Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Reclamação Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, No dia 9 de abril de 2024, efetuei o pagamento do tratamento ortodôntico oferecido pela ImpressTM. No entanto, fui posteriormente informado de que a minha dentição não permite a realização deste tratamento. Até à data, não recebi o kit de tratamento e não obtive qualquer resposta concreta sobre o reembolso que me foi prometido. Já passaram vários meses desde o pagamento, e apesar das minhas tentativas de contacto para resolver a situação, continuo sem qualquer atualização ou devolução do valor pago. Já efetuei várias comunicações, por escrito via email, por telefone e presencialmente com Tania Reis (comercial resposnavel pela minha adesão). Até à data sem confirmação sobre a data em que vão efetuar o reembolso. Agradeço, que com a máxima urgência, que procedam ao reembolso integral do valor pago, num total de 3.649,00 EUR. Caso contrário, serei obrigada a tomar as medidas legais necessárias para assegurar que a situação é resolvida. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta breve e positiva para resolver esta situação de forma amigável. Cumprimentos.
Encomenda não preparada
Fiz uma encomenda hoje logo pela manhã e dizerem às 17:00 e tal que não está pronta para recolher em loja porque ainda não chegou o medicamento sabendo eu que recebem os medicamentos em loja pelas 16:30/17:00 pois as encomendas são recolhidas pela dpd até 17:30 e sei que é assim ( pois a minha filha trabalhou 2 anos lá e também chegou a fazer este serviço de preparação de encomendas). O meu marido deslocou-se á loja hoje e amanhã terá de voltar. Muito triste terem inventado essa desculpa pois ao que me parece é que não prepararam a encomenda e foi mais fácil darem esta desculpa, sou cliente há vários anos e já aconteceu chegar lá e não estar pronta e preparam na hora.
CONTRATO INCUMPRIDO
Exm.ª Senhora, Boa tarde. 1. O que eu suspeitava, de há muito tempo, o Público deu ontem à estampa: Grupo da revista Visão tem dívidas de 30 milhões de euros e Estado é o principal credor Grupo da revista Visão tem dívidas de 30 milhões de euros e Estado é o principal credor Empresa detida por Luís Delgado, com 171 funcionários e 16 publicações, está agora dependente da aprovação pelo fisco e pela segurança social de um plano de recuperação. Luciano Alvarez Público, 3 de Julho de 2024, 13:28 https://www.publico.pt/2024/07/03/sociedade/noticia/grupo-revista-visao-dividas-30-milhoes-euros-estado-principal-credor-2096216?utm_content=editorial&utm_term=Naufragio%2Bao%2Blargo%2Bda%2BMarinha%2BGrande%2Bfaz%2Btres%2Bmortos.%2BParlamento%2Baprova%2Baudicao%2Ba%2BLucilia%2BGago&utm_campaign=59&utm_source=e-goi&utm_medium=email 2. Quanto ao "momento delicado" que a (Trust In News) TIN atravessa e que refere, como deverá compreender, sou completamente alheio, já que não sou seu sócio ou sequer obrigacionista ou financiador. Antes fui seu cliente, subscrevendo de boa-fé um contrato que não foi honrado, de todo, pela TIN. Mais: a TIN celebrou o contrato sabendo a priori que não o iria cumprir, o que é fácil adquirir através da sua data (2024.03.03), do seu e-mail de 2024.03.22 e da sua situação actual, com mais de 30.000.000 € de dívidas. Judicialmente, o comportamento da TIN tem a configuração de burla ou burla agravada. 3. Não é aceitável que o reembolso da revista Visão, hoje ocorrido, tenha sido despoletado por mim, depois de quase dois meses, período iniciado com o meu e-mail de 2024.05.07. 4. Igualmente não é aceitável que, quanto à revista Visão História, deva aguardar 60 dias pelo reembolso, qualquer que seja o motivo e a forma. 5. Em 2024.05.27, telefonicamente, cancelei, também, a assinatura digital da revista Visão, na qual nunca tive interesse ou acesso, que apenas subscrevi porque era mandatório. Pelo que, inequivocamente, o cancelamento da assinatura da versão física, acarreta, necessariamente, a caducidade da primeira, objecto de contrato único. No entanto, até à data, nada recebi respeitante a esse reembolso, pelo que agradeço o respectivo processamento, com a brevidade que merece. Com os meus cumprimentos. Filipe Louro
A mingxing burlou-me
Exmos. Senhores, A mingxing burlou-me, visto que encomendei um robô de limpeza de piscinas e recebi uma arma que limpa carros. Este não preenche o valor do robô e não tem qualquer utilidade para mim. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Fiz uma encomenda no site do Armazém do Calçado que tem vindo a fazer publicidade no Instagram. Não recebi comprovativos de envio e quando acedo ao link que dizem ter o comprovativo de envio diz que ocorreu um erro. Fiz vários contactos via email e Instagram e as mensagens são visualizadas sem qualquer resposta. Trata-te de um site fraudulento
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em (DATA) adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca _____, pelo valor de 57,96 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei contactos e não recebi qualquer tipo de resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Cliente residente em espanha informado nao realizaçao de escritura, 2 horas antes da hora agendada
