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falta de recibo electronico
Desde o dia 6 de Janeiro tenho vindo a solicitar o recibo electronico da minha viagem bem como da bagagem extra. No site da TAP só consigo o recibo electronico da viagem, mas eu quero o recibo do total que paguei (148,94 EUROS).Já liguei para o numero de reclamações e só dizem para solicitar o recibo para 3 endereços de email diferentes: arquivo.geral.tps@tap.pt, fatura@flytap.com, recibos@flytap.com, estes até agora ainda não me responderam.
Problema com transportes
Venho por este meio expor uma situação que entendo, nos dias que correm, ser absolutamente inaceitável.A minha mãe, residente em Odiaxere, tentou por mais de uma vez nas últimas semanas comprar bilhete para Lisboa nos escritórios de Lagos, sendo recorrentemente — e incorrectamente — informada que não há qualquer horário desta carreira com paragem em Odiaxere.Ora esta paragem está prevista no site da RNE mas, para confirmar, e apenas porque no posto de venda de Lagos insistiam não ser possível, resolvi ligar na passada semana para a linha de apoio, tendo confirmado através da mesma que de facto essa paragem se faz em vários horários.Informei a minha mãe disso mesmo e qual não é o meu espanto quando ela me informa no sábado dia 6 de Janeiro que se deslocou novamente a Lagos propositadamente para comprar o bilhete para as 6:20 de segunda-feira dia 8 de Janeiro e mais uma vez é informada que não é possível comprar um bilhete com paragem em Odiaxere.Perante isto, liguei mais uma vez para a linha de apoio — segunda chamada paga que faço — e, mais uma vez, me confirmaram que o que foi transmitido à minha mãe não corresponde à verdade, havendo paragem em Odiaxere em pelo menos 3 horários. Não só existe essa possibilidade como foi possível emitir os bilhetes de ida e volta sem qualquer problema.Portanto, o problema real parece residir no atendimento em Lagos, que se faz de forma desinformada e descuidada a vários utilizadores, inclusive pessoas doentes que devido a esta grave falha se deslocam propositadamente a Lagos para apanhar um transporte pelo qual poderiam comodamente esperar junto às suas casas, em Odiaxere.A minha mãe conseguiu comprar o bilhete via telefone, pagou com dados atribuídos via sms, recebeu um comprovativo para mostrar ao condutor no telemóvel (procedimento confirmado via atendimento telefónico) mas eis quando senão, no dia da viagem o condutor só a muito custo deixou a minha mãe entrar no autocarro e levou-a até Albufeira sob a condição de...levantar um bilhete???? O site da RNE diz que após o procedimento de compra de bilhetes acima descrito A ENTRADA NO AUTOCARRO FAZ-SE DIRECTAMENTE...https://www.rede-expressos.pt/Gostaria de saber quais as medidas que a RNE pretende tomar no sentido de evitar estes sucessivos enganos, perdas de tempo e sobrecusto aos utilizadores.Atentamente,David Carvalho
Estacionamento-Parque Curbside Partidas
Sendo a primeira vez que utilizei o aeroporto de Lisboa, estacionei no dia 07-12-2017 durante 4 horas no Parque Cubside Partidas, cujo o formato só nos leva a crer que aquele é o único estacionamento do local, tendo ainda um aviso que os 10 primeiros minutos seria grátis.Como já havia ido ao aeroporto do Porto e por duas horas havia pago o valor de 7,54 euros, imaginei que não seria diferente em lisboa e que por 4 horas pagaria apenas e no máximo 25 euros.Mas ao sair veio a surpresa, tive que pagar o absurdo de 97 EUROS. Nem um estacionamento privado e este preço, nem para deixar uma semana um carro chega a ser esse preço absurdo.E o mais incorreto ainda é o fato de na entrada não haver nenhuma placa informando os preços abusivos que serão cobrados caso você escolha aquele tipo de parque.Aos Sócios da DECO, informo que fiquem espertos quanto a esse parque de estacionamento.
Morada errada e não receção da notificação por falta de pagamento
Recebi na passada semana uma carta da autoridade tributária para proceder ao pagamento de uma multa. Esta multa estava associada ao incumprimento do pagamento da taxa das portagens (SCUTS), na data de 2015-12-09 e que por lapso me esqueci de pagar.Esta multa era de 71€+21,84€.Recebi esta multa depois de não ter procedido ao pagamento do valor que deveria ter recebido por carta da ASCENDI. E não recebi essa carta porque esta entidade enviou a carta para a morada errada. Tendo colocado como número da porta 809. Algo que não é verdade nem está incluído no livrete do carro. Assim, e devido este erro, tive de pagar uma multa num valor quase 10x superior. Sem que nada pudesse ter feito.Entretanto tive de pagar a multa na Autoridade Tributária.
