Reclamações públicas

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A. C.
02/09/2016

(des)organização da viagem

Boa tarde,Venho por este meio apresentar reclamação pela maneira como foi organizada a viagem a Cuba: Havana, Cayo Guilhermo que adquiri na sua agencia de viagens:À chegada a Havana, ninguém se apresentou no aeroporto para nos fazer o acolhimento e encaminhamento para os transferes, sendo que tivemos de procurar no aeroporto uma agencia da Gaviota Tours para este nos levasse até à nossa representante em Havana Sra. Nadai e para que esta providenciasse então o transfere até ao hotel - Tryp Habana Livre. Ao questionarmos a agente sobre a hora do voo e transfere para o Cayo Guilhermo a mesma não nos sabia informar pelo que, ao invés de no fornecer essa informação no hotel por carta ou receção como são os procedimentos habituais, pediu-nos um numero para nos informar por telefone no dia seguinte, obrigando-nos a pagar roaming, na nossa opinião, sem necessidade nenhuma. E mais se não tivéssemos sido nós a perguntar, a Sra. não nos teria informado de nada.Uma vez no hotel, que supostamente seria de 5 estrelas, constatamos que este não apresentava as mínimas condições para ser considerado como tal, pois para além de no seu interior existir um cheiro desagradável, as paredes do hotel estavam literalmente a desintegrar-se e a cair aos bocados.No dia do transfere até ao aeroporto para Cayo Guilhermo o pick up foi às 3h e fomos deixados no aeroporto Playa Baracoa às 4h da manhã, era de noite, o aeroporto estava fechado e fomos deixados às escuras à porta de um aeroporto fechado para sermos picados pelos mosquitos.De volta a Havana no hotel Melia Cohiba assim que fizemos check in perguntamos se teríamos informação sobre o transfere para o aeroporto, no dia seguinte, mas não tinham qualquer informação, no dia seguinte, dia do voo de regresso a Portugal, voltamos a perguntar se teriam informação sobre o transfere e voltaram a responder que não. Perante esta situação decidimos ligar à Sra. Nadai sendo que o número de telefone que nos foi facultado para contatar com a mesma não existia.Durante a estadia neste hotel houve uma avaria no ar condicionado do nosso quarto que começou a verter água para dentro da mala da minha mulher tendo toda a sua roupa ficado molhada. Dirigimo-nos à receção para reclamar pelo que numa total arrogância e ausência de simpatia fomos informados pela funcionária que já iriam resolver o problema do ar condicionado, sem sequer ter pedido desculpa pelo sucedido ou ter encontrado uma solução para a roupa. No hotel deixamos preenchido um questionário de satisfação que nos tinha sido entregue onde demos conta da nossa insatisfação pelo sucedido.No dia da partida, esperamos 3 longas horas no lobby do hotel por um transfere que nunca chegou, assim sendo, fomos obrigados a apanhar um táxi, para nos transportar até ao aeroporto se não quiséssemos perder o voo. À chegada ao aeroporto procuramos mais uma vez o representante da Gaviota Tours que mais uma vez foi imprestável, sem sequer pedir desculpa pelo sucedido e que nos remeteu para a resolução do problema em Portugal.Por tudo o exposto anteriormente, e tendo em conta o valor pago pela viagem, venho declarar a nossa enorme insatisfação pelo serviços prestados, sendo que a Gaviota Tours e a Sra. Nadai, como nossa representante em Cuba, foram completamente imprestáveis, ou seja, pagamos um serviço que não nos foi prestado.Cumprimentos

Encerrada

Falta de vaga na escola da zona de residência, pedido de transfência indeferido.

