Reclamações públicas
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itens pessoais retidos
Exmos. Senhores,venho por este meio apresentar reclamação por uma situação que está por resolver desde Outubro de 2017.Estão retidas sete parcelas com origem na África do Sul, para a minha morada. Estas parcelas foram enviadas pelo meu marido que veio viver para Portugal para estar comigo em Julho de 2017. Nesse mês, antes de viajar para Portugal enviou por correio algumas caixas com os seus itens pessoais. Estes são itens pessoais para os quais ele muito trabalhou para os ter. São itens legais, pessoais e laborais.A maioria destes itens não tem qualquer valor comercial pois são itens antigos, gastos ou meramente simbólicos por representarem uma conquista em algum momento da vida, como pequenos troféus. Ou até as nossas roupas de casamento!Como pedido pelos ctt (através do email internacional@ctt.pt), foi enviada declaração esclarecendo que estes itens não serão usados como “objecto de empréstimo, penhor, aluguer ou cessão, a título oneroso ou gratuito” sem que as Autoridades Aduaneiras sejam informadas.As encomendas chegaram a Portugal a 23/10/2017.Aqui se iniciou a morosidade do processo. Face à explicação do nosso caso particular acima exposto, e em que o meu marido sempre vivera no seu país, a África do Sul, foi-nos dada a lista de documentos a enviar. Todos os documentos requeridos foram enviados para internacional@ctt.pt.Eis que hoje recebo uma resposta impessoal, depois de todo este tempo. Uma resposta apenas de copy-paste ou de um robot em como a documentação não tinha sido aceite e com uma cópia de todos os documentos requeridos, incluindo:- Certificado probatório passado pela Embaixada ou Consulado em como os referidos bens foram utilizados na sua residência há pelo menos 6 meses- Declaração passada pela embaixada ou Consulado em como o esteve a residir no país terceiro há pelo menos 12 meses consecutivos.Ora o meu marido é cidadão Sul-africano, viveu na África do Sul e lá teve residência 34 anos da sua vida (todo o tempo antes de se mudar para Portugal!). Não faz qualquer sentido pedir esta documentação a quem viveu no mesmo local toda a sua vida (o seu país de origem). Escrevi esta preocupação ao email internacional@ctt.pt antes de enviar todos os documentos, até porque as entidades consulares e embaixadas não prestam este serviço. Responderam-me nesse email dizendo que deveriam ser preenchidos os modelos de Declaração de valor. Informação esta que foi enviada por nós.Toda a outra documentação para além daqueles dois pontos foi enviada.Sempre nos demonstrámos disponíveis para nos deslocarmos a Lisboa e abrir as encomendas na presença das autoridades competentes como forma de acelerar o processo. Com quem podemos falar pessoalmente para seguir este caso? Nitidamente ninguém está a seguir seriamente o caso para não compreenderem a informação que foi enviada previamente, ou pedirem a mesma informação repetidamente. E sempre responderem com mensagens pré-feitas sem se dar seriedade ao seguimento do caso de cada cliente como único.Como podem imaginar esta situação só cria solavancos e entraves na vida das pessoas que só querem poder andar com a sua vida para a frente.Mais uma vez, hoje mesmo, enviei um email semelhante a este para os ctt em que anexei toda a documentação requerida. Espero não aguardar vários meses por uma resposta e pela resolução positiva do caso.Ainda que sejam os ctt os intermediários nesta situação, é a vós a quem compete dar o despacho do processo de desalfandegamento pelo que a vós endereço também a minha reclamação. Tanto vocês como os ctt, enquanto entidades competentes devem criar conjuntamente sinergias de modo a agilizarem os processos dos clientes.Nota: através da plataforma não foi possível anexar toda a documentação enviada aos ctt, e que espero que vos tenha sido remetida na totalidade, se necessário façam-me saber a quem de direito enviar novamente toda esta informação.
