Reclamações públicas

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Condições Contratuais

Gostaria de expor a minha indignação enquanto sócia Solinca (Laranjeiras) perante 2 assuntos:- Como é possível considerar-se legal / ético um ginásio criar uma aplicação que permite a alguns (e só a alguns!) sócios marcarem aulas previamente aos restantes fazendo com que os restantes sócios já não tenham vaga quando tentam marcar? - Como é possível renovar-se automaticamente um contrato nos tempos atuais de pandemia sem pedir previamente autorização ao cliente / sócio? Enquanto profissional de saúde e enquanto grupo de risco, deveria ser possível rescindir o meu contrato (nos tempos excepcionais que vivemos) sem custos adicionais e para não falar no motivo supramencionado. Acontece que tal não é possível e que só poderei fazê-lo em Março de 2021, estando eu a pagar a um ginásio sem usufruir há meses.Atenciosamente.

Encerrada

Condições contratuais

Gostaria de expor a minha indignação enquanto sócia Solinca (Laranjeiras) perante 2 assuntos:- Como é possível considerar-se legal / ético um ginásio criar uma aplicação que permite a alguns (e só a alguns!) sócios marcarem aulas previamente aos restantes fazendo com que os restantes sócios já não tenham vaga quando tentam marcar? - Como é possível renovar-se automaticamente um contrato nos tempos atuais de pandemia sem pedir previamente autorização ao cliente / sócio? Enquanto profissional de saúde que trabalha com doentes Imunosuprimidos e consequentemente grupo de risco, deveria ser possível rescindir o meu contrato (nos tempos excepcionais que vivemos) sem custos adicionais e para não falar no motivo supramencionado. Acontece que tal não é possível e que só poderei fazê-lo em Março de 2021, estando eu a pagar a um ginásio sem usufruir há meses.

Encerrada
A. M.
31/10/2020

Problema em usufruir do voucher Odisseias

Boa tarde, Comprei um voucher Odisseia (estadia com jantar ou spa, tendo várias opções de escolha) para oferecer aos meus pais, eles decidiram marcar o fim de semana com jantar para novembro e decidiram Braga, mais precisamente Hotel do Lago. Quando ligo para o referido para fazer a reserva fico a saber que se encontra encerrado, dão-me a opção de outro hotel da cadeia deles, mas com um problema, exigem um valor adicional. Expliquei que não iria acontecer, que não era justo, de tinha comprado o voucher e se lá estava essa opção, não tinha culpa de estar encerrado, eles é que tinham de resolver mas sem custos adicionais. Ainda disseram que tinha mais opções no voucher, tinha outras escolhas! Mas os meus pais querem Braga! Com eles não consegui nada! Então decidi enviar email para a Odisseias, afinal fiz a compra com eles, mas até agora não obtive resposta alguma! O que posso fazer?! Será que podem fazer isto (apresentar um custo adicional)?! Aguardo uma resposta, para ajudarem a decidir o que fazer. Obrigada. Andreia Gomes

Resolvida
C. B.
31/10/2020

Dificuldade de comunicação com a empresa e falta de supervisão à contas

Quinta feira, dia 29/10 por volta das 22h pedi um lanche do restaurante KFC (Circunvalação) na cidade do Porto.Pedi pela app Uber Eats do telemóvel do meu namorado, conta associada com o número de telemóvel 914 724 694.Tivemos problemas na entrega. A estafeta de nome MAYRA, retirou o pedido no balcão do restaurante, iniciou a entrega, mas o GPS mostrou que ela nunca chegou a sair do restaurente.Resumidamente ela desligou o GPS e foi embora com minha encomenda. Tentei entrar em contacto com a mesma, uma hora depois quem atendeu foi o namorado dela, dizendo que não conhecia ninguem de nome Mayra e que nada sabia sobre minha entrega, o tempo todo o rapaz foi debochado, riu da minha situação. Desligou o telefone na cara e desligou o telefone.No dia seguinte liguei novamente, mais uma vez pra entender o motivo daquela entrega não feita.O rapaz me tratou com deboche, disse que aluga a conta a terceiros, que não era a esposa dele trabalhando na noite anterior. Mandou eu ir procurar meus direitos, e que todo mundo aluga conta na Uber.Tentei entrar em contacto com a UBER Eats imediatamente na noite do ocorrido, sem sucesso. O número gratuito de apoio ao cliente está descontinuado, assim como o e-mail de ajuda (Ajudaeats@uber.com). Então eu pergunto, COMO EU CONSIGO FALAR COM A UberEats???Quero saber também qual é a política da empresa e como é supervisionado as contas dos motoristas. Porque pelo que entendi, é algo comum alugarem contas para terceiros. QUERO A DEVOLUÇÃO DO MEU DINHEIRO E QUERO QUE AS PESSOAS SEJAM RESPONSABILIZADAS!!Não quero apenas o reembolso, quero que a empresa se posicione quanto essa máfia de aluguer de contas, quero que a empresa facilite o acesso à ajuda por parte do cliente. Ter e-mail e telefone de SAC descontinuado é um desrespeito ao consumidor!!!