Exmo. Senhor Delegado Regional de Educação da RLVTDevido a separação dos pais, a minha filha, alterou também a sua residência. Residindo atualmente com a mãe, em Talaíde, São Domingos de Rana, havendo por isso necessidade de se proceder a transferência da Aluna para o agrupamento de escolas da residência atual, Porto Salvo. Após ter tido conhecimento que a aluna não tinha vaga, na Escola do local de residência, Escola básica de Talaíde, foi imediatamente feita uma exposição pela Mãe, a DGEstE DSRLVT, expondo o seguinte:A Aluna tem apenas 8 anos, e não existe transporte escolar para a Escola onde foi colocada e a mesma dista a 5km de distância.A Mãe, que tem a guarda da menor esta a trabalhar por turnos num lar de idosos, e não tem viatura própria, utiliza os transportes públicos, e o trajeto que efetua diariamente não engloba a referida escola.O meu trabalho também é efetuado por turnos, e o meu local habitual de trabalho é na Pontinha, e resido em Salvaterra de Magos.

Encerrada
M. F.
29/08/2016

Queixa mediação na venda de um imóvel

Venho por este meio detalhar o motivo pelo qual fiz uma reclamação no livro na agencia Plano B em Odivelas, tratando-se de uma imobiliária esperei ser tratado e apoiado a todos os níveis na compra da habitação, mas não se verificou. Vi um imóvel com a Sra Conceição e gostei, mostrei o meu interesse, fiz a minha proposta e negociamos o valor. Fomos á agencia para formalizar a promessa de compra-venda na qual me tinha comprometido a pagar o sinal no valor de 10000€ que me foi impossibilitado depois de me dirigir a 3 bancos e estes terem problemas na emissão de cheques, para não me atrasar na hora marcada fui então realizar a promessa de compra-venda e avise sobre este problema, solucionando- o com duas opções poderiam aguardar para ir a outro banco perto da agencia imobiliária e assim tentar mais uma vez retirar o cheque ou eu sinalizava apenas com 2500€ sendo o valor máximo permitido para a transferência bancaria. Foi aceite a segunda opção e procedeu-se a leitura e assinatura da promessa, neste ato conheci a diretora da agencia, D Paula Lopes. Depois deste processo fui-me dirigindo a diversas instituições bancarias afim de conseguir as melhores condições de crédito, e assim que decidi qual a instituição a que me ia dirigir para formalizar o pedido, ainda não tinha quais quer documentos para o fazer. Solicitei então por email que me fossem enviados com brevidade, uma vez que tanto eu como os Srs vendedores tinha urgência. Foram-me então enviados documentos desatualizados e incorretos, pedi solenemente a retificação dos mesmos e foi então que o meu contacto passou a ser só com a diretora Paula e não com a mediadora Conceição, nos primeiros contactos para alem dos documentos desatualizados também me foi dada uma planta que em nada correspondia a realidade do imóvel que me prometera a comprar, por absurdo ate tinha um elevador dentro do imóvel, e apos a diretora me dizer que não havia outra planta era só aquela e unicamente aquela eu não concordei em entregar ao banco um documento que atempadamente sabia ser falso. Pedi aconselhamento na DECO, a jurista que me apoiou disse para pedir a emissão da planta atualizada e atribuir um prazo de 5dias posto isto o contrato de promessa compra-venda indicava que a vendedora tinha de retribuir em dobro o valor do sinal. Durante estes 5 dias troque emails com a diretora que enviou varias plantas não correspondendo nenhuma ao imóvel, chegando mesmo a enviar um esboço feito á mão, atitudes inadmissíveis para uma solução tao simples como emitir uma planta atual. Apos varias trocas de emails totalmente desagradáveis consegui a planta que ia de encontro ao que vi no imóvel. Procedia a entrega dos documentos no banco para se realizar a avaliação do imóvel e assim saber todas as condições de financiamento possíveis. Para a entrega destes