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cobrança de prime
Boa tarde: Com grande admiração constatei duas cobranças relativas a edreams prime na minha conta com o Cartão visa da Unibanco com o nº4548986001581702 válido até março de 2029. Em contacto telefónico com a unicre, percebi que desde 2021 me têm sido cobrados várias quantias relativas a edreams primes. Depois de contacto telefónico com a edreams, no sentido de esclarecer a situação já que não tenho memória de ter acedido à modalidade prime, foi-me dito que resulta de uma viagem efetuada no dia 5 de setembro de 2021. Como é que è possível sem nenhuma nota de pagamento, nem posteriormente uma fatura, serem retirados da minha conta tais pagamentos. Em contacto telefónico, difícil, já que o meu interlocutor não falava um português de Portugal, consegui que me anulasse a tal subscrição, mas não consigo aceder a nenhum site para reclamar por escrito. Enviei a reclamação, mas foi-me devolvida. Também contactei a Unicre para poder confirmar a minha autorização. Não sei que passos hei-de dar. Obrigada pela atenção. Melhores cumprimentos Maria Madalena Miranda
Trocar Maquina de lavrar Roupa
No dia 28/02/2026 fiz uma encomenda online de uma maquina de lavar roupa, recebi a maquina no dia 4/03/2026. Ao chegar a casa deparei me que a maquina era pequena para o pretendido, no dia a seguir escrevi logo para a radio popular, preenchi o formalario de livre resolução (que consiste em trocar a compra num num prazo de 14 dia ), também preenchi o formolario de trocas e devoluções. pediram me fotos do produto e eu ainda experimentei a maquina onde me deparei que a porta tinha folga e fazia barulho ao trabalhar e reportei a mesma situação, mas até agora é só emails a adiar o inevitável para ver se passa o tempo e ninguém resolve a vir fazer troca da maquina. Pergunto me se terei de ficar com um produto quando após o receber reclamo, e peço a troca do mesmo.
Solicitação de esclarecimento e resolução de situação
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor uma situação referente ao utente Sr. Álvares Gonçalves Pais, n.º de utente 366332375, que deu entrada na CUF Descobertas no dia 30/01/2026, tendo permanecido internado até 19/02/2026, no 5.º piso, sob cuidados intensivos, devido à gravidade do seu estado de saúde. O utente deu entrada no hospital acompanhado da sua cuidadora, Célia Rosa, em cadeira de rodas. O motivo de admissão e internamento incluiu o seguinte quadro clínico: AVC isquémico (maio de 2025), estenose carotídea, insuficiência cardíaca com FEVE de 45%, HTA, pacemaker, cardiopatia isquémica, infeções urinárias de repetição, TVP, DPOC, hiperuricemia, SAOS com recusa de CPAP e hábito tabágico, tendo o internamento ocorrido por dispneia, ortopneia, DPOC agudizada, insuficiência cardíaca descompensada e infeção do trato urinário. Durante o período de internamento, foi observado pela cuidadora, nas visitas que realizava regularmente, que o utente se encontrava frequentemente na mesma posição, o que terá contribuído para o aparecimento de uma escara significativa na região do cóccix, situação de que o próprio utente já se queixava, manifestando dor. Numa determinada noite, por volta das 20h30, foi efetuado um contacto telefónico para a cuidadora. No entanto, por se encontrar a trabalhar, não conseguiu atender a chamada no momento. Ainda assim, deslocou-se ao hospital nessa mesma noite, onde foi informada de que o utente se encontrava em estado muito grave, praticamente em coma e a respirar com auxílio de oxigénio. Dias mais tarde, a cuidadora tomou conhecimento de que o utente se teria engasgado, não sabendo se tal situação poderá ter resultado de falta de supervisão. O facto é que, na sequência desse episódio, veio a desenvolver uma pneumonia. Paralelamente, ao longo do internamento, a cuidadora questionou várias vezes sobre a cadeira