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Reclamação contra a Vodafone Portugal – Celebração de novo contrato sem autorização
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. No dia **20/05/2026**, verifiquei que a Vodafone procedeu à celebração/renovação de um novo contrato de serviços em meu nome, sem o meu conhecimento ou autorização expressa. No dia **19/03/2026**, alterei a minha morada. Na sequência dessa alteração, a Vodafone celebrou um novo contrato e iniciou um novo período de fidelização sem a minha autorização. A operadora afirma que autorizei essa alteração através de uma chamada telefónica e que foi enviado um SMS de confirmação. No entanto, nunca recebi qualquer SMS nem fui contactado telefonicamente para autorizar um novo contrato. Solicitei à Vodafone a prova da minha alegada autorização, nomeadamente a gravação da chamada e o comprovativo do envio do SMS. Até à presente data, **04/08/2026**, não me foi disponibilizada qualquer prova. Por duas vezes, a Vodafone forneceu-me o número **800 910 208** e um PIN de acesso, informando que poderia ouvir a gravação da chamada. Liguei em ambas as ocasiões, introduzi o PIN fornecido, mas não foi possível ouvir qualquer gravação, pelo que continuo sem acesso à prova que a Vodafone afirma existir. No dia **21/07/2026**, apresentei uma reclamação por escrito à Vodafone, à qual não obtive qualquer resposta. No dia **29/07/2026**, voltei a contactar o apoio ao cliente e fui informado de que deveria apresentar uma reclamação através do formulário da Vodafone, o que fiz. Posteriormente, recebi nova chamada da Vodafone a informar que a gravação estava disponível, tendo-me sido novamente fornecido o número **800 910 208** e um novo PIN. Voltei a ligar e, mais uma vez, não consegui aceder a qualquer gravação. O meu contrato anterior terminava em meados de abril de 2026 e era minha intenção cancelá-lo nessa altura. Em vez disso, a Vodafone colocou-me perante um novo contrato com fidelização, que nunca autorizei. Sempre que tento resolver a situação ou cancelar o contrato, sou encaminhado para novos contactos, sem que a empresa apresente qualquer prova da alegada autorização. Tive também conhecimento de notícias sobre consumidores que alegam terem sido celebrados novos contratos pela Vodafone sem autorização. Perante a situação que estou a viver, considero essencial que a Vodafone demonstre, de forma inequívoca, que existiu o meu consentimento. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste para que sejam salvaguardados os meus direitos, designadamente para que: * Seja anulada a celebração ou renovação do contrato efetuada sem a minha autorização; * Seja removido o período de fidelização indevidamente aplicado; * Me seja permitido cancelar o contrato sem qualquer penalização; * A Vodafone seja instada a apresentar prova válida da alegada autorização (gravação da chamada, comprovativo do envio e entrega do SMS ou qualquer outro elemento que demonstre o meu consentimento). Agradeço a vossa atenção e solicito a vossa ajuda na resolução desta situação, que se arrasta há vários meses sem que a Vodafone apresente qualquer prova ou solução. Com os melhores cumprimentos, Andreia Lima N.º de Cliente Vodafone 315178277 911531410
Demora na entrega da encomenda
No dia 20 de julho de 2026 fiz uma compra online de um termoacumulador, paguei pelo produto logicamente e pela retirada do velho e colocação do novo. Pensando eu ser uma coisa minimamente rapida.Hoje dia 4 de Agosto continuo sem receber o equipamento e ter sequer sido contactada pela worten ou mesmo pelo técnico.
