Reclamações recentes

Resultado de Exame em atraso

Venho por esse meio, fazer mais uma reclamação do hospital Trofa saúde Braga Norte. Fiz uma consulta no dia 30/09 onde realizei dois exames e paguei um valor de 284€ sem qualquer seguro saúde. O médico me informou que em no máximo 10 dias eu teria os resultados. Agora já fazem duas semanas, já liguei diversas vezes no hospital e cada pessoa me passa uma informação diferente. Alguns falam que já deveria ter saído o resultado, outros falando que demora 4 semanas. Isso é um absurdo, paguei um valor altíssimo, já realizei esses exames outras vezes e tive resultado em menos de 5 dias e agora estou à espera a duas semanas pelo resultado? Venho reclamar pela segunda vez, porque não obtenho nenhum retorno do hospital.

Em curso

Exame sem resultado

Realizei uma consulta ginecológica com exame de papanicolau e HPV a mais de uma semana e ainda não recebi o resultado. Fiz o atendimento particular, paguei 300€ por isso, e mais de 1 semana para sair o resultado? Isso é um absurdo. Já fiz esses exames outras vezes e não demorava nem 2 dias para ter os resultados e ainda fiz pelo SNS. Agora estou pagando inteiramente particular o valor de 300€ para não ter os resultados? Já liguei várias vezes e ninguém me dá uma resposta. Isso é um absurdo.

