Reclamações públicas

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P. A.
26/01/2026

Facturação indevida, contrato abusivo, falta de boa-fé

Há 3 anos que tento suspender o vosso serviço, nunca usufruí e não quero usar. O atendimento telefónico é terrível e não consegui obter acesso a um livro de reclamações. Foi tudo muito (ou demasiado) fácil no momento da contratualização, mas para por fim à relação convosco está a ser exactamente o oposto. Que serviço é este em que o contrato é renovado automaticamente sem hipótese de o cancelar? Que empresa é esta em que se força o cliente a manter relações contratuais, mesmo depois de assumir explicitamente que não há intenção de continuar com os serviços? Legal ou não, esta forma de trabalhar é altamente enganadora e desleal para com o consumidor.

Encerrada
J. M.
26/01/2026

Pedido cancelamento e crédito não autorizado

Exmos Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico. Dirigi-me à Depilconcept de Viseu no dia 14 de Janeiro de 2026 para fazer um sessão gratuita. Após a sessão estive a falar com a vendedora Clivia Santos, onde me apresentou os valores para as zonas que que queria fazer, após esta apresentação disse-me que era possível efetuar o pagamento em 7 vezes, e pediu-me o meu cartão de cidadão e um código que iria receber no telemóvel. Nunca me foi informado que era um crédito pela Cofidis. No dia 19 de Janeiro, por motivos pessoais solicitei à Clivia Santos o cancelamento dos procedimentos, neste momento não me tinha apercebido, ainda, que tinham feito um crédito em meu nome, sem a minha autorização, eu não assine rigorosamente nada, apenas me pediram o cc, que achei normal visto que seria uma pagamento faseado e por débito direto. No dia de ontem, estava a recolher informações para apresentar reclamação no livro vermelho e deparo-me com um email da cofidis na pasta spam a informar do crédito, que eles pagaram a fatura à Depilconcept e seria a Cofidis a fazer a cobrança do valor e que em caso de incumprimento seria aplicado as penalização e juros. NUNCA ANTES NA MINHA VIDA ME ACONTEU ISTO. Como é legal fazerem um crédito em nome de uma pessoa sem que seja pedido nada para além do cc e omitem esta informação? Tenho pedido durante toda a semana o cancelamento do serviço, o qual a Clivia disse que iriam fazer, como adquiri dois cremes fiz o pagamento dos mesmos por transferência bancária para o iban fornecido pela vendedora que me informarou que iriam realizar o cancelamento após eu pagar os cremes, até hoje nada, apenas me diz que já falou com o gestor. Tento ligar, são raras as vezes que eles antedem o telemóvel.Fico aguardar a vossa resposta.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
C. R.
26/01/2026

Pedido feito e produto não enviado

Bom dia fiz um pedido nesta empresa Encomenda #17890 (Janeiro 21, 2026 E não consigo nenhuma resposta da empresa. Estou entrando em contato pelo telegram e não respondem. Quero que se resolva meu dinheiro de volta ou a entrega meu predroduto não há telefone que podemos falar com eles. Estou à espera até agora nada de ninguém responde.

Encerrada

Área de cobertura alterada

Exmos senhores Tenho um seguro saúde desde dezembro de 2019 cuja área de cobertura era descrita como Portugal e Espanha (rede HNA). Tenho o primeiro cartão de seguro saúde advancecare tranquilidade com o número advancecare em Portugal na frente e o número HNA (rede em Espanha) no verso (assim como meus 2 filhos). Vivo 180 dias por ano em Espanha por isso escolhi esse seguro saúde. Agora fui utilizar o seguro saúde em Espanha e meu número HNA me foi retirado. Solicitei novo número HNA e me informaram que a rede HNA está sendo descontinuada. Mentira! Tanto que a advancecare atualmente continua a vender seguro de saúde oferecendo a rede HNA (em Espanha) com diferentes nomes: Asisa Portugal; Real Vida Seguros; Lusitania. Creio que a área de cobertura contratada inicialmente NÃO pode ser alterada, pois é básico. CUIDADO! NÃO COMPREM ESSES "NOVOS" SEGUROS advancecare MASCARADOS com NOVOS NOMES, pois pode ocorrer o mesmo. Desejo o restabelecimento da área de cobertura inicialmente contratada e receber meu novo número HNA (Espanha)

