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Devolução não reembolsada - entregue a 28/06 na loja
Exmos. Senhores, No dia 28/06/2024, realizei uma devolução de um artigo no valor de 249 € na loja física Massimo Dutti, localizada no Fórum de Coimbra. No comprovativo de devolução informa que a devolução estará na conta do cliente no máximo de 5 dias após este ato, no entanto, até a data de hoje 17/07/2024, não tenho este valor creditado na minha conta. Ontem, dia 16/07/2024 entrei em contato via telefónica a expor a situação e foi-me informado que em sistema o valor estava como devolvido, pelo que solicitei um comprovativo de transação para o meu banco. Enviaram-me uma nota de crédito que em lado algum, comprova a transferência. Disseram-me que tinha de me deslocar ao banco, pois não podiam fazer mais nada. Questionei o banco com este comprovativo e já me confirmaram não existir qualquer movimento por parte da Massimo Dutti nem com este montante. Solicito a vossa ajuda na resolução deste assunto. Com os melhores cumprimentos,
Voo atrasado
Exmos. Senhores, Em (17 de julho de 2024) dirigi-me ao aeroporto de Lisboa, terminal 1 para embarcar no vosso voo (Nº 7621 ) para (Funchal. Aeroporto ilha da Madeira. Sucede que o voo, que estava marcado para as 7:10, se atrasou, com partida a ter lugar pelas 10:21e a chegada ao destino a ocorrer às 11:54h. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 250 a 350 de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Fiz uma encomenda com o número SOW24/20087 realizado no dia 30/05/2024. No site de acompanhamento da encomenda diz que a data prevista de entrega era no dia 11/06/2024 e até hoje nada, A encomenda apenas de encontra no estado “confirmado”, não tendo ainda recebido notificação que tenha sido enviada. Após inúmeros emails e chamadas continuo sem reposta.
Sinistro não resolvido
Exmos. Senhores, No passado dia 6 de maio de 2024 tive um acidente ligeiro e sendo o proprietário do outro veículo o culpado, apesar deste não se dar como culpado, tentei primeiramente resolver a situação com a seguradora deste (VICTORIA seguros), mas sem sucesso. Sequentemente, tentei tratar do assunto com a minha própria seguradora, na qual pago um seguro caro contra todos os riscos, e esta recusou ajudar-me, alegando que quem deveria tratar do assunto, deveria ser a seguradora do responsável pelo acidente. Indignada com a situação tentei, já de inúmeras maneiras resolver a situação por outras vias mas infelizmente encontro-me até ao dia de hoje sem solução e, estando esgotada e já sem saber o que fazer, resolvi contactar-vos após ter sido aconselhada pelo policial da esquadra de trânsito de Mem Martins. O caso já foi averiguado e tenho várias comunicações por e-mail que provam que não sou a culpada por este acidente. Inclusive recorri á proteção jurídica que infelizmente sem o auto da polícia se recusa a ajudar-me e como tal, não avança com a resolução da situação. Da mesma forma a seguradora Victoria também não se dá totalmente como culpada nem resolve o problema pois dizem estar á espera do "suposto" pedido, o auto da polícia o que é totalmente falso. Depois de ter ligado mil vezes para a esquadra de trânsito de Mem Martins e deslocado ao local, os policiais informaram-me que nenhum requerimento foi solicitado até á data de hoje. Liguei para a minha seguradora tranquilidade seguros também inúmeras vezes mas a resposta foi sempre a mesma, que deveria tratar do assunto com a Victoria seguros e que nada têm a ver com o problema. Eu pergunto para que serve um cliente pagar tão caro por um seguro automóvel contra todos os riscos se não é defendido nem ajudado neste tipo de situações em que o cliente não tem a culpa. Desloquei-me diretamente a uma loja tranquilidade seguros onde me responderam que as situações de sinistros são resolvidas através do mediador do cliente e que como tal também não poderiam fazer nada . Informaram-me no local que