Recusa de entrega da bagagem, atrasos e cancelamentos
Por este meio, reclamo e manifesto o meu descontentamento referente ao sucedido no dia 20 de dezembro de 2017 com o serviço de transporte aéreo da SATA / Azores Airlines, sendo a situação a seguinte:Adquiri um bilhete Lisboa-Horta para as 07:00h do dia 20 de dezembro de 2017 (Mónica Dias, ETKT nº 3315763403256), tendo sido declarada a necessidade de transporte de um animal no porão e confirmada esta reserva pela transportadora aérea.Efetuei o check-in eletrónico no dia anterior à viagem, declarando que levaria também bagagem de porão. Foi-me impossibilitado de imprimir o talão de embarque, enviar para o smartphone ou e-mail.No dia 20, compareci no balcão de check-in antes da hora de fecho (sendo o tempo indicado pela SATA 1 hora antes do voo), com o intuito de entregar a minha mala e proceder à entrega do meu animal de estimação, quando fui impedida de chegar perto dos balcões por um funcionário do aeroporto.Este funcionário alegou, com maus modos, que o voo seria realizado às 06:50h e não às 07:00h, que eu me encontrava atrasada e que os balcões estavam já fechados, não me oferecendo qualquer opção. Saliento que não fui notificada da alteração da hora do voo e que mais que um contacto foi fornecido à companhia no ato de reserva e check-in eletrónico.Dirigi-me balcão de informação da SATA do aeroporto de Lisboa, onde me foi oferecida a hipótese de viajar para a ilha do Pico no dia seguinte (21 de dezembro), ao qual eu concordei. Foi-me cobrado 4 euros pela emissão deste bilhete. Saí do Aeroporto de Lisboa, quando recebi uma chamada telefónica do balcão de informação da SATA a notificar-me que houve um engano e que a minha viagem seria realizada para a ilha do Pico nesse mesmo dia (20 de dezembro) às 14:00h.Por volta das 12:00h regressei às instalações. Após me dirigir de novo ao balcão de check-in, onde entreguei a minha mala de porão e me foi dado o talão de embarque, foi-me pedido que voltasse lá 1:15h antes do voo para proceder à entrega do meu animal de estimação.Entretanto fui notificada por SMS que o voo estaria atrasado 1 hora, o que me foi confirmado pela funcionária do balcão de check-in, o que se repetiu uma 2ª vez e alterado o destino do voo para a Horta (devido às condições atmosféricas no Pico), sendo então a hora final do voo às 16:00h para a ilha do Faial.Como pedido, compareci no balcão de check-in 1:15h antes do voo, tendo ficado à espera 45 minutos para conseguir entregar o animal de estimação. Ou seja, só às 15:30 me acompanharam ao local para a entrega, ultrapassando a 1 hora estipulada pela SATA e ficando com apenas 10 minutos para passar pela segurança e me dirigir à sala de embarque. Sala essa, que me foi dito pela funcionária do balcão de check-in ser a porta 26 (que se situa num extremo do edifício), e que depois verifiquei não ser verdade, sendo então a porta 7 (que se situa exatamente no extremo oposto).O embarque decorreu normalmente. Após estarem todos os passageiros sentados nos devidos locais e a bagagem estar toda arrumada, foi-nos comunicado que o voo para a Horta não seria realizado pois o avião não chegaria ao destino antes do ocaso e que teríamos que desembarcar da aeronave.Após o desembarque e de ter recolhido os meus pertences, foi-me informado que a SATA ofereceria transporte e alojamento na zona de Torres de Vedras, ao qual recusei por o local ficar a cerca de 40Km de distância do aeroporto. A outra única alternativa que me foi oferecida foi então de utilizar o meu próprio dinheiro para alimentação/ transporte e posteriormente enviar os custos através de e-mail para a SATA para ser reembolsada. Cheguei ao meu alojamento para essa noite depois das 19:00h, não me tendo alimentado em condições o dia todo, nem o meu animal de estimação.O voo para a ilha do Pico foi finalmente efetuado no dia 21 de dezembro pelas 08:00h. Mais uma vez, fui obrigada a esperar 45 minutos para entregar o meu animal, ultrapassando a hora estipulada pela SATA, o que apenas me deu 10 minutos para passar pela segurança e me dirigir à sala de embarque.A viagem de avião decorreu normalmente. Quando cheguei à ilha do Pico fui transportada (a meu cargo) para o terminal marítimo, onde adquiri um bilhete para a Horta (destino para o qual comprei o bilhete de avião originalmente), tendo chegado à ilha do Faial por volta das 