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Problema com tratamento ortodôntico
Em dezembro de 2016 coloquei aparelho no Centro Médico Dentário do Bolhão no Porto e desde Julho de 2018, comecei a fazer as manutenções mensais no Centro Ortodontico da Avenida da Liberdade, visto que mudei de residência da zona Norte para a Grande Lisboa. Inicialmente o CMB tinha-me dado uma estimativa de 2 anos e meio para usar o aparelho, sendo que só agora em Novembro de 2019 é que o vou remover. Acontece que o meu dente frontal tem uma restauração e desde o ínicio do tratamento fui informada que quando removesse o aparelho, teria de fazer uma nova restauração antes de me darem os aparelhos de contenção. Visto que a remoção se estava a aproximar, em Julho de 2019 tive uma consulta de avaliação com a médica dentista que a COAL indicou e esta deu-me, gratuitamente, um orçamento de 45€ para o restauro. A remoção, de acordo com a COAL ficaria por 200€ (incluindo raio X, destartarização e aparelhos de contenção), sendo que no total, o processo todo ficaria por 245€. Agendei então a remoção para 14 de Novembro, pensando que o processo seria feito no mesmo dia na clínica visto que a médica dentista dava consultas lá. No entanto, mandei-lhes uma mensagem a pedir para adiar para a última semana de Novembro e para marcar essa nova data com a médica dentista. Informaram-me então que afinal a médica dentista em questão já não trabalhava com eles (algo que não me informaram no momento em que marquei pessoalmente apesar de saberem que eu ia ter de fazer o restauro, visto que isso estava na minha ficha de utente) e que teria de contactar o parceiro deles novo que faz os tratamentos médico-dentários ou contactar directamente a médica. Contactei o parceiro, que disse que só para me dar o orçamento do restauro teria de pagar 25€ (recordo que já tinha feito o orçamento com a médica e que foi grátis) e só depois me poderiam dar o valor final. Como o valor iria ficar obviamente muito acima do que tinha sido acordado em Julho, decidi que preferia fazer com a médica tendo-a contactado. Foi-me dito que só dava consultas ás sextas de manhã ou terças de tarde numa clínica em Lisboa e aos sábados de manhã numa clínica em Odivelas (recorde-se que vivo em Cascais, e a COAL fica na Avenida da Liberdade em Lisboa). A COAL disse-me também que o processo de remoção demoraria 1h30 e o processo de obtenção dos moldes outra 1h30. Visto que de 2ª a 6ª da parte de tarde tenho compromissos aos quais não posso faltar, e visto que a clínica abre as 9h30 e que teria que me deslocar para ir fazer o restauro noutro sítio de Lisboa, o processo iria demorar no mínomo 5h caso nada corresse mal, pelo concluí então que não iria conseguir fazer o processo numa manhã. Questionei então se podia fazer a remoção e restauração num dia e no dia a seguir ir fazer os moldes e disseram-me que há risco dos dentes se moverem, estragar o tratamento que durou 3 anos e custou mais de 2000€ e que a responsabilidade era minha. Pedi então para agendar a um sábado às 9h30 (visto que a clínica em Odivelas encerra às 13h e para me dar tempo para ir lá teria de ser o mais cedo possível) e disseram-me que só podem às 10h30 aos sábados, apesar de a COAL abrir as 9h30. E aliás, o único sábado que podem é 1 semana mais tarde do que o que eu pretendia (relembro que o tratamento já vai muito além dos 2anos e meio inicialmente estimados). Portanto: 1) não me informam que a médica que ia fazer a restauração já não trabalhava com eles e pelos vistos quando marquei a remoção nem tinham marcado nenhuma restauração apesar de saberem que eu não poderia fazer o processo sem restauração 2) não cumprem o orçamento que tinha sido dado