difícil, pois sempre apresentou bloqueios ao rodar, não só para a ignição, como também para a regulação do fluxo e para o desligamento. Pessoalmente considero que a válvula está mal concebida, pois para além do mencionado atrás, nem a própria marca assume que o seu desligamento seja o suficiente para manter o aparelho seguro, tendo o utilizador de desligar TAMBÉM a válvula do redutor do gás, conforme consta no manual de instruções.Para efeitos de comparação, disponho de um outro aquecedor a gás, do tipo chama azul, há cerca de 4 anos, que tem um sistema de ignição e controlo simples e eficaz.Faço notar que o argumento invocado de botija tombada é pouco credível, pelo facto do comprimento da mangueira de ligação à botija ser demasiado curta para a tombar.
Engano no peso da carne
Um dos funcionários do respectivo talho aumentou o peso da carne deliberadamente, puxando o saco contendo a carne para baixo na altura de pesar a carne. Chegando a casa verifiquei que o peso que constava na factura tinha cerca de, no total de todas as carnes, mais 700gr do que o peso real da carne.
Atraso de entrega de encomenda
Venho por este meio reclamar a demora da entrega das encomendas com o numero RS445768111NL e RC239823105NL, ambas provenientes da Holanda que chegaram a Portugal dia 24-03-2016.Como encomenda europeia, acho que não se justifica passado 7 dias ainda não terem sido passadas para a distribuição nacional.Contactei os CTT via telefone e estes não me souberam indicar uma previsão para quando a encomenda iria ser entregue na sua morada de destino.Solicito previsão para quando a entrega das encomendas, pois se atrasar terei que as cancelar com essa justificação
Burla pagamento a entidade 11249
A 17 de dezembro de 2015, em pesquisa na Internet, site OLX,eu e um colega visualizamos um anúncio (ID: 510853613) de vendedor (BPlaystore) classificado com o Profissional (o que n/ deu credibilidade no mesmo), com alguns produtos para venda em que estávamos interessados para ofertas de natal.Contactamos aproximadamente pelas 14h00 do mesmo dia o vendedor via OLX e a posteriori via telemóvel (n.º 963062967). Identificou-se com o nome de João Barca, vendedor de empresa com sede em São Brás de Alportel.Foram tiradas dúvidas sobre os equipamentos em questão (telemóveis Huawei P8), garantia, modo de envio.Foi-nos informado que os equipamentos tinham a garantia de fábrica e vinham com fatura e o envio era efectuado por Nacex. Pedimos desconto por serem 3 equipamentos e comprometemo-nos a assumir os portes com a Nacex o que nos permitia controlar melhor a entrega nas n/ instalações da empresa onde trabalhamosPor tal baixou o valor dos equipamentos para 95€/cada e mostrou disponibilidade para esclarecer todas as dúvidas que tivéssemos.Esclarecidas as dúvidas solicitamos dados para pagamento. Foram enviadas 3 referências para pagamento Multibanco dos equipamentos:> “pagamento IPhone 4s Para efectuar pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 617 761 Valor a pagar: 95,00 EUR”> “Pagamento Huawei P8 lite: Para efectuar o pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 620 297 Valor a pagar: 95,00 EUR”> “Pagamento Huawei P8 lite: Para efectuar pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 622 287 Valor a pagar: 95,00 EUR”Também foram solicitados pelo vendedor os dados para emissão das faturasComo eram equipamentos para oferta foram enviados os dados para emissão de duas faturas com nomes das pessoas que os iriam receber como oferta (pagamentos efetuados por Francisco Amaral, via Multibanco). Efetuados os pagamentos contactamos o “Sr. João Barca” a notificá-lo do mesmo e a solicitar que tão breve quanto possível n/ facultasse o nº da carta de porte do envio.Voltamos a falar com ele pelas 18H00 e este informou-nos de que os equipamentos tinham já sido enviados mas não tinha a carta de porte por já não estar na empresa.Entretanto contactamos a Nacex para saber se efetivamente estava alguma encomenda em circulação com destino à morada indicada. Fomos então informados de que não estava nada em circulação com esse destino.Estranhando voltamos a contactar o “Sr. João Barca” que até às 20h00 não atendeu o telemóvel e posteriormente desligou-o (até hoje!).No dia seguinte iniciamos então a pesquisa de que empresa se tratava. Pelo nº da entidade para pagamento MB (Entidade: 11249) verificamos que a entidade é da empresa Belga HPME, SA., que se afirma com uma entidade legal, cujo agente em Portugal é a empresa Hi-Media Portugal, Lda. (transcrevendo informação dada na Net: http://www.portaldaqueixa.com/negocios-e-sites-na-internet/hi-media-portugal-entidade-11249-burla.html#.VoE0fnnnlQI )“A HPME é uma entidade financeira, devidamente licenciada pelo Banco Nacional Belga e pelo Banco de Portugal que disponibiliza métodos de pagamento a empresas das mais diversas áreas de negócio online, entre estes, as referências multibanco e por essa razão, aparece identificada no extrato de pagamento quando o mesmo foi feito através de uma das entidades fornecidas pela N/Cliente. “
Reclamação Nissan Note
Ausencia de qualquer resposta por parte da marca
Roaming - Débito por gravação de mensagem em voice mail
Estive recentemente nos EUA e recebi entretanto a factura, que incluía um custo de uma chamada emitida com indicação do meu próprio número, mas com um indicador “66” entre o indicativo de PT e o número de telefone. Pedi esclarecimento junto do apoio a clientes e fui informado de que se tratava de um custo com a gravação de uma mensagem de voz no meu voice mail. Contestei pelo facto dos custos com esse serviço não estarem indicados no tafário. O custo foi anulado sem qualquer resistência.