Burla e ameaças ao querer desistir do curso
Inscrevi-me no site da CEAC com o intuito de esclarecer dúvidas acerca do curso de Auxiliar de Farmácia.Passado pouco tempo ligo-me uma senhora da CEAC que disse estar perto da minha casa sem sequer me ter efetuado qualquer tipo de permissão.De boa fé da minha parte convidei-a a entrar em minha casa e perguntei como tinha tido acesso à minha morada. Ele referiu que foi através da inscrição no site.Depois disso começou-me a falar do curso e referiu que podia desistir a qualquer momento e sem qualquer compromisso.O único documento que tinha que assinar era a permissão de débito direto (03-01-2018).Verifiquei mais tarde que afinal tinha assinado outros papéis em que me indicaram que era só para efeitos em como ia efectuar o curso e quando questionei acerca se tratava-se de um contrato foi me informado que não.Assim fiz , e por motivos pessoais e financeiros e sem ter até agora efectuado nenhum tipo de pagamento enviei um e-mail (dia 20-01-2018) para a CEAC com pedido de desistência ao qual não obtive qualquer resposta.Hoje dia 22-01-2018 liguei para a CEAC e informaram-me que não podia desistir que tinha um prazo de 14 dias para efectuar a desistência (algo que contradiz o que a comercial da CEAC me disse) e ainda ameaçaram-me ir para tribunal.Face a esta questão e revendo as atitudes por parte da comercial é válido argumentar que trata-se de uma verdadeira burla e que fui enganado por esta entidade que além de omitir informações não me foi dito que tinha assinado nenhum tipo de contrato e que podia desistir a qualquer momento.Já reforcei com a entidade que pretendo cancelar qualquer tipo de contacto com esta entidade e que fui burlada e enganada.
Reembolso não efectuado
Fiz uma compra no site https://pt.benetton.com no dia 24/11/2017, tendo pago por referência multibanco. Um dos artigos não foi enviado e uma vez que no dia 15/12/2017 ainda não tinha recebido o reembolso contactei o apoio ao cliente (que apenas dispõe de um email customer.care@benetton.com), tendo-me sido solicitado o NIB para o efeito. No dia 28/12/2017 fiz uma reclamação no livro da loja física das Amoreiras e no dia 13/01/2018 no portal da queixa. Neste mesmo dia, reportei esta situação, tal e qual como descrita aqui, via messenger do Facebook da página UNITED COLORS OF BENETTON. Foi-me dito que a situação tinha sido encaminhada para o departamento financeiro e à data de hoje (23/01/2018, passados 2 meses) continuo sem respostas e sem receber o meu dinheiro.
Problema com sinistro de equipamento móvel
No dia 31-05-2017 dirigi-me à loja Fnac no Shopping da Guia, no Algarve, para comprar um equipamento móvel, o Samsung S8. Como é hábito, estas lojas tentam nos sempre vender os seguros que abrangem sinistros que a garantia do próprio equipamento não abrange, e eu, achei por bem contratar o seguro, durante 1 ano, pagando bimensalmente 23,99€, sujeita a franquias em caso de sinistro, uma vez que me pareceu tão aliciante e benéfico para mim enquanto consumidora.Acontece que no dia 29-09-2017 tive um sinistro com o equipamento seguro. Caiu-me do bolso enquanto tratava de um cavalo, e após cair, o cavalo ainda pôs parte da pata em cima do ecrã traseiro do telemóvel, ficando o canto inferior direito partido, pois o telemóvel caiu, e o vidro traseiro estilhaçado porque foi pisado. Consequentemente, a câmara fotográfica deixou de focar, focando apenas 90% das vezes que a utilizava. Uma vez que reparei que o débito relativo ao pagamento de seguro não estava a ser feito, ainda antes do sinistro, enviei um e-mail a perguntar se realmente tinha o seguro ativo, e-mail este enviado a 25-09-2017, ao qual nunca recebi uma resposta. Dirigi-me então mais uma vez à Fnac na Guia uma vez que não conseguia que me respondessem ao e-mail, e atenderem o telefone também estava a ser missão impossível… Ao ligar da loja, atenderam e consegui abrir processo, por chamada telefónica.Posto isto, fiz a participação no dia 03-10-2017 à seguradora SPB Iberica, e neste mesmo dia