Reclamações públicas
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Fatura de um serviço de um hospital particular
Boa tardeExmos SenhoreeVenho desta forma demonstrar o meu desagrado com o que me esta a ser imputado por vossas excelências, que passo a qui a relatar, no passado dia 11 de fevereiro de 2021, desloquei-me ao Trofa saúde Amadora, para realizar exames, o qual tive que fazer a admissão, quando estava ser atendido pelo funcionário coloquei a questão penso que seja prática comum questionar o preço dos exames para saber o quanto me iriam custar, o qual me foi dito que o preço total dos exames era de 36.76€, e eu efectuei o pagamento relativo aos exames efectuados nessa manhã no Trofa saúde Amadora.Efectuei o pagamento, não recusei, efectuei-o de livre e espontânea vontade!No dia 18 de agosto de 2021, recebi uma mensagem no meu telemóvel, supostamente enviada do “TROFA”, a solicitar o pagamento de um valor por forma evitar custos adicionais e com uma referência multibanco para o fazer. Obviamente que a ignorei, não só por saber que tinha pago todos os exames/consultas que realizei, como pelo conteúdo da mensagem que sinceramente achei ser alguma tentativa de fraude, coisa que tem vindo ser comum acontecer, nos dias de hoje! No dia 19 de agosto de 2021, sou surpreendido com um contacto telefónico de um funcionário do Trofa, a informar-me que tenho uma divida no valor de 72.35€, relativo a exames realizados no dia 11 de fevereiro de 2021, e que se não pagar vou ter custo acrescidos! Não sei se é surreal, se os senhores estão a brincar comigo, se realmente é para levar a sério, pois durante a conversa telefónica o próprio funcionário reconheceu o quanto era ridículo a sua missão, mas o mesmo não me resolveu o problema, e disse-me que, poderia resolver a minha situação caricata no Trofa saúde Loures. O que eu fiz! inicialmente entrei em contacto telefónico com o Trofa de Loures, e a funcionária que me atendeu, após eu relatar o sucedido, disse que realmente houve um engano mas que só podia ser resolvido com o pessoal da facturação, ao que eu respondi: “Ok, posso falar com alguém da facturação?”, resposta da funcionaria: ”Agora não vai ser possível, mas mais tarde os meus colegas entram em contacto consigo.” (o que até agora não sucedeu até ao dia 23 de agosto 2021). Aguardei durante o dia 20 de agosto sem sucesso, e então decidi dirigi-me até ao Trofa de Loures, para falar com alguém. Em Loures, foi-me dito que, como era uma factura do Trofa de Amadora, teria de me deslocar ao Trofa Amadora, o que fez com que eu perde-se tempo, se as indicações fossem mais concretas e objectivas, (não se perdia tanto tempo, nem sucediam situações destas), quando o podia ter feito logo. Ao chegar ao Trofa Amadora, fiz a admissão, e coloquei as minhas questões ao funcionário, o qual me disse que não era da sua competência mas que iria chamar o seu supervisor, que era a mesma pessoa que tinha feito o contacto inicial a informar da situçao. Depois de ter exlicado a minha versão novamente, o funcionário disse que a culpa era do colega que já não fazia parte do grupo, como se isso resolve-se alguma coisa, (e realmente é bonito de ver e ouvir uma pessoa a escudar-se em outra quando esta não está presente, revela e muito o nível), mas que teria de pagar o tal valor, e eu expliquei uma vez mais, que no dia 11 de fevereiro tinha feito a admissão, e que o valor que me referiram no dia 11 de fevereiro de 2021, foi o valor que eu paguei, porque se me tivessem dito que o valor era o que me estão a dizer agora, eu não teria feito o exame. O que me responderam foi, que o funcionário não conseguia ver no programa se eu já tinha ou não, excedido o plafom da Planicare, que só o conseguia fazer aquando da cobrança, e eu respondi: “Sim, mas eu paguei logo. O funcionário teria que ter visto logo, para proceder correctamente ao pagamento, e não 6 meses e 7 dias depois?”O mais grave e que revela bem a organização da empresa, pois no mesmo dia, eu realizei mais exames no Trofa de Loures, tive o mesmo comportamento, questionei o funcionário qual era o preço do exame o qual me foi dito que era 75€, mas que só podia ser cobrado depois de realizar o exame porque poderia ter que levar contraste, no final do exame apresentaram-me uma factura de 225€ (que tem tudo a ver com os iniciais 75€), fiz a reclamação no balcão, que não deu resultado nenhum… pois já tinha efectuado o pagamento.Mas o que eu percebi foi, no dia 20 de agosto de 2021, é que afinal conseguiam perceber qual era o plafom antes e depois dos exames. Acredite, fiquei sem perceber o que os senhores realmente conseguem ou não fazer, se foi ou não premeditado, mas o mais importante neste momento é resolver a situação o mais rapidamente possível, pois não tenho qualquer confiança na vossa empresa, quem me diz que de aqui a mais 6 meses não me aparece outra factura para pagar? É bom que consigam perceber o que andam a fazer, porque só transmitem uma má imagem e muito pouca credibilidade.
