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Reembolso de Despesas
Tenho um seguro de saúde na Multicare e, sempre que recorro a uma consulta ou tratamento fora da rede envio o recibo juntamente com a prescrição médica (no caso de tratamento) para o reembolso de 50%. No passado dia 14 de Dezembro enviei para a Multicare os recibos e a prescrição médica da fisioterapia dà minha coluna e membros inferiores elaborada pelo meu médico ortopedista (no valor de 240€) para reembolso. No passado dia 17 de Dezembro recebi uma carta a solicitar a prescrição dos tratamentos elaborada por um fisiatra. Decidi ligar com a Muticare a pedir esclarecimento. Fui informada que a prescrição que tinham era do médico ortopedista mas que queriam uma prescrição médica de um fisiatra uma vez que só o mesmo tem conhecimentos para prescrever a fisioterapia. Expliquei que não tinha sentido nenhum uma vez que o médico ortopedista é especialista médico/cirúrgico e ele tem mais do que conhecimentos para prescrever a prescrição médica. O que informa o site da Multicare é:Terapêuticas Não Convencionais1. Recibo Original, onde deve constar o nome, especialidades, número de contribuinte, morada, cédula profissional2. Relatório Médico do terapeuta.Estes são os documentos solicitados e estes são todos os documentos que enviei. O problema é que sempre que a Multicare tem que fazer o reembolso aos seus clientes arranja mil desculpas para não o fazer.
Encomenda de frigoríficos inexistentes em stock
No passado dia 18 de Janeiro encomendei um Frigorifico SIDE BY SIDE Samsung RS7568BHCSR/EF pelo preço de 1,117.00€ na Best Eletronics. No dia 1 de Fevereiro, recebo um e-mail a informar que não tinham o produto em stock nem havia previsões de o ter, apesar de ainda o terem à venda na loja por um preço superior, e deram-me 3 opções:1 - Esperar indefinidamente até haver stock2 - Encomendar como alternativa o produto Frigorifico SIDE BY SIDE Samsung RS7547BHCSP/EF INOX3 - Pedir a devolução do dinheiroO motivo desta relamação prende-se com o ponto 2. Ao analisar o produto sugerido para substituição, verifiquei que o preço era o mesmo, pelo que seria uma troca justa. No entanto, analisando um pouco mais o produto e o preço noutras lojas, verifiquei que o preço estava cerca de 150/200 euros acima dos valores do mercado. Parece-me que a empresa, e esta é apenas a minha opinião, está a tentar enganar, de forma deliberada, os clientes. i.e., coloca uma promoção num determinado produto, de forma a ter um preço competitivo, mas sem a intenção de o entregar, e em seguida sugere uma substituição do produto encomendado por um com o mesmo valor, mas altamente inflacionado. Para os mais incautos, esta recomendação suprime uma necessidade que começa a ser primente, dado o tempo de espera alargado, e acabam por aceitar a troca de bom grado sem saber, no entanto, que poderão estar a a ser enganados.
Problema com companhia de seguros
Boa tarde, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda para o seguinte problema, que passo a descrever.No passado dia 17 de Dezembro, descobri que tinha uma fuga de água, pois apesar de todas as torneiras fechadas em casa, o contador continuava a contar. Na altura averiguei que a fuga desperdiçava cerca de 700 ml de água por minuto, aproximadamente 1000 Litros em 24 horas. Contactei a companhia de seguros Allianz a dar conhecimento e para que fosse visitada por alguém da companhia para que verificasse o problema e para que fosse reparada a fuga de água.Algumas horas após o meu primeiro contacto, fui informada pelo seguro, telefonicamente, que seria visitada por um técnico que iria fazer uma peritagem à situação.No dia 26/12/2016 , recebi a visita da Sra. Sandra Ervilha, funcionária da empresa CASA (Claim Accident Service Assistence), que foi mandatada pela Seguradora para proceder à peritagem, investigação e reparação da fuga de água. Ficou agendado a investigação para o dia 28/12/2016 às 14:30 h.Juntamente com a Sra. Sandra Ervilha, veio uma empresa de canalizadores (dois canalizadores da zona de Pombal, aproximadamente 60 km do local da fuga), os quais começaram os trabalhos de investigação da fuga, trabalho esse que se prolongou até às 21h desse mesmo dia sem sucesso na descoberta da fuga e foi reiniciado no dia 30/12/2016 pelas 10h:30m até as 13H, sendo verificado pelos canalizadores que a fuga estaria entre o contador e a entrada de àgua em casa. Foram tiradas fotos pela Sra. Sandra Ervilha e feitas medições para envio para a Seguradora, afim de obter a autorização para a reparação da fuga de água.No dia 13/01/2017, recebi um email da seguradora, a informar que tinha sido autorizado a reparação da fuga, onde eu teria de pagar o excedente acima do valor que a seguradora estipula como plafond máximo para a Pesquisa da fuga, valor esse que eu teria de suportar , seria de 1.070,70 € .Eu não concordo com o valor a pagar, uma vez que colocaram todo o valor (Pesquisa e Reposição ) no pacote de Pesquisa, pois na cópia da apólice o plafond máximo para Pesquisa é de 1.000 € e como juntaram todo o orçamento na categoria Pesquisa, o valor foi ultrapassado e teria que pagar o excedente. Valor total apresentado, foi de 2070,70 € (sem orçamento detalhado).Nesse mesmo dia, enviei um email à seguradora a informar que não concordava com o valor, para não avançarem com a reparação e para me enviarem o orçamento detalhado, para poder fazer uma análise. Responderam-me no dia 19/01/2017 a dizer o mesmo, ou seja, disseram que tinham incluído tudo no pacote de Pesquisa e que teria que pagar o excedente além do Plafond (1070,70 € ) e não me enviaram o orçamento detalhado, conforme solicitado por mim.