Encerrada
B. P.
23/01/2026

Cancelamento de contrato

Meu contrato foi renovado com a Medicare, quero fazer o cancelamento, reincidir o contrato e eles não aceitam de forma alguma cancelar, o contrato tem sua renovação no mês 06 Já falei que não pretendo continuar pagamentos de algo que não utilizo mais, pouquíssimas vezes que utilizei, querem me obrigar a continuar pagando, sendo que já avisei por via telefónica que não quero continuar com o plano, sendo que já tem mais de ano do plano de fidelidade obrigatório, e mesmo assim querem que continue pagando, já que foi renovado o contrato, dizendo que não há possibilidade de cancelar até finalizar essa renovação, mas não quero de forma alguma continuar a pagar por algo inutilizado para mim, e no qual tenho apenas gastos, e as vezes que foi necessário utilizar foi para consulta gratuita que o plano disponibilizou de resto não foi feito nada.

Encerrada
D. V.
23/01/2026

Reclamação formal – Cobrança indevida, alegada fidelização não informada e processo de insolvência

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente às cobranças que me estão a ser exigidas, referentes a uma alegada dívida do ano de 2019. Na referida data, efetuei uma adesão telefónica à Medicare com o objetivo de experimentar o serviço. Após verificar que o mesmo não correspondia às minhas expectativas, solicitei o cancelamento. Em momento algum me foi comunicada a existência de qualquer período de fidelização, nomeadamente de 12 meses, nem eventuais penalizações associadas. Importa salientar que: Nunca assinei qualquer contrato escrito; A adesão foi realizada exclusivamente por via telefónica; Nunca recebi condições contratuais, documentação ou informação clara sobre fidelização; Nunca fui devidamente informada de qualquer obrigação de permanência. Mais informo que me encontro atualmente em processo de insolvência, situação que é do vosso conhecimento ou que deveria ser devidamente verificada antes de qualquer tentativa de cobrança. Qualquer alegado crédito deveria, obrigatoriamente, ter sido reclamado no âmbito do respetivo processo de insolvência, o que não sucedeu. Nestes termos, considero esta cobrança indevida, abusiva e legalmente inadmissível, não reconhecendo qualquer dívida à Medicare. Solicito: A imediata cessação de qualquer contacto ou tentativa de cobrança; A anulação dos valores alegadamente em dívida; A confirmação, por escrito, de que não existe qualquer dívida associada ao meu nome. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere, irei avançar com reclamação junto do Livro de Reclamações, DECO, Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e demais entidades competentes. Aguardo resposta urgente e por escrito. Com os melhores cumprimentos, Diana Sofia Exposto Vitorino

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
M. M.
23/01/2026

Artigo Defeituoso

Exmos. Senhores, Venho por este meio reiterar a minha reclamação e manifestar o meu desagrado com a resposta que me foi dada. Descrição do problema: Recebi uma encomenda que continha um batom que chegou partido/danificado. O produto encontrava-se completamente inutilizável — não posso usar um batom partido. A encomenda foi entregue em casa dos meus pais e, por questões de privacidade, estes não abriram o pacote. Dado que não tive oportunidade de me deslocar a casa deles de imediato, só tomei conhecimento do estado do produto posteriormente. Resposta recebida: Fui informada de que, por ter passado mais de 48 horas desde a receção, já não poderia apresentar reclamação. Considero esta política inaceitável e, mais importante, contrária à legislação portuguesa de defesa do consumidor. Enquadramento legal: Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que transpõe a Diretiva Europeia relativa à venda de bens de consumo, o consumidor tem o direito de exigir a reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato em caso de falta de conformidade do bem — o que inclui produtos entregues danificados. Este direito pode ser exercido no prazo de 3 anos a contar da entrega do bem, e não em 48 horas. Uma política interna da empresa não pode restringir os direitos legalmente consagrados ao consumidor. Dificuldade de contacto: Acresce que não existe um número de telefone nem e-mail de suporte acessível, o que torna o acompanhamento de reclamações extremamente difícil e frustrante.