documentos aguardei mais 20 dias pela emissão do certificado energético, documento necessário para a instituição bancária e que a D Paula insistia ser para já dispensável, significa que o imóvel estava venda, foi realizada a promessa compra-venda e o certificado ainda não tinha sido pedido, e só o foi após muita insistência da minha parte. Demorando 20 dias a chegar o certificado provisório para entrega no banco. A imobiliária deveria certificar-se que a habitação não se encontrava penhorada ou com dividas que fossem desagradáveis ao negocio, mas não o fez. Não sendo experiente nestes negócios, e sendo a primeira vez que fazia uma compra do género fui obrigado a contactar uma advogada para me certificar que compraria um imóvel sem quaisquer problemas associados a nível burocrático e também certificar-me sobre os meus direitos, nomeadamente ter acesso a uma planta atual. Tive o avalo positivo pela parte da advogada e assim prossegui. Passaram muitos dias e nunca mais fui contactado pela imobiliária, não sabia se a avaliação já tinha sido feita ou como ia o processo. Quando passados alguns dias recebo o feedback muito positivo do banco, ou seja, foi através do gestor de conta que tomei conhecimento que a avaliação já tinha sido realizada. Posto isto, obtive a aprovação do crédito habitação em condições favoráveis, era hora de formalizar o pedido. Quando o banco liga a dizer que precisam do certificado energético finalizado, pois o que tinha enviado era provisório. Tinham passado meses desde o inicio do processo e a imobiliária ainda não me tinha feito chegar o certificado energético final, documento obrigatório e imprescindível. Para mim, comprador, não deveria ter feito a promessa compra-venda sem ver este documento que me permite noção real da qualidade do ar e competência climatérica do imóvel, por uma questão de bom senso e facilitando todo o processo não exigi ver, nunca pensando que nem tinha sido emitido. Solicite então a diretora e esta demorou mais dois dias ate me entregar, atrasando consecutivamente o processo. Para além de que no mesmo certificado a área útil do imóvel era muito inferior á escrita no anuncio da venda, entreguei os documentos ao banco e pedi esclarecimentos sobre as áreas do imóvel e mais uma vez a D. Paula foi totalmente desagradável, arrogante e soberba. De facto o anuncio dizia que se trata de um imóvel com mais de 100m2 e na realidade pouco mas de 80m2 tinha (escrito no certificado energético onde permite total noção de área útil). Como comprador de um imóvel era interessado em saber as condições deste, mas a Sra Paula acha que o certificado energético é um documento simplesmente burocrático sem importância e prescindível para o negocio, opinião pessoal pouco profissional de uma diretora imobiliária. Durante todo o decorrer do processo as conversas com a diretora eram muito displicentes, diversas vezes fui contactado via telemóvel e a Sra Paula gritava comigo e faltava consecutivamente ao respeito, nunca fui tão mal tratado nem nunca ninguém me falou nos modos e no tom daquela Sra, para além disso foi promovendo consecutivamente o meu desentendimento com os então proprietários do imóvel, fazendo-lhe um parecer a meu respeito muito diferente da realidade. Decidi então cortar contactos telefónicos com a diretora da imobiliária uma vez que a Sra insistia em berrar comigo sempre que me ligava como se tivesse algum motivo ou fossem modos de lidar com os clientes. Esta Sra fez de tudo para ter o mínimo trabalho possível, recusando-se constantemente a entregar-me documentos imprescindíveis para o banco e faltando sempre documentos importantes, como por exemplo: identificação dos vendedores. Em acordo com a vendedora alguns eletrodoméstico e móveis iam ficar na habitação, na promessa compra-venda pedi que ficasse registado, a Sra. disse não ser necessário, isto porque lhe daria