de rodas do utente, sem que ninguém conseguisse prestar um esclarecimento concreto sobre o seu paradeiro. No dia da alta, o utente regressou a casa de ambulância, por indicação médica, sem a sua cadeira de rodas. Desde então, já foram feitos contactos telefónicos com a CUF, e a cuidadora também já se deslocou presencialmente ao hospital, mas, até ao momento, ninguém soube informar o que aconteceu ao referido equipamento. Deste modo, venho solicitar a resolução urgente desta situação, com a localização e devolução da cadeira de rodas do utente, ou, caso tal não seja possível, uma solução adequada por parte dessa instituição. Trata-se de um bem pessoal indispensável para a mobilidade do utente, sendo necessário para o transporte a consultas e demais deslocações. Neste momento, encontra-se a ser necessário alugar uma cadeira de rodas, o que representa um custo de 15 euros por dia. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere para a resolução deste caso. Com os melhores cumprimentos, Célia Rosa
Discriminação com base na nacionalidade
Eu estava no centro comercial Colombo, em frente à loja Continiente, onde estavam alguns promotores da WiZink. Estavam com uma campanha de marketing em que, ao abrir uma conta com eles, ganhava-se um produto do Benfica. Gosto do Benfica, por isso, quando me abordaram, estava pronto para abrir uma conta, mas descobri que não podia aceder à promoção "porque não sou português". Foi o que o procurador me disse. Sou italiano, cidadão da União Europeia e tenho os mesmos direitos que qualquer pessoa que aqui viva legalmente. Tenho Chave Movil, por isso posso autenticar-me online. Tenho um número de identificação fiscal (NIF), estou registado no Serviço Nacional de Saúde (SNS), tenho um UTENTE (número de saúde público) e, por falar em bancos, tenho uma conta bancária portuguesa, um cartão de crédito português e investi na bolsa com o meu banco português, pelo que posso utilizar produtos financeiros. Porque é que não podia abrir uma conta na WiZink? Como é que a WiZink espera competir com a Revolut se discrimina com base na nacionalidade?
Várias tentativas de devolução
Exmos. Senhores, Estou desde Janeiro a tentar efetuar a devolução de artigos adquiridos online. Já fiz diversos contatos quer por e-mail quer por telefone e até agora ainda não vieram fazer a recolha dos artigos. Agradeço que o agendamento da recolha seja efetuado o quanto antes. Cumprimentos.
Dificuldade em cancelamento e cobrança indevida
Exmos. Senhores, Em 4 de fevereiro denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º C961463468. Sucede que até hoje, passados que são 33 dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo de 10 dias úteis previamente estabelecidos para procederem à denúncia contratual. Assinei o contrato de denúncia na Loja de Alfragide a 4 de fevereiro e recebi na mesma a fatura referente de 23 fevereiro a 22 de março. Quando me desloquei à Loja para questionar, o colaborador mencionou que apesar de ter feito o pedido de cancelamento mais de 10 dias úteis antes, o cancelamento não tinha sido realizado e para esperar que me contactassem após ter reclamado na Loja. Hoje, dia 9 de março ligo para a NOS porque ninguém me contactou, e após mais de 1h em chamada ou me passaram várias vezes entre departamentos, enviaram finalmente e-mail a formalizar o desligamento, mas onde consta que terei de pagar a fatura referente ao período de 23 fevereiro a 22 de março e ainda ao período de 23 de março a 22 de abril porque sendo formalizado hoje já faltam apenas 9 dias para o próximo período de faturação!!! Ou seja, apesar de já nem estar a usar o os equipamentos, tenho duas faturas para pagar. Com esta reclamação espero que estas duas faturas não me sejam cobradas, pois fiz tudo corretamente e 10 dias úteis previamente estabelecidos para procederem à denúncia contratual. Cumprimentos.
