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RECUSA NA INSTALAÇÃO POR DIVIDA PRESCRITA
No dia 25 fiz o contrato de luz endesa. Ja tenho 2 contratos atualmente ativos e fiz o pedido de um outro contrato para ter tudo certinho. Depois de 1 semana a enviar contrato de arrendamento, no dia 05/03 finalmente recebo email a dizer que o contrato esta ativo e pronto para instalarem. Hoje voltam a anular o mesmo dizendo que existe uma divida de contratos anteriores no valor de 124.35€ (valor que nao reconheço) e supostamente de Janeiro de 2025, além de tal divida nao me pertencer a mesma ja está prescrita de acordo com a Lei dos Serviços Públicos Essenciais, Lei n.º 23/96 de 26 de julho que prescreve ao fim de 6 meses. Posto esta situação exijo de imediato a nulidade desse valor que nao me pertence e ativação do contrato de luz que garantiram a instalação. Hoje ligo de novo e primeiro dizem que afinal vao instalar mas depois de pedir provas de tal dizem "vamos instalar se pagar este valor por entidade e referencia se quiser envio -lhe ja porque aqui na endesa as dividas prescrevem so ao fim de 2 anos" Imediatamente disse que isso era uma prática ilicita ao qual respondem para fazer o que entender e que nao iam instalar Caso a situação nao se resolva ponderarei mudar todos os meus contratos assim como levar a situação para o tribunal competente
Inscrição PACK BASE e renovação sem informar
Exmos. Senhores, Em dezembro do 2024 abri um contrato de serviço de eletricidade com a empresa EDP, no balcão da loja ao pé da rotunda marques de pombal (lisboa), a pessoa pela qual fui atendido nunca me explicou nada sobre um "pack base", eu só queria ter eletricidade, nem da sua fidelização anual, eu asumí que iría ter um contrato normal de eletricidade como sempre tive em outros espaços comerciais, foi em janeiro do 2025 que cancelei o contrato com eles e fiz uma inscrição na plataforma MANIE, mas a minha surpresa foi quando recebi faturas do tal "pack base" este mês. Eu não recebi qualquer informação da pessoa da EDP sobre os custos, nem da fidelização automática deste pack, não recebi qualquer comunicação da empresa em que este pack estava quase a ser atualizado um tempo antes, e agora, que finalmente consegui reduzir os gastos de eletricidade vou ter de continuar a pagar 12€ por mês durante um ano a uma empresa com a qual eu não estou ligado pelo serviço principal que é o fornecimento de eletricidade. Acho absurdo continuarem com este tipo de estratégias para receber mais dinheiro por parte dos clientes. Cumprimentos.
Pedido de cancelamento do contrato de energia não resolvido
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à gestão do meu pedido de cancelamento do contrato de energia junto da MEO Energia. Contactei o apoio ao cliente da MEO Energia por telefone para solicitar o cancelamento do meu contrato de energia, uma vez que já me mudei do imóvel associado ao contrato. Na altura, fui informado de que o pedido tinha sido aceite e recebi inclusive a comunicação de que seria realizada uma intervenção remota no contador de eletricidade, no dia 03-03-2026, pela E-REDES, a pedido do comercializador. Na comunicação recebida, foi claramente indicado que a intervenção seria remota e que não implicava a minha presença no local, sendo um procedimento simples. No entanto, posteriormente fui contactado novamente pela MEO Energia a informar que seria necessário agendar uma visita presencial ao imóvel para verificar o contador. Esta exigência é completamente incoerente com a informação anteriormente prestada. Importa esclarecer que já não tenho qualquer acesso ao imóvel, pois entreguei as chaves à imobiliária responsável quando finalizei a minha mudança. Ou seja, não tenho qualquer possibilidade de permitir o acesso ao imóvel, visto que já não resido lá nem tenho as chaves. Apesar desta situação, fui informado de forma totalmente inaceitável que caso a visita ao imóvel não seja realizada, terei de continuar a pagar as faturas de energia até que consigam aceder ao contador. Considero esta posição injusta, abusiva e completamente inadmissível, uma vez que: Solicitei o cancelamento dentro dos procedimentos normais. Fui informado de que a intervenção seria remota e sem necessidade da minha presença. Já não sou ocupante do imóvel e não tenho qualquer controlo sobre o acesso ao mesmo. Não é aceitável que eu continue a ser responsabilizado por um contrato associado a um imóvel onde já não resido, por motivos que dependem exclusivamente da organização interna da empresa ou da gestão da intervenção técnica. Solicito, portanto, a resolução imediata desta situação e o cancelamento do contrato de energia, sem qualquer penalização ou cobrança adicional após a data do meu pedido de cancelamento. Caso a situação não seja resolvida com urgência, reservo-me o direito de avançar com outras reclamações junto das entidades competentes.