prática discriminatória - seguro de vida - doença oncológica
Exmos Srs.Venho pelo presente solicitar esclarecimentos para o seguinte:Tenho aprovação financeira (no Activo Bank) para a compra de um apartamento. Tenho capital e tenho uma vida sedimentada no trabalho e na sociedade.Neste momento a única pendência para a compra da minha casa consiste na celebração de um seguro de vida. Formalizei o pedido à ASISA, sendo que, a resposta rececionada foi francamente desmotivante.Efetivamente, sou doente oncológica diagnosticada em 2017. Devido a mastectomia bilateral, foi-me conferido o grau de incapacidade de 76%, porém admito que sejam valores tablados, pois o meu nível de incapacidade em nada condiciona o meu desempenho profissional e muito menos as minhas atividades de vida diárias. A minha vida e rotinas continuam a ser feitas exatamente como o eram antes do surgimento da doença.Neste momento, as únicas entidades que me estão a atribuir o rótulo de “doente” são precisamente as seguradoras, que me avaliam através de papéis/matrizes.Deste modo, atendendo à Lei n.º 46/2006* que proíbe e pune a discriminação em razão da deficiência e da existência de risco agravado de saúde, gostaria de obter o parecer da DECO sobre a resposta que recebi, em anexo: lamentamos informar que a ASISA Vida não poderá celebrar um contrato de seguro que cubra riscos com as características resultantes: estado de saúde de V.Exa.*Artigo 4.º“(…) Práticas discriminatóriasConsideram-se práticas discriminatórias contra pessoas com deficiência as acções ou omissões, dolosas ou negligentes, que, em razão da deficiência, violem o princípio da igualdade, designadamente:(…)c) A recusa ou o condicionamento de venda, arrendamento ou subarrendamento de imóveis, bem como o acesso ao crédito bancário para compra de habitação, assim como a recusa ou penalização na celebração de contratos de seguros (…)”Como cidadã, acredito que situações discriminatórias como estas têm que ser analisadas, reguladas e clarificadas à luz da lei existente para o bem da sociedade.Aguardo os comentários de V. Exas.Antecipadamente grata.
Ameaças telefónicas por falta de pagamento
Venho por este meio comunicar o meu descontentamento com a Medicare.Recentemente fui contactado por um assistente que me garantiu que a medicare fornecia descontos em testes antigénio contra o covid-19 num valor máximo entre 15€ a 20€ , aderi e obtive a primeira mensalidade grátis.Desloquei-me a um centro de testes com acordo com a medicare pelo que em conjunto com o funcionário percebemos que a medicare não fornecia qualquer tipo de desconto.Contactados a informar o meu descontentamento e a pedir a anulação do contrato que nem assinei, os senhores da medicare exigiram o pagamento da inscrição e da mensalidade, pelo qual ameaçaram processar-me em tribunal.Primeiro de tudo, se não assinei, se não paguei e não usufrui do vosso plano de saúde, não existe qualquer contrato legal, pelo que estão a cometer uma ilegalidade.Invoco o Decreto-Lei nº24/2014 (que transpõe a a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que Quando o contrato for celebrado por telefone ou por email, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestadores de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efetuado pelo próprio consumidor.Caso contrário avançarei com processo em tribunal por danos psicológicos.Com os melhores cumprimentos.