Demora excessiva na Emissão do certificado de motorista tvde
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente à demora excessiva na emissão do meu certificado de motorista TVDE por parte do IMT. Efetuei o pagamento da taxa correspondente no dia 22/06/2026 e, até à presente data, já decorreram mais de 30 dias úteis, sem que o certificado tenha sido emitido. Considero este prazo manifestamente excessivo, sobretudo tendo em conta que este processo é indispensável para que eu possa iniciar a minha atividade profissional e garantir o meu sustento. Ao longo das últimas semanas tenho contactado repetidamente o IMT, quer através de reclamações, quer por outros meios de contacto. A resposta recebida tem sido sempre a mesma: informam-me que a situação será encaminhada para o serviço regional responsável pela análise e processamento do pedido. No entanto, apesar dessas garantias, não se verificou qualquer evolução concreta nem me foi fornecida uma previsão para a conclusão do processo. Foi-me ainda informado que os pedidos são analisados por ordem de entrada. Contudo, tenho conhecimento de uma pessoa que submeteu o pedido apenas em 02/07/2026 e que já obteve o respetivo certificado, enquanto o meu pedido, apresentado e pago anteriormente, continua sem qualquer decisão. Esta situação levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da alegada ordem de tratamento dos processos. Encontro-me numa situação financeira muito difícil. Estou impedido de iniciar atividade exclusivamente devido à demora do IMT, o que significa que continuo sem poder exercer a profissão para a qual reúno todos os restantes requisitos. Esta situação está a causar-me graves prejuízos, comprometendo o pagamento das minhas despesas e obrigações mensais. Perante o exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me ajudar a obter uma resolução célere deste processo, bem como a averiguar se esta demora e a forma como o meu pedido tem sido tratado respeitam os princípios da boa administração, da igualdade e da celeridade administrativa. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e qualquer apoio que me possam prestar para desbloquear esta situação com a maior urgência possível. Com os melhores cumprimentos,
Caução não devolvido
Não devolveram a minha caução de €450,00 Esta foi, sem dúvida, a pior experiência de alojamento que já tive. Morei no apartamento localizado na Avenida Praia da Vitória, nº 19, 2.º andar, administrado pela empresa Modoramo Lda. (NIF: 510948596). Saí do imóvel no dia 30 de junho e, até à presente data, a caução no valor de €450,00 continua por devolver. Já enviei inúmeros e-mails, que nunca foram respondidos, e também tentei contactar a empresa por telefone, sem sucesso. Sinto-me completamente lesado. Durante o contrato, foram feitas diversas cobranças adicionais. A primeira ocorreu já no segundo mês (fevereiro de 2026), quando nos cobraram €41,01, alegando um consumo de eletricidade acima do limite estabelecido por quarto. Em maio, após uma visita da funcionária (responsável por apresentar os apartamentos), foi alegada a existência de uma mancha de queimadura na mesa da cozinha, supostamente causada por um tacho quente. Foi-nos cobrado €49,75 por pessoa. No entanto, essa mancha já existia quando entrámos no apartamento. Tentámos explicar a situação e apresentámos fotografias que comprovam isso, mas a empresa recusou-se a reconhecer as evidências e exigiu o pagamento imediato, chegando a ameaçar-nos com expulsão caso não o fizéssemos. É importante destacar que uma funcionária fazia a limpeza do apartamento duas vezes por semana. Se o dano tivesse sido realmente causado durante a nossa permanência, seria natural que tivesse sido comunicado muito antes. No entanto, essa cobrança surgiu apenas no último mês do contrato. Ao pesquisarmos sobre a empresa, encontrámos site portal da queixa uma reclamação publicada em 2025 por um antigo morador, relatando exatamente o mesmo problema: uma cobrança indevida relacionada com uma suposta mancha na mesa da cozinha. Além disso, existem várias outras reclamações sobre a não devolução das cauções. Coincidência? Até ao dia em que deixámos o apartamento, a referida mesa nunca foi substituída. Perante toda esta situação, quatro moradores decidiram não pagar essa taxa nem a renda do mês de junho. Como resposta, e após várias ameaças — algumas bastante graves —, a empresa optou por cortar o fornecimento de eletricidade do apartamento. Essa decisão prejudicou também os moradores que tinham pago integralmente a renda e todas as cobranças exigidas. Ficámos mais de uma semana sem eletricidade, perdemos todos os alimentos que estavam no frigorífico e no congelador e fomos obrigados a fazer todas as refeições fora de casa. A empresa não apresentou qualquer solução e ainda tentou transferir a responsabilidade para os próprios moradores. Apenas depois, de todos os que não pagaram, deixarem o apartamento, é que a energia foi restabelecida. Quero deixar claro que sempre cumpri todas as minhas obrigações. Paguei todas as rendas dentro do prazo e também todas as taxas que me foram exigidas. Tenho e-mails, mensagens, fotografias, vídeos e testemunhas que comprovam tudo o que relato. No final, fiquei com a sensação de ter sido vítima de um esquema recorrente. Espero que esta reclamação sirva de alerta para futuros inquilinos e que esta empresa seja responsabilizada pelos prejuízos e pelos constrangimentos causados. Situações como esta não podem continuar a acontecer impunemente.