Problema com o Elevador
A morada em questão é Av. Miguel Bombarda Bloco C. O apartamento está com os dois elevadores desligados há mais de uma semana sendo que moro no 8º andar com um filho de 9 meses e os meus avós cuja locomoção é pouca e difícil. Há mais de um ano que apenas um dos elevadores é ligado para poupar segundo a imobiliária. Tendo em atraso algumas prestações de condomínio a imobiliária achou por bem desligar os dois elevadores fazendo com que todos os moradores se desloquem pelas escadas o que nem sempre é possível. Depois de ligarmos para a imobiliária, a senhora cujo nome não sei citar disse que não iria ligar nenhum dos elevadores até que todas as dívidas de todos os moradores estivesse resolvida. Hoje, voltei a ligar com preocupação pois o meu avô tem consultas no hospital que não pode faltar e não consegue ir pois sem elevador e morando no 8º andar torna-se impossível e a senhora da imobiliária disse que o elevador estaria avariado por esse modo, estaria desligado.Heis que, ao ligar para a Otis (empresa que trabalha com os elevadores) eles negaram qualquer avaria com os mesmos, cujos esses estariam desligados por ordem da imobiliária MARODRIGUES. Alguns moradores queixam-se de já terem pago as prestações que estavam em atraso no entanto, a imobiliária continua a afirmar não ter condições financeiras para voltar a colocar um elevador a trabalhar.
Incumprimento Credito
Tinha uma divida no Banif referente a um remanescente de um Credito Habitação no montante de 4.583,28€ que estava a tentar negociar com o Banif ha 2 semanasEntretanto informaram me que a divida tinha transitado para o Banco SantanderContactei o banco Santander por email e deslocando me a uma agência (Benfica/Lisboa)explicando e informando a minha disponibilidade em negociar a respectiva divida em prestações durante 1 (um) anoFicaram de me analisar a situação e me comunicariam posteriorEntretanto no dia 25/10/2016 recebi um email a informar que a divida tinha que ser paga de imediato e que o valor estava fixado em 5.407,13€acresdcido de juros de mora e comissõesContacto novamente o Banco que me confirma que a divida tem que ser liquidada de uma só vezNesse mesmo dia recebo novo email do Banco Santander informando para liquidar de imediatoa divida no montante de 5.710,77€Em 20 dias a divida fixada e migrada do Banif para o Banco Santander passou de 4.583,28€ para 5.710,77€ sem nenhuma explicaçãoNeste momento não tenho possibilidades financeiras de poder liquidar a respectiva divida de uma só vez e não verifico da parte do Banco abertura para negociação tendo o interesse em arrastar esta situação para acumularem juros A proposta que efectuei por escrito e entregue no Banco Santander foi de uma prestação de 400,00€ com possibilidades de amortizações e tendo um prazo previsto de liquidação total de 1 AnoApós esta analise solicitava a intervenção de poder intermediar uma possivel negociação com o Banco Santander visto que da minha parte na tem havido abertura
Problema com Seguradora
No passado mês de Dezembro de 2015 adquiri um telemóvel (Iphone 6 64gb, 759€) da MEO através da loja online da operadora, onde juntamente com a compra do equipamento fiz um seguro de danos e roubo da Aon no valor de 93€. Em Julho de 2016, o equipamento acidentalmente cai e passa a apresentar danos no qual sou obrigado a accionar o seguro (nº 8209). Na altura liguei para a linha de atendimento da seguradora a explicar a situação onde desde logo me encaminharam e disseram os passos a dar. Como tal, envio o equipamento para a seguradora através dos CTT, para estes realizarem uma avaliação(custo de envio cerca 5€). Passadas duas semanas, recebo em casa o mesmo equipamento no mesmo ESTADO dentro de uma caixa a dizer “orçamento recusado”. Ligo para a seguradora para seber o que se passava, onde me dizem que