Reclamações públicas

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S. S.
09/03/2018

Tentativa de cobrança de dívida prescrita

Factos:- Em 13 de Fevereiro de 2017 contratei os serviços de Eletricidade e Gás da GALP ON c/ Débito Direto na minha conta, junto de uma vendedora ao domicilio. (Contrato documento nº R 091832 - Único documento que detenho por parte da GALP em todo este processo).- Em 11 de Abril 2017 constatei um 1º Débito bancário sem ter recebido qualquer fatura e, portanto, sem um aviso prévio não só do valor, mas também do período a que era referente. Solicitei, por diversas vezes o envio desta última. Tal NUNCA se verificou.- Em 25 de Maio de 2017 cessei este contrato, e assinei com fornecedor concorrente, por desagrado com o facto atrás mencionado, e por este ter sido alvo de insistência infrutífera da minha parte.- Em 30 de Maio 2017 foi-me ainda efetuado um 2º Débito, do qual TAMBÉM NÃO recebi qualquer fatura, (razão pela qual optei por desistir do serviço e, consequentemente, cancelar todos os débitos diretos).- Surpreendentemente, no passado dia 2 de Março 2018, recebi uma sms no meu telemóvel, da parte desta empresa, com a informação que eu “mantinha” uma dívida com a empresa GalpPower no valor de 145,33€, da qual não tenho a menor noção do que se trata, pois, reforço, NUNCA recebi qualquer fatura ou notificação de dívida.Desde este dia (passada sexta-feira dia 2 de Março), tenho vindo a ser importunada insistentemente, com vários telefonemas ao dia e noite, por um nº de telefone do Porto, presumo que desta empresa de recuperação de crédito, com uma gravação que me dá conta desta dívida.Até à referida comunicação da passada sexta-feira (sms e posteriores telefonemas desta empresa de recuperação de crédito), nunca tinha sido contactada pela Galp ou qualquer outra entidade para liquidar uma dívida existente nem tampouco tinha conhecimento da suposta existência da mesma.Aliás, custa-me muito reconhecer legitimidade a esta empresa (Intrum) para me fazer qualquer tipo de cobrança, dado que, além de nunca ter autorizado à Galp a divulgação dos meus dados pessoais, foi com ela que detive em tempos uma relação contratual, pelo que, qualquer assunto daí decorrente, deveria ter sido tratado diretamente comigo, pela GALP.Assim, e como certamente não desconhecem, a Lei dos Serviços Essenciais (Lei nº 10/2013, de 28 de janeiro) estipula que “o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação” e que “o prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses, contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos”.Recordo que detenho um contrato com outro fornecedor de energia desde o dia 25 de Maio de 2017 sendo, portanto, qualquer hipotética e presumível dívida à Galp, anterior a esta data e, estando assim, segundo a lei acima referida, absolutamente ultrapassado o prazo legal para cobrança da mesma.Mais informo que, de todos estes factos dei conhecimento à Galp On, por Carta Registada c/ AR, ontem dia 08 de Março.

Encerrada

pagamento de deslocação ao km

Venho por este meio reclamar da Seguradora em questão, a Fidelidade.é inamissível o valor que a seguradora paga por cada km nas deslocações de tratamento de sinistro.acabo de receber o cheque com o pagamento , relativo a 168km feitos de duas presenças em consultas no Hospital da CUF de Torres Vedras (desde Peniche), fiquei parvo com o valor. 10.92 euros é o valor do cheque. Acho que é a gozar com o pobre. Literalmente. Gostaria de saber se os valores estão correctos, pois 0.06 cêntimos ao km, nem me dá para a gasolina.obrigado

Resolvida
A. M.
15/02/2018

Sinistro - Tomada de Posição - Contestação da decisão

Apresento a minha contestação perante a tomada de decisão da seguradora Allianz.Desde finais Novembro que comecei com infiltrações no soalho flutuante em ambos os quartos. A minha habitação é um rés-do-chão. Com o passar do tempo um dos quartos ficou com o pavimento todo negro (podre) não tendo nenhuma infiltração nas paredes nem em nenhuma outra parte da casa. Accionei o seguro, em Dezembro, que me enviou um perito para a respectiva avaliação, que para meu espanto colocou no relatório de peritagem, que tal infiltração se devia à existência da capilaridade do solo e infiltrações pela parte inferior da fachada, resultantes de falta de isolamento eficaz da mesma. Contudo este problema remete-se unicamente à minha fracção da habitação, ou seja, nenhum dos outros condóminos têm qualquer problema na sua habitação. E não existe qualquer infiltração pela parte inferior da fachada, pois se houvesse, existiriam mais condóminos com o mesmo problema. Além disso, o meu seguro inclui a cláusula danos por água, ao qual, a seguradora informou que tais danos reclamadas não se encontrariam no acolhimento da apólice contratada.

