Reclamações públicas

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A clínica cobrou o valor acima do que o estipulado pela seguradora

A 10 de Fevereiro nasce o meu filho e desde esse momento que fazemos o processo de inclusão no seguro da mãe. No final do mês de Fevereiro este acaba por ser incluído no seguro da mãe. No entanto por necessidade deslocamos-nos antes da data de inclusão a algumas clínicas (CUF e Clínica Médica e Dentária do Parque das Nações). Nesta última recorremos a uma consulta de pediatria no dia 22 de Fevereiro, ainda sem o nº médis, mas com a informação por parte da médis de que se escolhêssemos um pediatra da rede, bastaria pagarmos o preço de tabela e seriamos posteriormente reembolsados não havendo neste caso período de carência por se tratar de uma inclusão.Depois da consulta, ao efectuarmos o pagamento mencionámos que ainda não tínhamos número médis, mas que estava num processo de inclusão e que pretendíamos a facturação sob o preço de tabela médis, como a médis assim estipula para as clínicas com que tem acordos. Disseram-nos que não podia ser e que isso teríamos depois que ver com a médis que nos reembolsaria. Ainda insistimos, mas acabámos por acreditar de boa fé na recepcionista. Submetemos o pedido de reembolso para a médis, contudo esta consulta é reembolsada como sendo fora da rede por não ter sido facturado pela clínica o valor de tabela da médis, ficando este reembolso muito aquém do que teríamos direito.Depois de contactar a médis, dizem-nos que não podiam fazer mais nada pois cabia à clínica ter cobrado o preço de tabela e referem que a clínica argumenta que os país não se apresentaram como clientes médis. Acrescentam ainda que a clínica refere não poder refazer a factura depois de facturada a consulta. Contactei posteriormente a clínica e admitiram ter ocorrido uma confusão pois a recepcionista que terá dito à médis que não nos tínhamos apresentado como clientes médis não estava a par do ocorrido. Acrescentaram ainda que em situações semelhantes, em processos de inclusão, a clínica cobra sempre preço particular por ordens internas da clínica, algo que vai contra o contratado com a seguradora, mas sobretudo, algo que lesa os direitos dos clientes que esperam obter os benefícios que contrataram com a seguradora. A nossa indignação não tem a haver apenas com a questão financeira, mas toda a ética que não é respeitada neste processo. Primeiro, não nos permitiram pagar o preço de tabela, algo que nos foi dito pela médis antes de seguirmos para a consulta, e como assim tinha sido realizado na CUF. Depois é referido que não mencionámos estar em processo de inclusão ou termos pedido preço de tabela. Depois de posta a verdade dizem que já não podem refazer a factura, tendo nós respeitado as datas de pedido de reembolso. Fica a pergunta, de qual o período que a clínica dá para ser refeita uma factura? Porque é que a clínica não reembolsa? E a mesma diz que procedeu sempre assim... Quantos casos mais foram lesados?A clínica diz ter regras próprias e que em casos de inclusão sem número cobrou e cobra sempre preço particular não seguindo os critérios acordámos com a médis. Existindo um procedimento errado por parte da clínica, e ficando o cliente lesado por esse conduta errada, o mais correcto seria uma correção desse erro... contudo agora é argumentado que já passou muito tempo. Mas é o cliente que tem de ser penalizado por isso? Haveria outras formas de o corrigir, como descontos em futuras consultas, etc. , não havendo hipótese de refazer a factura...Obrigado,

