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Diagnóstico e tratamentos incorretos no Hospital CUF Descobertas
Fiquei indignado com minha passagem pelo setor de cuidados permanentes do Hospital CUF Descobertas no dia 19/julho/2021.Estava com uma alergia já se espalhando por quase todo o meu corpo, incluindo a pelve, barriga, braços e as mãos (com bolhas salientes). Expliquei minha situação de recente vacinação e sintomas atuais e o médico queria a todo momento tender o diagnóstico para COVID-19.O Dr. Volodymyr Krasnevsky mal olhou para as marcas da minha alergia e começou uma jornada de pedir exames adicionais, inicialmente sangue, raio-x e o PCR para COVID (mesmo já estando vacinado e ter comentado que eu não devia ter a doença). Depois foi pedido uma tomografia computadorizada, procedimento super caro.A passagem toda custou mais de 700 euros. A medicação orientada foi azitromicina e paracetamol e o diagnóstico final formalizado foi febre. Ao final questionei o motivo do antibiótico (azitromicina) e o médico respondeu que seria pelo COVID. Insisti que poderia não ser e o teste sairia apenas no dia seguinte, mesmo assim ele insistiu nesse tratamento. Novamente questionei sobre a alergia, que foi o motivo de minha ida e o médico não deu a mínima, informando apenas para eu evitar determinados tipos de alimentos. Mostrei novamente minhas mãos (repletas de bolhas) ainda sem entender a resposta do médico, que insistiu em reforçar apenas para me atentar com alimentação.No dia seguinte, meu teste COVID veio negativo e procurei o Centro Médico de Olivais, onde fui diagnosticado com herpes zoster e medicado adequadamente, descartando os medicamentos receitados pelo médico anterior.Fiquei extremamente desapontado pelas mais de 8 horas que fiquei no CUF Descobertas, valor extremamente caro pago (+700 euros), descaso do médico ao não examinar minha principal queixa (a alergia) e ainda dar um tratamento inadequado.
Falha no serviço
Assunto: falha no serviço prestado Nif 207963010?Boa noite M J Clinics saúde e bem estar No dia 6 de julho desloquei me à vossa clínica, com marcação prévia (tanto para mim como para a minha irma) para realizar análises de sangue e urina pedidas pelo meu médico dê saúde, as quais foram realizadas com meia hora de atraso da hora marcada, mas realizadas. No dia 15 de junho a minha irma deslocou à vossa clínica para levantar os resultados das nossas análises, os quais apenas os delas estavam prontos, quando eram exatamente iguais pois o nosso médico pediu exatamente igual.Telefonei no dia 15 de julho para saber o que se passava e não me souberem dar uma resposta concreta. No dia 16 de julho voltei a ligar novamente, as 15h e as 18h, na primeira chamada (as 15h) disseram que me enviariam para o e-mail, como não recebi nada até as 18h voltei a ligar e disseram me para ligar novamente no dia seguinte (sábado 17) entre as 8h30 e as 8h45 No dia 17 de julho ligo as 8h40 e foi me dito que a analista me voltaria a ligar. Como já era 11h e não obtive nenhum telefonema, dirigi-me à vossa clínica.Após meia hora de espera, enquanto a analista tentava me dar resposta sobre o que se passava relativamente à falta dos resultados da minha análises, foi me dito que a analista a quando da recolho esqueceu se de recolher mais um tubo para a análise do INR e que teria de me dirigir novamente à vossa clínica no dia 20 de julho para fazer nova recolha de sangue.Desde o primeiro momento eu sempre mencionei por várias vezes que tinha consulta no meu médico de saúde/ginecologista dia 19 de julho, pois o meu médico está muito preocupado com as minhas hemorragias vaginais e como tal foi por isso que ele pediu análises completas de sangue e urina.Estamos a dia 17, tenho consulta dia 19 ( no público que me demorou imenso tempo a conseguir também devido a esta situação covid) e não tenho o resultado das análises para entregar e nem me recolheram sangue para inr.Posto está situação, informo que próxima terça dia 20, irei até à vossa clínica fazer a analise para o INR que está em falta por vossa culpa e escrever este e-mail no vosso livro de reclamações pois por vossa incompetência não tenho o resultado das análises para a minha consulta dia 19 e não sei quando terei nova consulta porque trata se de uma consulta no público e não no privado, para além do incômodo que me foi provocado durante todos estes dias, sem que me fosse solucionada a situcao.Atenciosamente Patrícia Sofia Canaria Batista