Em curso

Cobrança extra indevida e não comunicada previamente

Venho por este meio comunicar V.Exca. que:No passado dia quinze de junho, pelas 16h30m, o paciente Sérgio Amaro Ferreira de Castro Bastos deu entrada na receção de internamento para uma cirurgia cardiovascular do membro inferior esquerdo, sob comando do Prof. Dr. José Oliveira Pinto, prevista nesse mesmo dia às 19h30m. Cumprindo as formalidades de termos de responsabilidade, conhecimento do dito pacote de serviços da cirurgia com internamento e pagamento do mesmo num valor de 1710,20€, ainda questionei a gestora de cliente de no caso de ter alta ainda no próprio dia, pudesse reaver parte desse valor, se não ficasse internado. A gestora disse que esse valor do pacote incluía todo o serviço, independente de ficar ou não internado, acrescentando ainda que as despesas do serviço agendado estavam fechadas com este pagamento. Neste processo foi ainda solicitado um contacto telefónico de um responsável para eventual necessidade, ao qual dei o da minha esposa (que me acompanhava).Entretanto dei entrada no quarto destinado e cumpri todos os procedimentos pré-operatórios dados pelo enfermeiro de serviço.No momento de ida para a sala de recobro, na preparação para entrar no bloco operatório, fui sucessivamente abordado pela médica anestesista, médico cirurgia vascular (José Pinto) e enfermeiro, percebendo que o atraso intervenção se devesse a um impasse sobre o histórico de cardiologia. Nessa demora informei que o médico cardiologista do grupo Trofa Saúde de Braga Sul, Dr. João Português, me acompanha e confirma o baixo risco de uma anestesia geral face ao meu quadro cardíaco. Naturalmente que em cima de uma maca não poderia comprovar mas pedi-lhes que consultasse o boletim clínico feito pelo Dr. João Português sobre a minha situação. Perante o prolongar de mais de 30 minutos do horário previsto para entrar no bloco, aumentava a minha ansiedade face à indefinição, até que um clínico me aborda dizendo que para minha salvaguarda, após a operação, ficaria em vigilância nos cuidados intermédios (sem nunca referir acréscimos financeiros). Mediante à questão levantada, aceitei de pronto, até porque o estado de ansiedade aumentava perante tanta indefinição e prolongar do processo.Após entrada no bloco operatório, fui ainda surpreendido que levaria uma anestesia geral (quando inicialmente seria uma pequena cirurgia a laser, de ambulatório, presumindo uma anestesia local), até perder a consciência.Depois de acordar no recobro e ser transportado para a sala de cuidados intermédios, presumo que pelas 21h30, foi-me servido a refeição de jantar com bastante qualidade. Entretanto o Dr. José Pinto liga-me, transmitindo gentilmente que a operação correu bem. Com o avançar da noite, apesar de monitorizado com aparelhos de frequência cardíaca e tensão arterial, sentia cada vez maior desconforto e dores agudas nos tendões e calcanhar esquerdo, cada vez mais difícil de suportar. Infelizmente não tinha um enfermeiro permanente na sala e nas suas rondas solicitei que ajudasse e retirou uma das duas meias de compressão, e daí passei a suportar melhor o referido desconforto. Infelizmente descansei muito pouco nessa noite porque também tinha uma luz de presença frontal à minha cama e, ao longo das horas acordado percebi que o enfermeiro(a) passavam esporadicamente para monitorizar a minha situação.Pelas 8h, presumo que na mudança de turno, passou a estar um enfermeiro permanente (José Eduardo Mota) na sala de cuidados intermédios. Durante toda a manhã tive visitas regulares da médica, Dra. Vanessa Machado, que após mais pareceres emitiu uma nota de alta médica pelas 12h30m do dia 16 de junho. De seguida passei pela sala de receção do internamento a confirmar a minha alta médica e sou surpreendido com valor com um valor extra de 167,06€ referente a despesas não contempladas no acordo (pacote). Nesse momento confrontei o gestor de conta que custos adicionais eram esses quando em momento algum desde a receção de internamento e em todo o período jamais me foi transmitido. Pedi naturalmente para entrar em contacto com um responsável superior, ao qual não apareceu por supostamente estar em hora de almoço mas foi respondido por telefone à gestora de conta, que o enfermeiro chefe, Filipe Batista, me tinha transmitido na sala de recobro (minutos antes da operação) que iria ser vigiado nos cuidados intermédios e traria custos adicionais para o paciente. Essa afirmação está envolvida em muitas incongruências e revela falta de profissionalismo da pessoa em causa pelo seguinte:1.Nunca foi transmitido um valor adicional ao estipulado.2. Informar a necessidade de cuidados intermédios, antes de uma cirurgia (já de si atrasada), revela insensibilidade com o paciente, em crescente ansiedade.3. A decisão dos cuidados intermédios e do suposto valor adicional deveria ser imediatamente transmitida à pessoa responsável que me acompanhou até ao internamento (minha esposa) e deu o contacto telefónico (solicitado e registado pela gestora).Questiono ainda o serviço de cuidados intermédios:1. Não deveria estar um clínico permanente na sala de cuidados intermédios, no período noturno entre as 0h e 8h (apesar de monitorizado à distância)?Por estas ocorrências de mau serviço clínico, considero injusto exigir custos adicionais quando o paciente não foi devidamente tratado. Penso que a administração deveria certificar que tudo correu bem (e não correu), rever algumas das condutas dos seus profissionais (e prestação de serviço), antes de exigir cobranças adicionais.A saúde privada deve exigir qualidade acrescida, quando o serviço é pago e bem pago. Peço que reconsidere a cobrança exigida e tenha a humildade de a retirar (devolver) face as estas ocorrências.