Exposição de dano em quadro Coluer Poison CR 29
No dia 20 de Fevereiro de 2016, detetei um colapso no meu quadro Coluer Poison CR 29 no local de aperto da abraçadeira do desviador da frente, provocando uma fissura nesse mesmo local. Tal foi reportado ao representante local da marca (Art'Bike) por e-mail no dia 21 de Fevereiro.A 22 de Fevereiro o representante (Art'Bike) disse-me ter relatado o sucedido à Interbike e que estes solicitaram o envio de fotos mais detalhadas do local do dano, bem como da bicicleta inteira. Nesse mesmo dia foram remetida ao representante um conjunto de fotos que incluíam as solicitadas pela marca, bem como fotos do número de série do quadro e da fatura original de aquisição da bicicleta, como pode ser comprovado em documento anexo.A 29 de Fevereiro a Interbike faz-me chegar, por intermédio do seu representante (Art'Bike), um Relatório de Análise de Garantia (003/2016) onde concluem, passo a citar, (...) informamos que a garantia do quadro não será acionado, devido a este não ter sido um problema de fabrico mas sim uma má utilização / montagem dos componentes.Neste relatório não constam as especificações técnicas para o aperto da abraçadeira do desviador dianteiro, nem o número de série do quadro ou número de fatura e data de compra. Remeto por isso à Interbike, por intermédio da Art'Bike, uma exposição por mim elaborada (que incluo em anexo), detalhada, onde descrevo inclusive o procedimento que sempre adotei na manutenção do desviador dianteiro e onde solicito a elaboração de um novo relatório que inclua as especificações técnicas, aprovadas pela InterBike, para o aperto da abraçadeira do desviador dianteiro, e o número de série do quadro em análise.A 8 de Março é me encaminhado pela Art'Bike um e-mail do Sr. Rui Silva, da InterBike, onde se pode ler, passo a citar, Em relação ao e-mail enviado pelo sr. Emanuel, informamos que depois de analisar o mesmo a INTERBIKE, mantem a mesma decisão informada no relatório de garantia. Em resposta ao mesmo, peço à Art'Bike que solicite junte da InterBike o envio, tal como inicialmente requerido, de um Relatório de Análise de Garantia que inclua as especificações técnicas, aprovadas pela InterBike, para o aperto da abraçadeira do desviador dianteiro, e o número de série do quadro em análise.A 9 de Março é me enviado pela Art'Bike um Relatório de Análise de Garantia que inclui o número de série do quadro em análise, o número de fatura e a data da compra, mas que não indica as especificações técnicas para o aperto da abraçadeira do desviador dianteiro, remetendo para o manual do desviador. No entanto, o manual do desviador (Shimano UM-5NL0A-001-00), bem como o manual de utilização facultados com a bicicleta, são omisso quanto ao binário de aperto, devendo ainda salientar-se que nenhum destes manuais foi disponibilizado em português, em formato papel, pela InterBike.Apesar de não fazer referência concreta a especificações técnicas e concretamente ao binário de aperto recomendado para o aperto da abraçadeira do desviador dianteiro, o Sr. Rui Silva, penso eu remetendo para a descrição que fiz na exposição que lhes enderecei (e que referi anteriormente) do procedimento que adoptei, inclui no seu relatório, e passo a citar, Caso tenha sempre utilizado os 5Nm isto não aconteceria.A InterBike parece assim colocar de parte a mais remota possibilidade da existência de um defeito de fabrico e consequente falha estrutural do quadro, sem que para tal dê uma justificação plausível, fazendo assentar toda a sua argumentação numa premissa: o cliente é mentiroso.Isto é no mínimo lamentável e recorde-se que a decisão da InterBike foi tomada sem nunca ter analisado o quadro presencialmente. Nunca solicitaram a recolha do quadro por intermédio do seu representante como de resto, penso, seria o procedimento normal.
CONTRA ORDENAÇÃO DA EMEL
Exmos senhoresfui constituido arguido por um funcionario da EMEL,pelos vistos, em 23-06-2015 e recebo uma contraordenação ao CE dia 03MAR2016. sem qualquer tipo de adversão.Procurei informação e parece que é legal, no entanto, não encontrei qualquer informação acerca dos procedimentos a ter por parte dos senhores fiscalizadores da EMEL, o que me suscita algumas duvidas, nomeadamente a falta de qualquer informação no local e na hora dos acontecimentos.Passados 9 meses…? Mais pareço um sorteado pelo sistema SCOT.Já paguei , conforme comprovativo em anexo, mas devido à falta de informação previa parece-me justo que primeiro devem dar a oportunidade de pagar o parqueamento mesmo que com agravamento ,à semelhança do que era praticado, e assim a EMEL cumpria a sua missão, cobrar o parqueamento.e só se não proceder ao respectivo pagamento é que deveria seguir para contra ordenação do CE.
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