Queixa por Negligência e Falta de Profissionalismo
Boa tarde, venho por este meio apresentar uma queixa contra o Médico Veterinário Robert Yeghiyan, com a cédula nº3681 e contra a Clínica Veterinária de Alcântara (CVA).No passado sábado, dia 10/07/21, dirigimo-nos a um canil em Peniche para adotar 2 gatos bebés - uma fêmea, a Nezuko e um macho, o Tanjiro - aparentemente de boa saúde.Após chegarmos a casa, eles comeram patê e passado uns momentos, a Nezuko vomitou o que tinha comido. Eles passaram o resto do tempo sem comer mais nada e a Nezuko continuava a vomitar e a ficar cada vez mais parada.Na segunda feira, a situação manteve-se e a Nezuko estava ainda mais sossegada. Pelo que decidimos marcar consulta na CVA. Fomos atendidos por uma veterinária - a qual não sabemos identificar - que analisou apenas a fêmea e disse que estava com febre e aplicou-lhe algumas injeções. Ficámos atentos a melhorias e marcámos consulta para o dia seguinte.Na terça feira, dia 13/07/21, continuavam ambos sem comer e já estavam ambos bem sossegados. fomos atendidos pelo Dr. Robert Yeghiyan. Este constatou que os bebés se encontravam com anemia e que o Tanjiro tinha pulgas, que poderiam ter transmitido algum tipo de virus. Foram realizados os testes FIV, FELV Uranoteste (ambos deram negativo no momento) e uma análise de perfil Hemoparasitas APENAS à menina, Nezuko e pagámos 160€ (o doutor transmitiu-nos com confiança que, sendo irmãos, os testes realizados num gatinho seriam verdade no outro). Este último teste dando positivo, era bastante perigoso para os gatinhos, segundo o doutor, e teríamos de esperar pelo resultado até ao dia seguinte. Levaram ambos, ainda, injeções para a febre.O Dr. Robert disse-nos para passarmos a alimentar os gatinhos apenas com um complemento nutritivo - Nutribound - através de uma seringa, que seria de fácil digestão e para tirarmos a comida e a água, porque não seria necessário.Na quarta feira, dia 14/07/21, à tarde, o doutor ligou-nos a anunciar o último teste como negativo, no entanto, referiu que este não daria 100% de certezas (facto que pensamos ser de grande relevância para a decisão de realização da análise antes de a pagarmos, no entanto nada disto nos foi transmitido, nem como outras opções possíveis). O Dr. pediu-nos que o informássemos ao final do dia sobre o estado dos gatinhos e para falarmos sobre a possibilidade de tratamento em casa. Durante este dia, alimentámos os gatos com o complemento nutritivo mencionado. A Nezuko foi ingerindo e começou de facto a ficar mais ativa, embora que ainda sem comer ou beber sozinha e sem brincar ou correr pela casa, típico dos gatinhos bebés. No entanto, o Tanjiro, vomitava sempre que lhe era dado o complemento e ficou cada vez mais parado e cada vez mais sossegado.Ao final do dia, como solicitado, ligámos para a Clínica para informar o doutor Robert, no entanto, ninguém nos atendeu, nem retornaram a chamada. Mais tarde, ligámos de novo e fomos atendidos pela receção da clínica. Como o doutor estava ocupado nesse momento, a receção ficou de passar a mensagem ao mesmo, para que este nos ligasse de volta. Isso não aconteceu.Na quinta feira, dia 15/07/21, no período da manhã e sem ter notícias da clínica, decidimos ligar de novo e fomos atendidos pela receção. Disseram-nos que, supostamente, o doutor não tinha conhecimento da mensagem deixada anteriormente e que iriam passá-la desta vez, para esperar um telefonema do doutor.Por esta altura, o Tanjiro continuava mais apático, sem comer, sem beber e com menos reação a estímulos. A Nezuko, aparentemente continuava a melhorar.No período da tarde, muito preocupados com a situação e sem ter nenhuma chamada da Clínica, decidimos tomar a iniciativa de ligar, mais uma vez. Fomos atendidos pela receção da Clínica e disseram-nos que o doutor Robert estava novamente ocupado e em consulta e questionaram-nos se seria possível deslocarmo-nos à clínica às 19h30. No entanto, ambos estaríamos a trabalhar nesse período e não conseguimos fazer nenhuma alteração de última hora. Nesse momento, já foi então possível chamar o doutor, pelo que a chamada ficou em espera. Assim, falámos finalmente com o Dr. Robert e relatámos a situação - que o menino não comia, vomitava tudo e estava cada vez mais apático. Perguntámos se seria possível irmos por volta