Reclamações públicas

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L. S.
31/03/2021

Atendimento Médico

No dia 31/03 deslocámo-nos do Barreiro onde residimos até ao hospital dos Lusíadas de Lisboa para uma consulta de pediatria do meu filho de um ano.Devido à situação actual de pandemia e fecho de concelhos e devido a uma acção policial na ponte 25 de Abril chegámos atrasados cerca de 5 minutos à hora marcada (11h) e recebemos logo um aviso que a “Srª Drª” Sandra Marques da Costa, “médica” que em má hora escolhemos para ver o nosso filho devido a um problema alimentar de que tem estado a sofrer ultimamente, dificilmente iria ver-nos pois chegámos atrasados. E assim se confirmou a “Srª” em causa, sem justificação aceitável, recusou a receber-nos.Quisemos falar com um membro da administração e depois de alguma insistência deslocou-se visivelmente contrariado até nos, o Dr. João Bismarck Pereira que se intitulou responsável da pediatria. Explicámos que queríamos ser recebidos pois estávamos bem dentro do período reservado da nossa consulta, mas mais uma vez este pedido foi-nos negado, sem ser dada qualquer alternativa e até atirando este sr. que a “doutora” estaria certa. Um “profissional” de saúde que primazia o seu tempo e as suas regras em detrimento dos utentes e sem consideração pela situação atual que todos vivemos, tem problemas graves de noção da realidade e de profissionalismo. O Hospital onde o nosso filho nasceu e onde encontrámos sempre tanta simpatia e disponibilidade e onde inclusive já chegámos a esperar mais de 3 horas por uma consulta sem nunca termos reclamado por isso, não pode compactuar com estes maus profissionais que mancham a imagem do mesmo.Exigimos por isso um pedido de desculpas formal por parte da srª em, causa por termos perdido um dia de trabalho deslocando-nos 80km (ida e volta) apenas para sermos maltratados por incompetentes e mal criados que dão má nome à classe que representam.Exigimos ainda do hospital uma vez que os danos do stress e nervosismo que nos causou e o adiamento da situação do nosso filho são irreversíveis, que nos devolvam o dinheiro que perdemos neste dia e junte ao pedido de desculpas da Srª um compromisso do hospital que fará diligências para que as regras não sejam ditadas por uma “médica” isoladamente mas sim por vocês.Certos do vosso melhor entendimento,Leonel e Lisbeth Silva

Resolvida
A. G.
27/03/2021

Denúncia de Negligência de Serviços de Saúde

Assunto: Negligência dos serviços Swiss Dental ServicesExmos. Senhores,Ana Rita Ribeiro Guimarães, portadora do cartão de cidadão n.º 13928220, residente em Rua Sistelo 232, 1º esquerdo Rio Tinto, vem, por este meio, dar conhecimento da atuação da gestora de pacientes, médico dentista e responsável gestão de reclamação Clínica Dentária Swiss Dental Service no Porto, na seguinte situação:– No dia 18.12.2020 na parte da manhã, a minha mãe, Ana Maria Gonçalves Ribeiro Guimarães, deslocou-se á clínica para uma consulta de avaliação para colocação de uma prótese removível acrílica, sendo informada que a consulta de avaliação era gratuita - Foi avaliada por um médico dentista até ao momento desconhecido (pois nem a gestora Sandra Pereira nem a Gestora Cristiana Rama até ao momento, mesmo já tendo sido pedido várias vezes, não indicam o nome do médico, que elaborou um orçamento para implantologia e com recurso a crédito financeiro (solicitado também pelo médico) - A paciente deslocou-se 3vezes á clínica pagando sempre um valor de 200€ para “saldo positivo” para o seu tratamento, sendo que uma vez, dada impossibilidade financeira a paciente compareceu á consulta, mas não levou mais dinheiro, sendo recusada a consulta á mesma. - Dirigi-me á clínica com a minha mãe e questionei o Plano de Orçamentos – Implantes, uma vez que a paciente referiu mais que uma vez não ter condições financeiras e procurar algo que lhe desse “vontade de sorrir sem vergonha” mesmo que “tivesse de tirar para dormir” - De imediato a gestora colocou a minha mãe, paciente, em causa referindo que a Swiss Dental Service era uma clínica de Implantologia nunca sendo nenhum tratamento feito sem implante - O médico em questão também participou recusando fazer qualquer tratamento que não fosse implante e alegando inicialmente que já tinham os moldes para provas de cera e depois que por mais 1200€ já levaria a mesma. - Entrei em contacto com a responsável por gestão de reclamações que a fim de alguns dias – respondendo-me com diferença de uma semana mais ou menos considerou que a reclamação não era válida, que não devolveriam qualquer valor á paciente e que a opção era. 1) Uma nova avaliação e novo plano de tratamentos viável – sendo que o que a paciente pretende, prótese removível acrílica, o que a paciente pretende, não é considero pela Swiss Dental Services viável, 2) A paciente ficar com saldo positivo em clínica até decidir fazer algum tratamento por suas excelências considerado viável. Em suma, a minha reclamação acontece por vários motivos: primeiro porque em momento algum foi tido em consideração o que a paciente pediu, sendo sempre a mesma induzida a erro até mesmo numa possível ajuda financeira (recurso a crédito) que em momento algum deve partir de um médico dentista segundo, vendem um serviço dentário com áreas de especialidade (Endodontia, Prostodontia, Periodontia e Implantologia e depois recusam a fazer um tratamento que não seja implantologia – fraude. Referem que a primeira consulta é gratuita e depois cobram 200€ por exames radiológicos e abertura de processo. Alegadamente, no último e-mail trocado com a Sra. Cristiana Rama, responsável gestão de reclamação, também não consideram viável um tratamento que no fundo orçamentaram - a prótese. Como o comportamento acima descrito me parece intolerável, inadmissível, inoportuno, pouco ético e em momento algum respeitoso perante o código deontológico, venho por este meio, solicitar que sejam devolvidos o valor de 400€ em saldo positivo.