Resolvida

Problema com cobrança de valores de consulta de utente com ADSE s

Venho por este meio informar vossas excelências que o valor de 115.00 euros referentes a 2 consultas do meu filho no Hospital Trofa Saúde Braga Centro é incorreta e esse valor existe por falha do hospital.O meu filho,Duarte Fernandes Flamino, esteve presente nos dias 25/11/2021 e 17/02/2022 para 2 consultas de neurologia, ao efetuar o pagamento das mesmas foi feita a cobrança como beneficiário da ADSE , sendo o valor a cobrar de 5 euros por cada consulta. Entretanto,muito tempo depois, aliás demasiado, somos notificados para procedermos ao pagamento dessas consultas como particular, quando o mesmo foi feito no balcão, nos dias das consultas. Assim sendo o Hospital dá como certo o acordo com a ADSE,uma vez que cobrou o valor tendo em conta o cartão de benificiário do cliente. Se o funcionário/Hospital falhou, e a médica não tinha esse acordo , o paciente não tem qualquer culpa, pois não foi devidamente informado no ato do pagamente e foi-lhe cobrado o valor com acordo com a ADSE. O Hospital tem obrigação de assumir a falha e não estar a ameaçar as pessoas judicialmente e a cobrar o que já foi pago.No primeiro telefonema que fiz para o hospital, a pessoa que me atendeu, depois de ver o que se passava, informou-me que a situção estava resolvida, e qu etinha sido uma falha na faturação. Mas a saga estava para continuar, mais uma mensagem para efetuarmos o pagamento, novos telefonemas, em vão. Já efetuei vários telefonemas para a instituição em causa, ninguém dá uma resposta. Exigi falar com alguém responsável pela faturação, comprometeram-se a entrar em contacto comigo e nunca o fizeram.Todos estes telefonemas estão gravados, portanto podem sempre ser ouvidos como prova da falsa resolução do problema, entre outras questões.Hoje recebi 2ª via dos documentos, mais uma vez liguei para o hospital, a pessoa que me atendeu respondeu-me que muitas quem está no atendimento tem falta de experiência e comete erros, acrescentou ainda que a faturação é tão automática que estas situações podem acontecer. Mais me disse que o hospital já resolveu que terei de pagar o que estão a cobrar, pois já nada há a fazer. As pessoas também são automáticas?Onde fica o respeito pelos utentes? Esta situação para mim mais não é do que um ato fraudulento, de uma enorme falta de respeito pelos pacientes e falta de seriedade do Hospital que não assume um erro que cometeu, a maneira mais vantajosa para estes senhores é cobrarem aos pacientes indevidamente, em vez de verem onde falharam. Acrecento informaçõess sobre as referidas faturas aqui, uma vez que não dá para adicionar documentos devido ao seu tamano.Faturas pela ADSE: Recibo NªR BRC2022/4089 Nº do doc. FT BRC2022/19891- 25/11/2021 -valor de 5 euros pagos no no dia da consulta, beneficiário da ADSE nº019516975 SS Recibo NºR BRC2022/3928 Nº do doc. FT BRC2022/19158- 17/02/2022 -valor de 5 euros pagos no dia da consulta . Faturas cobradas muito tempo depois como particular: Fatura Nº FT BRC2022/19891V.OP003173391- 25/11/2021 com o valor de 45.00eFatura NºFT BRC2022/19158V.OP004320805- 17/02/2022 com o valor de 60.00eFatura NºFT BRC2022/20723V.OP004320805. despesas administrativas (indeminizaçaõ por custo de cobrança não sujeita a Iva- art.1º CIVA, a contrário- 17/02/2022 no valor de 20.00eNos documentos que recebi hoje sou avisada que tenho de 20 dias para efetuar o pagamento dos 115.00 euros, ou recorrem à via judicial. Este montante o resultado da incompetência, prepotência e arrogância do Hospital trofa Saúde- Braga Centro. Com os melhores cumprimentosIraia Vasconcelos Fernandes