das 20h30 - visto que é o horário de urgências apresentado no website da CVA - e foi-nos dito que a essa hora não se encontrava lá ninguém. Ficou agendada uma consulta para o dia seguinte, sexta feira, às 12h30.Na quinta feira à noite, já não conseguimos esperar mais pela disponibilidade do doutor e estavamos muito preocupados com o menino, que estava ainda mais parado, em cima do seu próprio vómito a olhar para o vazio. Decidimos então deslocar-nos a um hospital veterinário que já conheciamos, mais longe de casa e fomos atendidos em meia hora. Mal entrámos pela porta do consultório, a doutora soube logo de que doença se tratava e que ele estava a morrer. O Tanjiro estava muito desidratado, com uma temperatura corporal muito baixa e tinha muito poucas hipóteses de sobreviver. Foi-lhes diagnosticado Panleucopenia Felina e todos os sintomas estavam lá, desde o início - vómitos, febre, desidratação, depressão. Foi-nos dito que após os primeiros vómitos, eles deveriam ter sido internados para hidratação intravenosa e antiobióticos - embora não garantisse a sobrevivência de nenhum deles por serem muito pequenos, as hipóteses seriam muito maiores. O Tanjiro ficou internado nesse hospital.Na sexta feira de manhã, recebemos uma chamada a informar que o nosso gatinho tinha morrido. Embora ligado ao soro, estava tão débil que morreu na madrugada com falta de oxigénio.Acusamos então a CVA em geral por falta de profissionalismo e o doutor Robert em particular por negligência e por diagnósticos superficiais e por especulações.Estamos de facto arrependidos por ter confiado a saúde dos nossos gatinhos neste médico e nesta clínica.
Compra Stülpa-fix tamanho errado
Boa tarde,fiz uma compra na vossa loja no hipermercado Auchan da Maia, de uma rede elástica tubular da marca Stülpa- fix tamanho 2 para a minha sogra. Na altura da compra a vossa funcionária questionou se a minha sogra tinha o braço muito largo, e eu respondi que não. Apesar de ter hematoma e estar inchado o braço não tinha uma largura grande. A funcionária aconselhou-me então o tamanho 2. Eu analisei a caixa e reparei que na embalagem dizia que o diametro ia dos 5 aos 20 cm. Fiquei descansado e comprei. Quando chego a casa, abro a caixa e verifico que a elasticidade do produto não corresponde à indicada. Esticando o tubo elástico, este não passa do 10 cm de diâmetro, ou seja não iria servir para o braço da minha sogra. Liguei de seguida para a loja em causa e a funcionária informou-me que não podia fazer a devolução porque a caixa tinha sido aberta. Eu pretendo que me seja devolvido o valor da compra pelos seguintes motivos:1º A informação que está na caixa é errada.2º Neste tipo de compras seria bom haver na loja amostras dos vários tamanhos para se poder avaliar antes de comprar.Pretendo ver este assunto resolvido o mais breve possível.Melhores cumprimentos
Péssima abordagem da parte da médica (falta de profissionalismo e de educação)
Venho, por este meio, comunicar a V.Exas. que dei entrada no hospital de Macedo de cavaleiros no dia 4 de junho, tendo sido transportada pelo inem!Devido aos efeitos da vacina, não conseguia manter-me de pé (febre alta, vômitos e dores no corpo)! A enfermeira que estava na triagem e as auxiliares foram muito atenciosas perguntando se preferia entrar no gabinete da médica deitada na maca ou sentada numa cadeira de rodas. Pedi por favor se podia seguir na maca uma vez que não conseguia manter-me sentada! Quando me levaram para o gabinete da médica, não me deixou entrar e inclusive discutiu com toda a equipa dizendo que não podia entrar de maca!A falta de educação e a agressividade da parte da médica foram inadmissíveis!Obrigou a que me colocassem numa cadeira de rodas!Após entrar no seu gabinete, e sem qualquer tipo de cuidados e simpatia,disparou sobre mim uma data de questões sem qualquer importância para o caso uma vez que estava doente e sem capacidade de resposta!Perguntou o porquê de eu ter ido para aquele hospital e acabou por dizer que não tinha de o ter feito e que se o centro de saúde da minha terra (alfândega da fé) não dá respostas, que deveria encerrar! No final do tratamento (soro), disse-me que eu tinha todo o aspecto de uma pessoa deprimida!Como pode ela alegar uma coisa dessas?Creio que foi por ter defendido as auxiliares após ter sido brusca com elas devido a situação da maca!A médica chama-se Cristina Raposo!