recebi um e-mail a solicitar toda a documentação necessária e referente ao sinistro para dar continuidade ao processo. A minha resposta com os documentos solicitados deu-se neste dia também, 03-10-2017, com o formulário com as circunstâncias, data e danos ocorridos com o equipamento seguro (Samsung S8), uma cópia legível da fatura de compra e a fotocópia da apólice de seguro devidamente assinada. No dia 11-10-2017 enviei outro e-mail pois ainda não tinha recebido qualquer resposta.Dia 20-10-2017 recebi então uma resposta, na qual me solicitavam o pagamento de uma franquia de 70€ para poder dar seguimento ao processo, e no dia 22-10-2017 enviei também por e-mail o comprovativo de pagamento da franquia.No dia 30/10/2017 recebi um e-mail a solicitar a recolha do equipamento, tendo recebido depois um e-mail como resposta no dia 02/11/2017 a confirmar a entrada do equipamento no serviço técnico.A 13/11/2017 foi-me enviado outro e-mail que afirmava que o equipamento já tinha sido reparado e que iria então ser enviado para a minha morada.No próprio dia que recebi o equipamento, 14/11/2017, enviei um e-mail e questionei por que razão o canto do telemóvel não tinha sido reparado. Resposta que nunca obtive por e-mail, pelo que tive que ligar para o apoio ao cliente da SPB Iberica, ao que me foi respondido que não tinha sido reparado por ser um dano estético. Acontece que o meu equipamento, Samsung S8 é um telemóvel à prova de água, e sendo considerado pelo departamento técnico um dano estético, eu solicitei garantias em como não entraria água pelo canto danificado, uma vez exposto a esta. Claro que nunca obtive uma resposta.Para além disto, o software do equipamento ainda vinha pela metade, deixei de receber notificações, tanto de aplicações como de e-mails.Dia 16/11/2017 enviei um e-mail a questionar novamente por que razão o equipamento não tinha sido reparado em condições.A 17/11/2017 enviei novo e-mail com fotos tiradas pelo equipamento a comprovar que a câmara continuava desfocada, consequência do sinistro, e pelos vistos, este dano não foi reparado. Neste mesmo dia contactei novamente a seguradora, mas sempre sem sucesso uma vez que as respostas que me são dadas são sempre as mesmas “tem que aguardar uma resposta do serviço técnico não lhe consigo responder a essa questão, só mesmo com o serviço técnico tem que enviar um e-mail para a qualidade pois aqui já não conseguimos resolver mais nada”. No entanto, o colaborador que me atendeu a chamada respondeu-me a uma questão muito simples que coloquei: uma vez que já tinha passado bem mais do que 30 dias do envio de toda a documentação solicitada, da recolha e da entrega do equipamento, que não estava em condições, eu teria direito a um novo equipamento? Ao qual o colaborador me responde que sim, que segundo a lei sim tenho direito ao novo equipamento mas que teria que expor a situação ao departamento de qualidade. Nunca obtive qualquer resposta relativamente a este tópico, como seria de esperar…Após enviar dezenas de e-mails repetidos, pois só assim consegui obter uma resposta, recebi um e-mail e uma chamada a solicitar nova recolha do equipamento, ao qual respondi dia 05/12/2017, fazendo uma reclamação, uma vez que não me foi dada nenhuma resposta relativamente aos e-mails que enviei, logo, tinha receio de enviar novamente o meu telemóvel para “reparação”.Dia 11/12/2017 enviei outro e-mail a perguntar se algum dia iria obter alguma resposta da vossa parte, mais uma vez, claro que não obtive resposta.Dia 13/12/2017 e dia 18/12/2017 voltei a enviar e-mails a solicitar o anexo que não me tinha sido enviado aquando do pedido de nova recolha, e que teria que ser preenchido por mim com a devida informação.Dia 20/12/2017 envio novo e-mail a questionar novamente se algum dia irei ter uma resposta…No dia 26/12/2017 enviei 11 e-mails, num total de 22, tanto para o departamento de qualidade como para o e-mail seguradofnac, que surtiu efeito pois no dia 27/12/2017 recebi uma chamada telefónica para recolha do