muito trabalho e partiríamos todo de um bom senso, aceitei, tal como apenas esta presente um dos proprietários do imóvel que também aceitei mas apos o contacto com a minha advogada fui aconselhado a que o mesmo ficasse registado, e passaram mais semanas até consegui a lista dos eletrodomésticos e moveis que ficavam na habitação. Sempre muita burocracia e complicação nos contactos com a imobiliária. Todos os posteriores emails trocados tinham o conhecimento da minha advogada, e sempre que a diretora do Plano B respondia tirava esse mesmo conhecimento, chegamos ao limite de pedir a Certidão de Casamento dos vendedores e a Sra Paula dizer que não era necessário, depois do gestor de conta ligar a pedir este documento imprescindível, fica notória a negligencia da diretora que constantemente decidia dar a sua opinião sobre o que era ou não necessário em vez de tratar dos documentos pedidos, lamentável tanta incompetência que atrasava consecutivamente todo o processo. Este documento a Sra. diretora recusou-se mesmo a entregar, porque em sua opinião não era necessário. Pois foi contatada pela advogada e também decidiu gritar e ofende-la, envergonhando-me com tanta sobranceria que tratou a advogada. Após mais um episodio lamentável e passados dois dias fez-me então chegar o documento que a advogada assim exigiu. E de igual modo indicar os moveis e eletrodomésticos que ficavam na habitação. Todo os documentos solicitados à imobiliária não foram tratados pela mesma mas sim a vendedora do imóvel que tinha de se deslocar e pagar os mesmos, sendo nulo o trabalho da imobiliária.Informo ainda que após todas estas situações só fui contactado pela Sra da mediação, D. Conceição para esta pedir um adiantamento do sinal de 10000€, quando todo o negocio já não tinha risco de realizar e eu me encontrava totalmente descontente com as atitudes. Não trazia nenhuma vantagem para mim e fui totalmente desaconselhado a faze-lo pela parte da advogada, pois o pedido de adiantamento só foi solicitado depois de todos os avalos positivos do banco, isto é quando se tinha certeza do empréstimo e sem qualquer risco (de devolução em dobro) para o vendedor. Para além de o pedido não vir minimamente justificado, queriam mais dinheiro na hora,” só porque sim”.Com toda a burocracia tartada chegou a hora de marcar a escritura, sempre a pedir brevidade em todo o processo. O banco para agilizar a marcação entrou em contacto com a vendedora não se mostrando esta de imediato disponível uma vez que tinha informado a Sra. Paula Lopes que se a escritura não desse antes do inicio de Agosto só tinha disponibilidade no fim do mês de Agosto, informação que não me foi transmitida. E saliento que o processo se atrasou cerca de um mês, ou mais por incompetência da imobiliária. Ficando novamente numa situação constrangedoras, uma vez que pedi brevidade no processo ao banco.O cumulo que me fez apresentar a devida reclamação foi no ato da escritura a Sra Paula não ter preparados os impostos que eu tinha de pagar, nomeadamente o IMT. Sendo da responsabilidade dela trazer toda a documentação para pagar e se realizar a escritura (isto é, entregar-me as respetivas entidade/referencia/montante antes de efetuar a leitura da escritura a fim de que todos os documentos estivessem preparados), ficando mais uma vez presente a incompetência associada à falta de carater da diretora da imobiliária, que ao aperceber-se que a escritura não se realizava sem esses documentos decidiu rir-se perante todos os presentes. Não sendo capaz de solucionar o problema e correndo o risco de pagar uma escritura não realizada e atrasada por total e incompreensível falta de ética desta Sra. Gentilmente tratou depois a Dra do notário de emitir os documentos, que perlongou muito a leitura e conclusão da escritura. Ficando notório mais uma vez, o modo como a D Paula brinca com o trabalho alheio.