Encerrada
C. M.
22/03/2021

Suposta divida na Medicare

O meu nome é Cristina Monteiro, nif 205915000, c.u 10924621-7ZX1. Eu pedi uma nova renovação de contrato com a Medicare em que fiquei a saber que tenho uma suposta divida de 2014 no valor de +- 259€. Um suposto contrato feito em meu nome. Nunca contactei esta empresa para o quer que seja. Nunca usufrui nada da mesmo. Nunca fui contactada em nenhum dos meus contatos. Detectei que uma grande informação minha bate certo mas o meu contacto telefónico não coincide. Em 2018 fiz um primeiro contato da Medicare para usufruir de médicos particulares e de especialistas. Neste ano as mensalidades até correu dentro da normalidade e depois em 2019 activei a renovação de acordo que tinha em 2018, que entretanto com a situação da Covid deixei de poder pagar 5 mensalidades no valor 24,90€. No ano 2020 fui pressionada a pagar as mensalidades do último contrato. Entretanto combinei assim que tivesse condições os iria contacta-los para pagar as restantes mensalidades, assim o fiz. No final do ano 2020 contactei-os para fazermos um acordo pagamento com as restantes mensalidades em 5 meses, que entretanto consegui pagar em 4 meses. Com a finalização desta divida resolvi querer continuar com a Medicare e usufruir das condições que eles mesmo oferecem em qual fui informada que não o podia fazer porque tenho dividas. Perguntei e disse que não podia ser que a unica divida que tinha já o tinha resolvida. Entretanto sou informada de uma divida que supostamente fiz em 2014. Sei que não o fiz, como fui lesada em duas ou três mensalidades. Acabei por saber que seria da Medicare, cancelei os debitos no banco e também contactei a Medicare sobre o que me estava acontecer. Por intermédio de alguém me foi dito que bastava enviar um mail para Medicare na área financeira e contar o que sucedeu, assim o fiz. Neste momento acusam-me de uma dívida que não fiz e que nunca usufrui. Sei que fui usada por alguém e que esse alguém não sou eu. O que não me entra na cabeça é como pago a minha divida que eu acordei pagar de livre vontade e depois de eu querer renovação dos serviços da Medicare me é dito que não posso ser sócia porque tenho uma suposta divida de +-259€, já que passaram 7 anos desta suposta situação. Ja expliquei e já rexpliquei que não sei de nada, não usufrui de nada e agora querem me obrigar pagar algo que não tenho conhecimento voluntário e nada foi pedido por mim. Gostava imenso que pudesse ajudar nesta situação.