Encerrada
B. C.
30/10/2020

Problema com a App e combrança indevida

Quero formalizar uma reclamação em relação à Uber, mais em concreto ao serviço da Uber Eats.Ontem, dia 29 Out usei a app Uber Eats para fazer um pedido. Após escolher o que queria, e finalizar o pedido, recebo a indicação de que foi cancelado. Tentei mais duas vezes no mesmo estabelecimento, depois tentei outro, sempre cancelado. Tentei fazer o tracking dos pedidos, e nenhum pedido aparecia. Associando a problemas na app, decedi fazer um pedido noutra app diferente.Ao fim de alguns minutos recebo mensagens da app Uber Eats a informar que os meus pedidos estavam a caminho. Ao aceder à App, noto que tenho 3 pedidos disponíveis para poder acompanhar, e ao aceder à minha conta, reparo que o valor foi debitado! Ora, com erro da aplicação e com os pedidos cancelados, isto não deveria ter aconteccido! Tentei ligar para o número de cancelamento, disponível para pedidos em curso, e ao ligar, a resposta que obtive foi não tem atualmente pedidos em curso. Ora, se não tenho pedidos em curso, porque razão tenho três entregas a caminho e o dinheiro foi debitado da minha conta?Foi-me cobrado indevidamente o valor de 108.9€ por problemas com a aplicação, o que é inademissível! Assim, exigo o reembolso deste valor!Poderarei bastante no futuro antes de voltar a utilziar qualquer serviço da Uber.

Resolvida

Solinca Alfragide - Denúncia de contrato por incumprimento de condições contratuais

Venho deste modo pedir a rescisão do meu contrato celebrado 2 de Março de 2020 com o ginásio Solinca Alfragide. O pedido prende -se com o facto de terem sido alteradas as condições contratuais, por opção do ginásio e não por imposição governamental.Continuo a pagar o mesmo valor (19,99€ por quinzena) e não posso usufruir do plano total contratualizado. Apenas me é permitida uma entrada diária no ginásio, com um tempo máximo de permanência de 90minutos.Apesar de compreender que alterações têm que ser feitas para que as orientações da DGS sejam cumpridas, os sócios não devem ser obrigados a pagar a mensalidade total por um serviço que, repito, por opção da administração do ginásio, foi alterado.Não estão a cumprir com as condições contratuais e por esse motivo peço a rescisão imediata. Desde o início de outubro que faço este pedido e continua, a meu ver, a ser injustamente negado.O débito continuará cancelado até à resolução da situação.Aguardo resposta com a maior brevidade possível.

Resolvida
P. C.
27/10/2020

Venda de viagem de avião, que não se poderia realizar por força das restrições relativas à pandemia

No passado dia 28/07/2020 desloquei-me à agência “Top Atlântico – Oeiras Parque” para comprar 4 passagens aéreas de ida e volta para os Estados Unidos da América. Três destas passagens destinavam-se a jovens estudantes universitários que embarcariam com visto de estudantes “F1” conforme informado, e a outra passagem destinava-se a mim que os iria acompanhar nesta nova etapa das suas vidas. Tendo eu em Abril de 2019 estado em Nova Iorque, ainda tenho o meu visto (ESTA) válido, dado que a validade é de dois anos. Durante todo este processo, e das várias vezes que me desloquei à agência (tanto eu como a minha mulher) nunca fomos informados de qualquer impedimento relativamente à minha ida. No momento do Check In fui informado que não poderia embarcar, devido ao facto de Portugal se encontrar numa lista de países que não estão autorizados a entrar nos EUA num registo de lazer (apenas estudantes, residentes, diplomatas e viagens de trabalho devidamente justificadas). Foi-nos mostrado esse documento via Internet e o funcionário que nos estava a fazer o Check In disse de imediato que esta informação é passada a todas as companhias de aviação, operadores turísticos e agências, tendo questionado qual a agência onde tínhamos comprado as viagens, pois estava incrédulo de não termos sido alertados para esta situação. Ainda no próprio dia deslocámo-nos à agência para esclarecer esta situação e estivemos a falar com a Dª Fátima Palmeiro, responsável de loja, que desconhecia por completo esta restrição em termos de viagens para os EUA. Com tudo isto, os três jovens (sendo um deles meu filho) tiveram de viajar sozinhos quando tudo estava planeado para termos viajado em conjunto, pois trata-se de três inícios de vida de jovens de 18 anos que passarão a viver nos EUA por 4 anos em que existe todo um conjunto de situações a serem tratadas e que carecem de acompanhamento. No caso do meu filho, alguns dos seus pertences estavam distribuídos pela sua mala de porão e pela minha, dado que eu iria permanecer apenas por um período de 5 dias, sendo obrigados a pagar a 2ª mala de porão, no valor de 85€, uma vez que fui impedido de embarcar. Devido a toda esta situação, a minha mulher foi obrigada a permanecer no aeroporto mais de 3 horas (em situações normais ao fim de meia hora viria embora) o que teve um custo de 43€ de estacionamento. Para a minha estadia nos EUA tinha reservado um hotel que me foi possível cancelar gratuitamente e um aluguer de uma viatura a qual me foi cobrada uma taxa de cancelamento no valor de 74.53€. Para tratar de toda a burocracia que esta mudança de vida do meu filho implicava, tinha alugado um “WebSpot” com a duração da minha estadia, com o custo de 64.30€ , do qual não fui reembolsado. Por fim, à Top Atlântico, paguei o valor de 1.343.40€ por um voo que não se podia realizar. Quando recorri à Top Atlântico foi porque me transmitia confiança pela credibilidade que tem no mercado, da qual nunca esperei que tal situação viesse a acontecer, pois de facto não era de todo expectável que me vendessem um bilhete de uma viagem que está impedida de se realizar.