equipamento. Esta recolha deu-se no dia 29/12/2017.Dia 04/01/2017 recebo um e-mail a dizer que não poderá ser dado seguimento à participação de sinistro, por ser um dano novo. Acontece que o dano não é novo e há provas disso. Neste mesmo dia também recebi uma notificação de envio do equipamento para a morada. Posto isto, reenviei todos os e-mails que já tinha enviado anteriormente com as provas de que o equipamento não tinha sido reparado na totalidade da primeira vez e reclamei. No dia 05/01/2017 não recebi o equipamento, nem no dia 08/01/2018, nem no dia 09/01/2018, pelo que neste dia resolvi ligar para transportadora Nacex, a questionar onde se encontrava a minha encomenda, ao qual me foi respondido que tinham ordens para devolver a encomenda ao remetente, ou seja, à SPB Iberica. Eu não fui notificada com nenhum e-mail ou chamada telefónica por parte da seguradora, o que é lamentável. Recebo uma notificação de envio e a partir daí nunca mais sei nada sobre o meu processo nem respostas a e-mails ou justificações relativamente ao nunca ter recebido o equipamento. Também neste mesmo dia enviei e-mails a questionar a situação.Aguardei uns dias, na expectativa de receber algum tipo de resposta, mas não aconteceu. Pelo que no dia 14/01/2017 enviei um e-mail a expor a situação, a perguntar por que razão não fui avisada do sucedido e que já estou privada do meu telemóvel há muito tempo.Depois deste e-mail ainda recebo um novo e-mail, dia 15/01/2017, a solicitar nova recolha e uma chamada da seguradora para confirmar o dia da recolha, ao que informei a colaboradora de que não poderia haver recolha quando nunca houve uma entrega.Contactei a seguradora por chamada telefónica, que me responderam que o equipamento deve ter voltado para o remetente talvez devido à minha reclamação por e-mail, que provavelmente estará a ser analisado pelo departamento técnico, mas que não fui notificada porque não são eles quem trata dessa parte. Então quem trata? Dia 16/01/2017 mandei novamente e-mails a reclamar, pois tal não é a falta de organização desta empresa, que nem sabem dos equipamentos dos clientes, ao ponto de me solicitarem uma recolha quando ainda não me foi entregue. Neste dia enviei também a prova de recolha do equipamento no dia 29/12/2017.Dia 18/01/2017 enviei novo e-mail a solicitar respostas, e até hoje dia 21/01/2018 continuo sem obter qualquer tipo de resposta.Tenho que referir que pelas últimas vezes não enviava só um e-mail mas sim dezenas deles, iguais, tanto para a qualidade, como para o seguradofnac, para que na vossa caixa de entrada se fizesse notar que este processo não está resolvido, nem de perto, e que estou privada dele há quase um mês, sem respostas da vossa parte, sem justificações, sem arranjos, sem nada. No entanto continua a ser debitado da minha conta os 23,99€, mas o meu equipamento reparado, não o tenho. Esta situação arrasta-se desde Outubro e eu exijo uma resolução o mais rápido possível!Hoje dia 22/01/2018 contactei novamente a seguradora por chamada telefónica, e a resposta foi que iriam notificar o departamento técnico para resolverem o processo com urgência, ainda me solicitaram outro contacto e outra morada, pois alegaram que o departamento técnico me estaria a tentar contactar já há muito tempo mas sem sucesso...Estranho, se não houve problemas com a primeira recolha e entrega, por que razão há agora? Para além disto, não me confirmaram que o meu equipamento se encontrava com eles.Começo a achar que foi furtado ou extraviado.A minha advogada irá notificar a SPB Iberica e se até ao fim do mês de Janeiro não obtiver nenhum tipo de resposta, o processo seguirá para tribunal.Lamentável toda esta situação, lamentável também, a Fnac, como intermediária, lavar as mãos e dizer que não é nada com eles. Quando é para vender o seguro estão lá todos sentados a dar-nos o papel para assinar, quando se trata de problemas para resolver já não é nada com eles.Nunca mais irei comprar nenhum equipamento na Fnac e muito menos contratar esta seguradora.