Encerrada
P. P.
16/03/2021

Dinheiro

Boa-tarde,O motivo desta minha reclamação é a fatura (V FRAL2021/0000439), a qual foi me cobrada na ordem dos 25,00€, e isto, segundo esta mesma fatura menciona proteção de Covid-19, pelo que pedi explicações às funcionarias deste hospital, e as mesmas informaram-me que é devido à situação sobre o covid, pelo que foi usado material de proteção ao covid (mascaras cirúrgicas) e também à qualquer desinfeção da sala de cirurgia, isso para proteger do Covid, ou seja, nada justificaram ou alegaram, aliás, nada há para justificar, até porque é lei devermos andar/usar a máscara cirúrgica, e mais ainda, é o dever do hospital dar cumprimento, que é usar mascaras, usar equipamentos de proteção e etc, isto são normas e orientações dadas pelas entidades competentes que o próprio hospital tem que seguir, portanto, eu não tenho que efetuar qualquer pagamento ou contribuição, pelo que esta cobrança não tem qualquer fundamento ou justificação.Resumo da ocorrencia da consulta e cirurgia:Tive uma consulta com a medica, Dra. Nisa Freitas (dermatologia), isso devido à minha queixa na pele da minha cara (tipo de crosta). Segundo a Dra., nada de especial, no entanto, acabei por fazer na mesma uma raspagem que foi efetuada pela mesma.Nesta consulta e também na cirurgia, a Dra. Nisa sempre usou a máscara, assim, como eu usei a minha, isso na consulta e também na cirurgia. Quanto ao restante material de proteção de covid, nada vi ou assisti alterações, ou mudanças, ou seja, tanto a medica ou as enfermeiras usavam as mesmas batas que tanto usaram na consulta e na cirurgia.Mais que isso, eu nunca dei qualquer consentimento sobre os custos a suportar sobre a questão do Covid, e mesmo que me informassem ou me pedissem o meu consentimento, eu em nenhum momento poderia me pronunciar, pois é mais que obvio que cada um de nós tem que se proteger, tanto a medica, ou enfermeiras ou eu próprio paciente, devemos devidamente usar as mascaras.Resumindo, eu não tenho nada que custear uma coisa que não me compete, mas sim, são os deveres, regras e normas que estamos sujeitos, pelo que quero que o hospital privado de Alfena que me devolva os 25,00 euros.ObrigadoPedro Pinto