Encerrada
A. N.
08/02/2018

Liquidação de Contrato

Bom diaEra detentora de dois créditos na empresa Cofidis, os quais solicitei a liquidação total antecipada, e para tal tive o cuidado de solicitar declarações atualizadas com os respetivos montantes em divida, que me foram enviadas dia 12/01, cujos montantes eram válidos até 19/01, efetuei a liquidação em 16/01.Passada uma semana ainda não tinha rececionado a declaração de liquidação e entrei em contacto com a dita empresa e qual não é o meu espanto quando me informam que ainda tinha um valor em divida de 91.46 € e que iriam debitar a minha conta no inicio do mês de Fevereiro para então concluir a operação e que entrasse em contacto com eles novamente por volta do dia 07/02 então para solicitar as ditas declarações de liquidação, fiquei completamente atónita, uma vez que tinha solicitado as declarações para liquidação!! E assim foi dia 01 debitaram a minha conta na dita quantia, e no dia 07/02 entrei então em contacto para solicitar as ditas declarações e encerramento da conta corrente, fui atendida por uma operadora Cátia que me pediu para aguardar, fiquem cerca de 5 minutos à espera, tendo esta depois informado que se tratava de uma situação complicada, que estavam a averiguar e que me ligariam de volta.Assim o fizeram hoje de manhã e qual não é o meu espanto quando me informar que ainda existe outro valor a liquidar!!!! Mas eles estão a lidar com quem???Quando tive dificuldades nunca houve qualquer tipo de sensibilidade por parte da Cofidis, quando havia atraso no pagamento, ou seja quando não era efetuado no dia 01 de cada mês enviavam sms, telefonemas incessantes e agora?? Estou deveras chateada com a situação e gostaria de facto de ter a vossa ajuda.

Encerrada
A. C.
05/02/2018

Cobrança de dívida indevida

Contratei o cartão no mês de dezembro. Não tendo carregado logo o cartão, foi-me dito que o teria de fazer até 04/01 por transferência bancária (sem custos). Tenho mails a comprovar. Fui tentar efetuar a transferência conforme expresso no mail e os IBANS por eles fornecidos não foram reconhecidos pelo Banco, pelo que me vi impedida de executar a ação. Agora recebo um carta da Intrum justitia a cobrar 107,96 de algo que nunca usufruí porque nunca usei tal cartão. Peço sim o cancelamento do cartão por não ser possível efetuar a transferência devida. Como é que é possível pagar por algo que nunca usufruímos?

Encerrada
S. F.
25/01/2018

Mensalidade em atraso

Enviam email constante a dizer que tenho um valor em atraso e quando solicitei informações acerca disso nada mais disseram. Continuam a enviar o email com um valor a aumentar constantemente, mesmo após enviar print onde mostra que todas as prestações estão em dia e sem nunca me ter atrasado sequer no pagamento.tentei entrar em contacto com a credibom sem sucesso, com uma chamada paga por mim. Enviei email a pedir mais informações e não obtive resposta.Ligam dezenas de vezes seguidas, sem interrupção mesmo após rejeitar a chamada por não poder atender.Pouco profissionais, pois para enviar em referencia multibanco com uns números conseguem enviar, para enviar uma descrição pormenorizada da suposta divida e porque tenho a divida, não enviam.