PREÇO ABUSIVO
Fotocópias a preto e branco simples Quer em folhas A4 ou A5 Até fui eu quem levou folhas de cor ( compradas na Staples) 34 cêntimos por fotocópia!!!!! É um ROUBO!!!! é INADMISSÍVEL!!!! uma VERGONHA!!! QUANDO NA CONCORRÊNCIA CUSTAM 8 CÊNTIMOS . Cometi o erro de não ver o preço tabelado. É UM ABUSO!!!! nunca mais!!!
Reembolso não emitido
Olá prezados , um cliente comprou um produto e não gostou , quis devolver , passou o prazo de 5 dias úteis de devolução e o mesmo não devolveu o produto pois queria reembolsalo, nesse caso , como ele não devolver a encomenda , o valor tem que ser encaminhado a mim , já passou duas semanas e vocês não me mandaram o valor e o cliente tão pouco devolver a encomenda , quero meu dinheiro
Falha na compra, reembolso não efetuado
Bom dia, No dia 15 de julho de 2026 procedi a uma compra através da app ZARA. Escolhi a forma de pagamento mbway. Após confirmar o pagamento na app mbway, voltei à app ZARA e pediu-me que confirmasse novamente o pagamento. Verifiquei na minha conta bancária que o valor tinha saído e por isso não paguei novamente. Não recebi nenhum comprovativo de compra por email nem apareceu a compra na app da ZARA. Entrei em contacto, via chat, com a assistência da loja e enviei o comprovativo de pagamento mbway. Disseram-me que ia receber uma resposta via email no prazo de 48 horas úteis. Desde essa data, tenho entrado em contacto com esse chat de apoio de 48 em 48 horas úteis (que é o prazo que me indicam que devo aguardar). Recebi um contacto via email da Zara (no-reply-pt@zara.com), no dia 24 de julho de 2026, a dar conhecimento do número do caso (197172432), a informar que tinham tentado entrar em contacto comigo (facto que após questionar o chat de apoio me informaram que o único contacto que tinha acontecido seria esse email) e a solicitar que retomasse contacto via secção de ajuda da plataforma. Após fazê-lo pediram-me que indicasse os primeiros e últimos números do meu cartão bancário e a partir daí, mesmo perante a minha insistência nada mais aconteceu. Sempre que tento falar no chat pedem-me que aguarde 48 horas e referem que esta é uma situação atípica. A verdade é que nas últimas 3 semanas a Zara tem retidos 121,77€ meus e até agora não tenho expectativas de quando irei receber o meu dinheiro de volta. Reforço a falta de profissionalismo e demora na resolução deste problema, bem como a apatia e respostas robóticas dos assistentes do chat. Mais informo que esta exposição foi também enviada através do Livro de Reclamações online. Aguardo uma rápida resposta e resolução da situação. Com os melhores cumprimentos, Carolina Azevedo
Contrato abusivo e falta de serviço
Venho solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação com a VERISURE, envolvendo renovação automática do contrato, cobrança de mensalidades sem prestação efetiva do serviço, falta de resposta aos contactos efetuados e incapacidade de concluir uma instalação funcional. O contrato teve origem num serviço contratado através de uma instituição bancária, no âmbito de um crédito habitação. Apesar de a relação com o banco já ter terminado há algum tempo, o contrato com a VERISURE foi renovado automaticamente, sem que tivesse sido prestada informação clara e atempada sobre a renovação e as respetivas cobranças. Desde maio têm sido cobradas mensalidades, apesar de o equipamento não estar devidamente instalado nem operacional. Foram enviados diversos pedidos por e-mail para agendamento da instalação, sem resposta ou resolução efetiva. Como me encontrava fora do país, não me era possível resolver imediatamente a situação por telefone, mas os pedidos escritos deveriam, ainda assim, ter sido respondidos. Posteriormente, apenas após uma chamada com duração superior a uma hora foi possível obter um agendamento. A primeira disponibilidade apresentada pela empresa foi cerca de duas semanas depois. Na data marcada, o técnico não conseguiu colocar o sistema em funcionamento e não dispunha de equipamento adicional ou de substituição para resolver o problema. O equipamento transferido possui apenas um sensor de abertura, apesar de o espaço original ter vários acessos e de o sistema anterior instalado na habitação possuir quatro sensores para portas e janelas. Assim, mesmo que o equipamento tivesse ficado operacional, a proteção disponibilizada seria claramente insuficiente. Considero que houve falhas graves na informação contratual, no acompanhamento ao cliente, na resposta aos pedidos de assistência, no fornecimento de equipamento adequado e na prestação efetiva do serviço. Pretendo o cancelamento imediato do contrato, sem qualquer penalização, a cessação das cobranças futuras e o reembolso dos valores pagos desde maio, período durante o qual não beneficiei de um sistema devidamente instalado e funcional. Toda a identificação pessoal, os dados do contrato, a cronologia completa dos acontecimentos e os respetivos elementos de prova encontram-se na documentação anexa, incluindo os e-mails enviados à empresa.