Encerrada
J. F.
18/08/2016

Publicidade enganosa

Em 1 de Abril do corrente desloquei-me ao Body Concept pois tinham um placard na montra em que aparecia a Oceana Basilio e a Body Concept a informar Perca 6 Kl em 30 dias, com 24 tratamentos, por apenas 39,60€.Informaram-me que dava resultado, seriam feitos 3 tratamentos por sessão, só poderia fazer 2 sessões por semana o que levaria cerca de 1 mês.Fiz o mês de Abril mas não vi qualquer espécie de resultado. Dei autorização de débito bancário pois para aceder a este tratamento teria de o fazer durante 6 meses (nada disto constava no placard da montra).Não houve débitos em Maio e Junho (talvez por falta de provisão na conta) mas a verdade é que em início de Julho passado, após uma mensagem SMS da referida empresa para uma reavaliação que não foi feita na altura devida porque a esteticista estava com um problema qualquer (ao qual sou totalmente alheia) dirigi-me à clínica de estética e disse que não estava mais interessada no tratamento pois achava que não dava qualquer tipo de resultado e solicitei que não fizessem mais débitos bancários ao que me informaram que iriam fazer esse pedido (nem sei a quem).A simpatia das senhoras da referida clínica é realmente notória mas a verdade é que no passado dia 28 de Julho foi-me debitado 39,60€, quase um mês depois de ter pedido a anulação do tratamento.Não posso juntar as faturas nem nenhum documento pois nunca nada me entregaram.Darei o caso por encerrado se durante este mês de Agosto me forem creditados os 39,60€ deste mês de Julho (tendo já eu feito a desistência há cerca de 1 mês) e os 39,60€ de 1 de Abril devido à publicidade enganosa

Encerrada
A. C.
08/08/2016

Engano no pagamento por Multibanco (250.30)

No dia 29 de julho fiz uma compra na loja Continente online no valor de 125,30€, encomenda nº 50928513, para ser entregue ao domicílio no sábado dia 30 de julho entre as 16h e as 18.30h e a pagar com multibanco no ato da entrega. As compras foram entregues com algum atraso, só por volta das 19h, devido a um engano do motorista numa morada. Ao fazer o pagamento a máquina de M.B. não estava a funcionar bem e o senhor insistiu várias vezes para fazer a operação, em algumas dessas tentativas saiu o papel em branco. Só após o funcionário ter metido o rolo de outra forma foi feito o registo.No dia 31 de julho, domingo, fui verificar o meu extrato de conta e vi que os 125,30€ tinham sido lançados 5 vezes e 2 vezes anulados. Restaram 3 parcelas de 125.30€, uma foi o pagamento da minha compra e mais 2 x 125.30 (250.60 €) que o Continente cobrou a mais e têm de me restituir. Telefonei de imediato para linha ajuda continente online e a resposta não me agradou pois tinha que mandar o comprovativo por email e esperar uma semana para me devolverem o dinheiro. Dirigi-me no mesmo dia ao Continente do Rio Sul, falei primeiro na receção e depois com uma senhora da direção que entrou em contacto por telefone com a colega online e explicou-lhe a situação já com os comprovativos do multibanco em seu poder. A colega do online falou comigo pedindo-me o IBAN garantindo-me que no mesmo dia 31 de julho faria a transferência para a minha conta. Estamos no dia 6 de Agosto e ainda nada fizeram. Boa maneira de me calarem, pois acreditei na palavra da funcionária, e uma falta de profissionalismo.Dia 6 de Agosto fui novamente ao Continente no Rio Sul, falei com um senhor da direção que falou outra vez com a colega online e foi-lhe respondido que ainda não tinham feito a transferência e que de imediato a iam fazer. Não dá para acreditar numa situação como esta.Quando há um engano destes o dinheiro tem que ser reposto de imediato na conta do cliente que é o único lesado, em tempo e dinheiro.Todas as deslocações ao Continente e ao banco feitas de transportes, as fotocópias o extrato que pedi no banco e mais grave o meu bom nome, pois tive que dar a cara com explicações a terceiros de pagamentos meus em atraso.Lurdes Ribeiro