Encerrada
S. C.
13/03/2021

Resposta da Medicare a 12.03.2021

Tendo em conta a pressão e as condições de renovação de fidelização de contratos sem a minha vontade, preciso de ajuda para resolver este assunto. Não sei como me desvencilhar da situação, pois não tenho acesso às gravações. Também não tenho possibilidades financeiras para efetuar os pagamentos que envio abaixo. Não pretendo pagar mais prestações. Estou afetada psicologicamente com estes serviços, que antes ofereceram o desconto do montante à data de 50$% e agora vem dizer que era uma campanha que já não está ativa. Precisa do vosso apoio jurídico e para resolver a minha situação, assim como denunciar a o modo de insistência das suas convicções. Pedi para não renovarem os contratos. conforme mail enviado no anterior contato que fiz para a Deco.Para bem da minha saúde mental e libertação deste sufoco emocional peço a vossa ajuda jurídica o mais breve possível.Com os melhores cumprimentos, Silvana Correia_________________Depois de conversa telefónica entre a reclamação e a data de 12-0302021.________________Resposta da Medicare a 12.03.2021Apoio Reclamações [apoio.reclamacoes@medicare.pt]sexta, 12/03, 08:50 (há 1 dia)para mimExmo.(a) Sr.(a) SILVANA MARIA GIL CORREIA,Somos pelo presente a acusar a receção ao seu email, o qual mereceu a nossa melhor atenção. No seguimento do nosso contato telefónico e conforme indicado, informamos que o contrato celebrado com a MEDICARE é de duração anual, renovável automaticamente por igual período, salvo se alguma das partes solicitar a não renovação até 30 dias antes do termo da anuidade, ou de qualquer uma das suas renovações.Mais informamos que a Não Renovação já se encontra registada, no entanto, apenas produz o cancelamento do seu contrato nessa data, sendo a última mensalidade no mês de Janeiro de 2022.Não obstante, existem ainda valores em dívida referentes aos meses de Agosto/2019, Setembro/2019, Outubro/2019, Novembro/2019, Dezembro/2019, Janeiro/2020, Fevereiro/2020, Março/2020, Abril/2020, Maio/2020, Junho/2020, Julho/2020, Agosto/2020, Setembro/2020, Outubro/2020, Novembro/2020, Dezembro/2020, Janeiro/2021, Fevereiro/2021 e Março/2021.Formalizámos o envio da Entidade e Referência dos valores em dívida, que já recebeu automaticamente no seu email (ou SMS). Estaremos disponível para qualquer esclarecimento adicional.Sem mais assunto de momento subscrevemo-nos com elevada consideração.Tânia MartinsGestor de Apoio à ReclamaçãoTel. (+351) 219 441 113Rua Rodrigues Sampaio n.º 103, 1150-279 Lisboamedicare.pt Prémios 2021Medicare é uma marca registada da MED&CR – Serviços de Gestão deCartões de Saúde Unipessoal Lda., pessoa coletiva 513361715, que gereplanos de saúde que disponibilizam o acesso a uma rede exclusiva deparceiros especializados na prestação de cuidados de saúde.... Medicare PAGAMENTO MULTIBANCOPlano de Saúde PlatiniumNº Contrato: 000571546 Caro(a) Cliente SILVANA MARIA GIL CORREIA,Efetue o pagamento referente ao seu Plano de Saúde Platinium, utilizandoos seguintes dados: Multibanco Entidade: 23463 Referência: 189198090 Valor: 358,20€ Expira a: 14-03-2021 Permanecemos disponíveis para qualquer dúvida e/ou esclarecimento adicional, através do Serviço de Apoio ao Cliente 219441113 ou por email info@medicare.pt.Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos com a mais elevada consideração.Com os melhores cumprimentos,A equipa MedicareEste email é meramente informativo, e não está preparado para aceitar respostas. Agradecemos que não responda para este endereço. APOIO AO CLIENTE219441113Fale conosco. PRÉMIOS 2020Obrigado pela confiança. Sede social:Rua Rodrigues Sampaio n.º 1031150-279 Lisboa medicare.pt fb in is A Medicare não é uma entidade prestadora de serviços de Saúde. Medicare é uma marca registada da MED&CR – Serviçosde Gestão de Cartões de Saúde, Unipessoal, Lda., pessoa coletiva 513 361 715. faturacao.no-reply@medicare.ptsexta, 12/03, 08:49 (há 1 dia)para SMGCORREIA (smgcorreia@gmail.com)As imagens não estão apresentadas. Apresentar as imagens abaixo - Apresentar sempre imagens de faturacao.no-reply@medicare.pt Medicare PAGAMENTO MULTIBANCOPlano Alimentar Mais Sabor ClubNº Contrato: 10000709467 Caro(a) Cliente SILVANA MARIA GIL CORREIA,Efetue o pagamento referente ao seu Plano Alimentar Mais Sabor Club, utilizandoos seguintes dados: Multibanco Entidade: 23463 Referência: 525876837 Valor: 400,00€ Expira a: 14-03-2021 Permanecemos disponíveis para qualquer dúvida e/ou esclarecimento adicional, através do Serviço de Apoio ao Cliente 219441113 ou por email info@medicare.pt.Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos com a mais elevada consideração.Com os melhores cumprimentos,A equipa MedicareEste email é meramente informativo, e não está preparado para aceitar respostas. Agradecemos que não responda para este endereço. APOIO AO CLIENTE219441113Fale conosco. PRÉMIOS 2020Obrigado pela confiança. Sede social:Rua Rodrigues Sampaio n.º 1031150-279 Lisboa medicare.pt fb in is A Medicare não é uma entidade prestadora de serviços de Saúde. Medicare é uma marca registada da MED&CR – Serviçosde Gestão de Cartões de Saúde, Unipessoal, Lda., pessoa coletiva 513 361 715. Fim