Resolvida

Devolução de viagem cancelada

Comprei 2 reservas com esta agência para uma viagem a Marrocos em abril de 2020. A mesma foi cancelada, e a empresa recusa a devolver o valor entregue.Além desta situação ilegal, após a saida do diploma DL 17/2020, a empresa tem feito ameaças de não devolução e difamação junto de outros clientes. É inaceitável este tipo de comportamentos, nomeadamente a falta de educação e profissionalismo que o atendimento da agência tem mantido até à data.

Encerrada
J. F.
21/10/2020

Voo cancelado-reembolso

Venho por este meio solicitar o vosso apoio para ser ressarcido do valor despendido na reserva feita junto da companhia Ryanair (Itinerary@ryanair.com )no dia 8/2/2020 para Budapeste, para duas pessoas.Esta viagem foi cancelada pela companhia Ryanair, que enviou um email (info@change.ryanair.com ) a 20/3/2020 dando conta disso e informando da possibilidade de alterar o voo ou reembolsar a despesa. Optei por pedir o reembolso, o que fiz no dia 20/3/2020, preenchendo o “Formulário de Pedido de Reembolso”, online, disponibilizado pela companhia, escolhendo a opção “Todos os clientes e todos os voos nesta reserva”. O email de cancelamento da Ryanair diz o seguinte “Os reembolsos serão processados no prazo de 7 dias úteis através do meio de pagamento utilizado na reserva original”.No dia 27/3 recebi um email da Ryanair (info@change.ryanair.com ), a dizer o seguinte:“Devido à grande quantidade de cancelamentos causados pelo COVID 19 estamos a enfrentar uma enorme quantidade de pedidos sem precedentes. Presentemente estamos a trabalhar nos pedidos acumulados e agradecemos a sua paciência. Por favor não volte a solicitar o reembolso.”No dia 9/4 recebi novo email da Ryanair(info@change.ryanair.com ) com o seguinte:“Faço referência ao seu recente pedido de reembolso da reserve B4I1SP. Como explicado anteriormente, a nossa equipa de apoio ao cliente está a enfrentar um grande volume de pedidos devido ao COVID-19 e estamos a dar prioridade aos nossos clientes mais vulneráveis. Além disso, devido às restrições impostas pelo governo no que diz respeito a deslocações de trabalhadores não essenciais, presentemente temos menos funcionários disponíveis neste período tão conturbado. Asseguramos novamente que o seu pedido está em espera e será processado. Se solicitou nova data de viagem ou prefere alterar a sua reserva por favor contacte-nos”No dia 20/4 recebi no email da Ryanair( info@care.ryanair.com), com oferta de um voucher para um dos passageiros: “Lamentamos informar que devido às restrições governamentais fomos forçados a cancelar o(s) seu(s) voo(s) da reserva: B4I1SPPor favor veja em baixo o crédito de viagem 228.98EUR, pelo valor total da sua reserva não utilizada. Este crédito pode ser usado para comprar voos Ryanair ou quaisquer outro serviços durante 12 meses. É simples usar o crédito ao efectuar uma reserva no website da Ryanair ou na app”Em 24/4/2020 enviei o seguinte email à Raynair (Ryanair Customer Services info@care.ryanair.com) :“Caros senhores,Conforme formulário preenchido no vosso site em 20/3/2020, pretendo ser ressarcido pela totalidade do valor despendido na reserva efetuada em 8/2/2020, para os dois passageiros no valor total de 429,96 € (100+100,98+228,98).Caso não veja a minha pretensão satisfeita até ao final do dia 6/5/2020, farei uma reclamação, com informação à ANAC, à Comissão Europeia e à Deco Proteste.”Em 8/6/2020, enviei novo email (Itinerary@ryanair.com , info@care.ryanair.com , info@change.ryanair.com ), dando conta de que não tendo a Ryanair cumprido com a sua obrigação de me reembolsar do valor despendido, como eles próprios anunciaram que iriam fazer, iria apresentar queixa, com informação à ANAC, à Comissão Europeia e à Deco Proteste.Códigos da reserva: B4I1SP e E64ZPZ (conforme cartões de embarque)Obrigado.Valores pagos 100,00€ através de um voucher +100,98+228,98 em dinheiroSolução pretendidaReembolso: € 429,96