Correção de Contagem de Gás
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº 160807397187. Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – Contagem excessiva de gás. Contagem de gás na data da ativação do contrato edp: 193 (Foto tirada) Contagem de gás colocada na ativação do gás: 146 Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Contestação de responsabilidade por alegado dano no contador e corte de abastecimento de água
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela Águas do Ribatejo. Foi-nos comunicado que o contador de água da nossa habitação estaria danificado e que a responsabilidade seria nossa, sendo exigido o pagamento de um valor absurdo e muito elevado pela substituição do contador. No entanto não concordamos com esta acusação. Nas fotografias enviadas pela própria empresa é possível verificar que o vidro do contador se encontra intacto, estando apenas danificada a parte vermelha do mecanismo interior. Não compreendemos como é possível sermos responsabilizados por um dano interno quando o vidro de proteção não está partido nem existem sinais visíveis de manipulação. Importa ainda referir que nenhum elemento do agregado familiar mexeu ou tentou mexer no contador, até porque não temos qualquer conhecimento técnico nem acesso ao interior do mesmo. Apesar de termos contestado a situação por email e explicado que não aceitávamos a responsabilidade por este dano, o fornecimento de água à habitação acabou por ser cortado. Consideramos esta decisão extremamente injusta e desproporcional, sobretudo tendo em conta que já tinham sido pagos valores relativos ao consumo de água. Pedimos assim que esta situação seja analisada com atenção e que seja apresentada uma explicação técnica clara que justifique a acusação feita à nossa família, bem como a cobrança deste valor. Consideramos injusto sermos responsabilizados por um dano que não causámos e esperamos que esta situação seja revista de forma justa.
Pedido de devolução por pagamento em excesso no fecho do contrato (12 kWh)
O meu contrato com a Repsol terminou em 18/06/2025. A Repsol confirma por escrito que, na fatura 25060760107636699 (34,81 €) foram cobrados 173 kWh reais e 19 kWh estimados (total 192 kWh), fatura que foi por mim paga. A própria Repsol afirma também que o consumo real até ao fim do contrato corresponde a 180 kWh. Assim, à data do fecho do contrato eu tinha pago por mais 12 kWh (192–180), ou seja, eu estava em crédito. Apesar disso, após o contrato cessado, a Repsol efetuou recálculos internos e passou a apresentar faturação “corrigida” com estrutura/tarifário diferente, invertendo a posição e tentando transformar o meu crédito num valor a pagar. Peço a intervenção da DECO para que a Repsol: regularize o fecho do contrato com base na situação correta em 18/06/2025; devolva/compense o valor relativo aos 12 kWh pagos em excesso; confirme por escrito o encerramento definitivo da conta, sem novos recálculos posteriores
Faturas não emitidas
Assunto: Falta de envio de faturas – contrato de gás Exmos. Senhores, Na qualidade de titular de um contrato de fornecimento de gás com a Galp, venho reiterar que já vos comuniquei anteriormente a situação de não receção de faturas há cerca de seis meses ou mais. Face ao exposto, reforço o meu pedido de esclarecimento e regularização desta situação. Informo igualmente que, caso venham a ser emitidas faturas referentes a consumos com mais de seis meses, reservo-me o direito de invocar a prescrição prevista na legislação aplicável. Adicionalmente, caso exista algum valor em dívida resultante desta situação, e considerando que a ausência de faturação não me é imputável, solicito que me seja apresentada a possibilidade de um plano de pagamento adequado, de forma a minimizar o impacto no meu orçamento familiar. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos Paulo Gonçalves da Silva Tel : 910 101 297
Prazo de pagamento
Exmos. Senhores Tem sido recorrente as faturas da mobilidade virem com prazo de pagamento de 5 ou 6 dias antes do mesmo. Mandei mail refermente à fatura de Janeiro, a reclamar e não só não obtive resposta, como o problema tem vindo a repetir-se, recebi hoje dia 4 de Março a fatura via mail, emitida a dia 2 com prazo de pagamento dia 9 de Março. Segundo a legislação aplicável aos serviços públicos essenciais, exige que as faturas sejam comunicadas ao consumidor com uma antecedência mínima razoável antes do respetivo vencimento. David Oliveira