discordância no acordo dos painéis solares
Há dois anos atrás,em Abril de 2016, vi que a EDP estava a fazer uma campanha sobre a colocação de painéis solares e entrei em contacto com esta entidade, fazendo um formulário na pagina de Internet, e logo de seguida fui contactada. Inicialmente, realizaram uma simulação para quantos painéis deveria colocar, onde aconselharam a colocação de três painéis, uma vez que seriam suficientes para o consumo da minha habitação. Nesse contacto, fui informada que entre 20€ a 30€ por mês, seria beneficiada com a energia solar, sendo assim na factura teria de baixar este valor. Junto disto ia beneficiar de três tomadas ready para colocar nos electrodomésticos para controlar o consumo destes, no fim de 12 meses poderia ficar com estas mas com um custo de 3,99€ por mês. Assim, acordei pagar 36 meses 50€ pelos painéis.A 18 de Maio de 2016 os técnicos vieram ao local colocar os painéis, estes decidiram onde os iriam colocar. Neste acordo, foi-me informado de uma plataforma que eu poderiam aceder para ter controle dos gastos que teria e da produção destes mesmos. Em Junho, não conseguindo ter acesso, a minha filha (uma vez que percebe melhor de computadores) contactou a EDP ao que lhe foi dito que teria ocorrido um problema técnico alguns dias atrás e isto nos teria afetado, uma vez que ainda não usufruía-mos dos painéis, aguardando sempre resposta como combinado e não obtendo respostas, voltamos a ligar onde fomos mal atendidos. Na sequência, envia-mos um email a reclamar para ready@edp.pt. Até hoje sem qualquer resposta. Querendo ter acesso,a minha filha e o meu marido deslocaram-se aos balcões de informação EDP em Penafiel, onde não lhes souberam dar qualquer tipo de informação dizendo que não tinham acesso nem saberiam qual o funcionamento deste produto, tendo que nos informar junto dos técnicos da ready ou nos desloca-se-mos aos balcões EDP, no Porto. Ficando sempre aguardar, fui pagando sempre por débito directo 112€ não baixando a mensalidade voltei a entrar em contacto, do qual baixaram para 90€ e aconselharam a tirar a contagem todos os meses. Como no dia em que foi instalado o contador eu não estava presente, não sabia tirar a contagem e facilitei muitos meses. Mas em Setembro de 2017 recebo os acertos de um ano e ao qual me deparo com uma factura de 467,20€, voltei aos balcões da EDP, em Penafiel,onde perdi um dia de trabalho, e não pude fazer nada, uma vez que a factura esta em nome do meu marido e só ele poderia resolver o assunto. Para aderir, assinar o contrato eu pude o fazer mas pessoalmente já não pude. Nisto, nos dia 7 de Novembro, o meu marido desloca-se da França ate cá para que resolvesse-mos o assunto e voltamos aos balcões, entrego as três tomadas que anteriormente nos tinham oferecido uma vez que não queria pagar os 3,99€ e faço o acordo de pagar esta quantia em três meses. E não concordando com os gráficos que mostravam na plataforma pedi a ajuda da funcionaria do balcão,uma vez que o gráfico mostrava que as 4h da madrugada estava tão alto a energia da rede, como as 12h de almoço. A funcionaria recorreu a outro colega, não compreendendo os gráficos. Os dois, não percebiam e não concordavam com o gráfico. daí ficou acordado ser contactada para que um técnico se deslocasse para ver os painéis. Passados alguns dias 2 técnicos vieram e substituíram material, aproveitando a presenças destes, liguei a plataforma e pedi ajuda. Eles mesmos não conseguiam abrir a plataforma, só com a ajuda de outros. Nisto eles perguntaram se havia electrodomésticos ligados a qual eu respondi que não a não ser o básico (frigorífico e arca congeladora que foram comprados depois da factura dos acertos, tudo classe A+). Aqui pedi uma auditoria ao contador, uma vez que,eles aperceberam-se que este estava a