Venho expor a minha insatisfação relativamente à forma como a Agência da CGD da Universidade de Lisboa atuou relativamente ao processo de crédito à habitação que contratei através dessa agência para compra de um imóvel no distrito de Évora, principalmente no que se refere às falhas ocorridas na marcação e realização da escritura. 1- Resido em Madrid, pelo que tive o cuidado de solicitar a marcação da escritura para dias que me fossem possíveis deslocar até Évora. A escritura estava agendada para dia 02/05/2024 às 10:30, pelo que marquei férias com o propósito de ir assinar a mesma a Évora e aluguei um carro no aeroporto de Madrid para os dias 01/05/2024-04/05/2024. 2- Devido a erros internos por parte da CGD, na manhã do dia da escritura recebo uma chamada da Coordenadora Adjunta Comercial da agência da CGD, informando que não seria possível realizar a escritura nesse dia uma vez que o Protocolo APB não tinha sido ativado, pelo que seria necessário ativá-lo e esperar os 10 dias úteis obrigatórios. 3- Como forma de remediar a situação, foi apresentada uma eventual possibilidade de realizar a escritura no dia 03/05/2024, caso a CGD conseguisse que o banco do vendedor aprovasse o protocolo APB sem decorrer o prazo dos 10 dias úteis. De qualquer modo, uma vez que o escritório de advogados não tinha disponibilidade para esse dia, a escritura foi reagendada para dia 15/05/2024 às 17:00. Sendo sugerida a hipótese de passar uma procuração em nome de alguém que pudesse assinar a escritura por mim. 4- No dia 06/05/2024, enviei à CGD a versão da procuração e termo de autenticação pré-preenchidos para garantir que se encontravam de acordo com os requisitos da CGD e do escritório de advogados antes de enviar por correio. No entanto, só obtive resposta no dia 08/05/2024 às 15:05. 5- No dia 09/05/2024, procedi ao reconhecimento da assinatura com uma advogada e no dia 10/05/2024 às 10:20 envio o documento por correio com urgência para Lisboa. 6- Porém, no dia 15/05/2024 (dia da escritura) o documento ainda não tinha sido recebido, pelo que procedi ao aluguer de um veículo no aeroporto de Madrid para estar em Évora às 17:00. 7- Voltei a Madrid no dia seguinte, 16/05/2024 e devolvi o veículo no aeroporto às 23:00. É importante salientar que no dia 30/04/2024, o escritório de advogados enviou email para mim e para a CGD solicitando a indicação do montante do cheque a emitir tendo em conta o Protocolo APB. (i) Foi apenas aquando da receção deste email, no dia 30/04/2024, que a CGD se apercebeu que ainda não tinham sido efetuadas as diligencias necessárias para a realização da escritura de dia 02/05/2024. (ii) Apesar de no dia 30/04/2024, a CGD ter tido conhecimento de que existia um problema que poderia pôr em causa a realização da escritura de dia 02/05/2024, a CGD decidiu correr o risco e optou por não me informar dessa situação. A CGD deveria ter tomado uma posição conservadora, alertando o cliente para o problema existente e para o risco de que a escritura poderia não se realizar, ou até mesmo, sugerindo proactivamente o agendamento de uma nova data. Porém, não foi essa a decisão tomada, o que fez como que me tivesse de deslocar a Portugal desnecessariamente e me trouxe vários inconvenientes que poderiam ter sido evitados. A situação exposta revelou desorganização e negligência relativamente à forma como a CGD trata os processos dos seus clientes, contrariamente aos valores fundamentais pelos quais a CGD se deveria reger, de acordo com o “Artigo 6.º- Valores” do Código de Conduta.” Como lesada solicitei através de emails enviados (no dia 30/05/2024 e no dia 17/06/2024) o reembolso dos custos no montante total de 1.365,03 EUR, que incorri (i) com as duas deslocações a Portugal por falhas no processo da CGD e (ii) com a escritura como forma da CGD me ressarcir dos inconvenientes causados. Não obstante, após o envio do primeiro email no dia 30/05/2024, a demonstrar a minha insatisfação e a solicitar o reembolso dos gastos que tive, a Gerente da Agência da CGD da Universidade de Lisboa contactou-me, informando-me que não estava de acordo com a minha exposição, e que quando muito apenas teriam de reembolsar uma das viagens a Portugal (para a qual me solicitou o envio dos restantes comprovativos de despesas). Indicou que de qualquer modo, iria transferir o caso para ser analisado a nível superior. No dia 17/06/2024 enviei email com restantes comprovativos, e aproveitei para ressaltar que: (i) por um lado, solicitava o reembolso dos custos que tive com as deslocações a Portugal uma vez que a escritura não se realizou na data agendada (02/05/2024), (ii) a posterior medida de resolução do erro, que seria realizar a escritura através de procuração, não foi bem sucedida, uma vez que devido a atrasos por parte da CGD na confirmação dos dados a incluir na procuração, a mesma não chegou a Portugal atempadamente, (iii) pelo que eu tive novamente de me deslocar a Évora para a realização da escritura. (iv) Por outro lado, apesar de estar consciente que o custo com a escritura seria sempre inerente ao processo de crédito à habitação, solicitei o reembolso do mesmo, de modo que a CGD: a. me pudesse ressarcir do tempo despendido e dos inconvenientes causados e, b. como forma da CGD demonstrar que efetivamente cumpre com os valores mencionados no “Artigo 6.