Pagamento do subsídio 7 anos após o falecimento
Exmos. Srs.,Venho por este meio solicitar a vossa intervenção para o facto do meu falecido padrasto, associado n.º 5383, ter constituído uma lutuosa no Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, e que será previsivelmente pago o subsídio quase 7 anos após o seu falecimento.Resumidamente, o meu padrasto durante um período da sua vida, constituiu uma lutuosa no SBSI, para que, após o seu falecimento, os seus beneficiários recebessem o valor por ele depositado.A pedido da minha mãe, contactei o SBSI e enviei os dados necessários, tendo sido surpreendido com o e-mail da instituição a referir o seguinte: Trata-se de processo de pagamento demorado. Prevê-se – atendendo à ordem cronológica dos óbitos – para Abril de 2028, a abertura da declaração de herdeiros da lutuosa do nosso associado. Agradecemos que aguarde por favor nessa data a comunicação dos Serviços, relativa á abertura do envelope da lutuosa, que contém a declaração de herdeiros e organizar o processo de pagamento do subsídio ao beneficiário(s) que constam da mesma declaração. Refira-se que o meu padrasto faleceu em Maio de 2021.Grato pela vossa intervenção.Cumprimentos,Vitor Santos
CIRURGIA PLÁSTICA HUC - PROCESSO N.º 19171871 ou PROCESSO DE UTENTE N.º 19611100414
Venho por este meio expôr a V. Exc. o seguinte:- Fui consultada em 29-07-2019 tendo ficado integrada na Lista de Espera para Cirurgia- Em 29-07-2021, no site do SNS online, deixou de aparecer o meu lugar na lista de Espera- Contactei o site, via email, sem qualquer resposta- Contactei a Unidade Hospitalar de Gestão de Lista de Inscritos para Cirurgia- Não entendendo a resposta dada pelo Serviço referido, voltei a questionar no dia 12-08-2021- O referido Serviço enviou-me o recibo de foi eliminada sem ser lida em 13 de agosto de 2021 11:01:57 - Este mail foi também enviado para o Serviço de Cirurgia Plástica, tendo enviado recibo foi lida em 12 de agosto de 2021 14:12:49 Exposto isto, solicito que seja assim reavaliada a minha situação por todos os motivos apresentado e tendo em conta os relatórios em anexo.Com os melhores cumprimentos,Ana Neto
Problema com descontos de um plano de saude
Venho por este meio comunicar a V. Ex. um problema com o meu plano de saúde.Tenho o plano de saúde da Medicare já à vários anos, o qual nunca me foi necessário utilizar.Deste plano fazem parte além de mim, o meu marido, a minha filha e a minha mãe.A minha mãe precisou de fazer 2 cirurgias oftalmica. Foram efetuadas na Clínica de Santa Beatriz, Sanfil, em Coimbra. Foi-nos comunicado que eram parceiros da Medicare, e em consulta no site da Medicare fiz essa confirmação.Desloquei me com a minha mãe nos dias 9 de Junho e 28 de Julho para efetuar as referidas cirurgias.No balcão de atendimento da clínica apresentei o cartão da Medicare. Foi me negado o cartão, bem como o desconto anunciado pela empresa Medicare, o qual seria, como eles anunciam de até 50%.O valor que pagámos por cada intervenção foi de 1775€, sem qualquer desconto. Já reclamei para a Medicare os quais já me contactaram por algumas vezes com a resposta que seria o parceiro, Sanfil, a contactar me posteriormente para me darem uma resposta.Ate à data não me foi dado qualquer exclarecimento por parte da Sanfil.Agradecia se possível ajuda, pois fico com a sensação que a Medicare está a fazer publicidade enganosa.Obrigado pela atenção dispensadaPatrícia Carmona
Reclamação acerca da CLINICICA VETERINÁRIA DE CUSTÓIAS, por ter abatido a minha cadela no dia 26/7/2
Venho por este meio saber o que posso fazer de forma a que atos como o se aconteceram na CLINICICA VETERINÁRIA DE CUSTÓIAS, por ter abatido a minha cadela no dia 26/7/2021 sem autorização do Proprietário da cadela bem como sem o terem informado de nada - cadela esta com Chip e sempre levada pelo Proprietário.Gostava de processar a Clinica bem como o médico em causa bem como a Diretora Clínica (Dra. Raquel Ramos Vilaça), que até à presente data foi incapaz de dar qualquer tipo de explicações sobre a anormalidade cometida naquela clinica.Já que se trata de uma cadela que é seguida pela Dra. Raquel Ramos Vilaça desde o ano de 2004, com o chip nº 977200004506984, datado e assinado pela mesma em 12/12/2004 (conforme prova em anexo).Esta clinica começou numa pequena casa em Custóias e neste momento já tem duas novas clinicas veterinárias de grande