porque remetem-me para um parceiro novo obviamente mais caro 3) não mostram sensibilidade nenhuma para que eu não tenha de faltar aos meus compromissos e insistem que o tratamento tem que ser feito todo no mesmo dia e se não for, a responsabilidade é toda minha 3) eu arranjo uma solução que involve ter que ir à clinica fazer a remoção, deslocar-me de proposito 17km para ir ter com a médica que trabalhava com eles, regressar para fazer os moldes e ir buscar os moldes antes que fechem as 18h30, mas são incapazes de iniciar o tratamento 1h mais cedo às 9h30, para me dar tempo de lá chegar e fazer tudo antes de que feche, dizendo que posso aparecer lá as 9h30 mas nada garante que seja atendida porque é por ordem de chegada. Sou cliente deles há 3 anos, sempre fiz todas as manutenções e limpezas mensais bem como os raios-X solicitados. Mas são incapazes de agendar comigo uma hora que me permita fazer um tratamento que necessito. Da minha parte já cedi bastante, visto que tive que andar a fazer telefonemas, procurar a médica anterior e ir de encontro a ela, uma vez que são incapazes de arranjar um parceiro a uma distância razoável que pratique os mesmos preços. E além do mais, tudo isto teve de ser conversado através de chat do facebook porque se recusaram dar-me um contacto móvel para eu ligar. Passado 3 dias de falar por mensagens de chat no messenger sem conseguir marcar uma data porque em cada dia tinha que repetir o que já tinha explicado no dia anterior, decidi então apresentar esta reclamação.
ERRO MARCAÇÃO CONSULTA
Venho por este meio comunicar a V. Exas que eu, Ana Cristina Bita Marçal. Solicitei via telefone uma marcação de consulta na entidade de saúde hospital CUF-ALVALADE, para a Dra Patricia Alexandra Gomes, especialidade ortopedia. Esta foi marcada para o passado dia 26 de outubro 2019, as 9.30 horas. O que sucedeu foi que depois de ter sido consultada pela Dra Patricia Gomes, chego à conclusão de que esta não era uma consulta de ortopedia mas sim de podologia. O fato é de que existem nesta unidade de saúde duas médicas de nomes iguais mas de especialidades diferentes. Quando me apercebi de que a médica não era a mesma de quem eu contava estar a ter a dita consulta, dirigi-me à recepção desta unidade, onde informei o sucedido. Disseram de imediato que o erro tinha sido da operadora que tinha agendado a consulta. Mas que tinham de falar com o chefe ausente para decidir o que fazer. Pediram que eu aguardasse um contato na segunda feira passada, tal não aconteceu. Portanto decidi hoje dia 29 de outubro voltar ao contato com esta unidade de saude. Pedi informaçoes sobre a resposta do que tinham decidido , foi me dito que iriam remarcar consulta mas desta vez de ortopedia, e eu questionei, se seria a Dra Patricia Alexandra Gomes, a funcionária disse que não, que essa médica só prestava serviço de acidentes de trabalho naquela unidade de saúde. Não aceitei outro médico. Pois era aquela médica que pretendia, devido ás referencias que já tinha dela. Resumindo, não me devolvem o valor de cinquenta e sete euros que paguei pela consulta errada, porque dizem que fiquei ate ao fim da mesma e ainda me foi receitado um par de palmilhas, que foi iliminado hoje a meu pedido. O que peço é que se faça justiça, sinto-me enganada. Ainda por cima estou desempregada, e não foi fácil pagar esta consulta. Porque mal consigo caminhar do pé direito. Peço a V. Exas se me poderem ajudar agradeço, sem outro assunto de momento subscrevo-me com meus melhores cumprimentos,Atentamente,Ana Cristina Bita Marçal
Implantes dentários
