Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. G.
29/04/2026

Produto Instável

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à encomenda efetuada no dia 09/04/2026, referente a uma cadeira elétrica multifuncional com 4 motores (cor preta). Após a utilização do produto, verifico que o mesmo não corresponde às expectativas nem apresenta condições adequadas de funcionalidade e conforto, pelos seguintes motivos: * A cadeira apresenta falta de estabilidade, balançando excessivamente durante a utilização; * A base de apoio dos pés é demasiado larga, provocando desconforto constante ao utilizador; * O apoio de cabeça não se mantém fixo, caindo com frequência; * O nível de conforto geral é insatisfatório; * O suporte de rolos revela-se inadequado, não permitindo a colocação correta do rolo e dificultando significativamente a sua utilização na marquesa. Face ao exposto, venho solicitar a vossa análise da situação e informar se será possível proceder à troca por outro produto ou, em alternativa, à devolução com reembolso do valor pago. Adicionalmente, informo que já tentei entrar em contacto telefónico sem sucesso. Não disponho igualmente da embalagem original do produto, pelo que agradeço indicação sobre como proceder nestas circunstâncias, nomeadamente se existe a possibilidade de envio de nova embalagem para recolha. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Camila Gonçalves.

Encerrada
M. M.
29/04/2026

Prática discriminatória, violação do princípio da igualdade e eventual ilicitude em decisão laboral

Exmos. Senhores, Eu, Márcia Maria Oliveira Machado, venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à atuação do Diretor Técnico deste espaço relativamente à sua atuação no contexto de decisões e restrições que me foram impostas nas instalações do espaço, por considerar que as mesmas revelam práticas discriminatórias, tratamento desigual, abuso de poder na interpretação e aplicação de regras internas e indícios de atuação retaliatória, suscetíveis de violar princípios legais fundamentais. 1. Da imputação infundada de promoção de serviços Foi, por parte do Diretor Técnico, imputado a um profissional de treino personalizado (PT), meu conhecido, o alegado exercício de promoção da sua atividade profissional nas instalações. Tal imputação carece de qualquer fundamento factual objetivo, uma vez que o referido profissional se encontrava no espaço exclusivamente na qualidade de cliente, limitando-se a treinar com conhecidos, sem qualquer prestação de serviços, remuneração ou promoção ativa da sua atividade. A interpretação adotada, revela-se excessiva, desproporcional e desajustada à realidade dos factos, configurando uma extrapolação subjetiva sem base concreta. 2. Da proibição discriminatória de captação de imagem e conteúdo Foi-me comunicada, a proibição de captação de qualquer tipo de conteúdo nas instalações, tendo como fundamento exclusivo a minha atividade profissional como Personal Trainer e o facto de me encontrar a desenvolver um projeto próprio. Tal decisão constitui uma restrição arbitrária e discriminatória, na medida em que me foi aplicada em razão da minha profissão e não em função de qualquer comportamento ilícito ou violação objetiva de regras internas. Enquanto cliente pagante, considero inadmissível ser sujeita a limitações distintas das aplicadas aos restantes utilizadores do espaço, apenas pela minha condição profissional. Acresce que tal posição contradiz orientações anteriormente transmitidas pelo próprio espaço e Diretor, onde foi expressamente indicado que a captação de conteúdos seria admissível desde que não destinada à promoção direta de serviços próprios — condição que sempre respeitei integralmente. 3. Da atuação retaliatória e do exercício abusivo de autoridade A situação agravou-se no momento em que o Diretor Técnico, decidiu associar indevidamente três realidades completamente distintas — a minha, a de outro cliente e a do meu namorado, colaborador do espaço — tratando-as como se integrassem um único contexto ou conflito. Tal associação não tem qualquer fundamento lógico, factual ou jurídico. Mais grave ainda, foi expressamente afirmado pelo mesmo, que a decisão tomada - neste caso, o despedimento - relativamente ao colaborador foi influenciada pela minha alegada postura de “ripostar” perante as regras que me foram impostas. Foi inclusivamente proferida a seguinte afirmação: “se a tua namorada não tivesse tido a atitude que teve, não me importava que ficasses mais 2/3 semanas”. Esta declaração demonstra, de forma clara e inequívoca, que a decisão tomada não assentou em critérios profissionais, objetivos ou estruturais, mas antes numa reação pessoal motivada por desagrado, oposição ou afronta à sua autoridade. Tal conduta configura indícios sérios de atuação retaliatória, parcial e emocionalmente condicionada, incompatível com o exercício responsável e imparcial de funções de direção técnica. Acresce que o colaborador em causa havia comunicado previamente, de forma transparente e com antecedência, a intenção futura de integrar um projeto externo, sem que tal tivesse originado qualquer impedimento ou limitação até esse momento. A alteração repentina de postura e a decisão de cessação imediata, conjugadas com as declarações acima referidas, levantam fundadas dúvidas quanto à legitimidade, imparcialidade e legalidade da atuação adotada. 4. Do enquadramento jurídico e da gravidade da atuação Os factos relatados indiciam, de forma séria: • Violação do princípio da igualdade e da não discriminação; • Aplicação subjetiva, arbitrária e desigual de regras internas; • Restrição injustificada de direitos enquanto cliente; • Confusão indevida entre relações pessoais, profissionais e laborais e eventual prática de abuso de poder e retaliação com impacto em decisão laboral. Tais condutas, além de eticamente reprováveis, podem configurar violação de princípios legalmente protegidos, merecendo apreciação pelas entidades competentes. 5. Pedido Face ao exposto, venho requerer: • A clarificação formal e fundamentada das decisões adotadas; • A identificação concreta das normas internas invocadas para sustentar as restrições impostas; • O esclarecimento dos critérios utilizados para a sua aplicação; • E a reapreciação das situações descritas à luz dos princípios da legalidade, igualdade, proporcionalidade e boa-fé. Mais informo que reservo o direito de remeter a presente exposição às entidades competentes, nomeadamente à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e à Autoridade para as Condições do Trabalho, para a devida apreciação dos factos e das suas eventuais implicações legais. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me, Márcia Maria Oliveira Machado 29-04-26