foi um lapso deles e que eu ia ser indemnizado assim que entregasse novamente o equipamento. Mais uma vez, volto a enviar o equipamento para a seguradora e a assumir uma despesa novamente (cerca de 5€) por causa de um lapso dos mesmo. Passado isto, no dia 8 de Agosto troco o meu último email com a seguradora onde seguiam os meus dados bancários para proceder à dita transferência bancária. A partir deste dia até ao atual, todas as semanas ligo para a seguradora a pedir informações sobre o estado do processo e ninguém me esclarece nada. Um processo onde os funcionários da seguradora e da Meo mencionavam que durava entre duas a três semanas, já vai em três meses sem qualquer tipo de esclarecimento, uma vez que não tenho nem o telemóvel nem o dinheiro. Nas ultimas duas semanas já nem consigo contactar com a seguradora pois o número facultado encontra-se sempre ocupado. Já foi apresentada queixa na DECO PROTESTE e serão tomadas todas as medidas necessárias para a conclusão do processo.
Participação de sinistro
No passado dia 5 de Agosto tive um acidente de trabalho , o qual foi participado a esta seguradora pela minha entidade patronal.Após vários emails com pedidos de esclarecimento de minha parte junto da gestora, Ana Silveira NUNCA obtive uma resposta satisafatoria.Fiz o envio de toda a documentação solicitada por esta alegada gestora de processos, contudo nunca me contatou para facultar alguma informação relativamente ao decorrer do meu processo.Qual não é o meu espanto ao ligar para a linha geral, já que a senhora nunca esta disponivel no contato direto , foi me indicado que faltava a minha entidade patronal referenciar o valor do meu salário, e a pessoa que me atendeu indicou que iria fazelo.QUASE TRÊS SEMANAS DEPOIS volto a contatar , mas desta vez com a dita gestora que me indica que ainda falta este dado POR ERRO DA COLEGA, o que de facto não faz sentido pois se o processo está alocado a ela nunca deveria(a meu ver) passar por outras mãos sem seu conhecimento.Espanto maior ainda quando a dita senhora me diz que, não irá efetuar o pagamento do valor das deslocações pois não mandei os originais.
Seguro de vida realizado a uma pessoa com doença oncológica
É de lamentar toda a situação associada a este crédito, mas ainda é mais grave permitirem e autorizarem a realização de um seguro de vida a clientes com doença oncológica em fase avançada. Todo o processo é muito complexo e tenho todos os documentos comprovativos da actuação de má fé de todas as entidades relativas a este crédito. Não compreendo como é que vendem seguros a pessoas que nunca poderiam usufruir deles. A vossa politica tem que mudar. Agora que o meu pai está morto é que pedem papeis comprovativos da sua boa saúde, pois esses papeis deviam ser pedidos no acto do contrato e não quando vos chega aí o pedido de utilização do crédito. Para mais em 2014 o meu pai já se encontrava isento por incapacidade a 60%. O meu pai na data do crédito estava sobre altas influências de quimioterapia, radioterapia e morfina, foi levado a fazer algo, manipulado por terceiros e infelizmente eu só soube da situação após a sua morte, pois nem sequer sabia da existência do crédito nem do dito veículo. Agora deviam pedir responsabilidades aos vossos associados e vocês próprios, pois se o stand soube fazer tão bem crédito e seguro agora também devia saber fazer o pagamento do restante crédito. E não venham dizer me que é impossivel saber se uma pessoa está ou não doente, pois neste caso o meu pai pouco ou nada falava, pois tinha sido operado ao cancro na laringe o que lhe impossibilitava a fala e era muito complicado expressar-se verbalmente, e mais a sua aparência fisica era a de um homem de 1m89 que pesava uns miseráveis 50kilos. Era mais do que visivel. A forma como estão a descartar a situação é no minimo vergonhosa.