Encerrada

Reclamação e Exposição ao Processo Clínico GUX058802

Exmos Senhores,Sou cliente Médis nos cartões 238013912-00 e 226570249-00 com o NIF 256570183. Sou cliente desta instituição há mais de 2 anos.tórico.Venho por este meio pedir a vossa atenção e ajuda no processo clínico supra mencionado.Este processo refere-se a uma pré-autorização no seguimento de uma cirurgia e internamento efetuados em episódio de urgência hospitalar no passado dia 3 de Fevereiro de 2016.Passo agora a explicar os factos, o contexto e a razão do meu email ao vosso departamento:Dia 3 de Fevereiro, quarta-feira, dirigi-me ao Hospital CUF Descobertas a fim de realizar uma consulta de urologia com o Dr. Real Dias. O mesmo, encaminhou-me rapidamente para os exames de Raio X e Ecografia, que realizei na mesma instituição. Após análise, verificou-se que o meu rim estava em insuficiência renal devido a um cálculo com mais de 10mm localizado junto à bexiga. O rim estava dilatado e uma vez que esta situação se arrastava há mais de 30 dias o médico encaminhou-me para a operação de urgência.Antes de realizar esta operação, juntamente com o médico da especialidade e gestor clínico da instituição CUF Descobertas, decidi ligar para a linha de atendimento de forma a explicar a minha situação e validar todas as especificações das duas apólices que tenho com a Médis. O meu objetivo era ter a certeza que reunia todas as condições para fazer a intervenção ali, na CUF, naquele dia, ou de outra forma teria de encontrar outra alternativa. O telefonema foi feito em alta voz e por várias vezes questionei se não havia entrave nenhum à realização da operação e internamento com as minhas duas apólices, naquele dia, naquela instituição, uma vez que qualquer situação que comprometesse a sua validação e a comparticipação do ato médico por parte da Médis, iria fazer com que eu recusasse fazer a intervenção ali, naquelas instalações e teria de dirigir-me a outras, onde os custos fossem mais acessíveis e possíveis de serem suportados por mim na íntegra. Tudo isto foi explicado ao operador que me disse deliberadamente que não havia problema nenhum, que inclusive, poderia usar qualquer um dos meus cartões uma vez que se tratava de uma urgência e que para efeitos de internamento e hospitalização, qualquer um dos cartões era válido. A chamada foi desligada e eu mesmo assim liguei mais três vezes para falar com diferentes operadores e dissipar as duvidas da melhor forma - todos me disseram o mesmo. No total deste dia foram quatro, o número de telefonema realizados pelo meu número (916816614) para a vossa linha de atendimento.Queiram compreender que a única forma de ter acesso a toda esta informação da forma mais rápida e fidedigna era ligar para o vosso serviço de atendimento pelo telefone - dada também a situação de urgência, esta verificou-se para mim, ser a forma mais rápida. Ao mesmo tempo que, quando no dia 3 de Fevereiro sai de casa e me dirigi às instalações da CUF, não estava à espera de ser operado de urgência e por isso nem sequer trazia comigo informações da apólice quanto a valores, coberturas, etc - esta informação preferi validá-la convosco, em tempo real, por telefone. E foi isso exatamente aquilo que eu fiz.O resultado da pré autorização indicou que a Médis não irá comparticipar a despesa devido ao período de carência do meu cartão 23801391200 terminar apenas a dia 15 Fevereiro (12 dias antes de dia 3, dia da operação, ou seja, uma diferença de cerca de 10% quando comparado com o tempo integral deste período de carência, que afinal são 90 dias).Pois bem, o que aconteceu foi que mesmo após ter enviado email explicando esta situação, a Médis respondeu negativamente e por isso peço que tomem uma posição junto deste operador de saúde, cujas respostas às minhas perguntas no dia 3 de Fevereiro foram insuficientes, inapropriadas, erróneas, e que efetivamente me levaram a cometer um erro que agora não poderei pagar. O custo total da intervenção foi de €2.471,22 (valor confirmado pela CUF Descobertas) o que é muito diferente de €200 ou de €500, pelo menos para a minha carteira. Foi por um valor até €500 que aceitei ter efetuado a intervenção de imediato naquela instituição e consoante vossas várias validações, de outra forma, e mais uma vez reitero, não o teria feito, pois não tenho condições financeiras para o fazer.Dado o exposto em cima, fico a aguardar o vosso feedback relativamente à situação do processo GUX058802, de forma a conseguir gerir esta situação sem prejuízos. Obrigado,