Problemas de Faturação da Galp
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º (xx-xxxxxx-xxxxxxx), comuniquei-vos já em momento anterior o facto de ficar sem receber faturas durante 3 meses (de novembro a fevereiro de 2026). Para além disso quero reforçar que alterou-se a titularidade do contrato (do nome da minha sogra para o meu), onde permanecia uma nota de crédito com um valor x. Este mesmo valor até à data de hoje (04/03/2026) encontra-se "desaparecido", de acordo com informações da galp. Fui obrigado a pagar uma fatura de mais de 200€, onde fui prejudicado por não poder utilizar os x€ que tenho em crédito na conta. Os contactos telefónicos com o apoio ao cliente foram feitos de forma semanal, onde nunca me souberam responder, nem ajudar com qualquer situação. Para mim, é uma vergonha uma empresa deste tamanho não ter condições para responder aos seus clientes de forma adequada. Gostaria de reforçar que alterei de operadora, visto não ter a mínima confiança para continuar com os serviços da galp. Apoio ao cliente muito mau, não recomendo de forma alguma. Por fim, acho inadmíssivel virem pedir para fazer planos crédito pagamento, sabendo que se assinei um contrato onde a fatura é apresentada mensalmente, são obrigados a apresentarem-me a mesma no tempo designado. Não tenho interesse algum em fazer qualquer plano e eu, como cliente, não tenho de ser prejudicado e aceitar esses planos pagamentos assim porque a empresa acha que faça sentido. Concluindo, reforço novamente que o apoio/suporte ao cliente desta empresa é muito mau, não recomendando a nenhuma pessoa. Sempre acreditei que uma empresa grande com a Galp nunca me iria deixar numa situação tão desconfortável como a que estou neste momento, mas pelos vistos enganei-me. Obrigado. Cumprimentos.
Troca de Titularidade
Exmos. Senhores, Venho por meio desta apresentar reclamação formal relativamente à situação ocorrida com o fornecimento de energia elétrica no apartamento que arrendei recentemente. Ao arrendar o imóvel, não fui informada de que o antigo inquilino não havia cancelado o contrato de energia. No dia 12/12, solicitei a celebração de contrato com a Endesa, tendo sido informada de que, no prazo até 17/12, o fornecimento estaria regularizado. Assim, no dia 17/12, ligámos o quadro de energia, conforme orientação recebida. Posteriormente, entrei em contacto com a empresa e fui informada por uma funcionária de que estava tudo correto naquele período. No entanto, cerca de duas semanas depois, fomos surpreendidos com a informação de que o contrato havia sido cancelado. Refizemos o contrato e, novamente, o mesmo foi cancelado, sob a alegação de que a antiga fornecedora estaria a negar a mudança de titularidade devido a dívidas deixadas pelo anterior morador. Importa salientar que não existe fundamento legal para negar a mudança de titularidade por dívidas de antigo inquilino, uma vez que tais débitos são de responsabilidade exclusiva do titular anterior, não podendo ser imputados ao novo arrendatário. Como consequência direta desta situação, recebi uma fatura no valor exorbitante de 262 euros, referente a um apartamento T1, habitado por dois adultos e uma criança. Além disso, devido à demora injustificada — tendo conseguido regularizar a situação apenas após 1 mês e 20 dias — recebi nova fatura de aproximadamente 200 euros, referente a apenas 20 dias. Fui prejudicada financeiramente por uma situação que não dei causa, decorrente da recusa indevida na alteração de titularidade e da falha na regularização atempada do contrato. Considero esta prática abusiva e ilegal, uma vez que transfere para o novo arrendatário consequências de dívidas que não lhe pertencem. Dessa forma, solicito: A revisão imediata das faturas emitidas; A anulação dos valores cobrados indevidamente; Esclarecimento formal sobre os cancelamentos ocorridos; A devida compensação pelos prejuízos causados. Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto às entidades competentes. Aguardo resolução urgente. Atenciosamente, Cumprimentos.
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