contar rápido. Voltei a ligar e vieram técnicos que informaram que estava tudo bem, não haveria qualquer problema. Continuando anão concordar com o que via nos gráficos voltei a contactara EDP, na linha do cliente (808 53 53 53) a senhora manda-me ir a box da ready ver se a luz vermelha estava fixa ou intermitente, se estava ligada a alguma tripla, deveria esta estar ligada unicamente, estava com tripla, colocada pelo técnico quando o viera instalar, assim eu tirei a tripla. Ainda, mandou verificar no contador se tinha o modem ligado, teria que ver uma luz e voltava a ligar nos próximos dias. Como não vi luz nenhuma e não tinha autorização de o abrir, deixei ficar. A 13 de Dezembro voltei a ser contactada e disse o resultado, acordamos vir um técnico da EDP e da ready ao local a 16 de Janeiro. Aqui na chegada do técnico da ready este quis ir a box e ao contador, onde vêque o modem está com avaria... pediu as tomadas ready ao qual informei que já as tinha entregue, este informou-me que tendo entregue este material deixaria de ser cliente ready, por isso, não conseguia ter acesso a plataforma desde Dezembro. Nisto chega os técnicos da EDP, muito apressados queria o modem novo, ao qual o técnico da ready tinha posse. Este pediu que esperasse que conclui-se o seu trabalho e que lho dava, o técnico da EDP não esperou foi pedir-lhe novamente, tendo já o modem foi coloca-lo, em 2 minutos, foi embora. dexando o tecnico da ready trabalhar,mais tarde precisou de ir ao contador novamente, ai verificou que o modem que os tecnicos da EDP teriam colocado nem à 20 minutos não estava colocado correctamente. Deixando-me outro modem. Sou contactada novamente e discuti com a funcionária pelo telefone e acordei virem dia 24 instalar o terceiro modem. Aqui informam que o contador dá contagem automática não precisando de eu dar a contagem.Nota-se que neste processo todo falta informação entre departamentos, entre funcionários e no mais importante falta informação ao cliente. Como pode ser nunca beneficiar de 20€ por mês num verão tão quente, quando colocava os electrodomésticos de dia a funcionar,para aproveitar luz solar e renovei electrodomésticos?Sinto-me aldrabada, é impensável fazer um negocio para beneficiar nem de 20€ ao saber que teria de pagar em excesso 3,99€ para poder ter acesso ao serviço ready sempre que quiser, nunca usufruindo disto e sempre que contacto me informam que os painéis estão a produzir a 90% e na factura não é esta realidade.
PROBLEMA COM A TELEVISÃO CAUSADO PELA BOX UMA
NO DIA 30/12/2017 QUANDO ME DIRIGI Á MINHA SALA PARA LIGAR A TV,NOTEI QUE A BOX NAO LIGAVA!LIGUEI A MINHA TV TAMBEM NAO LIGAVA!PEDI UMA INTERVENÇÃO PELA AVARIA NO QUAL ESTEVE CÁ UM TÉCNICO NO DIA 31/12/2017.O TÉCNICO TROCOU A BOX MAS A TV NUNCA MAIS LIGOU!O QUE ME FOI DITO PELO TÉCNICO NESSE DIA E TINHA CÁ VISITAS EM CASA QUE TAMBEM OUVIRAM FOI QUE HAVIA UMA GRANDE GUERRA ENTRE A NOS E AS TVS LG.LEVEI A MINHA TV AO REPRESENTANTE AQUI EM ALMADA E O ORÇAMENTO DE REPARAÇÃO FOI DE 193€ + IVA.MANDEI REPARAR E PEDI UM RELATORIO ESPECIFICO NO QUAL VEM LÁ DESCRIMINADO QUE QUEIMOU ALGUNS COMPONENTES NA ENTRADA HDMI DA TV.HORA RESUMINDO A UNICA COISA QUE TENHO LIGADO NESSA PORTA É A BOX DA NOS!NÃO TENHO MAIS NADA LIGADO A ESTA TELEVISÃO DA SALA E TENHO TESTEMUNHAS DISSO.AGORA A NOS VEM A QUERER DESCARTAR SE DO ARRANJO QUE EU PAGUEI SEM CULPA NENHUMA E AINDA POR CIMA DIZ QUE ESTE RELATORIO NAO É VALIDO PORQUE EU NAO TENHO COMO PROVAR QUE FOI A BOX DELES.EU TENHO TESTEMUNHAS QUE PODEM COMPROVAR QUE NAO TENHO MAIS NADA LIGADO Á TV A NÃO SER A BOX.EU VOU DESISTIR DO SERVIÇO UMA VEZ QUE NAO QUEREM ASSUMIR O ARRANJO E NEM VOU PAGAR NEM 1 CENTIMO MAIS Á NOS.PODEM AVANÇAR PARA OS TRIBUNAIS QUE EU TENHO OS MEUS DIREITOS E TESTEMUNHAS.AGRADECIA SE PUDEREM ME AJUDAR.CPS E OBRIGADO.