Exmos Senhores,Venho por este meio expor uma situação e solicitar o vosso aconselhamento.Em 2018 iniciei um plano de tratamento na clínica Dentalmed de Odivelas.O objectivo seria tratar a minha boca e a colocação de alguns implantes.Por não ter capital suficiente obtámos por realizar apenas a colocação de dois dos implantes necessários.Após a colocação das coroas solicitei o respectivo passaporte e documento de garantia.Foi-me dito que os implantes teriam garantia vitalícia e as coroas garantia de 6 meses.No entanto nenhum dos documentos me foi entregue com o argumento que a garantia era o próprio passaporte e que o mesmo me seria entregue aquando da ultima consulta de acompanhamento.Acontece que aproximadamente 3 meses depois ambas as coroas saíram do sítio - em alturas diferentes. Foi-me dito que era uma situação normal. Com estranheza aceitei a explicação que me foi dada mas exigi a entrega dos dois documentos novamente.Foi-me então entregue o passaporte dos implantes novamente com a informação de que a garantia seria esse documento.Por motivos pessoais mudei a minha residência em Junho do presente ano para o Reino Unido a meio de Agosto o parafuso de uma das coroas voltou a soltar-se.Contactei a clínica Dentalmed de Odivelas a solicitar o passaporte por email dado que o que me tinha sido entregue tinha ficado em Portugal.Após muita insistência minha, através de telefonemas, emails, telefonemas para as outras clínicas do grupo e contactos até de familiares meus, enviaram o email que segue em anexo. A minha insistência devia-se ao facto de não me conseguir alimentar corretamente e de ter de enviar essa informação para as clínicas de cá para que eles pudessem confirmar se tinham o material para resolver o meu problema.Após conseguir ter a coroa colocada correctamente novamente, acontece precisamente o mesmo com o outro implante. Dirigi-me novamente à clínica e efectuei o mesmo procedimento, com a agravante que desta vez a coroa saiu totalmente. Foi por isso ainda mais caro a resolução do problema.Agora, nem passados 2 meses a mesma coroa ou parafuso voltou a sair do sítio.Solicito portanto o vosso aconselhamento e ajuda.Tenho duas cartas dos médicos daqui, que seguem também em anexo, a ultima das quais refere que existe um espaço muito grande entre o implante e o dente que provoca toda esta situação e que na opinião do médico o implante está a falhar na retenção devida da coroa.Tenho raio-X e fotografia desse mesmo espaço que comprovam isso mesmo.Estou desesperada. Já gastei imenso com os tratamentos realizados em Portugal e estou a gastar ainda mais agora na resolução disto no Reino Unido. O problema voltou a aparecer, ou seja um dos parafusos voltou a soltar, o mesmo da última vez e eu não consigo suportar mais esta despesa. Não sei o que fazer mas não me parece que esta situação seja correcta e justa.Não sei se me estou a dirigir ao contacto correcto e se não estiver solicito que me encaminhem ou indiquem quem contactar ou que procedimentos poderei seguir, enfim, quais as minhas opções.
factura dentista
Venho por este meio, comunicar a V. Exas., o meu completo desagrado com o valor cobrado por o procedimento de isolamento absoluto com dique de borracha no valor de 50 euros na factura da consulta de medicina dentaria. Esperava pois ser cobrada pelo tratamento de uma cárie e, não por um procedimento extra tratamento, sem ser previamente informada que tal procedimento teria o preço cobrado.Além disso, entretanto numa pesquisa rápida sobre o preço de venda destes produtos de isolamento percebe-se facilmente que por exemplo uma caixa de 30 unidades custa cerca de 40 euros ao consumidor, pelo que considero ultrajante , desrespeitoso e roubo cobrarem 50 euros por 1 unidade. Independentemente disso devia ser informada. Exijo por isso a devolução dos 50 euros. Atentamente, Gabriela Cunha.