volume em Custóias e outra em Moreira da Maia. Que eu saiba tudo isso foi fruto dos clientes como eu que sempre foram fieis à mesma e com o valores das consultas e outras coisas fizeram com que crescessem. Daí a minha enorme indignação quando no dia 26/7/2021, como tinha uma consulta médica pedi ao meu pai para levar a cadela a uma consulta visto por negligências dos mesmos deixaram as unhas encurvarem, visto que sempre que lá ia, solicitava sempre para lhe cortarem as mesmas e diziam que não podiam. Sei que já tinha 17 anos, estava cega mas de resto não tinha mais nada associado!Tenho toda a certeza, que aquilo que fizeram foram para não terem mais que se preocupar com a mesma e disseram ao meu pai que a tinham de abater (dando um sedativo).Logo aí procederam mal visto a SILKY, já ser uma cliente antiga da casa e sabiam perfeitamente que o Dono era eu e por isso, deveriam ter entrado em contacto comigo para me dizerem o que se estava a passar e para eu lá ir falar e tomar uma decisão, visto a cadela não estar em perigo de vida nem tão pouco da saúde Pública.Se o animal tem chip e toda a informar na clinica está em Nome de Paulo Santos, era comigo que deviam ligar e não com o meu pai. Visto nunca ter passado na clinica qualquer tipo de Declaração a autorizar que relativamente à SILKY fizessem aquilo que queriam.Foram 17 anos e por isso mesmo não admito e vou levar este caso até às últimas instâncias, visto a falta de caracter dos profissionais que lá trabalham que ao saberem perfeitamente as condições em que ela estava, que perfeitamente podia durar mais uns anos. Sabiam de todo quem era o dono dela. Já que só vim a saber por acaso, visto o meu pai ter ligado para a minha mãe e como a minha mãe é doente oncológica que estava muito afeiçoada a ela também me ligou a dizer que iam matar a SILKY!Ainda fui a conduzir a toda a velocidade em direção à Clinica Veterinária de Custóias, mas quando lá cheguei, já o meu pai não estava lá (pessoa já perto dos 80 anos bem como a minha mãe). Mal lá cheguei mandaram-me aguardar pela minha vez visto não ter agendado nada anteriormente. Exigi falar com a Diretora Clínica Dra. Raquel Ramos Vilaça, o qual me informaram já ter saído isto às 16horas, solicitei então que ligassem para ela que eu precisava de falar urgentemente com ela, o qual disseram não poder fazer isso, como até à presente data nunca me ligou conforme solicitei.Como o enf. Rui Santos já me estava a passar com ele exige então falar com alguém responsável o qual me informou que não estava ninguém. Já exaltado por me estarem a fazer de parvo exigi ver a minha cadela começaram a dizer que não mas como ameacei que iria chamar a policia então outro médico veio ter comigo visto o barulho já estar a ser bastante, visto estar revoltado com tudo aquilo por isso veio saber o que se estava a passar e aonde lhe disse que queria ver a minha cadela. Mandou-me esperar e passados 10 minutos chamou-me a um consultório aonde na marquesa lá tinham tapada a minha SILKY ainda com os olhos abertos, mas já fria (morta)! Aí caiu-me tudo ao chão. lá tive que me despedir da minha grande companhia de 17 anos naquelas condições.Depois de me despedir dela fui então até à receção da Clinica aonde exige o Livro de Reclamações ao enf. Rui Santos que não sabia se me podia dar e pegou no telemóvel e deve ter contactado a Diretora Clinica, já que além de não me crer dar o Livro de Reclamações, ninguém sabia dele, tudo isto eu ali a chorar e a esperar mais 10 minutos pelo Livro de Reclamações. Lá me deram o Livro de Reclamações aonde preenchi os pontos 2 e 3 datei e assinei. Ao dar-lhe o Livro novamente para as mãos do enf. em causa, reparei logo que não sabia como deve proceder com as normas do Livro de Reclamações, visto não saber que tinha de preencher ele o item 1 da folha de Reclamação, ainda foi preciso eu dizer que tinha de preencher ele aqueles campos. Arrogante ainda se virou para mim e disse que eu podia perfeitamente fazer isso.Logo aí se pode ver o tipo de equipa que a Clínica Veterinária de Custóias tem que nem sabem as Regras do Livro de Reclamações. Além disso exige que a Diretora Clinica entrasse em contacto comigo de forma a resolvermos este assunto a bem, já que existe um conhecimento de 17 anos. Como até hoje nada fez, penso não estar interessada a resolver as coisas a bem e por isso mesmo venho solicitar que sejam punidos.