12:00h. Cheguei ao destino quase 30 horas depois do previsto e fui obrigada a gastar 96,13€ do meu bolso em transportes e alimentação, valor este, que obviamente está comprovado com recibos e faturas.Posteriormente fui informada por diversas pessoas, que o voo Lisboa-Horta (que me foi recusada a entrega de bagagem em horário adequado) saiu do aeroporto de Lisboa atrasado cerca de 2 horas e que a vasta maioria dos passageiros não receberam a sua bagagem no destino, pois o avião estaria com o depósito de combustível demasiado cheio e não foi possível carregar toda a bagagem devido a problemas de sobrepeso. A este ponto, finalmente consegui compreender porque é que me impediram de chegar ao balcão de check-in.É também de salientar a inconformidade de horários de entregas de bagagem e outros pertences (incluindo neste caso animais de estimação), aos quais os passageiros são obrigados a cumprir e que a própria companhia aérea não cumpre.Também vai para além da minha compreensão o facto de realizarem um embarque na totalidade e 15 minutos depois chegarem à conclusão de que o avião não pode realizar a viagem para o destino porque não chega antes do pôr do sol, quando se sabe que vários aviões já aterraram (e continuam a aterrar) de noite no aeroporto da Horta.A qualidade desta companhia aérea deixa bastante a desejar, sendo de conhecimento público que o número de ocorrências deste género tem acontecido com cada vez mais frequência. Estando ciente dos meus direitos como passageira e regulamentação existente, por toda a exaustão física e mental que me fizeram passar, a mim e ao meu animal de estimação, por todo o meu dinheiro que gastei, por toda a indelicadeza que tive que lidar por parte de alguns funcionários da SATA e do aeroporto de Lisboa, por terem afetado a minha agenda pessoal e por me terem colocado nesta mais que infeliz situação, eu exijo ser reembolsada e corretamente indemnizada.
Transporte de animais de estimação
Tenho viajado com alguma regularidade com um pequeno cão na cabine em voos da TAP que para além de ser a mais despendiosa (70€) por trajecto, ida e volta são 140€, e ter de respeitar as regras em relação a peso e dimensões (max. 8kg animal + caixa)Acontece que muito recentemente a TAP alterou as dimensões permitidas para transporte na cabine (40x33x17cm) e não existe no mercado caixas com tais dimensões. As caixas homologadas para transporte em avião tem diferentes dimensões.Quando comprei a caixa para o meu cão tive o cuidado de verificar se seria adequada para o efeito,em outras companhias aérias (ex. Lufthansa) são permitidas caixas com dimensões de 55x40x23, o que condiz com a generalidade das caixas homologadas para o transporte do animal. A presente situação obriga o cliente a ter de optar pela viajem do animal no porão, tornando-se mais cara (100€ por trajecto) e com a agravante de ser mais stressante para o animal.Ora!, na regulamentação da companhia sugere-se que o animal terá de viajar confortável e prover alimentação e água suficiente para o trajecto. Os 17cm de altura que sugerem é em muito insuficiente para que o animal tenha o mínimo de conforto. Como não existe caixas com tais dimensões depreendo que a TAP esteja no mínimo pouco intressada com a satisfação dos seus clientes mas sim mais intressada em obter mais lucros. Tenho viagem marcada para o periodo do Natal e paguei os 140€ respeitante ao cão. Não pretendo que o meu cão viaje no porão que, como já foi explicado é mais caro e mais traumatizante para o animal.
Alterar dados de um dos passageiros
Um dos passageiros está incapacitado de viajar.A TAP não permite alterar o nome do passageiro para que outra pessoa viaje no seu lugar.A TAP não devolve o valor da reserva deste passageiro em caso de cancelamento, apenas algumas taxas de aeroportoContactei o call center da TAP e não me apresentaram solução, apenas me disseram que neste caso cancelo a reserva por uma quantia muito baixa ou levarão um lugar vazio no avião.
TAP ROR 21664515781
Dia 9 de Outubro pedi o reembolso dum voo Lisboa-Praia-Lisboa previsto dia 10 de Novembro, ref da reserva OJUDWA, ref do pedido de reembolso ROR 21664515781.Liguei dia 20 de Outubro, foi informado que o reembolso leva 30 dias. Dia 13 de Novembro fiz uma reclamação via Website, sem resposta. Hoje dia 27 de Novembro fiz outra reclamação via Website.Até agora não aconteceu nada.