Encerrada

Problema com marcacao de consulta por Telefone

Tentei as 08:30 contactar por telephone o centro de saude, afim de marcar uma consulta. Informaram-me que esse nao seria o horario indicado para marcacoes de consulta. Eu perguntei a que horas eu poderia ligar e o que disseram foi que o horario seria entre as 13:30 e as 16:00 mas que agora ja nem nesse horario me iriam marcar a consulta, por falta de pessoal. Deveria-me dirigir pessoalmente ao centro de saude ou mandar alguem. Nao aceito que um centro de saude nao preste o service de marcar uma consulta por telephone, até porque para mim a deslocacao ao mesmo é muito dificil. Quem me deu esta informacao foi o Sr. Armando Dias.

Encerrada
A. C.
04/02/2016

Erro na prescrição de exames médicos

No dia factos o Dr. Carlos Ventura prescreveu-me 6 exames de imagiologia, 2 exames cardiológicos e 5 tipos de análises clínicas. Alguns dos exames de imagiologia exigiam preparação dolorosa (clisteres) e jejum. Quando me dirigi aos serviços do SAMS para a realização dos exames deparo-me com o facto da prescrição estar em nome de outra pessoa, razão pela qual não pude realizar os exames.Tal resulta em prejuízos de monta elevada. Em primeiro lugar prejuízos à minha saúde, pois necessariamente adio o diagnóstico da situação. Ainda para mais, tendo que me ausentar do país frequentemente por motivos profissionais, só em Março poderei repetir a consulta e só depois poderei remarcar os exames. Ou seja, este engano pode resultar numa adiamento do diagnóstico por mais de dois meses. Por outro lado, existem prejuízos diretos, nomeadamente o custo com a consulta (que na verdade, por esta situação, se revelou inútil) e os custos com a deslocação e o tempo perdido na consulta e na tentativa gorada de realizar os exames.

Encerrada
A. C.
02/02/2016

Problema com contact center da Medicare

Boa tarde. Os motivos da queixa prendem-se com a tentativa abusiva por parte da Medicare em vender os seus produtos. Dependendo das alturas recebo cerca de 3 a 4 chamadas por dia do número 211167449, que é o número de contacto da Medicare. Estes tentam vender-me seguros de saúde. Já disse por diversas vezes que não estou interessado e não sei como arranjaram o meu número. Já disse telefonicamente para retirarem o meu número de telefone da base de dados deles e nada foi feito. Posteriormente contactei via email e foi-me dito que num prazo de 48 horas o meu número seria retirado, situação que como esperava não se verificou. Esta situação está-me a trazer consequências a nível pessoal uma vez que não estou disposto a receber 3 ou 4 chamadas por dia de uma entidade com a qual nunca tive serviços e à qual já solicitei a remoção do contacto da lista de contactos da empresa.

Encerrada
M. S.
28/01/2016

Cobrança abusiva do último mês e clausula de rescisão

Queizo-me porque nunca fui informado da existência das clausulas que querem cobrar. Sou contactado insistentemente para pagar algo que não devo e já reclamei por diversas vezes sendo ignorado.