Direitos dos utentes a escolher serviço - burla
Reclamação da organização do transporte e pagamento da ambulância do Hospital da Trofa para o IPO de Lisboa do doente (nosso pai) internado, entre os dias 29 de Junho e 1 de julho 2021. Não foi dado qualquer conhecimento ao paciente ou à família sobre a forma da transferência. Somente tomamos conhecimento do sucedido no ato de pagamento do internamento, e no qual apresentaram o total de 535 euros transporte Trofa- IPO Lisboa. Quando o paciente é internado e é-lhe dado aescolher entre enfermaria, quarto semi-privado ou privado, o mesmo teria que ser feito com o transporte. O vosso serviço falhou, poisnão fomos contactados para o que quer que seja. Tem que ser comunicado á família de que forma a transferência está a ser realizada,os custos do mesmo e se a família concorda ou se tem outra alternativa. No dia 30 de Julho os médicos do Hospital da Trofa disseram-nos que estavam em contato com o IPO de Lisboa por causa da situação clínica do nosso pai, e que a decisão final dos doishospitais era a transferência do doente para o IPO, que eles estavam a agilizar em conjunto a transferência para o dia seguinte- 1 de Julho. Só no ato de pagamento por volta das 12h dia 1 Julho, e após questionar o valor do transporte sugeriram-nos sermos nós a procurar outra solução. Pois esta atitude consideramos ser tardia, quando o doente está no quarto pronto para ser transportado a qualquer momento, desde as 10h30 da manhã (informação dada por 1 enfermeira), no entanto o transporte acabou por chegar depois das 13h. Alterar o transporte em cima do momento prejudicaria o doente e atrasaria a chegada ao IPO, pelo que não tivemos outra escolha senão o transporte organizado pelo Hospital da Trofa. Assim vimos por este meio reclamar o pagamento do transporte de 535euros, pedindo o reembolso do mesmo pela falta de comunicação, transparência e esclarecimento dos serviços prestados e pela ausência de escolha dada ao paciente/família, o qual temos o total direito. Pretendemos a devolução do valor da ambulância.
Diversos problemas graves de uma clínica dentária
Sou cliente da Dentalmed Benfica desde do dia 06/08/2020, data da minha primeira fatura. Tenho recibos de 16 consultas na clínica, em que alguns tratamentos envolveram mais do que uma visita.- Houve atrasos em todas as consultas sem excepção. Muitas com atrasos superiores a uma hora. Três ocasiões diferentes foi-me dito que não ia ser possível ter consulta naquele dia e que teria de reagendar.Após um adiantamento considerável para a colocação de uma coroa pilar cerâmica no valor de 232,50€, a minha relação com a clinica piorou bastante e é o principal motivo da minha reclamação:- O Dr. Afonso Miguel Correia tentou por várias vezes alterar o propósito da minha visita ao consultório no momento da consulta. A ocasião mais flagrante foi numa das consultas de preparação do dente para receber a coroa, em que o doutor afirma que iriamos dar início ao processo de remoção de um siso, algo que não tinha sido de todo mencionado e que prontamente rejeitei.- As tácticas do Dr. Afonso Miguel Correia de empatar este processo tornaram-se óbvias, e o processo absurdamente longo e repetitivo. Os moldes para a colocação da coroa pilar cerâmica foram feitos mais de quatro vezes, sem conseguir dar uma justificação compreensível para o estar a fazer. Diversas vezes prometeu que a consulta seguinte seria para a colocação da coroa definitiva mas quando a consulta chegava, repetiamos algum procedimento, ao qual vou chamar de arbitrário pois não existia qualquer tentativa de explicação por parte do doutor.- Terminadas as preparações, chegou o momento de colocar a coroa pilar cerâmica. A primeira consulta foi desmarcada. Remarquei para outro dia. Encontrava-me no consultório na hora combinada e, depois de mais de uma hora e meia à espera sou informado de que houve um atraso por parte do laboratório e não ia ser possível colocar a coroa nesse dia. Remarquei a consulta. Na véspera do dia combinado tento contactar o consultório para confirmar a consulta e não obtive resposta às cinco chamadas que fiz. No dia da consulta, volto a contactar a clínica quatro vezes e não só não obtenho resposta como também começam a desligar as minhas chamadas. Poucas horas antes da consulta, recebo um sms a comunicar que esta iria ter de ser reagendada devido a um atraso por parte do laboratório. Marco outra data para consulta. Na véspera, recebo mais uma vez um sms a informar que a consulta foi desmarcada.