Seguro de Viagem
Processo: 7202659 RNA (Seguro de Viagem)Seguro: Certificado Nº A1141781 Apólice Nº 1013334690Exmos. SenhoresNo dia 12/11/2020, paguei à Agência de Viagens Abreu, uma viagem para a minha família (4 pessoas) aos Açores a ser efectuada entre os dias 2 e 6 de Junho de 2021. A viagem de ida seria feita através da TAP e o regresso através da RyanAir. No preço que paguei à Abreu (398,90 €) estava incluído um seguro de viagem RNA Assistência, para as 4 pessoas.Em janeiro de 2021, uma das pessoas que iria fazer teve um diagnóstico de cancro. Depois de uma cirurgia, internamento e várias consultas no Hospital dos Lusíadas e no IPO, houve a informação que teria de fazer um tratamento que obrigaria a um internamento no IPO, de cerca de 3 dias mais 1 semana de isolamento em casa. Este tratamento deveria ser feito entre a última semana de Maio e a primeira semana de Junho de 2021. Esta data coincidiria com a viagem referida acima referida, tornando impossível a sua concretização.No dia 9 de Abril, informei a RNA do que se estava a passar, enviando toda a informação que julguei necessário mais aquela que a RNA me solicitou de seguida. Foi informado que tinha sido aberto o processo n.º 7202659.Houve várias trocas de emails e contacto telefónicos feitos por mim, onde a RNA insistia que deveria enviar a Nota de Alta efectuada em Janeiro (que eu não tinha conseguido obter), embora tivesse enviado um Diagnóstico Histológico feito na sequência da cirurgia, tirodeictomia total, e variadas informações clínicas adicionais. Em todos os contactos telefónicos seguintes que fiz à RNA (era atendido por operadores que no atendimento inicial respondiam como se estivesse a contactar a Abreu), foi-me dito que a Direcção estaria a analisar o processo.No dia 2 de Maio, conseguimos obter a nota de alta da cirurgia efectuada em Janeiro que enviei de imediato à RNA. Enviei também uma declaração médica de 28 Abril 2021 com o relatório de novos exames efectuados na semana anterior e que confirmavam a necessidade de se efectuar citologia ecoguiada de gânglio suspeito para posteriormente se determinarem os próximos passos terapêuticos. Estes novos exames e os próximos passos terapêuticos iriam ser realizados nas semanas seguintes.No dia 21 de Maio, recebi um email da Abreu a solicitar a confirmação da impossibilidade de fazer a viagem para poderem fazer o cancelamento da mesma, o que confirmei de imediato. Telefonicamente, soube pela Abreu que teria sido a RNA a solicitar “declaração dos gastos irrecuperáveis da vossa viagem, que neste momento são totais “. Depois de vários contactos telefónicos com a Abreu e a RNA, a Abreu enviou-me a declaração dos gastos irrecuperáveis, no valor de 372,64 €. No dia 14 de Junho, como não tive nenhum contacto da RNA, contactei, de novo, a “Gestora do Processo” que, para minha surpresa, me informou estar à espera, da parte da Abreu, da evidenciação dos contactos feitos com a TAP e a RYANAIR, para obter algum reembolso das viagens. Sem esta informação, a RNA não me iria reembolsar!Sendo a Abreu e a RNA parceiros de negócio, será que a RNA suspeita que a Abreu vai receber algum reembolso indevido da parte das transportadores? Seja com for, nada disto me diz respeito.Perante o absurdo desta situação solicito que a RNA proceda de imediato ao reembolso que me é devido,372,64€ !CumprimentosMário Rosa
Reclamação à recusa de pedido de pré-autorização