o meu mediador provavelmente pertence à Nissan Caetano Power onde comprei a viatura. Quando efetuei a compra do veículo, efetuei o seguro através da Caetano power que tratou de tudo. Desloquei-me diretamente ao grupo Caetano Power em Benfica na esperança de ver finalmente resolvida a minha situação e encontrei a pessoa que tratou do meu seguro. Esta senhora Rosália Casqueiro, não é minha mediadora mas disse que iria enviar um e-mail para tratar do assunto á suposta mediadora que nem eu sei quem é, e sendo que só um mediador pode resolver este tipo de situações, deveria ser obrigatório que o cliente estivesse em contacto e conhece-se a pessoa responsável. Conclusão, a senhora Rosália não pôde resolver o assunto e enviou-me apenas um e-mail a informar que a tranquilidade não pode fazer nada e que mais uma vez tem de ser a Victoria seguros a resolver o assunto. Quando me desloquei á loja física, disseram-me totalmente o oposto e que o serviço que o cliente paga é precisamente para ser ajudado e defendido como referi anteriormente. Para finalizar ainda recorri ao instituto português de seguros mas o desfeixo foi exatamente o mesmo sendo que os prazos legais para resolução deste problema já expirou há muito tempo (32 dias úteis). Sem saber mais o que fazer peço-vos que me ajudem a resolver esta situação. Aqui ficam alguns dados importantes : Número do processo Victória seguros : 550997 Gestores responsáveis pelo meu processo : Tânia Vibagre e João Pedro Pinto Número do processo Tranquilidade : 0021055933 Requerimento Auto Policial : 731 Cumprimentos, Sara Trichet
Sinistro automóvel não resolvido após 2 meses
Exmos. Senhores, No passado dia 6 de maio de 2024 tive um acidente ligeiro e sendo o proprietário do outro veículo o culpado, apesar deste não se dar como culpado, tentei primeiramente resolver a situação com a seguradora deste (VICTORIA seguros), mas sem sucesso. Sequentemente, tentei tratar do assunto com a minha própria seguradora, na qual pago um seguro caro contra todos os riscos, e esta recusou ajudar-me, alegando que quem deveria tratar do assunto, deveria ser a seguradora do responsável pelo acidente. Indignada com a situação tentei, já de inúmeras maneiras resolver a situação por outras vias mas infelizmente encontro-me até ao dia de hoje sem solução e, estando esgotada e já sem saber o que fazer, resolvi contactar-vos após ter sido aconselhada pelo policial da esquadra de trânsito de Mem Martins. O caso já foi averiguado e tenho várias comunicações por e-mail que provam que não sou a culpada por este acidente. Inclusive recorri á proteção jurídica que infelizmente sem o auto da polícia se recusa a ajudar-me e como tal, não avança com a resolução da situação. Da mesma forma a seguradora Victoria também não se dá totalmente como culpada nem resolve o problema pois dizem estar á espera do "suposto" pedido, o auto da polícia o que é totalmente falso. Depois de ter ligado mil vezes para a esquadra de trânsito de Mem Martins e deslocado ao local, os policiais informaram-me que nenhum requerimento foi solicitado até á data de hoje. Liguei para a minha seguradora tranquilidade seguros também inúmeras vezes mas a resposta foi sempre a mesma, que deveria tratar do assunto com a Victoria seguros e que nada têm a ver com o problema. Eu pergunto para que serve um cliente pagar tão caro por um seguro automóvel contra todos os riscos se não é defendido nem ajudado neste tipo de situações em que o cliente não tem a culpa. Desloquei-me diretamente a uma loja tranquilidade seguros onde me responderam que as situações de sinistros são resolvidas através do mediador do cliente e que como tal também não poderiam fazer nada . Informaram-me no local que o meu mediador provavelmente pertence à Nissan Caetano Power onde comprei a viatura. Quando efetuei a compra do veículo, efetuei o seguro através da Caetano power que tratou de tudo. Desloquei-me diretamente ao grupo Caetano Power em