Reclamações públicas

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L. A.
26/02/2026
MEO

Avaria não resolvida

Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 005076706004, comunico que os problemas técnicos reportados no dia 20/01/2026 ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: Resolução da avaria reportada dia 20/01/2026 a qual estou sem serviços desde então. Cumprimentos.

Encerrada
C. N.
26/02/2026
MEO

Alteração no serviço

Exmos Senhores, eu usufruía de um serviço de tv e Internet sem fidelização da Meo empresas. E posterior o meu cônjuge portador do NIF: 252475860, usufruía de um serviço só de telecomunicações, agregando este o telemóvel do mesmo e o meu. Sendo este serviço de telecomunicações com fidelização. No final de Novembro de 2025 o meu cônjuge recebeu uma chamada, com apresentação de uma proposta por parte da MEO empresas, sendo a mesma para juntar os dois serviços acima mencionados num só. Visto que aceitamos esta proposta, o novo serviço foi ativado no dia 2 de Dezembro. A questão é que não sendo informados correctamente de que para proceder a ativação deste novo serviço, teríamos de fazer um comunicado para a desativaçao do serviço anterior. Porque pela apresentação que o operador nos propôs quando aceitamos o novo serviço, calculámos que fosse uma situação automática, visto que não nos foi mencionado o contrário. A questão é que em Janeiro de 2026 recebemos fatura do antigo serviço e do novo. Contatei a MEO empresas em prol de resolver a situação da melhor maneira. Ao qual me foi dito que a minha questao ía ser reencaminhada para análise e que me voltavam a contatar, mas até à data de 23 de Fevereiro que me contataram para proceder ao pagamento da fatura em atraso visto que nós só pagámos a fatura do serviço novo. Nesta mesma chamada o operador informou-me de que tería de proceder por escrito ao pedido de desativaçao do serviço antigo. A minha questão é se vou ter de pagar essa fatura do serviço antigo,sendo que não faz sentido pagar dois serviços numa morada só?

Resolvida
R. C.
25/02/2026
MEO

Não instalam

Fizemos a adesão ao plano da MEO no dia 12/02/2026 e já passaram 13 dias. Tenho recebido SMS com o agendamento da instalação e, no dia seguinte, recebo outra mensagem a informar que não será possível realizar a instalação por motivos técnicos. Estou muito decepcionado com a empresa, pois a internet é, hoje em dia, um serviço essencial. No dia da adesão, o vendedor na loja informou-nos que a instalação seria feita de um dia para o outro. Sinto-me lesado com esta situação e espero que a mesma seja resolvida com a maior brevidade possível. Com os cumprimentos, Ricardo Varella Contrato no nome da minha esposa: Catia Lacerda NIF 336226314

Resolvida
E. C.
25/02/2026
MEO

Minha tv aviario

Eu sr edson veio aqui relatar uma decepção com trabalho da Meo junto a o cliente aonde eu fiz um plano familiar que velho junto a uma tv xiaomi de serié 55787/C6100030983 e a tv deu problema e eu liguei pra Meo e a Meo mandou eu Ligar pra empresa TAMET aonde a empresa mim cobrou 750€ pra fazer o serviço da tv aonde esta na garantia so tem 8 meses de uso aonde fica a minha garantia.a tv abriu avaria quando eu estava asistindo e pir volta de os 30 nimuntos a tv conesou a fecha a tela. A Meo que a responsavel pelo meu pagamento em fatura fica jogando eu pra um lado e outro nao resolve entao vou atribunal porque nao vou paga um produto avaria e na garantia.