Pelo exposto venho RECLARAR DA DECISÃO DA SEGURADORA.Acontece que o ato médico em questão não foi programado e não há nenhuma histórica clinica pré-existente à realização do seguro, como referem. Questiono em que medida a doença é pré-existente (uma vez que apareceu depois do seguro ter sido feito) assim sendo, todas as doenças são pré-existentes até darem um “click” A minha reclamação vai no sentido de ter a minha intervenção comparticipada uma vez que nenhum dos pontos da carta de recusa é verdadeiro.Pretendo o pagamento/comparticipação da cirurgia em questão, que me é devida, e que esta situação seja resolvida o quanto antes. É crime alegar que é uma doença pré-existente, baseando-se na “experiencia clinica” .Irei efetuar queixa no livro de reclamações online, bem com no portal da ASAE e da DECO.Aguardo respostaCumprimentos
Intervenção cirurgia ortopedia ao fémur esquerdo
Ex srExponho um facto ocorrido. Fui submetido a uma intervenção cirurgia no dia 05/10/2017 no hospital da Mesiricordia na Mealhada, ao fémur esquerdo, foi-me implementado uma Osteossíntese [placa] com 8 fixadores. Após 127 dias, no dia 13/02/2018 véspera do meu aniversário, em virtude de sentir dores com alguma intensidade fui ao hospital em Tomar pelas 21 horas, nas urgências médico solicitou que fosse radigrafado o fémur esquerdo, onde provinham às dores. Após a observação do médico nas urgências, foi-me me facultado que visionara ás radiografias, onde se visionava quê dos 8 fixadores, 4 fixadores que fixava a parte inferior [junto à rótula] da Osteossíntese [placa], estavam partidos pelo local de aperto. Fui transportado numa ambulância para o hospital de Abrantes.No dia 14 de Fevereiro 2018, pelas 09hr30 telefonei ao médico que é o responsabilidade da intervenção cirurgia no dia 05/10/2017, no implante Osteossíntese, o sr dr José Martel, informei do ocorrido, a resposta do ortopedista José Martel foi: isso é fácil, tiram se esses e colocam se outros. Na intervenção ortopédica no dia 20 de Fevereiro 2018 no hospital de Abrantes, para me implantar uma nova Osteossíntese, onde foi colocado outros fixadores, permanecendo os que partiram no meu fémur, a médica ortopedista responsável pela intervenção cirurgia foi a ortopedista sra doutora ortopedista Ana Marques. Após estar sem ser alimentado cerca de 40 horas ao ingerir os alimentos os mesmos eram espelidos, pelo facto de estar num estado anémico. Até hoje o doutor ortopedista José Martel, não assume a responsabilidade da cirurgia pela fragmentação dos fixadores da implatantar. Dos 8 fixadores, 4 fixadores da parte inferior e seguidos partiram se, pelo facto de não ter a noção do esforço que os fixadores suportavam, onde os fixadores foram submetidos a um esforço no aperto do mesmos.Em virtude de não ter consultando o esforço máximo que os fixadores suportavam e não ter feito o uso da chave Dinacrometro , para ter a noção do esforço que estava a submeter os fixadores no momento do aperto dos fixadores, para fixar a Osteossíntese [placa], estabilizar o fémur esquerdo...os fixadores ja fracturados, ou pela diferença da temperatura ou por terem de dar estabilidade ao fémur, em virtude de estarem fraturados, passado 127 dias ouve uma rotura total, onde se pode visionar que a Osteossíntese[placa], mantinha uma linha recta, sem qualquer deformação.Deixo esta pequeno relato para que me seja facultado informação do procedimento que devo seguir. Cordiais cumprimentosJorge Branco
Reclamaçao Marquesa