º- Valores” do Código de Conduta”, os quais transcrevo no fim da reclamação. No dia 01/07/2024, recebo resposta por parte da Gerente da Agência da CGD da Universidade de Lisboa informando que a Caixa Geral Depósitos se tinha pronunciado desfavoravelmente em relação ao reembolso dos custos apresentados. Face ao exposto, venho desta forma proceder à formalização oficial da reclamação para com a CGD. “Artigo 6.º- Valores” do Código de Conduta”: “a) Confiança, garantindo a segurança dos depositantes, promovendo uma relação de longo prazo com os Clientes e privilegiando a sua fidelização, através de um serviço de elevada qualidade e de uma oferta de produtos adequada ao seu perfil de risco e reforçando a estabilidade e solidez financeira da instituição;” “e) Profissionalismo, de modo a prestar o melhor serviço aos Clientes e a estabelecer relações com todos os stakeholders, com elevada competência técnica, rigor e diligência;” “g) Responsabilidade, perante os Clientes que lhe confiam as suas poupanças, investidores e a sociedade, com enfoque no envolvimento em programas e iniciativas de responsabilidade social, de desenvolvimento sustentável e de literacia financeira;” “h) Cultura de risco e rigor, assegurando o cumprimento das melhores práticas na gestão do risco, reforçando a confiança dos Clientes, do mercado e do acionista, mediante uma adequada gestão do seu balanço;”
Livre resolução | Cobrança indevida
Recebi em minha casa uma demonstração de um agente Rainbow no dia 01/07/2024 pelas 20h30, tendo a mesma terminado perto da 00h com a minha assinatura do contrato, que pensei ser o pedido de simulação de crédito pois optaríamos pelo financiamento, dado do preço da máquina. O parelho permaneceu em minha casa até dia 04/07, data do 1° serviço com o mesmo agente responsável pela venda. No dia 02/07 tivemos um evento na própria empresa no final do dia onde comentámos inclusive que não nos foi possível experimentar/testar a máquina neste dia. No dia 03/07 decidimos testar 5 das 21 funções apresentadas: aspiração de carpete, chão (flutuante), pó e colchão e purificação do ar. Após experimentar e deliberar em casal verificámos que, neste momento, o investimento não nos faz sentido. No dia 04/07 pelo 12h30 recebemos novamente o agente em casa para uma nova mini-demonstração. Antes de assinar a garantia, colocámos então as nossas questões e dúvidas e após quase 2h decidimos então que não ficaríamos com o aparelho. De notar que a máquina ficou em nossa casa cerca de 2 dias e foi utilizada por nós em apenas um deles como forma de teste. Após dar a nossa decisão ao agente foi-nos informado que teríamos de acartas com o cisto da substituição de algumas peças como: filtro EPA, reservatório, higienização da máquina e um óleo essencial no valor de cerca de 180€. Questionei o motivo da cobrança, visto estar presente no contrato, cláusula 6.4 "Em caso de utilização extensiva, ou que vá para além do que o necessário para a verificação da sua opção de efectivação da compra, ou seja a que sempre seria normal em loja, o cliente assumirá a substituição de peças e acessórios que impeçam o fornecedor de voltar a comercializar equipamento Rainbow e seus acessórios e/ou aparelhos extra e/ou ofertas como novos". Contrato este que foi deixado efetivamente em minha casa na noite da demonstração, sem o meu conhecimento, pois o mesmo foi colocado de baixo de um plástico, no interior de uma caixa dentro de uma caixa maior e que eu só consegui efetivamente ler após a tomada de decisão de rescisão após o periode reflexão. De notar que este mesmo período corresponde a um prazo de 30 dias. O aparelho esteve em minha casa 2 dias e meio e a empresa afirma que nesse período de tempo eu o utilizei de forma "extensiva" e por esse motivo tenho de pagar 180€. Não me conformo com esta decisão e recuso o pagamento deste mesmo valor, dado todo o contexto anteriormente referido. É de ressaltar ainda que após decidir devolver o aparelho me foi dito pelo agente, em primeiro lugar, que teria de pagar o valor antes do mesmo sair de minha casa. Em segundo lugar, recusando esta hipótese e mantendo a minha intenção de rescisão, foi-me dito que afinal a máquina iria regressar com o agente, mas que enquanto eu não pagasse os 180€ o processo de financiamento não seria interrompido, ou seja, eu ficaria sem o produto, mas com o financiamento do mesmo em curso. Recusei novamente. Eu mesma entregarei a máquina na empresa, após resolver toda esta situação, que acho desagradável e totalmente descabida. Não pagarei qualquer valor e espero que esta situação se resolva o mais rápido possível, pois o processo de financiamento está em curso, embora a minha vontade seja não ficar, de todo, com a mesma.