Problema em fornecerem o meu processo médico
Venho, por este meio, comunicar a Vossas Excelências, que já estou à dois meses à espera que me fornecem o meu processo médico, por motivos pessoais expliquei que não podia mais deslocar a vossa clínica e que se me pudessem mandar todo o meu processo pois a dentista que me iria começar a seguir precisava para saber o que tinha sido feito, cada vez que telefono nunca tem o meu processo pronto para me enviarem. Estou já a dois meses cheia de dores nos dentes porque o aparelho não é apertado desde de junho é necessário ter que reclamar e marcar uma passagem de propósito para terem que me fornecer o meu processo. Como já paguei todo o aparelho e não vou ser mais vossa cliente não se importam com esse fator em que está uma pessoa cheia de dores e a tentar ser que enviam o respectivo processo para poder atendida pela outra dentista para poder resolver o meu caso. Tinha uma boa impressão da clínica mas devido a todos estes motivos estou muito descontente com a forma que este processo tem vindo a desenrolar se.
Recusa de ambulância
Boa noite, o motivo da minha queixa é a seguinte , dia 9/10/2019 pelas 9h20 da manhã mais ao menos , liguei para o 112 a pedir uma ambulância para a minha avó que estava doente , expliquei a situação dela que passou a noite a vomitar e não comia nada mais ao menos á dois dias e é doente oncológica , o que é certo é que depois desse meu pedido disseram que iriam mandar uma ambulância.Passado aproximadamente 5 minutos voltaram a ligar me a dizer que afinal não iam mandar ambulância nenhuma pois não era uma caso urgente , o que é certo é que a minha avó não teve direito ao INEM /ambulância e teve de arranjar alguém que a levasse demorando muito mais tempo a chegar ao hospital e acabou por ficar internada , portanto quero que alguém se responsabilize e rápido porque senão vou para os piores caminhos possíveis porque depois da frieza e desumanidade que tiveram a minha avó podias estar morta!! Agradeço uma resposta muito rápida
Pagamentos de Controlo de Aparelho Fixo
Venho, por este meio comunicar que não estou de acordo com o ponto nº 8 do consentimento informado de ortondontia, onde refere que teremos uma mensalidade no dia 01 de cada mês, isso independentemente das vezes que comparecer no consultório. Entretanto poderá haver meses em que não seja necessário comparecer no consultório, mas mesmo assim o pagamento da mensalidade matem-se. Eu compreendo que existem pessoas que no inicio vão muitas vezes ao consultório, mas no meu caso, vou apenas de 2/3 em 2/3 meses porque me encontro fora de Portugal. Exemplo: Fiz consulta em Agosto de 2019 e vou estar fora de Setembro e regresso apenas em Janeiro... Então terei de pagar 200 €, correspondentes a 5 meses por um serviço que não usufrui? Isto é permitido por lei? Eu sei que assinei o consentimento, mas quando o assinei compreendi que pagaria quando fosse a Portugal usufruiu do serviço. Ora se não usufruo do serviço tenho de o pagar? Não me faz sentido nenhum. Aguardo.