Em setembro do 2020 ano passado, contactamos com a Sorisa, a fim de comprar uma marquesa especifica para realizar implantes capilares. Uma vez analisadas as alternativas, decidimos comprar uma da marca Lemi, ( https://www.lemimd.com/wp-content/uploads/Lemi-Syncro-Bi-Zak-Scheda-Prodotto.pdf ). A nosso único desejo era que fosse em cor branco, e que tivesse encosto redondo para a cabeça. Em momento algum, o vendedor, Sr. Antonio Veiga, fez questão de outras alternativas ou opções da marquesa. Quando esta chegou (apos mais de dois meses quando o prazo de entrega dado pela Sorisa eram 4-5 semanas) a marquesa chegou sem braços de apoio, com a total surpresa tanto do técnico que a instalou como do Sr. Antonio Veiga. Nesse momento, este vendedor, deu a possibilidade de comprar os braços, e uma vez que era um erro do pedido inicial, esse pedido seria sem acrescentar nenhum valor a mais, só o próprio valor dos encostos. Quando estes chegaram, o técnico foi instalar, e verificou que faltavam as estruturas metálicas que dam suporte a os braços, e falou que ia contactar com a Lemi para saber quais eram as alternativas. Conforme me foi transmitido posteriormente pelo tecnico, a Lemi diz que não são fornecidos esses suportes e no caso de ser vendidos e colocados, perder-se-ia a garantia do produto, uma vez tinham que ser instalados em fábrica. Depois de reunir com o Sr. Antonio Veiga e com a coordenadora da Sorisa, a solução que me foi apresentada é a Sorisa ficar com as peças dos encostos dos braços. Uma vez que eu preciso desta peça para a realização das cirurgias de implante capilar, e uma vez o erro foi no momento da encomenda do produto, por total desconhecimento do vendedor do produto e das características do mesmo, solicito seja reparada esta situação mediante a troca da marquesa por uma conforme foi solicitada no início, ou então devolução do valor da mesma. Já foi enviada esta a carta a direção da empresa, sem ter resposta atá a data
Impedimento por parte da empresa em me permitir a rescisao de contrato
Venho por este meio, efectuar uma reclamação da empresa Swiss Dental Services, com a qual celebrei um contracto de prestação de serviços a dia 11/03/21. Este contracto envolve um crédito ao consumo celebrado com a entidade credora Abanca, com o nº de processo 132-2982.Após variadíssimas tentativas de contacto da minha parte, dentro dos 14 dias previstos na lei, com a gestora comercial da clínica que fez o pedido do crédito, a Sra. Roberta Lima, para a informar da minha desistência, tentativas de contacto que nunca tiveram retorno, acabei por contactar a entidade credora, 4 dias após os 14 dias legais.Tenho em minha posse o screen shot de todas as minhas chamadas telefónicas canceladas e sem retorno. Neste momento e visto que instrui o meu banco para o cancelamento do débito directo, encontro-me numa situação de incumprimento e com o meu nome referido ao Banco de Portugal, quando tenho a minha vida finaceira sem quaisquer problemas ou dívidas.A clínica recusa-se a fazer a devolução do crédito. Aguardo carta registada por parte da clínica em resposta a uma reclamação feita por mim através da ERS.Tentei dentro do prazo legal e através de inúmeros contactos telefónicos rescindir o contracto que mantinha com a clínica, mas como já referi, não houve qualquer retorno das minhas chamadas e encontro-me com um crédito bancário que não quero, tão pouco um serviço dentário com esta clínica. Agradeço por favor a vossa ajuda na resolução deste problema. No meu entender a clínica não está a agir de boa fé, nem pode ignorar completamente um cliente a partir do momento que este assina um contracto prestação de serviços. De facto é fácil aliciar as pessoas e depois não dar qualquer seguimento. Mais informo, que não efectuei qualquer tratamento com a clínica.Aguardo, por favor, um contacto da vossa parte.Melhores Cumprimentos,Ana Moura Pereira
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