Resolvida
R. S.
23/01/2018

Processo 18AU066642

Dia 08-01-2018 tive um acidente, cujo qual, não fui o culpado. Foi efectuada uma declaração amigável entre mim e a senhora Catarina Alves (condutora do veiculo de matricula 42-76-UC) cujo o tomador de seguro é o seu pai, de nome: Justino Alves. A seguradora deste senhor é a Mapfre e o nº de apolice é 41015140227471.Esta senhora, de imediato declarou-se culpada conforme consta na declaração amigável.A minha viatura cuja matricula é 10-DR-68, Citroen Grand Picasso C4 de 7 lugares, foi então de reboque para uma oficina de minha escolha. Pois os danos foram bastantes e não foi possível a mesma sair pelas suas rodas do local.No próprio dia, da parte da manhã, diriji-me à minha seguradora em Lisboa e entreguei a declaração. Fi-lo o mais depressa que possível para ver se o processo seria rápido.Meus senhores, hoje, dia 23-01-2018 estamos na seguinte situação que para mim é surreal:Até à data de hoje, já foram efectuadas 3 peritagens.Na primeira peritagem, o Perito Sr. Miguel Rodrigues disse ser impossível não efectuar a peritagem por inteiro porque a minha carrinha estava com problemas de bateria e alternador, e só faria a peritagem conclusiva quando eu resolvesse esses problemas.Dei então ordens à oficina para me arranjarem esses problemas para então se fazer a peritagem final.Situação resolvida, a oficina resolveu então os problemas, mas parece que houve aqui uma disputa entre a oficina e o perito, pois parece que o perito não queria que a frente da carrinha fosse desmontada. O perito deve acreditar em magia, pois queria que a oficina arranjasse o que havia a arranjar sem que peças fossem desmontadas. Coisa que segundo os especialistas da oficina dizem ser impossível.Desde então foram efectuadas mais 2 peritagens, uma das quais hoje, dia 19-01-2018, e o que me disseram, é o que o perito apenas foi marcar presença no local e marcar nova peritagem para daqui a uma semana, dia 26-01-2018!! Provavelmente neste dia também irão gastar combustível e marcar apenas a sua presença. Estes peritos são amadores e necessitam de várias peritagens para uma conclusão?O que se está aqui a passar? Entre estes dias, tenho estado em contacto com a linha de apoio da okteleseguros, e quando finalmente consigo falar com alguém da gestão, pessoas arrogantes de nome: Nuno Oliveira e Judite Canelas, que apenas me sabem dizer que só tem que esperar, está em fase de analise.Contactei também a seguradora da culpada, Mapfre, e o que me dizem é o que me deixa mais estupefacto! Nós,Mapfre, no dia 10-01-2018, demo-nos como culpados e informamos a Viadirecta/Okteleseguros que podiam seguir com o processo de reparação do veiculo!!NÃO CONSIGO ENTENDER O QUE SE PASSA AQUI! É A MINHA PRÓPRIA SEGURADORA QUE ESTÁ A METER DIFICULDADES, QUANDO NEM SEQUER SERÁ ELA A ACATAR COM OS CUSTOS!Será represálias por eu ter escolhido uma oficina que não aconselhada por eles?Hoje dirigi-me à Sede da Okteleseguros em Lisboa, efectuei reclamação por escrito, falei com a funcionária do balcão (Srª Patrícia Silva), a mesma esteve em linha com o departamento de sinistros. Acontece que até a funcionária, estava perplexa com as respostas, dizendo mesmo que não fazia qualquer sentido! Esta funcionária foi até a data a única que se mostrou interessada em ajudar me.Tenho andando bastante desesperado com tudo isto, tenho 2 trabalhos e 4 crianças cujo qual o carro de 7 lugares são as minhas pernas!Necessito urgentemente de veiculo de substituição e só mo dizem dar quando houver ordem de reparação!Até então tenho andado a gastar imenso dinheiro em transportes, estou a enviar emails com os recibos para o Okteleseguros e os mesmos não garantem que eu seja reembolsado! Estou numa fase desesperante.A seguradora quer que seja eu a dar a necessária autorização para a concretização da reparação. Mas eu não posso fazer isso sem certezas que a companhia se compromete com os custos!Já fiz esta reclamação no livro de reclamações no balcão. já fiz reclamação para a provedoria do cliente, e outras entidades competentes, e ainda ninguém se dignou a responder!Caso necessitem de comprovar esta situação, deixo os dados da oficina onde se encontra a viatura:WALKINGARAGE,LDAEstrada de Paço de Arcos Nº 167Armazem C2735-307 São Marcos - Sintra