Abuso de confiança
Venho, por este meio, informar-vos de que a empresa prestadora de seguros de saúde, Medicare, fez uma tentativa de logro à minha pessoa enquanto consumidora.Há cerca de um ano atrás, a seguradora Medicare, contactou-me no sentido de me vender um seguro de saúde pelo valor de EUR 29.90. Uma vez que o meu seguro de saúde antigo iria terminar, pensei em aderir ao que me tentava vender a Medicare, por ter um valor mais baixo que o anterior. Neste sentido, ao falar com a operadora ao telemóvel, dei-lhe os meus dados bancários e contactos, mas sem fechar imediatamente o acordo, uma vez que iria ainda averiguar se a minha situação, na altura, me permitia, efectivamente, aderir a tal serviço. Dei os meus dados porque, na altura, pensei que em princípio iria de facto ficar com o mesmo serviço e seria apenas uma questão de confirmar. Recordo-me de, em chamada, ter até havido menção ao meu não-vínculo imediato.Foi-me enviado um contrato para casa, que acabei por não assinar, pensando que, assim, o serviço não seria activado, por ter chegado à conclusão que não iria aderir ao seguro.Descubro, entretanto, que me tiraram dinheiro via débito directo, sem o meu consentimento formal (sem assinatura de contrato e também não houve nenhuma chamada a pedir a minha confirmação). Telefonei à Medicare duas vezes, não só para me queixar mas para pedir o cancelamento do serviço que desconhecia estar activo. A operadora disse-me que não era obrigatório assinar o contrato e que as chamadas telefónicas prevalecem enquanto garantia de vínculo entre o cliente e a empresa. Perguntei então porque enviavam um documento para ser assinado. Não me soube responder. Reencaminhou-me, das duas vezes, a chamada para o departamento responsável pelos cancelamentos e activações de conta e, das duas vezes, foi-me negado falar com um membro do departamento, por estarem muito ocupados. Deixei, em chamada gravada, a garantia de que iria voltar a ligar e faria queixa caso não me cancelassem a conta antes do final do dia. Dirigi-me ao banco para cancelar o débito directo para a Medicare e foi-me reposto o último valor, mas não o total retirado desde a activação do serviço. Não sei quanto dinheiro me foi retirado, mas é garantido que não tenho dinheiro suficiente para alimentar uma empresa de cujo serviço eu não beneficio. Não sei se me vão repor a totalidade de dinheiro retirado em débito directo mas preciso do montante e tenho direito ao mesmo.Deixo esta queixa por duas razões: 1) ainda que seja legal assumir uma chamada telefónica como vínculo oficial entre um cliente e uma empresa, tal não mo foi dito ao telefone, 2) sendo legal tal procedimento, não parece haver então necessidade de ser enviado um contrato para assinar para casa. Lembro que a empresa careceu de explicação para tal fenómeno. Espero que algo seja feito no sentido de arranjar uma explicação para procedimentos enganadores por parte da Medicare, para não falar, em abusos claros de confiança e espero que a empresa me devolva o dinheiro. Obrigada desde já.Cordialmente,Catarina Tello de Castro
Tempos de Espera
Venho por este meio expor a situação inconcebível que se vive no serviço de urgências do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.Domingo, dia 29 de setembro de 2019, à noite, dei entrada com fortes dores lombares, as quais não conseguia estar em nenhuma posição em que não me doesse.Para meu espanto inicial fui presenteado com uma pulseira verde. Após 3h de espera onde me contorcia com dores por não ter nenhuma posição e em que nenhum auxilio foi prestado dirigi-me ao balcão de informações para questionar se ainda demorava muito, uma vez que tinha muitas dores e ja havia passado uma hora a mais do que o admitido na Triagem de Manchester.Espanto o meu quando me respondem que ainda teria que esperar pelo menos mais 4h, porque a minha pulseira era verde e não era doente urgente.Questionei qual a validade dos ecrãs de informação ao minuto uma vez que estes mesmo ecrãs apresentavam a informação de que o tempo de espera se situava em 2h e 8minutos. Responderam-me que a informação desses ecrãs não é valida, uma vez que essa mesma informação é apenas administrativa para ser enviada para os ministérios.É inadmissível os tempos de espera que se fazem verificar nas urgências deste hospital. E pior é o facto de se ludibriarem e converterem números para que parece que todo o serviço decorre na normalidade quando na realidade é o caos completo.É necessário tomar medidas urgentes para que estes casos não se verifiquem mais e que as devidas consequenciais sejam aplicadas, quer no caso da fraca supervisão do ministério, que no caso da péssima gestão da administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.