Funcionamento inumano
O meu nome é Carlos Manuel de Oliveira dos Santos Silva, sou cidadão nacional com o nº 10046781, trabalhador, contribuinte, com 44 anos de idade. Venho desta forma manifestar a minha reclamação, a minha repudia, a minha revolta sobre o seguinte assunto:Efetuei reserva de um imóvel na Av. Manuel Alpedrinha, nº 14, 3º A, em Amadora, em 23 de agosto de 2017 através da agência imobiliária ERA, entregando para o efeito um cheque no valor de 2.500 Euros. Efetuei pedido de crédito bancário à Caixa Geral de Depósitos, à qual passei a ser cliente nº 161723606. Cumpri com todos os requisitos necessários para a aquisição do imóvel em questão, apesar das dificuldades que me foram colocadas para conseguir um crédito habitação em virtude da vida me ter tornado um doente oncológico e também pelo baixo rendimento que aufiro em virtude de ser mais um funcionário público com o salário e a carreira congelada há diversos anos pelos governantes do meu país. Estamos em janeiro de 2018 e passados 5 meses (cinco meses!) desde a reserva, a escritura do imóvel foi cancelada 6 vezes (seis vezes!). Leu bem, seis vezes.Inicialmente a escritura foi cancelada pela Caixa Geral de Depósitos porque o imóvel tinha um problema relacionado com a insolvência de um dos proprietários do imóvel, situação que a agência não me reportou aquando da reserva e aparentemente não comunicou à entidade bancária. Por este motivo, a escritura foi cancelada mais duas vezes pela imobiliária enquanto resolviam o problema que tinham conhecimento existir com o imóvel. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez numa véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros / proprietários do imóvel não podia estar presente porque ia apanhar azeitonas e não ia perder os “40 euros que ia ganhar nesse dia”. Sim, leu bem, isto foi literalmente a justificação que me foi dada pela imobiliária. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez na véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros não tinha apanhado o avião no dia anterior à escritura (!) desde a Argélia para se apresentar na escritura o dia seguinte. Pelo meio e após várias reclamações da minha parte, sou mandado pelos representantes da imobiliária ERA, a ter calma e para “não me preocupar com nada” e inclusive, que eu estava se calhar “a exagerar um bocadinho”. A certa altura do processo, ainda tiveram a petulância de recomendar que eu fosse para uma pensão, em vez de tentarem resolver o problema que me criaram. Os meses foram passando e financeiramente cheguei a um ponto de rutura, em que já tive de pedir dinheiro emprestado para pagar tratamentos no hospital e para poder pagar o aluguer de uma casa que entretanto tive de passar a viver e onde pago 450 euros por mês, que é mais de metade do meu salário (!). Devido a esta situação, passei a ter problemas de hipertensão, problema que nunca tinha tido antes na minha vida e que é o resultado de toda esta pouca vergonha que tem sido lidar com a imobiliária ERA e a Caixa Geral de Depósitos, tendo ido várias vezes nos últimos 5 meses às urgências com episódios graves. A agência ERA Alfragide e a Caixa Geral de Depósitos, comunicam maioritariamente através de correio eletrónico, não prestam serviço direto ao cliente nem dão previsão para efetivação da compra do imóvel. O último cancelamento de escritura foi no dia 15 de janeiro de 2018, tendo sido desta vez da responsabilidade da Caixa Geral de Depósitos devido a uma incompetência no seu funcionamento administrativo.Escandalosamente, a Caixa Geral de Depósitos informou do cancelamento da escritura às 8:33h. do dia 15 de janeiro de 2018, tão somente duas horas e meia antes da hora marcada (!!) na conservatória para a efetivação da escritura. Perdi um dia de trabalho, que já ninguém me paga e nem sequer um pedido de desculpas formal me foi dado pelo banco. Sinto-me gozado e enxovalhado por estas duas instituições. Este processo não tem fim e estou desesperado. Necessito de uma casa para viver. Não entendo o funcionamento da imobiliária