Avaria Grave Carro e Problemas Constantes
À Direção de Apoio ao Cliente da Volkswagen, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a problemas graves e persistentes com o meu Volkswagen T-Roc (comprado novo, em junho de 2025), bem como sobre o facto de o serviço de apoio ao cliente da Volkswagen não estar a funcionar devidamente, não tendo obtido qualquer resposta através do vosso canal de apoio ao cliente da marca ao longo deste processo (Volkswagen Caetano Drive). * No momento da entrega, reparei em dois riscos na porta do condutor. Foi-me dito pela Volkswagen que a reparação (polimento e pintura) deixaria uma diferença de cor visível em relação ao resto do carro, pelo que aceitei os riscos em vez de arriscar essa inconsistência. * A 16 de julho de 2026, deixei o carro numa oficina autorizada da Volkswagen para uma lavagem. O carro nunca mais foi devolvido em condições de funcionamento: surgiram múltiplos erros críticos (sistema de travagem, travão de estacionamento eletrónico, pressão dos pneus, sensores frontais, assistência de faixa), tornando o carro inseguro para conduzir. * A assistência em viagem da Volkswagen foi recusada por duas vezes, com base na informação de que o carro teria sido importado da Alemanha, informação que a própria Volkswagen mais tarde admitiu estar incorreta nos seus sistemas. Tive de recorrer ao meu próprio seguro para reboсar o carro até ao vosso parque de estacionamento da VW. * Desde então, o carro tem estado mal estacionado e desprotegido. Dois dias depois, encontrei um novo risco no interior do veículo (zona cinzenta junto ao lugar do condutor), sinais claros de que alguém tinha estado dentro do carro. Este dano não existia quando deixei o carro. * Os frisos cromados ficaram manchados durante a lavagem, situação que foi reportada mas nunca resolvida. * A Volkswagen recusou-se a fornecer um carro de cortesia, alegando falta de disponibilidade. * A 22 de julho de 2026, foi confirmado que o carro necessita de algumas substituições, com as peças a chegar a 10 de agosto e a conclusão da reparação prevista para 12 de agosto, o que significa que o carro estará impossibilitado de circular durante quase um mês. * Tanto quanto sei, o T-Roc é fabricado em Palmela, Portugal. No entanto, a SIVA informou-me que este veículo parece ter sido transportado e importado da Alemanha. Face a esta contradição, exijo total clarificação sobre a verdadeira origem e histórico do meu veículo. Tenho toda a correspondência de e-mail anterior (nenhuma das quais obteve resposta) e provas fotográficas/vídeo dos danos, disponíveis mediante pedido. Espero que este assunto seja tratado com a devida urgência. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida.
Exmos. Senhores Venho registrar que fiz o aluguer de uma viatura do dia 10/07 a 13/07 no balcão de Famalicão. Porém, ao receber a fatura foi constatado uma cobrança de mais uma diária. Tenho tentado por diversas vezes através de ligações resolver a questão, mas até hoje dia 04/08 não obtive êxito na devolução do valor nem me enviam os protocolos das ligações. Quero a devolução do valor e a correção dos dias em que estive com meu dinheiro retido indevidamente.
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