Encerrada
F. S.
29/10/2015

negligencia dos serviços do centro de saude de rio de mouro

examos.senhores eu Isilda dos anjos cordeiro silva portador do cartão de cidadão n- 08696781 com o cartão utente n-372839267 residente em rua casal da serra n9/1esq rinchoa 2635-278 venho por este meio dar conhecimento da atuação da dra e directora susana l correia centro de saúde rio de mouro perante a seguinte situação. no dia 13/10/2015 por volta das 13h00 eu fui ao centro de saúde e marquei uma consulta para falar com a medica teresa chen e lhe pedi se podia mudar para outro hospital porque estive no hospital amadora sintra e me trataram mal por parte das enfermeiras e funcionário a dra teresa foi falar com a directora e disse-me que a directora não podia falar comigo porque estava almoçar ,então fui falar com o segurança que foi falar com a directora que me disse que a directora não podia falar comigo porque estava ha tender um utente e ainda tinha mais dois utentes so mentiras. no dia 16/10/2015 fui aos correios para enviar uma carta registada com aviso de recepçao para o centro de saúde rio de mouro dra e directora susana l correia ate ha data de hoje nada me foi dito.como o comportamento acima descrito me parece intolerável e inademissivel,venho por este meio solicitar que sejam tomadas as medidas disciplinares presvistas para tais soluções eu tanho cancro da mama se ficar pior eu responsabilico a senhora director susana l correia.sem outro assunto de momento,subscrevome apresentando os meus melhores cumprimentos, assinatura Isilda dos anjos cordeiro silva

Resolvida
A. C.
24/10/2015

Administração indevida de laser

No dia 21/10/15 às 10h dirigi-me à clínica do pêlo de Aveiro para me submeter a um tratamento laser. Já havia experimentado 5 tratamentos na clínica de Vila Nova de Gaia (perna inteira, virilhas e axilas) sem quaisquer tipos de problemas. No início do tratamento a funcionária executou um experimento na minha perna de modo a compreender qual a potência que deveria utilizar (9 ou 10). Solicitou a opinião da sua colega que aconselhou-a a usar o 10. Informei-as de que já não fazia o tratamento desde Maio. Num primeiro momento, a máquina avariou com um ruidoso estouro. Fui transferida de imediato para outra sala.No início do procedimento, já transferida para outro espaço, após ter-me administrado o laser nas coxas traseiras, informei a funcionária de que a minha perna estava extremamente quente e que estava com um ardor imenso. A funcionária responde está tudo normal. Foram cerca de 45 minutos de um sofrimento atroz. Sai da sessão sentindo as minhas pernas a fervilhar, como se tivessem sido queimadas. Informei a funcionária no final da sessão dos meus sintomas e a mesma fez-me crer que pode ser da aplicação da gilete.Ao chegar a casa as minhas pernas encontravam-se inchadas e a arder imensamente. Após cerca de uma hora comecei a ficar com manchas enormes por todas as pernas no formato de grandes bolas (formato esse do tubo do laser). Liguei de imediato para as funcionárias e enviei uma foto das minhas pernas. Durante a tarde dirigi-me a muito custo à clínica (cerca de meia-hora a pé com dores imensas nas pernas) e a funcionária persuade-me de que é uma reacção normal. Aplica-me 'biafine' e nem sequer procura restituir o dinheiro que despendi na compra do creme.No dia presente as manchas tornaram-se roxas e apresento dores nos tecidos musculares. Todo este processo fez-me sentir uma atitude de desresponsabilização por parte das funcionárias, sendo que pondero seriamente a não mais recorrer aos serviços da clínica.