Encerrada
F. P.
22/01/2026

Faturação e pagamento indevido

Exmos. Senhores, No dia 3 de dezembro de 2025, pelas 16.00 h, tive uma consulta de medicina interna no Hospital Cuf Porto. Realizada a consulta, dirigi-me guiché para tirar uma senha para efetuar o pagamento da consulta. Aguardei cerca de 15 m e fui chamado para me dirigir ao balcão para pagamento, por volta das 17.45 h. Apresentei o meu cartão da multicare e a funcionária que me atendeu disse-me que teria que pagar 39,00 €. Perguntei à funcionária se podia pagar com dinheiro, ao que respondeu que sim. E fiz o pagamento em dinheiro e recebi troco em dinheiro. Depois a senhora funcionária perguntou se podia enviar a fatura/recibo para o meu email e respondi-lhe que sim e fui embora. Estive sempre acompanhado por uma senhora, Carla Cristina Brandão de Oliveira, que assistiu a tudo. Verifiquei apenas no dia seguinte, que tinha um email da CUF, datado de 03/12/2025, às 23.13 h. Depois fui confrontado por alguns sms da CUF a solicitar o pagamento ou caso estivesse pago, para ignorar o sms. No dia 7 de janeiro, recebi um email da CUF a cobrar a fatura de 39,00 €, sob pena de recorrer à via judicial. Ao receber tal email, com surpresa, contatei a CUF Porto e expus toda a situação acima referida a uma funcionária da contabilidade e que a aludida fatura tinha sido paga no dia da consulta e em dinheiro. Disse que iria verificar a situação e que depois me contataria. No dia 19 de Janeiro de 2026, a senhora funcionária da CUF contatou-me telefonicamente, a dizer que naquele dia e hora não houve qualquer pagamento em dinheiro daquela importância. Mais ainda me informou que naquele balcão não há recebimentos em dinheiro. Eu pagei sim, em dinheiro e pessoa que me acompanhou também confirma isso. Nunca saí de uma consulta sem a pagar. Alguém que não é sério recebeu e ficou com o dinheiro. Isso afirmo com toda a certeza! E o Hospital Cuf do Porto «fica muito mal na fotografia» Mas como não quero perder mais tempo a discutir o assunto (tenho mais que fazer), resolvi pagar a referida fatura, cujo comprovativo junto em anexo. Deste assunto retiro as seguintes ilações: - NUNCA PAGAR COM DINHEIRO! - A FATURA/RECIBO TEM QUE SER ENTREGUE DE IMEDIATO AO CLIENTE E EM PAPEL! Só resta acrescentar o seguinte: Lamentável atitude e comportamento por parte do Hospital CUF Porto.

Encerrada
A. L.
22/01/2026

Cobrança indevida

Bom dia venho por este meio dar a conhecer que no dia 20 dirigi-me à Cuf Montijo para fazer análises clínicas, dirigi-me ao balcão entreguei o meu cartão seguro Multicare como habitual , realizei as análises. De seguida dirigi me ao balcão para pagamento, a Sra disse-me que teria de pagar 22 euros, mas que o sistema estava um pouco lento e que enviaria o valor para o email, eu aceitei. No dia seguinte recebo no meu email uma fatura de 138 euros onde diz que este exame não é comparticipado, liguei para a cuf que ficou de me contactar. Hoje dia 22 a Sra. Maria José Matos que acredito ser da administração ligou-me a esclarecer que de facto não é comparticipado e com toda a arrogância disse que não tem de ter conhecimento de tudo, eu disse que iria fazer uma reclamação ainda se riu e disse que eu estava vontade. Isto é legal? Uma pessoa faz exames sem ser informado que nao é comparticipado pelo seguro.