Encerrada
I. A.
29/04/2026
Element gym

Reembolso não pago

Bom dia, Venho, por este meio, relatar um descontentamento que tive com a referida empresa acima. Inscrevi-me na segunda quinzena de março, neste ginásio, e só treinei lá por dois dias. Pois descobri após a inscrição que não poderia ter acompanhamento pessoal realizado pelo meu PT que já me acompanha há tempos. Solicitei então o cancelamento da subscrição e questionei-os sobre o reembolso. Fui informada que levaria até 14 dias para darem uma resposta (não informaram se seriam 14 dias corridos ou úteis). Passado o prazo estipulado pela empresa, entrei em contato novamente, por e-mail, onde fui informada de que ainda estavam dentro do prazo. Esperei passar esta semana que fui informada sobre tal. No início desta semana vigente, entrei em contato novamente. Fui informada de que já haviam realizado a transferência no dia 17 de abril. Fui então verificar ã minha conta na tal data e nada constava. Voltei a contata-los e me disseram que haviam feito a transferência para um Iban que não era o meu e afirmaram que era esse Iban que constava em minha subscrição. Enviei-os então o print do comprovante de retirada do valor da minha conta, com o Iban correto. E eles continuaram afirmando que o Iban que consta é outro que desconheço. Solicitei então, o comprovante da transferência realizada por eles no dia 17 de abril. Pois nele deveria constar o meu nome associado ao Iban. Após isso não obtive nenhuma resposta

Encerrada
T. T.
28/04/2026

Incumprimento de contrato e pessoas enganosas

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor e contestar a situação relativa à renovação da minha apólice. Em novembro/dezembro, manifestei expressamente, por contacto telefónico e por email, a minha intenção de cancelar o seguro. Na altura, fui informado de que o cancelamento apenas poderia ser efetuado durante o mês de abril, motivo pelo qual aguardei, de boa-fé, pelo período indicado para formalizar o pedido. Já no mês de abril, enviei dois emails a solicitar o cancelamento da apólice, não tendo recebido qualquer resposta ou confirmação até à data. Para minha surpresa, fui agora informado por um assistente de que o seguro foi renovado automaticamente, o que não corresponde à minha vontade nem ao histórico de contactos realizados. Em novembro a assistente por telefone agiu de forma a me dar informações contrarias e falou de forma que nao podia cancelar ate abril. Surpresa a minha quando depois, por meu esforco, tive que ligar e falar com varios assistentes onde eles me dizem que podia ter sido deixado agendado o cancelamento. Já liguei para a linha 2x a expor a situação e ninguem me ajuda e por email tentei e expliquei novamente a situacao detalhada e responderam me a ambos o email que só cancelam em abril de 2027. Estão a enganar as pessoas. Quero cancelar o seguro.

Encerrada
N. A.
28/04/2026

Quebra de contrato

Estamos pagando um plano de saúde da medicare, onde são oferecidas diversas especialidades e exames, oftalmologia e exame da tiroide na ilha Terceira, arquipélago dos Açores. Quando contatamos a medicare a solução deles foi dizer para nós procurarmos esses especialistas e os convencer a serem colaboradores da medicare. Quando tentamos desistir do plano de saúde, disseram que se o fizéssemos antes de um ano teríamos de pagar os meses em falta até ao término do contrato. Fomos induzidos em erro por má fé da medicare aquando na adesão que nos informou da disponibilidade de todas as especialidades. cumprimentos.