Encerrada
A. C.
20/10/2020

Abuso de poder

Assunto: Abuso de poder e Falta de consideração e palavraNIF: 235178934N.º de cliente: 10364Exmos. Senhores,Após ter solicitado no dia 10 de Julho de 2020 a suspensão do meu contrato para frequentar o vosso estabelecimento, visto estar com uma gravidez de risco e sem previsão para voltar as vossas instalações dadas as circunstâncias em que nos encontramos atualmente, recebi uma resposta vossa dia 14 a questionar o motivo e por quanto tempo seria a suspensão.Tendo vossas exmas recebido a minha resposta, ainda que tardia mas com um pedido de desculpas, no dia 27 do mesmo mês, no qual anexei o atestado médico sobre o qual confirmava o meu estado. A mesma não foi efetuada no mês de Julho, passando assim a ter efeito, dia 21 de agosto. Um mês e tal depois de a ter solicitado...Ainda assim, aceitei. Contudo dia 28 de agosto volto a entrar em contacto convosco a reclamar valores levantados da minha conta que superavam o valor da mensalidade total do ginásio. Situação que já não deveria ter ocorrido visto que, dia 21 já estaria em prática a dita suspensao, no entanto foram retirados da minha conta 35€. Fui contactada por uma funcionária vossa, que me pediu imensas desculpas pelo sucedido e afirmando que o valor estaria irregular. Seria então reembolsada do valor excedente... Situação não regularizada até hoje!!!Novamente e tendo em conta, ser um ginásio que frequento à muitos anos, aceitei. Dia 01 de outubro, ainda dentro da suposta suspensão, verifico a minha conta e constacto que foram retirados 17€ da mesma. Não compreendi, visto ter cancelado o débito direto de forma a não voltar a ser lesada. Contacto o banco que me informa que, a entidade em questão criará outra ordem e que para reaver o valor teria que me dirigir ao banco e pedir a reversão do valor. (????) Volto a enviar um e-mail, sou novamente contactada e informada que teria que pagar 7€ por mês de suspensão mais os 10€ de seguro ???? Questiono como e porque pago uma suspensão mensal sendo que já não tenho fidelização do mesmo.Ainda para cúmulo das situações e burrice minha, durante o tempo em que o estado decretou pandemia e os ginásios estiveram encerrados continuei a pagar uma mensalidade na íntegra. Não fui informada sequer de quais as opções colocadas em cima da mesa face a situação imposta. Questionei ao longo deste tempo todo como poderia ser ressarcida dos valores excedentes, tendo em conta saber de outros sócios que haviam sido contactados e iriam reaver oa valores. Foi-me dito por e-mail ser possível, apenas teria que preencher um formulário a requerer os valores em questão. Pedi o formulário por e-mail, disponibilizei-me a imprimir, assinar, digitalizar e enviar, tal nunca me foi respondido. Pelo telefone falei com duas funcionárias diferentes as quais me disseram ser possível, a primeira e tendo em conta que pensaria voltar, acordamos que nessa altura seria descontado nas mensalidades no entanto e tendo em conta o uso abusivo de poder para retirar valores de minha conta, questionei a segunda funcionária a possibilidade de cancelar a subscrição e reaver os valores, também me confirmou ser possível apenas solicitou, que ficasse por escrito bem como o cancelamento da subscrição. Assim o fiz, ao que o ginásio responder não ser possível devolver qualquer tipo de valor pois não tinham culpa de o estado ter ordenado encerramento dos ginásios.Pergunto eu agora, e eu tenho que sustentar um ginasio, tendo em conta que o mesmo não e minha propriedade?Se não têm culpa, eu também não e paguei...Assim, serve a presente missiva para requerer os valores pagos indevidamente.Aguardo resposta por escrito e devolução dos valores , no prazo máximo de 8 dias.Com os melhores cumprimentos,Yara oliveira

Resolvida

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