Encerrada
H. V.
02/08/2016

reclamação em garantia e resolução de problemas na viatura 80-is-72

Bom dia,Exmos ,senhores, é com grande tristeza que começo a sentir algum desalento com a marca e com a minha viatura. O meu KIA Sorento, com matricula 80-IS-72, datado de Fevereio de 2010 com 7 anos de garantia, efectuou a revisão dos 180.000 km na oficina Auto são Cristovão em Évora. Na altura, foram obrigados a SUBSTITUIR A POLIE DA COMBOTA, PORQUE FAZIA UM BARULHO ELEVADO, POIS TINHA -SE DESVULCANIZADO A MESMA??? Algo estranho. Reclamei para a KIA, e enviaram-me uma informação, referindo que iriam efectuar uma comparticipação na garantia da peça, algo que não foi do meu agrado. Pois, conforme explicação da KIA Motors, a garantia já tinha passado em km e não em anos.Descrição das situações1- No dia em que saí da oficina depois da substituição da polie e da revisão, fui com o carro dar uma volta a Lisboa e para meu espanto o Cruise Control não funciona. Telefono para concessão e dizem para ir lá. Passado uns dias, passo por lá e verificam que o problema é supostamente do anel da resistência do Air Bag que se encontra por baixo do volante. Para resolver o problema seria necessário marcar e deixar a viatura, pois é uma situação que leva algum tempo a resolver....2-Passado mais alguns dias, começo a verificar outra vez o mesmo barulho identíco ao que fazia quando a polie estava desvulcanizada. Vou à concessão e dizem que poderá ser da caixa ou da embraiagem....e dizem-me, se calhar é melhor marcarmos para mudar o óleo da caixa de velocidades.3- Tentei marcar o serviço para um dia...mas segundo o recepcionista não havia óleo da caixa e tinha que mandar vir,como tal o serviço só podia ser feito na outra semana.4- Passado mais uns dias acendeu-me a luz do air bag do passageiro e nunca mais apagou. Hoje,desloquei-me à oficina afim de verificar a situação e com máquina de diagnostico confirmaram um problema no anel da resistência do Air Bag. Disseram-me ainda que os Air Bag em caso de acidente, poderão quase de certeza não funcionar. Gravissímo....Logo hoje que vou fazer uma viagem de 1500km.....Pergunto e se houver um acidente...e os Air bags não dispararem...de quem é a reponsabilidade da KIA MOTORS, do concessionário....uma vez que nem a peça têm em stock...nem disponibilidade oficinal para resolverem um problema de segurança da viatura....Meus senhores, reconheço perfeitamente que o carro tem 184.000 actualmente. É um carro que só viu estrada e campo nem vê-lo.....um condutor.....e reconheço que efectuou as revisões todas na marca, em concessões entre Évora e Beja como podem confirmar se falarem com os mesmos.Agora depois de perder a garantia....em Km e não no ano , uma vez que a viatura só completa os 7 anos em Fevereiro de 2017, há bem pouco tempo, começam a surgir tantos problemas ao mesmo tempo....muito estranho...não acham...Assim, solicito o seguinte,1- Apesar dos 34.000km a mais , solicito que efectuem uma garantia a resistência do anel, pois não é nenhuma peça de desgaste.2- No caso da polie da combota, espero não ter que pagar valor nenhum, pois não compreendo como é que um orgão tão importante como a polie da combota, ao fim de 160.000 km desvulcaniza. E para além disso, não vi a polie que tiraram....acredito na concessão.... 3- Agradeço que um técnico da Kia ,se desloque à concessão para analisar o problema da minha viatura e verificar definitivamente, se o barulho que aparece, é da caixa, se é da embraiagem ou do motor. O certo, é que eu não vi a suposta polie da combota desvulcanizada que retiraram da minha viatura para verificar efectivamente o defeito, apenas acredito na palavra das pessoas que falam comigo.Agradeço uma resposta breve da vossa parte para resolverem os problemas da minha viaturaInformo que esta reclamação foi encaminhada para a DECOCom os melhores cumprimentosHelder Antonio graça Vieira967348429