Encerrada
E. P.
08/03/2021

Burla com Contrato Telefónico

Exmos. Senhores,No dia 27/05/2020 fui contatada, via telefone, por uma representante da Medicare com o intuito (entendi eu) de apresentar o Serviço Medicare (serviços de cuidados de saúde) e Vetecare mediante a adesão a dois Planos Medicare específicos.Na sequência das dúvidas colocadas e pedidos de esclarecimento solicitados, foi-me dito, em conclusão do contato, que seria enviado um mail (para um endereço fornecido por mim) com informação detalhada, ao qual eu anuí.Desde essa altura até ao mês de Fevereiro 2021, o Banco com quem trabalho não emitiu qualquer extrato bancário, pelo que o meu conhecimento dos débitos ocorridos em conta eram pontuais e sempre limitados à consulta de movimentos em Caixas MB/ATM.Ora sucede que, aquando da validação em 22/02/2021, no Portal da AT, de faturas emitidas para o meu contribuinte, tomo conhecimento da existência de faturas mensais emitidas, desde junho de 2020 até àquela data, pela empresa MED&CR, Lda. (à qual pertence a marca Medicare e o Serviço Medicare).Face à certeza que tinha, e tenho, de não ter subscrito qualquer Serviço e Plano Medicare, contatei de imediato o meu Banco solicitando informações sobre os Débitos Diretos (DD) existentes, tendo sido informada da existência de DD ativo para a empresa MED&CR, Lda. Pensando tratar-se de um erro ou até de uma burla, solicitei de imediato o cancelamento do referido DD.No dia 02/03/2021, fui contatada por uma representante da Medicare, a propósito da falta de pagamento de fatura por cancelamento do mesmo DD. Só nesse momento e com grande estupefação, tomo conhecimento através desta respresentante da Medicare que, alegadamente, existem dois “contratos verbais telefónicos” subscrito por mim em maio de 2020 para adesão ao Serviço Medicare e Vetecare.No entanto, e de acordo com informação fornecida pela Medicare, não existe no seu “processo” qualquer documento escrito que consubstancie este alegado contrato verbal.Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão ao referido Plano de Saúde, invoco o disposto no nº 7 do Artº 5º do Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 fevereiro (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos Direitos dos Consumidores), com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 78/2018, de 15 de outubro, no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços”.Face ao exposto e considerando que não assinei qualquer contrato nem dei consentimento escrito onde conste uma adesão e subscrição da minha parte ao Serviço/Plano Medicare ou Vetecare, agradeço que procedam ao seu cancelamento com efeitos imediatos.Mais ainda, informo que irei tomar as devidas providências legais com o objetivo de ser ressarcida pelos pagamentos por Débito Direto efetuados, entre junho 2020 e fevereiro 2021, indevidamente através da conta bancária da qual sou titular. Com os melhores cumprimentos,Maria Elsa Palhares

Encerrada

Reembolso

Bertina TeotónioR Amoreiras, 15Murteira2550-360 LAMAS, CdvRECLAMAÇÃORefª ERS#3mar21EMPRESA “O MEU DOUTOR, RAP”Reabilitação Auditiva, PortugalR. Heróis de Angola, nº142400-LeiriaContacto telefónico 244182280Esta empresa vende aparelhos auditivosEsta empresa encontra-se na rede social FACEBOOKCadaval, 4 Mar 2021Exmos Senhores,O meu nome é BERTINA DOS SANTOS TEOTÓNIO, residente na Murteira, Cadaval e fui vitima de burla em Dezembro de 2020 ao devolver no prazo previsto de 14 dias posterior à compra, um equipamento auditivo, (composto por um aparelho auditivo para cada ouvido), que nunca cheguei a utilizar a não ser em presença do vendedor/técnico, ainda durante a entrevista.Queixando-me que os auriculares nem tão pouco entravam correctamente no pavilhão auditivo, foi induzida, sob desculpa de ser uma questão de adaptação, a manter um tempo.Importa ainda referir que tenho patologia do ouvido grave e que ambos os tímpanos se encontram totalmente furados.Paguei DOIS MIL EUROS), mas prontamente devolvi o equipamento mal cheguei a casa.Foi então proposto por escrito pela empresa, um reembolso em 4 prestações mensais, sem qualquer referência a um contrato escrito.Não houve qualquer acordo meu e desde Dezembro até Fevereiro, não mais ouvi falar do assunto. O meu contacto foi bloqueado.Após tempo, esforço e determinação junto da plataforma Portal da Queixa, email e Carta Registada, foi depositada na minha conta no dia 19 de Fevereiro, parte do total —a quantia de €1500.Logo de seguida recebo na minha residência uma factura/recibo para efeitos de IRS em que constam despesas de reprogramação e limpeza do equipamento, no valor de €500, o que não consta no contrato.Dado que estes senhores não desistem da tentativa de usurpar algum capital ao total a devolver, decidi, (aliás, por questões de principio, não desistirei), subir a instâncias superiores, inclusive dar conhecimento à ERS, uma vez que a minha patologia assim o justifica, no sentido de ser feita justiça e cumprimento da Lei, sem qualquer prazo e com todas os direitos previstos.Mais informo que a blindagem aos estatutos e operador económico desta empresa é tal, que o comum Cidadão não lhes tem acesso sem apoio jurídico/outro.Resta-me, portanto agradecer à DECO PROTESTE, bem como à ERS o apoio que prontamente disponibilizaram e aguardar que seja feita justiça no cumprimento dos direitos do Cidadão.Junto seguem anexos:. Carta da empresa em que, sob desculpa da Pandemia, é mencionado o reembolso em 4 prestações, apelando para um sentimentalismo informal e sem qualquer sentido . Factura/recibo no valoir de €500. Cartão do vendedor em que constam as referências desta empresa.. Carta/emailNOTA: O meu IBAN consta nos registos da empresa, que efectuou através dele efectuou o depósito parcialCom os meus melhores cumprimentos,Bertina TeotónioMvl 916271526