Cartão de cidadão caducado
No dia 10 de novembro de 2017, tinha viagem marcada com a minha mulher e o meu filho com destino a Paris - Franca, no aeroporto de Orly. Reservei a viagem no site, no aeroporto passei na zona de controlo, e até aí em nenhuma das situações me foram pedidas as datas dos cartões de cidadão. So quando estávamos prestes a entrar no avião é que reparei que tinha o cartão de cidadão do meu filho que tem 5 anos, caducado desde agosto do mesmo ano. Bloquearam-me a passagem, perdi a viagem e o dinheiro dos três bilhetes. Não me arranjaram sequer uma solução para o meu problema. Sei que devia ter visto as datas mas como ninguém utiliza diariamente este documento é muito fácil que acabe por escapar estes pormenores. Acho que quando a reserva foi feita, deveria ter sido pedido todos os dados do cartão de cidadão. Pedia que me solucionassem o problema visto que fiquei no prejuizo por caducidade de dois meses. Salientando ainda que vocês deveriam arranjar soluções para este tipo de problemas. Fiquei sem viagem e sem dinheiro. Como posso resolver o meu problema é que direitos tenho em relação a esta situação ? Aguardo resposta Muito obrigado
Cobrança de portagens com tarifas da classe 2 em vez de classe 1
Entre Maio de 2016 e Agosto de 2017, a minha viatura Hyundai Tucson com matrícula 52-QV-44, nas passagens efectuadas na portagem da Ponte 25 de Abril foram efectuados débitos, umas vezes à tarifa da classe 1 e outras vezes da classe 2, apesar de utilizar sempre o mesmo identificador. Esta anomalia não se verificou em mais nenhuma portagem de auto-estradas nacionais.A Via Verde Portugal reconheceu a existência de tal anomalia em 08-09-2017, quando reclamei junto de um seu posto de atendimento, tendo na altura sido informado que a mesma se deveu ao facto de, no acto da transferência de um identificador de uma viatura anterior (classe 1) para a actual (classe 2, mas com direito por lei à classe 1, desde que utilize a via verde das portagens), a nova viatura ter sido registada com um modelo igual ou anterior ao ano de 2009. Esta anomalia foi corrigida, através da proposta de aquisição de um novo identificador, de classe 2, que de imediato eu adquiri.Posteriormente, em resposta às minhas reclamações escritas relativamente ao reembolso dos valores que considero foram cobrados em excesso resultantes de tal anomalia, a Via Verde Portugal responsabilizou-me por, no momento do registo da nova viatura, eu não ter fornecidos os dados correctos e de não ter apresentado o livrete da viatura da mesma e, como tal, não tinha o direito ao referido reembolso. Anoto que no contacto telefónico do dia 09/10/2017, a atendedora da Via Verde, Carla Ribeiro, informou-me que me iria ser feito o reembolso dos valores cobrados em excesso.A minha contestação à resposta da Via Verde Portugal baseia-se no seguinte:1º - Recorri ao Atendimento Telefónico daquela empresa para efectuar a transferência do identificador de uma viatura para outra, tendo os respectivos registos sido efectuados pelo atendedor de serviço na altura, que, telefonicamente, me solicitou o modelo da viatura (lançado em 2016) e a matricula da mesma (de Fevereiro de 2016), sem que me tivesse pedido a apresentação do livrete da mesma. Aliás, no atendimento presencial que acima referi, a atendedora referiu que o colega que tinha efectuado o registo seguiu a via mais fácil, mas errada, ou seja considerar a viatura de modelo anterior ao ano 2009.2º Confirmei que, após ter efectuado a transferência do identificador, nas primeiras passagens nas portagens, a nova viatura estava a ser debitada pela classe 1, conforme estava previsto, e que daí para a frente nunca fui alertado por avisos amarelos nas sinalizações de passagem, indicativos de eventuais anomalias, embora me lembre de que algumas vezes na portagem da Ponte 25 de Abril, se ter verificado ausência de sinalização (o sinal não acendeu), o que para mim não constituía qualquer aviso de anomalia.Face ao anteriormente referido, reitero, mais uma vez, que sou alheio aos erros que estão na base da anomalia verificada e que os mesmos são da inteira responsabilidade do serviço prestado pela Via Verde Portugal, porque os dados que eu forneci ao Atendimento Telefónico da empresa são do ano de 2016 (como prova o respectivo modelo e matrícula) e não do ano de 2009 ou anteriores e que se, se existem serviços que não devem ser prestados através do Atendimento Telefónico, os mesmos não devem estar acessíveis aos clientes, para além de que os clientes não devem acarretar com as consequências e prejuízos dos erros cometidos pelo pessoal da empresa, eventualmente resultantes da não adequação de procedimentos internos da empresa ou da má formação profissional dos seus atendedores.Mais informo que autorizei a gravação de todos os meus contactos telefónicos com a Via Verde Portugal, que poderão complementar e reafirmar o que acima referi.Com os meus melhores cumprimentos,Carlos Almeida
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