Encerrada

Cobranças Abusivas

Boa tarde. A tentação de emitir juízos de valor é irresistível, mas vou tentar cingir-me aos factos.Dia 03/09/2021 tive consulta de Cardiologia às 18.20. Finda esta fui à receção e procedi ao pagamento de 6,35€ tendo-me sido dito que o valor não era de 5€ (beneficio do subsistema de saúde, para o qual desconto, ADSE) pois tinha feito eletrocardiograma. Foi-me validado o ticket do parque de estacionamento após o pagamento. Dia 08/09/2021 o meu filho, Frederico Matos de Sousa Lopes, teve consulta de medicina interna. Como é um utente prioritário, a pessoa que nos atendeu ao balcão sugeriu o pagamento imediato da consulta e a validação do ticket do parque de estacionamento para evitar voltar à receção. Na consulta o médico prescreveu 2 TAC. Quando tentei marcar as TAC, no dia 09/09/2021, foi-me dito que para que as 2 fossem comparticipadas a requisição teria de ser acompanhada de relatório médico. Fiz a solicitação via telefone e marcamos o dia para levantamento do mesmo, de acordo com a disponibilidade do médico. A partir desta data comecei a receber SMS a intimar-me ao pagamento imediato de 5,15€ (anexo1) para não ter custos acrescidos. Como tinha procedido ao pagamento das duas consultas e nenhum esclarecimento sobre este montante constava da mensagem, desvalorizei. Depois de ter ido levantar o relatório médico comecei a receber duas SMS, uma a reclamar o pagamento de 5,15€ e outra 44€ (anexo2). Liguei para o hospital e pedi esclarecimento sobre a que se referiam os montantes. Relativamente aos 5,15€ não me souberam esclarecer, pelo que não procedi ao pagamento, enquanto os 44€ se referiam ao relatório e paguei de imediato (anexo3) com pedido de desculpas, mas manifestando a minha ignorâncias quanto a esta dívida, pois quando o solicitei, ou quando o levantei ninguém me informou de qualquer custo. Dia 21/09/2021 tive consulta de gastroenterologia às 11.40. Quando fui fazer a efetivação da mesma disseram-me que o check in não poderia ser feito sem o pagamento de 25,15€ que estavam em dívida. Questionei a origem do valor e foi-me dito que não tinham acesso à origem da dívida, mas sem a liquidação da mesma não podia usufruir de mais nenhum serviço. Revoltada e envergonhada paguei na certeza de querer saber de onde provinha este valor (anexo 4). Como o valor era de 5.15€ e não coincidia com nenhum valor pago e, na mensagem vinha datado de 08/09/2021 atribui como sendo da consulta do meu filho. Então enviei email à administração do hospital com cópia do pagamento por débito bancário dos 5€ da consulta e comprovativo de pagamento de 25.15€ ao balcão, onde solicitava esclarecimentos deste pagamento e informando que me sentia lesada, que considerava este procedimento abusivo e me sentia vítima de fraude. Apesar disto nunca tive resposta. E aqui a novela vai seguindo: ia falando pelo telefone e o serviço de faturação dizia que eu não tinha qualquer valor em dívida mas, dia 04/10/2021, recebo uma carta registada do contencioso a exigir o pagamento de 25,15€ , o pagamento de 11,50€ e o pagamento de 20€ (anexos 5,6,7,8 e 9). Tentei entrar em contacto com alguém (o nome da pessoa que assinou p`lo departamento jurídico tem uma assinatura ilegível) do departamento jurídico através do número de telefone e do email apresentados na carta (253140654). Ninguém me atendeu o telefone nesse dia, nem nos subsequentes nem se dignaram responder ao email. Mais uma vez telefonei par o hospital (253140700 extensão 5) a pedir esclarecimento que não me souberam dar. Quem ainda vai atendendo os meus telefonemas é uma menina que refere não ter acesso ao contencioso nem poder passar a alguém da administração e que me diz que ignore a carta. Eu refiro que quero esclarecimentos e a menina que me atende no 253140700 foi dizendo que ia superiormente falar e que no dia seguinte me ligava. Apesar de nunca ligar, eu fazia-o e, então no dia 06/09/2021 disse-me que tinha encontrado o gato, que no dia 03/09/2021 o valor que eu devia ter pago era de 11.50 e só cobraram 6.35€, daí haver uma diferença de 5.15€. Ao que respondi que se tivessem dito isto pelo telefone eu entendia e teria pago, mas ficaram de me ligar hoje dia 07/09/2021. Como hoje não me ligaram liguei eu e o discurso já era diferente. Informaram-me que me tinham feito um crédito de 6.35€, mas não me souberam dizer para onde. Encontro-me a braços com uma situação que não consigo resolver e à qual não é dado qualquer esclarecimento pela instituição em questão. Perante a impotência que sinto para a resolver, solicito a vossa intervenção.Antecipadamente grata pela atenção, com os melhores cumprimentosPaula Sousa

Encerrada

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