Encerrada
J. B.
02/03/2021

Assédio por parte de empresa servdebt em nome do hospital Lusíadas por suposta factura de 10,78€

Boa tardeSolicito que me esclareçam o porquê de uma empresa servdebt me estar a enviar sms com a indicação de uma dívida ao hospital dos lusíadas, no valor de 10,78€, quando todas as facturas que recebi da vossa parte, eu liquidei.No ano passado fiz o meu parto no vosso hospital, assim como algumas consultas de rotina e medicação. Procedi ao pagamento de TODAS AS FACTURAS que me enviaram, assim como, no final do ano passado, procedi também ao pagamento do valor de 1.800€, pelo internamento da minha bebé na neonatologia.Vcs sempre me contactaram quando havia lugar a pagamento, ou enviaram as facturas para a minha morada.Entretanto comecei a receber umas sms dessa tal empresa, a indicar para eu proceder a um pagamento por transferência bancária para um nib que desconheço... como é óbvio não procedo a pagamentos de valores referentes a algo que desconheço, pois pode ser burla!Quando recebi a primeira sms da parte dessa empresa, liguei para Os Lusíadas a expôr a situação, ao que me indicaram que entretanto me ligavam. O que não fizeram.Hoje, essa empresa ligou para o telemóvel do meu marido, para falar comigo. Ora, isto já roça o assédio! Pretendo que o hospital dos lusíadas me esclareça de uma vez por todas esta situação, pois se houver uma factura em atraso com eles, serão eles que me devem contactar.Até hoje nunca fiquei a dever nada a entidade nenhuma e não quero mais ser assediada por uma empresa que desconheço.Por ser assinante da DECO PROTESTE, solicito, por favor, a vossa intervenção nesta situação.Grata pela atenção.Atentamente,Joana Mara Brites

Encerrada
S. C.
02/03/2021

Atendimento/Marcação consultas

Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que, no dia 2 de Março de 2021 me desloquei ao UCSP Olival, no Cacém, com o intuito de marcar uma consulta. Levava comigo uma carta escrita pela minha estomatologista a recomendar alguns exames devido a um problema que tenho na boca/garganta há quase dois meses. Esta consulta seria, então, para que um médico aprovasse e prescrevesse os tais exames, de forma a identificar o problema que não se resolve. Quando expliquei esta situação na recepção da marcação de consultas do UCSP Olival, a resposta que obtenho da recepcionista é então, quer exames sem pagar, portanto....Como tal, não cheguei a marcar a consulta neste centro de saúde, pois não acho normal nem admissível a má vontade e má educação constante por parte das recepcionistas, com quase todos os utentes e sempre que lá me desloquei.Para além de nunca atenderem o telefone, a recepção é sempre como acima referido.Durante estes dois meses em que me encontro com este problema, muito dinheiro já foi gasto por mim, em vários medicamentos e várias instituições, e mesmo que não o tivesse feito, não é a função de uma recepcionista julgar o utente que, já não lhe basta estar doente, ainda tem de ouvir este tipo de coisas.Acabei por marcar a consulta no Hospital da Luz de Oeiras, mais caro, mais longe, tendo perdido mais tempo, mas com a certeza de que vou ser bem atendida.Peço que a situação seja verificada, uma vez que é uma constante neste centro de saúde.