Resolvida

Ressarcao Valor e Pedido de Indemnização por Danos Morais

Gostaria de expor um caso que considero que é digno de exposição pública, porque reporta a uma situação grave de falta de ética por parte da Clínica Médica Dentária Sorriso de Loulé e em particular do Dr. Júlio Ribeiro Silva, Cédula Profissional 4284.Abaixo exponho a situação:1. Em Novembro de 2015 recorro à Clínica Médica Dentária Sorriso de Loulé para consultar qual seria a melhor solução para a minha falta de dentição, sendo que não teria possibilidade económica de colocar implantes2. O Dr. Júlio Ribeiro Silva disse que seria possível colocar implantes no valor de 3000EUR, mas que teria que tomar uma decisão rapidamente e adiantar logo o dinheiro na totalidade3. Por já conhecer o Dr. Júlio Ribeiro da Silva confiei e decidi avançar com o procedimento e adiantar o dinheiro na totalidade4. Embora o pagamento tenha sido exigido em novembro (em dinheiro, não podendo ser multibanco ou cheque), só em dezembro, após várias desmarcações, foi feito um pequeno tratamento que até hoje não percebo o objetivo5. Em janeiro de 2016 foi-me removido um dente, e na sequência de uma biópsia foi diagnosticado um osteoma que embora o Dr. Júlio tenha dito que não é nada frequente, não foi valorizado e nada foi feito em relação a esta patologia6. A partir de fevereiro de 2016, sempre que havia a previsão da cirurgia era-me prescrita a toma de antibiótico (augmentin, dalacin, E.S.E, etc) que, devido à especificidade dos antibióticos e à patologia auto-imune Lupus Eritematoso Sistémico (LES) que tenho, trouxe complicações severas que me levaram ao hospital e que não foram nem antecipadas pelo médico nem valorizadas pelo mesmo7. Todas as tomas de antibiótico foram inúteis, uma vez que a cirurgia foi desmarcada sucessivas vezes, por vezes 2 horas antes da marcação. Deixo apenas alguns exemplos:18/03/2016 - adiada por motivos pessoais22/03/2016 - adiada porque os implantes vieram trocados31/03/2016 - adiada porque os implantes vieram novamente trocados03/05/2016 - dizem-me que andam à procura de fábrica para os dentes13/05/2016 - adiada porque a transportadora não trouxe os implantes8. Em junho de 2016, já me sentido desrespeitada e enganada com o constante adiar de um tratamento que foi pago em novembro de 2015, decidi pedir a ressarção do dinheiro9. Recebo no dia 27.06.16, um email da clínica, em resposta ao meu pedido, que irá ser feita a ressarção (embora não na totalidade) no dia 31.0710. Respondo a esse email dizendo que iria levantar o valor no dia 29.07, uma vez que 31.07 é domingo11. Fiquei 2 semanas sem resposta e hoje 27.07, a 2 dias de ir levantar o valor como combinado, a Clínica envia-me um email a dizer que não será ressarcido qualquer valor, e que não me ouviriam nem pessoalmente, nem por telefone para falar da ressarção.A relação não ética e não profissional da Clínica Médico Dentária Sorriso de Loulé e do Dr. Júlio Ribeiro da Silva ao exigir o pagamento de um serviço em adiantado, sem garantia de o poder cumprir e os 9 meses de sofrimento em que só vi o Dr. Júlio 2 (duas) vezes trouxeram danos psicológicos graves e que têm comprometido a minha saúde física e mental de forma incalculável, pelo que me sinto violentamente enganada pelo Dr. Júlio Ribeiro da Silva que até hoje não foi capaz de falar comigo assumindo a responsabilidade de todos estes acontecimentos.A minha flha no entanto falou com o Dr. Júlio no dia 20 de junho, que garantiu que o valor iria ser ressarcido.O Dr. Júlio insiste que algures no tempo ainda poderei fazer a cirurgia mas mediante os factos perdi toda a confiança que poderei ter neste médico e o mesmo não deve exercer qualquer pressão ou coacção sobre o mim para a aquisição de um serviço no qual eu não confio mais, devendo respeitar a minha liberdade de escolha (artº 12º do Código Deontológico dos Médicos Dentistas).Deixo os meus contactos diretos, estando disponível para apresentar em maior detalhe o caso.Atenciosamente,Rosa GonçalvesContactos:933538972