Bullying
Existe um código deontológico que não coaduna com o que é exigido e pedido, ter em atenção da vossa parte.O coordenador: Filipe desde da minha chamada de atenção: que se faz sentir algo ressabiado, isto é, no que aponta á sua (falta de organização) apresenta tiques de superioridade, sobre uma esfera de ação, completamente, fora do meu controle.Administrativa:Lúcia Rogério Barbosa: Sobre as minhas tentativas de comunicação vão quase sempre contra um espírito de negação, mesquinho ou meio caprichoso, demonstra sinais evidentes, nos atos de sabotagem a que se revela estar preparada só p/ quem lhe tolera.Com maior relevância: A massagista Carla salvado, e a funcionária Daniela Benedito, a tal que disse num tom pejorativo, o Sr Tito está com dor de cotovelo?!!! Pensei eu para mim, ou não será que o problema não está nos egos inflamados que andam por aí... No lado que me toca, aturar realmente gente com esse tipo de dor tem sido sinónimo de um desfiar de palavras hipócritas num lugar onde tbm já entrou em cena um outro funcionário ou mesmo o improvável funcionário Tiago Miguel: Cujo os nomes de quem tenho sido alvo de chacota, de atos propositados, com o objetivo de humilhar a que tenho vindo a sentir nos episódios ocorridos, como atos de assédio moral, do qual tenho apenas procurado me dar á capacidade de ficar em silêncio perante o que não faz sentido e alimentando a extrema paciência de filtrar essa ignorância como absorver tamanha estupidez.(Uma piadinha aqui, outra ali e um sorriso amarelo em resposta de uma clara conduta abusiva.) Entre preconceitos indiretos e brincadeirinhas sem limites, é nesse tipo de conduta abusiva que tem colocado profundamente em causa o meu bem estar para além do que tem sugado cada vez mais a minha energia.Moral da Historia: Curiosamente após as revelações com o cúmplice massagista André Pereira, recebi uma abordagem algo sedutora através de mensagem privada, por parte da massagista Ana Sofia, do qual neste momento parece estar a ser alterado no que deforma e deturpa sobre sua perspetiva e tem vindo a minar o ambiente, sem distinguir a especulação da realidade.Uma nota digna de registo:Não foi por acaso que por fim deixasse ela a falar sozinha!Deveras descontextual ... ainda que na proximidade possível a que me fui dando, tivesse feito desabafos inofensivos e talvez por ai, tivesse dado munições aos mais críticos.Afinal de contas percebi que de cobaia ia para bobo da corte ...e talvez por um sentimento maior de constrangimento, tenha pecado quando para além de eliminar algumas das pessoas em cima referidas do Facebook, tenha decidido procurar tomar uma posição, sobre aqueles que estão assumir um papel Coadjuvante:.“Uma maçã podre estraga todas as outras”, neste caso, analogia, baseia-se num ciclo dessa mesma pessoa, quando faz com que outros, bons passem a se comportar de forma errada.Enfim... Que pensem melhor da próxima vez ...E se tivesse que dizer mais?!!! Então diria, mas desta vez em prol de outros pacientes, que tenho assistido a alguns casos de pessoas com incapacidade física, em cadeira de rodas ou mm em andarilhos, que ao sair da referida clínica, não conseguem avançar com segurança, por sinal em alguns dos casos ate sou eu, que vou imediatamente socorre-los.Mas o problema mais grave é mesmo o efeito dos atos praticados por não-massagistas ou pseudo-fisioterapeutas, que nas suas constantes trocas de funções, andam sempre a perguntar como é que o anterior colega faz o tratamento, dito isto, ainda fico com a sensação que á aqueles colegas que opinam chegadas e debatem em segredo ou á descarada sobre saídas. Omitem realidades e brincam às mentiras na consagração das suas verdades.Estou disponível para resolver a situação da melhor forma possível .. e é na qualidade de paciente que pretendo dar sequencia ás 11 sessões em falta, mas neste caso, noutra clínica, sendo que estou a ser vítima de assédio moral e como devem imaginar não quero prosseguir nesse jogo do ridículo para o ridículo continuar a parecer eu. Aguardo por uma resposta o mais breve possível. Obrigado.
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