nem do banco, e quais as razões que têm levado a que este imóvel não me seja vendido ou que seja efetuada a escritura. Preciso que alguém me ajude, já gastei mais de 600 euros com custos de processo e desde que reservei o imóvel, já gastei mais de 4.000 euros em alugueres de casas que podia ter poupado se a escritura do imóvel que reservei já tivesse sido concretizada.No momento em que escrevo esta carta, já passaram dois dias desde o último cancelamento de escritura e nem uma palavra mereci ainda, da parte da imobiliária ERA, nem da Caixa Geral de Depósitos. Nada. Sou tratado como se não fossemos todos seres humanos, isto tem sido indecente e uma humilhação completa e peço a quem leia estas palavras que faça algo pois isto já é uma questão de humanidade. Eu preciso desesperadamente de uma casa para viver.Alguém tem de ser responsabilizado por todo o mal que me tem sido imposto com este processo. Apenas quero viver a minha vida. Alguém me ajude, POR FAVOR.À atenção de alguémCom os melhores cumprimentos,
problema com lentes compradas na óptica Well's
Em Junho de 2016 comprei uns óculos com lente monofocal essor advance D com complemento de espessura reduzida e anti-reflexo na Well's Otica. Pouco mais de um ano depois da compra notei que as lentes começaram a ficar estragadas, não eram riscos de uso, mas estando o tratamento anti reflexo a sair, dava a sensação de estarem permanente embaciadas, situação que se agravou com o tempo. A lente esquerda estava estragada no canto inferior direito e a lente direita com mais danos e ainda por cima bem no centro da lente.Levei os óculos à wells no algarveshopping onde as comprei e a primeira colaboradora que me atendeu ainda começou a dizer que não via nada de mal nas lentes, como insisti disseram que iam enviar os óculos ao fornecedor para verificar.Quando fui buscá-las na semana seguinte, disseram que o fornecedor dizia que existia um problema das lentes mas que este tinha a ver com estragos de manuseamento e como tal, teria que ficar assim com as lentes ou pagar umas novas, mesmo tendo uma garantia válida até Junho de 2018. Tendo em conta que era impossível usar os óculos no estado em que estavam, tive que voltar a comprar óculos novos apesar de ter uma garantia que supostamente deveria existir mas não existe, porque não se trata de estragos pelo mau uso, mas estragos pela falta de qualidade do produto.
Devoluções e reembolsos
E-mail enviado:Foi de facto com surpresa que mais uma vez verifiquei que não me tinham sido efetuados os envios dos e-mails que desde dia 16 estão a dizer que vão enviar....Uma verdadeira falta de respeito pelos vossos clientes e que me confirma que nunca mais efetuarei compras nas vossas lojas. Hoje ligo novamente para a vossa linha de atendimento e qual não é o meu espanto quando a Marta vossa colaboradora me envia dois e-mails para o meu e-mail de trabalho, desta vez sem ter que pedir a ninguém para os enviar??? Mas vocês estão a gozar com as pessoas? Inacreditável. Obviamente que ainda não ficou resolvido porque sabe-se lá porque ela apenas conseguiu enviar um dos e-maisl que para nada serve sem o código da devolução. Mas porque é que não me dão o código pelo telefone para conseguir resolver isto?? Pelos vistos porqye serviço ao cliente é coisa que não conhecem....
Fiquei indignada com o atendimento dado pelo especialista em causa
Fui atendida por um especialista Dr. Pedro M. Mórtágua Velho, na Rua Figueira da Foz, n.º 87, Coimbra que nunca me dirigiu uma palavra, nem mesmo após ter sido saudado, duas vezes, por mim. Este exame foi marcado, via Centro de Saúde, onde referiram que o preço às duas mãos era de 70 euros. No consultório, apenas fiz exame de electromiografia à mão direita, pois as queixas eram nesta mão e não nas duas. Aquando da entrega do exame, pediram-me, 70 euros, apesar de ser apenas a uma mão.Pedi fatura e referiram que de momento não a podiam passar, mas que a enviavam pelo correio.Saí deste local com a sensação de que fui enganada.
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