Encerrada
A. C.
22/10/2015
Unidade Hospitalar das Caldas da Rainha

problema pós cesariana

No dia 13 de Junho fui ter o bebe e infelizmente teve ser ser por cesariana. Ainda antes da alta estava a ter perdas de urina, as enfermeiras disseram que ia passar. Tive alta e fui para casa durante um mês não passou e recolhi ao medico de família e a medica disse que podia se tratar de uma infecção urinaria. Mas depois de tratar da infecção continuava a ter a perda. Então no dia 15 de Julho fui as urgências da obstetrícia e lá disseram que desconfiavam de uma fístula entre a bexiga e a vagina. Colocaram-me algaria e fui encaminhada para hospital de Santa Maria.Segundo o medico que me atendeu disse que tinha que ficar com a algaria durante um mês e meio e que o buraco ia fechar sem ser necessário intervenção medica e durante esse tempo fiz três exames diferentes. O ultimo foi uma cistoscopia e o medico disse-me que o buraco era grande e que só com intervenção ia fechar. Mas que era melhor voltar a colocar a algaria e esperar pelo medico que esta a seguir-me para ele assistir ao exame passado um mês e meio porque ele ia de ferias. Depois do exame ele ia decidir o que fazer. Passado esse tempo continuava a ter as perdas na mesma e a infecção continuava, voltei e fui fazer o exame, mas infelizmente não apareceu o medico e foi um outro medico que realizou o exame e não consegui falar com o medico assistente e sem obter responstas do meu caso. Já tinha passado 4 meses depois da cesariana e 3 meses com a algaria e as perdas continuavam pela vagina.Tem sido um transtorno porque estou a viver e a trabalhar no estrangeiro e não posso voltar sem fazer a operação e o meu filho mais velho tem 3 anos não consegui vaga para ele ir o jardim de infância aqui porque era para voltarmos em Setembro e ele esta inscrito onde estamos a viver não aqui. E já aconteceu do saco rebentar e ter a perna molhada a cheirar a urina e ter que voltar as pressas para casa.

Encerrada
A. C.
29/09/2015

Queimadura por causa de depilação a laser

Já fiz várias sessões de depilação a laser na Clínica do Pêlo, em Oeiras, e correu sempre bem. Só que, ontem fui fazer mais uma na cara, barriga e coxas. Quando cheguei a casa reparei que a pele da parte de trás das coxas estava toda às bolinhas vermelhas (coisa que nunca me tinha acontecido) e que me continuava a doer (que também é estranho). Esta zona foi a última zona a ser tratada por isso existe a possibilidade da máquina ter falhado a meio do tratamento e não terem detectado, ou terem ajustado mal a intensidade do laser para esta zona.Hoje, como nada melhorou e ainda sentia dores, dirigi-me outra vez à Clínica do Pêlo, em Oeiras, para expor a situação. A técnica que me tinha feito o tratamento não estava lá, mas as que lá estavam disseram que isso podia acontecer porque a pele naquela zona era mais sensível e estava mais pigmentada. Era um facto que estava mais pigmentada, mas isso era bem visível, e tinham que me ter alertado para esse risco antes daquela sessão, mas não o fizeram. Nem sequer se preocuparam em confirmar que não tinha apanhado sol nos últimos dias. Para além disso, no site diz que, passo a citar, A pele bronzeada e a exposição solar configuram-se como as únicas contra-indicações para a utilização deste sistema. Para garantir que o cliente não tenha resultados indesejáveis temos como solução o Laser GentleYAG que é específico para peles bronzeadas, morenas e negras. A análise prévia da pele e a história do cliente, ajudam-nos a estabelecer um quadro preciso, para que a terapia decorra com normalidade, evitam-se assim eventuais consequências indesejadas.. (http://www.clinicadopelo.pt/destaques/sessao-combinado) Pode-se concluir que a causa desta queimadura não terá sido o tom da pele.O facto da pele ser mais sensível é estranho porque, como já disse, já fiz este tratamento várias vezes nesta zona e nunca aconteceu nada deste género. E a pele da cara é ainda mais sensível e não aconteceu nada nesta zona.Com a prestação de serviços está garantida a assistência médica. Como a médica não se encontrava no estabelecimento e só volta daqui a duas semanas eu deixei o meu contacto para ela me ligar ainda hoje. A médica, ao telefone, voltou a insistir que a pele nessa zona é mais sensível e pode reagir de forma diferente às diferentes sessões. É uma possibilidade, apesar do que atrás foi dito. Mas, também é possível que a máquina tenha falhado ou que técnica não tenha feito uma boa análise da pele e não tenha ajustado bem a intensidade do laser. É muito estranho que estas hipóteses sejam imediatamente descartadas. A médica disse que quanto a isso não se pode pronunciar porque não estava lá para ver. Mas não se inibiu de insistir que o problema estaria na pele, que também não viu. De qualquer forma disse-me para comprar biafine (pomada para queimaduras) e aplicar 2 vezes por dia.

Encerrada

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