Burla pagamento a entidade 11249
A 17 de dezembro de 2015, em pesquisa na Internet, site OLX,eu e um colega visualizamos um anúncio (ID: 510853613) de vendedor (BPlaystore) classificado com o Profissional (o que n/ deu credibilidade no mesmo), com alguns produtos para venda em que estávamos interessados para ofertas de natal.Contactamos aproximadamente pelas 14h00 do mesmo dia o vendedor via OLX e a posteriori via telemóvel (n.º 963062967). Identificou-se com o nome de João Barca, vendedor de empresa com sede em São Brás de Alportel.Foram tiradas dúvidas sobre os equipamentos em questão (telemóveis Huawei P8), garantia, modo de envio.Foi-nos informado que os equipamentos tinham a garantia de fábrica e vinham com fatura e o envio era efectuado por Nacex. Pedimos desconto por serem 3 equipamentos e comprometemo-nos a assumir os portes com a Nacex o que nos permitia controlar melhor a entrega nas n/ instalações da empresa onde trabalhamosPor tal baixou o valor dos equipamentos para 95€/cada e mostrou disponibilidade para esclarecer todas as dúvidas que tivéssemos.Esclarecidas as dúvidas solicitamos dados para pagamento. Foram enviadas 3 referências para pagamento Multibanco dos equipamentos:> “pagamento IPhone 4s Para efectuar pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 617 761 Valor a pagar: 95,00 EUR”> “Pagamento Huawei P8 lite: Para efectuar o pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 620 297 Valor a pagar: 95,00 EUR”> “Pagamento Huawei P8 lite: Para efectuar pagamento por Multibanco, utilize a Entidade, Referência e Valor abaixo. Deve inserir estes dados correctamente, caso contrário a Transacção falhará. Entidade: 11249 Referência: 623 622 287 Valor a pagar: 95,00 EUR”Também foram solicitados pelo vendedor os dados para emissão das faturasComo eram equipamentos para oferta foram enviados os dados para emissão de duas faturas com nomes das pessoas que os iriam receber como oferta (pagamentos efetuados por Francisco Amaral, via Multibanco). Efetuados os pagamentos contactamos o “Sr. João Barca” a notificá-lo do mesmo e a solicitar que tão breve quanto possível n/ facultasse o nº da carta de porte do envio.Voltamos a falar com ele pelas 18H00 e este informou-nos de que os equipamentos tinham já sido enviados mas não tinha a carta de porte por já não estar na empresa.Entretanto contactamos a Nacex para saber se efetivamente estava alguma encomenda em circulação com destino à morada indicada. Fomos então informados de que não estava nada em circulação com esse destino.Estranhando voltamos a contactar o “Sr. João Barca” que até às 20h00 não atendeu o telemóvel e posteriormente desligou-o (até hoje!).No dia seguinte iniciamos então a pesquisa de que empresa se tratava. Pelo nº da entidade para pagamento MB (Entidade: 11249) verificamos que a entidade é da empresa Belga HPME, SA., que se afirma com uma entidade legal, cujo agente em Portugal é a empresa Hi-Media Portugal, Lda. (transcrevendo informação dada na Net: http://www.portaldaqueixa.com/negocios-e-sites-na-internet/hi-media-portugal-entidade-11249-burla.html#.VoE0fnnnlQI )“A HPME é uma entidade financeira, devidamente licenciada pelo Banco Nacional Belga e pelo Banco de Portugal que disponibiliza métodos de pagamento a empresas das mais diversas áreas de negócio online, entre estes, as referências multibanco e por essa razão, aparece identificada no extrato de pagamento quando o mesmo foi feito através de uma das entidades fornecidas pela N/Cliente. “
CONTRA ORDENAÇÃO DA EMEL
Exmos senhoresfui constituido arguido por um funcionario da EMEL,pelos vistos, em 23-06-2015 e recebo uma contraordenação ao CE dia 03MAR2016. sem qualquer tipo de adversão.Procurei informação e parece que é legal, no entanto, não encontrei qualquer informação acerca dos procedimentos a ter por parte dos senhores fiscalizadores da EMEL, o que me suscita algumas duvidas, nomeadamente a falta de qualquer informação no local e na hora dos acontecimentos.Passados 9 meses…? Mais pareço um sorteado pelo sistema SCOT.Já paguei , conforme comprovativo em anexo, mas devido à falta de informação previa parece-me justo que primeiro devem dar a oportunidade de pagar o parqueamento mesmo que com agravamento ,à semelhança do que era praticado, e assim a EMEL cumpria a sua missão, cobrar o parqueamento.e só se não proceder ao respectivo pagamento é que deveria seguir para contra ordenação do CE.
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