Assistência em Viagem - Reboque
Exmos. Senhores, No passado dia 15 de Maio, cerca da 10h00 da manhã (não sei precisar ao certo a hora), solicitei a V. Exas. reboque para a minha viatura, que se encontrava num posto de abastecimento da Repsol, no Gaveto da Rua da Lapa com a Rua Nª Senhora de Fátima, na Senhora da Hora, Matosinhos. Esta localização foi transmitida verbalmente e também partilhada pelo telemóvel. A colabora Srª Sofia Reis que me atendeu informou que o reboque demoraria entre 45 a 60 minutos. Pelas 11h20, contacto novamente a Mafre, informando que o reboque ainda não tinha chegado. A colaboradora Srª Sofia Reis, pede-me que aguarde e informa-me a seguir que o reboque tinha se deslocado ao local e aguardado 10 minutos, pelo que depois foi embora por não se encontrar lá a viatura. Respondi que no local onde eu estava não tinha estado lá qualquer reboque, havendo testemunhas que confirmariam o que eu estava a dizer, a colaboradora continuou a insistir que o motorista tinha estado no local (eu sei que a Srª colaboradora não tem culpa, pelo contrário foi muito simpática comigo), eu já desesperada e porque já não adiantava esta conversa, solicito novo reboque ao que me foi dito que já não tinha direito (a viatura tem seguro contra todos os riscos). Neste momento passo o telemóvel a minha filha, pois estava a perder a calma, que insiste que naquele local nao tinha estado nenhum reboque. Perante isto a colaboradora contacta novamente o motorista para confirmar a morada do local onde tinha estado, ao que este lhe terá dito ter estado na zona da Boavista no Porto, eu estava na Senhora da Hora em Matosinhos e o reboque foi para a zona da Boavista no Porto. Esta chamada durou 30 minutos. Não tendo eu sido culpada pela situação, foi chamado novo reboque que demoraria cerca de 25 minutos. Ás 12h10 ligo novamente para dizer que ainda não tinha chegado. Foi-me dito que se encontrava a caminho. Ás 12h53, ligo outra vez. Resposta: o motorista / reboque teve um imprevisto mas estava a chegar. O Reboque chega às 13h40. O carro dá entrada na oficina cerca das 14h00. Com isto tudo estive cerca de 4 horas à espera do reboque, sem tomar o pequeno almoço, sem almoçar e impedida de ir trabalhar. Entendo que devo ser ressarcida pelo tempo que estive à espera e pelo cansado e stresse que me causou esta situação toda.
Recusada troca de artigo de deixou de funcionar
Exmos. Senhores, A 25/05/2024 adquiri, por 10€, um jogo infantil que contém um mecanismo que faz rodar um peixes com o objetivos de os pescar. Sucede que ao fim de uma semana o mecanismo deixou de funcionar. Não tive oportunidade de ir à loja antes do dia 04/07/2024. Nessa data passavam 39 dias do dia da compra. Na loja recusaram a troca do artigo, alegando que passavam mais de 30 dias. Ao que parece o produto foi produzido para durar apenas 30 dias. Acresce que o talão nada refere quanto a prazos para reclamação de defeitos. O talão informa que "trocas até 30 dias c/ talão, lojas Portugal", mas em relação a reclamações não informa que existe qualquer prazo, dizendo apenas "Devoluções em caso de defeito mediante apresentação talão, lojas de Portugal". A recusa da garantia ao fim de apenas 39 dias desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso (por outro artigo, já que este não tem qualquer qualidade) ou a devolução do dinheiro que paguei. Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