Benfica na esperança de ver finalmente resolvida a minha situação e encontrei a pessoa que tratou do meu seguro. Esta senhora Rosália Casqueiro, não é minha mediadora mas disse que iria enviar um e-mail para tratar do assunto á suposta mediadora que nem eu sei quem é, e sendo que só um mediador pode resolver este tipo de situações, deveria ser obrigatório que o cliente estivesse em contacto e conhece-se a pessoa responsável. Conclusão, a senhora Rosália não pôde resolver o assunto e enviou-me apenas um e-mail a informar que a tranquilidade não pode fazer nada e que mais uma vez tem de ser a Victoria seguros a resolver o assunto. Quando me desloquei á loja física, disseram-me totalmente o oposto e que o serviço que o cliente paga é precisamente para ser ajudado e defendido como referi anteriormente. Para finalizar ainda recorri ao instituto português de seguros mas o desfeixo foi exatamente o mesmo sendo que os prazos legais para resolução deste problema já expirou há muito tempo (32 dias úteis). Sem saber mais o que fazer peço-vos que me ajudem a resolver esta situação. Aqui ficam alguns dados importantes : Número do processo Victória seguros : 550997 Gestores responsáveis pelo meu processo : Tânia Vibagre e João Pedro Pinto Número do processo Tranquilidade : 0021055933 Requerimento Auto Policial : 731 Cumprimentos, Sara Trichet
pedido de autorização de residência com 180 dias úteis em análise
Exmos. Senhores, Entrei no país no dia 05 de agosto de 2023 através do visto de procura de trabalho. Juntei toda a documentação necessária para realizar o pedido de autorização de residência e, no dia 26 de outubro, realizei a entrevista no SEF. Logo depois, a AIMA assumiu. Hoje, dia 17/07/2024, completam-se 266 dias, dos quais 180 dias úteis, desde que realizei o pedido de autorização de residência e não obtive nenhuma resposta. Ou seja, são 9 meses aguardando essa decisão. Já entrei em contato por telefone e apenas me informam que o pedido está em análise. Enviei uma carta registrada através de um advogado no dia 15/03/2024 e não obtive resposta, assim como todas as centenas de tentativas de e-mails enviadas por mim e pelos advogados que me representam. Fomos até o local da entrevista juntamente com um advogado e nada se resolveu. No momento, estou impossibilitado de exercer todos os meus direitos no país, como obter carta de condução e o direito de ir e vir, já que ainda me encontro em uma situação irregular no país. Estou procurando uma solução, mas me encontro sem saída, mesmo realizando todos os procedimentos de forma correta. Cumprimentos.
Dificuldades no cancelamento
Exmos. Senhores, Dirigi-me as instalações do FitnessUp MarShopping fazendo-me acompanhar de um atestado médico onde é referido que não posso realizar exercício físico em ginásio. Pedi o cancelamento e foi-me dito que teria de pagar uma taxa de cancelamento de 50 euros mais o valor correspondente às semanas que me faltavam pagar até ao fim do contrato, totalizando um valor de 136,70€. Fiquei surpreendida, visto que estava a cancelar dentro do tempo pedido no contrato, no entanto, quando me inscrevi no mês de junho de 2023, ofereceram-me dois meses grátis, o que significa que só comecei a pagar mensalidade em setembro. Informaram-me que o contrato só iniciou oficialmente no momento em que comecei a pagar e que essa seria a justificação para o valor elevado a pagar. O contrato é de "compromisso" e não de fidelização, no entanto sou obrigada a pagar as quinzenas? Informaram-me, por email que "A adesão ao plano com vínculo anual implica um compromisso pelo período de 52 semanas pagas e com renovação automática por um período de 26 semanas, sistematicamente salvo comunicação do contrário." - não se trata isto de uma fidelização e, consequentemente, uma forma de enganar os clientes? Após esta situação cancelei o débito direto e informaram-me que iriam encaminhar o processo para o departamento financeiro. Cumprimentos.