Encerrada

Recusa de pré-autorização de cirurgia

Boa tarde Exmos. Srs.,Sou cliente da AdvanceCare com seguro de saúde cuja Apólice é nº 9212001269, com data de início em Setembro de 2020.Serve o presente, para expor a minha insatisfação e reclamação relativamente aos processos 21770262 e 51016680.Situação ocorrida:1) No início do ano de 2020 comecei a sentir dores fortes na mão direita, assim como formigueiro e dormência.2) Em 21/01/2021, fui a uma consulta de Ortopedia para expor o sucedido e avaliar os sintomas.Após examinação médica, o médico suspeitou que teria o síndrome do túnel cárpico, no entanto para confirmar esse diagnóstico prescreveu uma ecografia à mão e uma eletromiografia. Nesse dia vim para casa com medicação para as dores.3) Em 25/01/2021 - Exames de diagnóstico realizado:Ecografia à mão direita – Confirmação do síndrome do túnel cárpico.4) Em 02/02/2021 - Exames de diagnóstico realizado:Eletromiografia – Confirmação do síndrome do túnel cárpico.5) Em 04/02/2021, fui a uma nova consulta de ortopedia (re-avaliação)Durante esta consulta referi que matinha as dores fortes, formigueiro e dormência na mão direita mesmo após medicação feita, sendo que a mobilidade e a perda de sensibilidade da mão começaram a piorar. De acordo com estes sintomas, não resolvidos com medicação, e de acordo com os exames físico e de diagnóstico sugestivos de síndrome do túnel cárpico, a única solução apresentada para resolver a situação e não arrastar mais o problema não tornando este crónico no futuro, seria propor-me para pequena cirurgia em ambulatório. Solução que aceitei, por ser a única alternativa perante os meus sintomas.5) O Hospital da Luz de Aveiro envia pedido de autorização para a AdvanceCare. Em 12/02/2021 recebi carta de recusa, através do myadvancecare, com a Ref.ª ADV/DAC/Rec21770262cpg/21, com o fundamento de “se considera excluído ao abrigo das Condições Gerais da Apólice, cláusula 6.ª, ponto A que se transcreve:Gravidez, doenças, lesões ou deformações pré-existentes à data de celebração do contrato de Seguro.8) Após tal recusa foi pedido ao médico que escrevesse novo relatório médico a explicar/clarificar melhor a minha situação, o qual foi submetido novamente pelo Hsopital da Luz de Aveiro.9) Em 24/02/2021 recebi carta de recusa, através do myadvancecare, com a Ref.ª ADV/DAC/Rec51016680ivbc, com o fundamento de “Salvo convenção expressa em contrário nas respetivas Condições Particulares, não ficam garantidas ao abrigo do presente contrato as prestações resultantes de doenças ou lesões consequentes de acidente pré-existentes, conforme definido na alínea d), do n.º4, do artigo 1.º”Perante tal situação aqui exposta, venho apresentar a minha reclamação e insatisfação relativamente aos pontos seguintes:a) O pressuposto feito pela Advance Care - Departamento de Direcção Clínica, de que se trata de uma condição clínica prévia é inaceitável nesta situação, em que não se compreende de onde surgiu tal pressuposto. b) Não foi indicado à Advance Care qualquer data de início dos sintomas ou qualquer sintoma anterior à data de Janeiro de 2021.c) Não existe qualquer antecedente ou condição clínica prévia indicada à AdvanceCare aquando a admissão da Apólice, e não existe qualquer sintoma ou antecedente relacionado com ortopedia ou dores na mão.d) É indicado à AdvanceCare no formulário de pedido de autorização que os sintomas começaram no início de janeiro de 2021. Como é que na carta de recusa podem fundamentar com uma lesão pré-existente à data da celebração do seguro? Como é que conseguem provar tal fundamento?f) Perante a situação detalhada sobre quais os sintomas e quando começaram, o pedido de autorização ser recusado pela AdvanceCare não só é injusto como não é aceitável.h) A cirurgia foi cancelada devido a esta situação bastante lamentável.i) Continuo com dores fortes, dormência e formigueiro na mão, e a arrastar um problema clinico sem conseguir fazer muitos movimentos no dia-a-dia.Agradeço que esta situação seja revista com a maior brevidade possível.

Resolvida

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