Encerrada
A. C.
22/07/2016

Problema com Células da Bateria Hi-Voltage

Nissan Leaf matrícula 82-LU-60A bateria de alta voltagem do meu Leaf apresenta algumas células com baixo valor de tensão relativamente à média global (Cell Voltage Loss segundo o manual técnico Nissan).O carro encontra-se na oficina Caetano Power no Porto desde o dia 21.03.2016 para que seja diagnosticado o problema. Esta anomalia é diagnosticada seguindo o procedimento técnico Nissan - Cell Voltage Loss Inspection.Segundo a oficina, todos os diagnósticos e intervenções nos veículos Nissan Leaf têm que ser conduzidos pelos serviços centrais Nissan uma vez esta tecnologia dos VE ser tratada e gerida centralmente pela marca, estando a oficina condicionada ao que a marca ordenar.Apesar das minhas inúmeras tentativas de contato com a assistência Nissan Europe, continuo sem respostas e com o carro imobilizado na oficina à já quatro meses.A Nissan diz que a bateria está com degradação normal para a idade e kms do carro, contudo essa não é a minha questão e recusam-se a facultar-me o diagnóstico à bateria do meu carro.Tenho um diagnóstico efetuado particularmente e sei que a bateria não cumpre os critérios técnicos preconizados pela Nissan para ser validada como normal, daí pretender confrontar o mesmo com o obtido oficialmente na marca.Se afirmam que está bem provem-me que está. Quem não tem nada a esconder nada tem a recear, não me tentem é convencer com um telefonema a dizer a bateria está normal.Desde maio a Nissan não me responde aos meus emails e insistências sobre a questão.Sinto-me completamente ignorado pela Nissan e estou sem carro à já 4 meses.

Encerrada
A. C.
16/07/2016

Danos na pintura do veículo após lavagem

No dia 11/07/2016 deixei o meu carro no Centro de Lavagem Automóvel New Wash em Centro Comercial La Vie - Caldas da Rainha para lavagem completa c/ Cera.Após receber sms para levantar o carro, procedi ao pagamento em numerário sem receber a devida fatura. Sai do estabelecimento em direção a posto de combustivel, quando reparei que o verniz do tejadilho da viatura estava danificado. Dei volta ao carro e percebi que havia mais sitios do carro com verniz danificado.Situação que não se apresentava antes da lavagem.Retornei ao Centro de Lavagem automóvel New Wash em Centro Comercial La Vie - Caldas da Rainha, para questionar o que teria acontecido, no entanto a minha questão não foi bem aceite por parte do Sr Dilson, proprietário do franchising, que manteve discurso inadequado, afirmando não se responsabilizar pela situação, e negando participação ao seguro.Posto isto, apresentei reclamação escrita no Livro de Reclamações da empresa.

Encerrada
A. C.
11/07/2016

Alteração preço mala

Sabendo que a PG nunca faz saldos nas malas, no passado dia 6 de Julho efectuei on line a compra da Mala shopping Bon Appétit, com o valor indicado, de 128,00€.Qual o meu espanto quando hoje, 11 de Julho, a mesma mala aparece no site com a indicação de novo preço: 98,00€.Remeti um mail para a marca e entrei em contacto telefónico com a mesma, tendo me sido dito que foi uma decisão comercial baixar o preço da mala e que de facto NUNCA fazem saldos das malas.Uma política comercial que em nada abona a favor da empresa, uma vez que defrauda os seus clientes que fazem as compras sabendo que esta marca nunca faz saldos ou promoções neste tipo de artigos.

Encerrada

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