Cancelamento de serviço
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda em relação a empresa MEDICARE. No mês de janeiro a medicare entrou em contacto comigo, para fazer um plano de saude, apresentaram me serviços e planos , disseram me que por ser jovem teria um desconto bastante acessível, na minha inocência aceitei achando que seria bastante vantajoso. Passado um tempo queria fazer o cancelamento, pois como já não teria necessidade nenhuma e como nunca usei o serviço não fazia sentido tê-lo. Entrei em contacto com a linha de apoio e disseram me que seria obrigada a fazer os pagamentos mensais até ao final do contrato que é de 1 ano, o que não faz sentido nenhum se nunca usei o serviço. E não sou obrigada a fazer pagamentos de algo que não usufrui e não me foi dito na altura que seria obrigada a ficar com o plano até 1 ano. Peço por favor a vossa ajuda . Cumprimentos. Luísa Lopes
IKEA - Reclamação sobre a encomenda nº 1442353905 - falta de stock
Ao Serviço de Atendimento ao Cliente IKEA Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à encomenda online de nº 1442353905, realizada no dia 20-06-2024, cuja a data agendada para a recolha foi agendada para o dia 13-07-2024, quase um mês depois da compra. No dia 13-07-2024, no dia em que me dirigi ao local para levantar a encomenda recebi um SMS a informar que o pedido seria parcialmente cancelado devido à falta de stock de duas unidades de uma estante. Ao levantar a outra parte da encomenda, fui informado que, devido à data da recolha, já não havia, naquele momento, as quatro unidades disponíveis, apenas duas delas, uma vez que clientes que levantaram suas encomendas antes de mim levaram grande parte do stock existente. Considero esta situação inaceitável, uma vez que a compra foi realizada previamente, precisamente para garantir todas as unidades necessárias. Contudo, o critério utilizado pela IKEA Portugal não levou em consideração a data da compra, mas sim a data do levantamento, o que resulta numa má gestão de stock e prejudica os clientes que, como eu, realizaram o pedido e o respetivo pagamento antecipadamente. Recebi uma nota de crédito relativamente às duas estantes que estavam com o preço promocional de 29,99€ cada unidade. No entanto, após o término dos saldos, o preço da estante subiu para 69,99€ a unidade. Exijo que a minha encomenda seja mantida ativa até que o stock seja renovado e que o valor promocional de aquisição seja respeitado. Ainda, que realizem a respetiva entrega em minha casa, gratuitamente, já que paguei por um serviço de transporte privado para ir ter comigo e transportar o total das encomendas e naquele dia voltei para casa com uma encomenda parcial. Aguardo uma resposta rápida e positiva a esta reclamação, e que a IKEA tome as medidas necessárias para resolver este problema de forma justa e adequada, assegurando que os direitos do consumidor sejam respeitados. Com os melhores cumprimentos, Fernando Júnior
Cancelamento reserva pelo Booking
Exmos. Senhores, No dia 25 de Fevereiro foi efetuada uma reserva para 4 noites em Agosto, numa zona com bastante procura. Fizemos a reserva atempadamente, precisamente por sabermos que mais perto da data seria impossível um alojamento com as características que tínhamos seleccionado. 3 meses depois fomos contactados pelo alojamento, informando que não nos poderiam receber, e pediram-nos para cancelarmos (nós) a reserva. Esta situação pareceu-nos particularmente estranha, e decidimos contactar o Booking para esclarecimento. Inicialmente nem o Booking nem o alojamento foram claros sobre o motivo de não nos receberem, mas acabaram por assumir que foi devido a uma divergência na tarifa (para baixo) em 170 euros, facto que só se aperceberam 3 meses após a reserva.. Obviamente que fomos colocados numa situação totalmente irresponsável por parte do Booking, visto que a 2 meses da data da nossa estadia, era totalmente impossível conseguirmos uma estadia pelos mesmos valores e com as mesmas condições que as inicialmente reservadas. A "ajuda" do Booking após dezenas de mensagens, foi essencialmente fazer várias pesquisas, onde foi constatado que não havia alojamentos com as mesmas características, e uma oferta de um crédito de 25 euros (não, não me esqueci de um zero..) Esta postura é totalmente inaceitável. A responsabilidade do Booking é providenciar um alojamento nas mesmas condições (ipsis verbis) ou na impossibilidade, assumir a diferença para um alojamento em condições superior. No pior dos cenários, aceitamos uma indemnização no valor do alojamento. Esta situação, provocada na sua totalidade por um erro do Booking (ou do alojamento), não pode, nunca, prejudicar o cliente. Cumprimentos.
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