Encerrada
J. V.
28/04/2026

Encomenda não recebida

Fiz uma compra dia 31/03/2026 paguei um valor de envio de 72 horas e hoje é dia 28/04/2026 e não recebi o produto não tem telefone e não responde email .

Resolvida
M. D.
27/04/2026
Centro Hospitalar Universitário de Santo António, E.P.E.

Exame bloqueado há 2 meses por "férias de médico" impede diagnóstico e medicação

Realizei uma Ressonância Magnética no Centro Hospitalar Universitário de Santo António no dia 06/03/2026. Até hoje, passados quase dois meses, o relatório continua por emitir. Esta negligência administrativa já me fez perder a consulta de especialidade no dia 13/03 e está a impedir a continuidade do meu tratamento. A situação é surreal: a minha médica especialista tem de prorrogar sucessivamente os prazos na farmácia hospitalar para que eu não fique sem medicação, tudo porque o serviço de Imagiologia não liberta o resultado do exame. A justificação dada pelo hospital via telefone foi que o "médico se encontra de férias". É inadmissível que um hospital central de referência não possua planos de contingência ou substituição de clínicos, deixando o diagnóstico e a saúde dos utentes em suspenso por falhas de gestão de pessoal. Exijo a emissão imediata do relatório e uma resposta formal sobre esta quebra na continuidade dos cuidados de saúde.

Encerrada
R. P.
24/04/2026

Consulta Desmarcada sem aviso prévio

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma consulta agendada para o dia 21 de abril de 2026 pelas 19:00, nas vossas instalações. Desloquei-me propositadamente ao local, aguardei que a minha senha fosse chamada, tendo sido então informado(a) de que a consulta havia sido desmarcada, sem qualquer comunicação prévia. Esta situação revela uma grave falha de organização e de respeito pelo utente/cliente, sendo totalmente inaceitável. Junto em anexo a única msg que me foi enviada a confirmar a consulta. Para além do incómodo evidente, esta ocorrência implicou perda de tempo, eventuais custos de deslocação e parqueamento e a necessidade de reorganização de compromissos pessoais/profissionais, prejuízos esses que não podem ser ignorados. Recordo que, nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), os prestadores de serviços estão obrigados a agir de boa-fé e a respeitar os direitos e interesses legítimos dos consumidores, o que inclui o dever de informação clara e atempada. Adicionalmente, a ausência de comunicação prévia viola princípios básicos de prestação de serviços de saúde e pode configurar prática lesiva dos direitos do utente . Mais informo que, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 156/2005 (Livro de Reclamações), tenho o direito de apresentar reclamação formal e de obter resposta fundamentada no prazo legalmente estabelecido. Assim, exijo: • Esclarecimento formal e fundamentado sobre o sucedido; • Remarcação prioritária da consulta, em data e hora compatíveis, sendo que a mesma já foi marcada para dia 2 de junho. • Consideração de eventual compensação pelos transtornos causados. Informo ainda que, na ausência de resposta adequada e em tempo útil, apresentarei reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), sem prejuízo de outros meios legais ao meu dispor. Com os melhores cumprimentos, Sofia Diniz Joaquim

Encerrada
B. H.
24/04/2026

Atraso na Entrega

Exmos Senhores Faz três Semanas que reclamei meus Óculos na Wells de Alverca. Já lá fui mais duas vezes , a ultina faz hoje 8 dias onde me disseram que esta Semana chegariam os meus Óculos e ate agora nada, nem um telefonema . Tenho a dizer que me estão a fazer muita falta e estou indignada como podem levar tanto tempo com uma situação de saúde do cliente De salientar que não me fioi entregue qualquer documento Agradeço respostas breves

Encerrada
S. N.
23/04/2026

Encomenda não recebida

Exmos senhores, Fiz uma encomenda no site lojasaude.com a 3 de Abril de 2026 no valor de 65,23€. No email que recebi com a confirmação da encomenda era mencionado que o prazo máximo de envio eram 5 dias úteis. No dia 14 de Abril, não tendo recebido ainda aviso da expedição da encomenda, enviei um email a questionar e responderam que haveria ruptura de stock do produto e que assim que disponível o enviariam. Respondi que não havendo prazo definido para o envio que gostaria de cancelar a encomenda e receber a devolução. Não me voltaram a responder. A 20 de Abril recebi um email a dizer que a minha encomenda tinha sido expedida com um código de rastreamento dos CTT. Quando acedo ao site dos CTT diz que foi criado um objecto com esse código mas que a encomenda não deu entrada nos CTT. Já enviei emails e pedidos de contacto no site da loja e não obtive resposta. Peço esclarecimentos e a devolução do valor da encomenda. Cumprimentos,

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.