- Depois de várias tentativas de ter o reembolso do valor adiantado, a comunicação com a clínica apenas piorou. A Gestora, nome pelo qual se apresentou, informa-me de que seria impossível devolverem-me o dinheiro porque este já tinha sido utilizado para a restauração de um dente frontal. Isto é uma mentira muito grave porque eu nunca restaurei um dente frontal na clínica, apenas foi orçamentado. Confrontei a Gestora e ela informa-me, de maneira atrapalhada, que o valor tinha sido utilizado para remoções de cáries. Mais uma vez, uma mentira muito grave porque eu paguei todos os procedimentos que fiz na clínica, com faturas que o comprovam, e o facto de o adiantamento ser utilizado para pagar outros procedimentos é absurdo.Casos como o meu são muito comuns na clínica. Tive a oportunidade de passar bastante tempo na sala de espera e existem situações em que os atrasos ultrapassam um ano. Acredito que estas situações são mais regra do que exceção e as metodologias nefastas desta clínica prejudicam muitos clientes, roubando-lhes tempo, dinheiro e saúde.O meu desejo é obter o reembolso total do adiantamento mas principalmente trazer atenção e posteriormente responsabilização por estes atos da clínica.Obrigado pela atenção,João Pedro Ruivo
Factura de 123€ cobrada por 623€
No dia 22/5/2021 fui submetido através do meu seguro da MULTICARE a uma cirurgia no Hospital da CUF de Torres Vedras, tendo feito antes daquela intervenção o depósito de 500.00€ conforme anexos 1 e 2 No dia 1/6/2021, ao consultar o my-cuf, verifiquei que estava em dívida a factura em anexo 3, no valor de 123.00€. Depois de dar ordem de pagamento da mesma através do meu cartão de crédito UNIVERSO verifiquei que me foram debitados 623.00€ (vide anexo 4).Neste mesmo dia enviei mensagem através do my-CUF a solicitar a correcção do erro. Só no dia 15 de Junho uma funcionária me interpelou por telefone e a quem propus e enviei e-mail (olivia.costa@cuf.pt) com os comprovativos de pagamento atrás referidos – até hoje sem resposta.No dia 4 de Junho fui ao Hospital da CUF em Torres Vedras e apresentei verbalmente a situação exibindo os documentos em anexo no balcão principal. Pediram-me para colocar a questão no 2º piso, onde tinha sido efectuado o pagamento inicial de 500€ – as duas funcionárias aí presentes fotocopiaram os documentos comprovativos que lhes facultei e disseram-me que a questão, como tinha a ver com a devolução de 500.00€ cobrados a mais, ia ser colocada a uma chefia – até hoje (27/7/2021) sem resposta.Entretanto tenho vindo a receber sms’s e e-mails a pedir a liquidação da factura de 123.00€ atrás referida, alguns deles ameaçando mesmo com cobrança judicial.Tenho vindo a consultar a aplicação my-cuf e a minha conta do cartão de crédito UNIVERSO na expectativa de que me fossem restituídos os 500.00€ cobrados a mais. Numa destas consultas verifiquei que, no passado dia 14/7/2021, contrariamente ao que tem sido habitual desde o dia 1 de Junho (ver anexo 5), aquela factura estava de novo para pagamento (ver anexo 6). Aproveitei o facto para simular o pagamento e verifiquei que, conforme anexos 7 e 8, o valor a debitar, constante da janela de selecção da opção de pagamento era de 623.00€ e não do valor final da factura!Decorridos cerca de dois meses estou apreensivo com a demora na constatação deste facto que é, obviamente, um erro da aplicação my-cuf e, portanto, da exclusiva responsabilidade da CUF.Acresce ainda que não me é permitido visualizar a factura paga pela MULTICARE e a que naturalmente deverei ter acesso para verificar se os valores pagos por mim e pela seguradora se enquadram no contracto de seguro (ver anexo 9).
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