Encerrada
C. S.
19/01/2018

Funcionamento inumano

O meu nome é Carlos Manuel de Oliveira dos Santos Silva, sou cidadão nacional com o nº 10046781, trabalhador, contribuinte, com 44 anos de idade. Venho desta forma manifestar a minha reclamação, a minha repudia, a minha revolta sobre o seguinte assunto:Efetuei reserva de um imóvel na Av. Manuel Alpedrinha, nº 14, 3º A, em Amadora, em 23 de agosto de 2017 através da agência imobiliária ERA, entregando para o efeito um cheque no valor de 2.500 Euros. Efetuei pedido de crédito bancário à Caixa Geral de Depósitos, à qual passei a ser cliente nº 161723606. Cumpri com todos os requisitos necessários para a aquisição do imóvel em questão, apesar das dificuldades que me foram colocadas para conseguir um crédito habitação em virtude da vida me ter tornado um doente oncológico e também pelo baixo rendimento que aufiro em virtude de ser mais um funcionário público com o salário e a carreira congelada há diversos anos pelos governantes do meu país. Estamos em janeiro de 2018 e passados 5 meses (cinco meses!) desde a reserva, a escritura do imóvel foi cancelada 6 vezes (seis vezes!). Leu bem, seis vezes.Inicialmente a escritura foi cancelada pela Caixa Geral de Depósitos porque o imóvel tinha um problema relacionado com a insolvência de um dos proprietários do imóvel, situação que a agência não me reportou aquando da reserva e aparentemente não comunicou à entidade bancária. Por este motivo, a escritura foi cancelada mais duas vezes pela imobiliária enquanto resolviam o problema que tinham conhecimento existir com o imóvel. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez numa véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros / proprietários do imóvel não podia estar presente porque ia apanhar azeitonas e não ia perder os “40 euros que ia ganhar nesse dia”. Sim, leu bem, isto foi literalmente a justificação que me foi dada pela imobiliária. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez na véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros não tinha apanhado o avião no dia anterior à escritura (!) desde a Argélia para se apresentar na escritura o dia seguinte. Pelo meio e após várias reclamações da minha parte, sou mandado pelos representantes da imobiliária ERA, a ter calma e para “não me preocupar com nada” e inclusive, que eu estava se calhar “a exagerar um bocadinho”. A certa altura do processo, ainda tiveram a petulância de recomendar que eu fosse para uma pensão, em vez de tentarem resolver o problema que me criaram. Os meses foram passando e financeiramente cheguei a um ponto de rutura, em que já tive de pedir dinheiro emprestado para pagar tratamentos no hospital e para poder pagar o aluguer de uma casa que entretanto tive de passar a viver e onde pago 450 euros por mês, que é mais de metade do meu salário (!). Devido a esta situação, passei a ter problemas de hipertensão, problema que nunca tinha tido antes na minha vida e que é o resultado de toda esta pouca vergonha que tem sido lidar com a imobiliária ERA e a Caixa Geral de Depósitos, tendo ido várias vezes nos últimos 5 meses às urgências com episódios graves. A agência ERA Alfragide e a Caixa Geral de Depósitos, comunicam maioritariamente através de correio eletrónico, não prestam serviço direto ao cliente nem dão previsão para efetivação da compra do imóvel. O último cancelamento de escritura foi no dia 15 de janeiro de 2018, tendo sido desta vez da responsabilidade da Caixa Geral de Depósitos devido a uma incompetência no seu funcionamento administrativo.Escandalosamente, a Caixa Geral de Depósitos informou do cancelamento da escritura às 8:33h. do dia 15 de janeiro de 2018, tão somente duas horas e meia antes da hora marcada (!!) na conservatória para a efetivação da escritura. Perdi um dia de trabalho, que já ninguém me paga e nem sequer um pedido de desculpas formal me foi dado pelo banco. Sinto-me gozado e enxovalhado por estas duas instituições. Este processo não tem fim e estou desesperado. Necessito de uma casa para viver. Não entendo o funcionamento da imobiliária nem do banco, e quais as razões que têm levado a que este imóvel não me seja vendido ou que seja efetuada a escritura. Preciso que alguém me ajude, já gastei mais de 600 euros com custos de processo e desde que reservei o imóvel, já gastei mais de 4.000 euros em alugueres de casas que podia ter poupado se a escritura do imóvel que reservei já tivesse sido concretizada.No momento em que escrevo esta carta, já passaram dois dias desde o último cancelamento de escritura e nem uma palavra mereci ainda, da parte da imobiliária ERA, nem da Caixa Geral de Depósitos. Nada. Sou tratado como se não fossemos todos seres humanos, isto tem sido indecente e uma humilhação completa e peço a quem leia estas palavras que faça algo pois isto já é uma questão de humanidade. Eu preciso desesperadamente de uma casa para viver.Alguém tem de ser responsabilizado por todo o mal que me tem sido imposto com este processo. Apenas quero viver a minha vida. Alguém me ajude, POR FAVOR.À atenção de alguémCom os melhores cumprimentos,