Encerrada
R. O.
21/01/2026

falha na prestação de serviços / cancelamento unilaterais de agendamentos

A quem constar: Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à condução do meu tratamento ortodôntico na Impress, cuja fase final se encontra atualmente comprometida por falhas reiteradas de comunicação, cancelamentos unilaterais de consultas e indisponibilidade injustificada de agenda, apesar de o tratamento se encontrar integralmente pago. Encontro-me na reta final do tratamento e considero que a atenção e diligência prestadas pela clínica foram manifestamente insuficientes e incompatíveis com as legítimas expectativas criadas no momento da contratação. Desde o início do serviço, deixei expressamente claro que deixaria de residir em Portugal a partir de 01/11/2025, e que poderia regressar caso fosse necessário para finalizar o tratamento se houvesse algum atraso (o que final se comprovou com a necessidade de adicionar a etapa de refinamento ao meu tratamento). Tal informação foi reiterada em diferentes momentos e, ainda assim, foi-me assegurado que: * o acompanhamento remoto seria viável, * os agendamentos presenciais não representariam qualquer entrave, * e que o processo seria simples e compatível com a minha situação. Essas garantias foram determinantes para a minha decisão de adesão ao tratamento - garantias que não se confirmaram na prática. Ao longo do mês de janeiro de 2026, período em que organizei uma estadia prolongada em Portugal especificamente para concluir o tratamento, tive dois agendamentos cancelados unilateralmente, sem aviso prévio adequado, sem proposta de alternativa e sem qualquer consideração pelos constrangimentos pessoais, profissionais e financeiros envolvidos. Destaco, em particular, os seguintes fatos graves: 1. Falta de dever de informação
na consulta de colocação dos alinhadores de refinamento, no final de outubro de 2025, não fui previamente informada sobre a necessidade de instalação de botões e elásticos - apesar de ter comunicado que sairia de Portugal no dia seguinte. Apenas uma semana depois, já fora do país, fui contactada para realizar um procedimento que deveria ter sido planeado e comunicado atempadamente. Esta falha teve impacto direto no planeamento e execução do meu tratamento. 2. Cancelamento unilateral de consulta sem aviso A consulta inicialmente agendada para 05/01/2026, marcada com grande dificuldade e alinhada com a minha estadia em Portugal, simplesmente desapareceu da aplicação, sem qualquer comunicação prévia. Posteriormente fui informada de que a consulta havia sido cancelada unilateralmente, sem qualquer tentativa de contacto comigo ou proposta de remarcação, tendo sido colocada numa genérica “lista de espera”, apesar de eu já ter organizado viagem para o efeito - informação essa que inclusive comprovei mediante envio do bilhete aéreo. Ressalto que apenas após múltiplas tentativas de contato por diferentes meios (telefone e aplicação), consegui um encaixe excepcional para o dia seguinte, 06/01/2026. Tal solução só foi possível mediante insistência contínua da minha parte, o que demonstra que a resolução do problema não foi espontânea nem proativa por parte da Impress, mas sim fruto de esforços reiterados da minha iniciativa. 3. Reincidência de cancelamentos e falhas operacionais na fase final do tratamento Resolvida a questão relativa à colocação dos attachers e botões, tornou-se necessário agendar a consulta de encerramento do tratamento para o período entre 27 e 30 de janeiro de 2026, de forma a coincidir com o término do meu plano de alinhadores (13/13) e aproveitar a minha estadia já programada em Portugal, uma vez que regressarei de forma definitiva ao Brasil em 30/01/2026, sem qualquer previsão de retorno a Portugal. Apesar de ter comunicado de forma clara e reiterada esta limitação temporal, voltei a enfrentar dificuldades injustificadas de agendamento e cancelamentos unilaterais, tendo sido obrigada a acompanhar diariamente a aplicação e a contactar a clínica por quase duas semanas. Apenas após esse esforço contínuo consegui um agendamento para 27/01/2026, que posteriormente me foi comunicado tratar-se de um “erro”, sendo cancelado mais uma vez de forma unilateral, sem qualquer alternativa apresentada para a mesma data ou para datas próximas. Eu tinha conseguido realizar esse agendamento dia 14/01/2026 e estava tudo confirmado na aplicação até a notificação de cancelamento ter sido enviada hoje (21/01/2026), uma semana após estar tudo confirmado. A minha situação pessoal e profissional atual não me permite estar telefonando para a Impress e monitorando a aplicação entre 10 - 20 vezes ao dia para exigir um tratamento digno e razoável para um serviço já pago e contratado.. Este novo cancelamento colocou-me numa situação de extrema insegurança e stress, pois, até ao momento, não existe qualquer garantia de que conseguirei encerrar um tratamento integralmente pago antes da minha saída definitiva de Portugal, situação essa criada exclusivamente por falhas operacionais e de gestão da Impress. Isso sem falar na constante reorganização dos meus compromissos de trabalho para conseguir assistir às consultas com a impress, que acabam por ser canceladas. Encontro-me, neste momento, numa situação de stress injustificado, resultante de sucessivas falhas operacionais da clínica, tendo sido obrigada a despender tempo excessivo em chamadas telefónicas, monitorização constante da aplicação e reorganização da minha agenda pessoal e profissional - o que é manifestamente inaceitável. Face ao exposto, exijo que a Impress: 1) assuma a responsabilidade pelos cancelamentos unilaterais, e 2) garanta, com carácter urgente, um agendamento entre 27 e 29 de janeiro de 2026 para encerramento definitivo do meu tratamento. Caso tal não seja assegurado de forma imediata e concreta, informo que recorrerei às vias legais ao meu dispor em Portugal, incluindo eventual ação judicial por incumprimento contratual e falha na prestação de serviços, com pedido de indemnização pelos prejuízos causados. Registo, por fim, o meu profundo desapontamento com a Impress. Se tivesse conhecimento prévio das dificuldades sistemáticas de agendamento, da extensão injustificada do tratamento e da fragilidade do acompanhamento, não teria contratado os vossos serviços. Aguardo resposta urgente e uma solução concreta.

Encerrada

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