Reclamações sucessivas e indeferidas sem critério uniforme para atribuição de NISS
Esta é uma versão em texto corrido, adaptada para o portal de reclamações da **DECO PROTESTE**, focada na clareza dos factos e na demonstração da contradição administrativa da Segurança Social. --- **Assunto: Reclamações sucessivas e indeferidas sem critério uniforme para atribuição de NISS** Venho expor uma situação de profunda insegurança jurídica e falta de critério técnico por parte dos serviços da Segurança Social relativamente ao meu pedido de atribuição de Número de Identificação da Segurança Social (NISS). Entre os meses de fevereiro e março de 2026, submeti quatro solicitações distintas, todas indeferidas com fundamentos contraditórios entre si, apesar de ter cumprido rigorosamente as orientações do Guia Prático oficial da instituição. A primeira tentativa (ID 403921), realizada a 02/02/2026, foi recusada por alegado "Documento de Identificação Inválido", embora tenha sido anexado o passaporte. Na segunda tentativa (ID 408963), a 04/02/2026, submeti o passaporte acompanhado do visto, tendo a Segurança Social respondido em 20/02/2026 que o tipo de documento estava incorreto e que "deveria constar Passaporte". Seguindo estritamente essa instrução direta, submeti uma terceira solicitação (ID 449256) apenas com o passaporte em 22/02/2026. Surpreendentemente, esta foi recusada a 03/03/2026 com um argumento oposto ao anterior: "Falta título de autorização de residência". Esta discrepância de critérios viola o disposto no próprio Guia Prático de Pedido de NISS para Cidadãos Estrangeiros, que estabelece, na secção D2, que o passaporte é um documento de identificação aceite de forma autónoma, não existindo obrigatoriedade de apresentação cumulativa com título de residência quando o requerente apresenta passaporte válido. Na minha quarta tentativa (ID 476396), a 06/03/2026, anexei uma justificativa formal detalhando estas contradições, mas o pedido foi novamente indeferido de forma sumária como "inválido" no próprio dia. Face ao exposto, e considerando que o passaporte constitui documento de identificação válido nos termos das orientações institucionais, solicito que a Segurança Social proceda à reavaliação imediata do pedido e à consequente atribuição do NISS. É inadmissível que um cidadão seja penalizado por seguir instruções oficiais que são depois ignoradas pelos serviços de validação.
Encomenda com problemas
Eu estou cansada de estar a espera que tratem do meu problema, estou a tentar há 1 mês. O colchão quando recebi, veio sem etiqueta não tem nada mesmo, tenho há poucos meses e ele por baixo está a ficar amarelo com as marcas da cama, por não ter etiqueta não me querem resolver o problema, sendo que têm acesso a fatura, data de compra , tudo… se ele veio mesmo com etiqueta porquê que não provam?
Produto não enviado não reembolsado e produto devolvido não reembolsado
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda efetuada na vossa loja online, cuja situação permanece por resolver apesar de várias tentativas de contacto através dos vossos canais de apoio ao cliente. No dia 30 de dezembro de 2025 realizei uma compra composta por 14 artigos. No entanto, um dos artigos não foi enviado. Posteriormente recebi um email a informar que o valor cobrado seria ajustado, uma vez que o pagamento efetuado incluía esse artigo que não foi enviado. Contudo, o valor total da encomenda foi debitado da minha conta e até à presente data o montante correspondente a esse artigo (12,99€) nunca foi reembolsado. Adicionalmente, após receber a encomenda, procedi à devolução de alguns artigos que não pretendi manter. No entanto, verifiquei que um dos artigos devolvidos, no valor de 5,99€, também não foi reembolsado. Desta forma, encontram-se em falta dois reembolsos relativos a esta encomenda, no valor total de 18,98€. Importa ainda referir que tenho tentado resolver esta situação através do chat de apoio ao cliente disponibilizado no website, mas o assistente virtual não permite o encaminhamento para um agente humano. Tentei igualmente contactar através de email, mas não obtive qualquer resposta. Para além disso, não existe no website qualquer endereço de email ou número de telefone claramente disponibilizado para contacto direto com o apoio ao cliente, o que dificulta ainda mais a resolução da situação. Face ao exposto, solicito a verificação urgente deste caso e o respetivo reembolso do valor total em falta (18,98€). Agradeço que esta situação seja analisada e resolvida com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Vanessa Lobato
Fidelizacão de 36 meses não informada
Sou cliente da securitas, agora Verisure, desde março de 2024, quando recebi a visita de 2 vendedores que fizeram a apresentação dos serviços. Nunca em momento nenhum disseram que havia fidelizacao de 3 anos com penalidade de ter de pagar todas as mensalidades em falta. Inclusive disseram que poderia cancelar quando quisesse, ocultando a informação que se cancelasse tinha que pagar todas as mensalidades futuras até completar os 36 meses. Insatisfeita com os serviços e com a falta de assistência solicitei o cancelamento, mas a atendente disse que tenho que pagar mais um ano de mensalidades. Disse que não sou obrigada a ficar com os serviços, posso cancelar quando quiser é só pagar. Isto não está correto. A atendente disse que não são obrigados a informar sobre a fidelizacao.
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