Resolvida
A. C.
27/12/2017

Responsabilidade 50-50

No passado dia 24 de Novembro tive um acidente com outro condutor. Ambas as viaturas estavam a sair do estacionamento, em perpendicular, quando me apercebo da outra viatura e paro. A outra viatura não me vê e continua a recuar indo bater no meu veículo.Participei o sinistro à Logo, enviei fotos do sinistro e a DAA. Apesar de nas fotos ser visível que o embate foi lateral (para além da amolgadela, a direção dos riscos indicam como foi o embate), a Logo decidiu que a responsabilidade era de 50%, sendo que fica a meu cargo 50% da reparação da minha viatura.Ora, como a minha viatura estava parada e foi a outra viatura que foi embater na minha, não acho que eu seja responsável pelo acidente.Já reclamei junto da Logo mas eles mantêm a sua posição e disseram-me que eu tinha que reclamar junto da outra seguradora o que também não acho normal. Tendo eu um contrato com a Logo, acho que é com a Logo que tenho que resolver o problema e não com a outra seguradora.

Encerrada
A. C.
08/12/2017

Reparação de caldeira e som ambiente

Na última semana de Agosto de 2017, depois de um mau tempo de chuva e trovoada, quando chego a casa, deparo-me com a falta de luz, que, depois de verificar o quadro electrifico, verifico que este foi a baixo.Depois de o ligar, verifico que o sistema de som ambiente, que está incluído integralmente na minha habitação, e no projecto da minha habitação, deixou de funcionar. Pelo que me foi informado por um técnico de electricidade que chamei uns dias depois a casa, que tinha sido o transformador que tinha queimado, devido a algum pico de corrente, sendo que, não seria normal isso acontecer devido ao aparelho em questão ser recente, pois o prédio onde habito foi construído em 2009.À noite, quando tomava banho, deparei-me que deixei de ter água quente para tomar banho, tanto eu como a minha família, sendo que, se trata de um bem essencial.Deparei-me que a caldeira que fornece agua quem para os banhos, ao fim de alguns minutos, aquecia e deixava de funcionar.Chamei um técnico representante da marca da caldeira (chaffoteaux) e este verificou que a placa da caldeira tinha avariado.Levou-a para a tentar arranjar, mas verificou que não tinha reparação e que teria de ser substituída por uma nova.A reparação teve o valor de 403,4$ euros do qual tive de pagar do meu bolso.Enviei o recibo da reparação da caldeira e expliquei o sucedido.Pedi a um técnico amigo, representante oficial da Junkers que me fosse ver a caldeira, e este disse que não é normal uma caldeira tão recente e com as manutenções todas em dia, como apresenta o relatório do técnico que reparou a minha caldeira, avariar assim sem mais nem menos.Depois de enviada toda a informação para a seguradora Liberty Seguros, esta enviou um técnico fazer a peritagem da caldeira.O técnico nem se deslocou à minha habitação para ver a caldeira.Afirma a seguradora que o perito apenas foi ver a peça danificada à loja onde pertencia o técnico que me fez a reparação da caldeira.Nem se quer fez a peritagem do meu sistema de som ambiente.Só mais de um mês depois, e depois de eu ter reclamado, é que foi um perito da seguradora foi a minha casa para fazer apenas a peritagem do sistema de som. Mais uma vez ninguém viu a caldeira.Resultado do relatório do perito foi que o sistema de som tinha sobreaquecido ao longo do tempo de utilização do transformador, sendo este praticamente novo, e que a caldeira não tinha qualquer componente avariado devido a descarga eléctrica.Como pode um perito fazer um relatório sem ver os aparelhos ou testa-los????E a seguradora diz que não cobra o sistema de som.Como se faz parte integral da casa? Toda a informação foi-me dada porque eu insisti com a seguradora para que me dessem informação sobre o meu processo, e depois de eu ter ligado e gasto dinheiro em chamadas para a seguradora para resolver o meu problema, por caso contrário, ainda hoje estaria à espera de resposta

Encerrada

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