Em curso
T. P.
25/02/2026
MEO

Incumprimento contratual e cobrança indevida de penalização

Venho por este meio apresentar queixa formal contra a MEO, relativamente a uma situação de incumprimento contratual da sua parte, seguida de uma tentativa de me responsabilizar financeiramente por esse mesmo incumprimento. Em outubro do ano passado, celebrei contrato com a MEO, tendo sido agendada a instalação do serviço na minha residência. O técnico deslocou-se ao local e procedeu à instalação do serviço. Durante a instalação, questionei o técnico sobre a caixa ATI, tenho uma das recentes que dá net para a casa toda sem ser necessário os repeaters mas sim uma simples ligação de cabos ethernet. O técnico confirmou que era possível fazer essa instalação, mas que não tinha consigo os cabos necessários para a concluir naquele momento. Assegurou-me que seria contactado brevemente para agendar o regresso e terminar o trabalho. Esse contacto nunca aconteceu. Entretanto tive que viajar em trabalho e estive ausente durante aproximadamente um mês, período durante o qual a MEO não realizou qualquer tentativa de contacto nem por chamada, nem por email. Ao regressar, ao tentar ligar as coisas no escritório, percebi que não tinha internet e lembrei-me que o serviço não tinha sido terminado. Contactei a MEO para resolver a situação. Ao longo das semanas seguintes, realizei múltiplas chamadas antes de avançar para pedido de cancelamento (todas elas estão gravadas) tendo em cada uma delas recebido a garantia de que a situação seria resolvida, com menção à abertura de queixas internas e prazos de resposta de três dias úteis que nunca foram cumpridos. Numa das tentativas de resolução, acabei por ser contactado por um técnico que, em vez de agendar a instalação em falta, informou-me que dado terem passado mais de 30 dias desde a instalação inicial, a conclusão dos trabalhos teria agora um custo adicional da minha parte. Esta informação causou-me indignação justificada, não só porque o atraso nunca foi da minha responsabilidade, como a própria MEO tinha prometido resolver a situação de forma gratuita em múltiplas ocasiões. Ser penalizado pelo decurso do tempo quando esse tempo resultou exclusivamente da inação da empresa é, no mínimo, uma inversão completa da responsabilidade. Apenas quando comuniquei a minha intenção firme de cancelar o contrato é que a MEO se mostrou disponível para resolver o problema de imediato, chegando a oferecer um voucher para cobrir os custos de instalação. Esta proposta foi feita após semanas de inação, o que considero uma confirmação de que o problema existia e era da sua responsabilidade, tendo sido sistematicamente ignorado até ao momento em que o cancelamento se tornou uma ameaça real. Procedi ao cancelamento do contrato. Qual foi o meu espanto quando recebi posteriormente uma notificação de cobrança de penalização no valor de €212,66, a título de incumprimento contratual da minha parte. Respondi ao email rejeitando a cobrança, uma vez que o incumprimento foi exclusivamente da MEO, o serviço prometido nunca foi prestado. A resposta que recebi afirmava que a única obrigação da MEO era a instalação inicial, considerando-a cumprida. Discordo totalmente. A MEO assume reiteradamente a responsabilidade de resolver a situação a partir do momento que são feitas múltiplas promessas. O incumprimento dessas promessas não anula essa responsabilidade, antes a agrava. Solicitei ainda o acesso às gravações das chamadas realizadas, as quais constituem prova das promessas feitas e dos prazos incumpridos por parte da MEO caso seja necessário seguir pelas vias legais disponíveis. O que pretendo com esta queixa: O cancelamento imediato da penalização cobrada, por ser injusta e infundada. O incumprimento foi da MEO, não meu. Apenas irei liquidar o valore relativo à última mensalidade do serviço, reconhecendo essa obrigação da minha parte. Contudo, recuso-me terminantemente a pagar a penalização de cancelamento, uma vez que o motivo do cancelamento foi o incumprimento reiterado e documentado por parte da MEO, e não qualquer vontade arbitrária da minha parte de rescindir o contrato. Adicionalmente, considero que esta situação revela uma conduta desrespeitosa para com o consumidor, com promessas sistemáticas sem qualquer intenção de cumprimento, e resolução imediata apenas quando o cancelamento se tornou definitivo, pelo que reservo até o direito de solicitar compensação pelos danos causados. Agradeço a vossa intervenção neste processo.

Encerrada
M. S.
25/02/2026
DPD

Recusa/omissão de entrega ao domicílio e conduta imprópria de estafeta

No dia 25/02/2026, recebi notificação por SMS da DPD a informar que a encomenda com o n.º 09868719031559H seria entregue " nos próximos minutos" na minha morada. Pelas 10:00, fui contactada telefonicamente pela estafeta, que afirmou estar “à porta” e perguntou se eu poderia subir para receber a encomenda. Informei que não podia e tentei explicar que a recepção é habitualmente feita por uma senhora de 86 anos, com dificuldades de mobilidade, precisamente por eu não estar normalmente em casa. Antes de eu conseguir concluir a explicação, a estafeta desligou a chamada. Tentei voltar a ligar por duas vezes, sem sucesso (não atendeu). Imediatamente depois, às 10:01, o tracking da DPD passou a indicar: “LOCAL DE ENTREGA NÃO ACESSÍVEL” com o comentário “RUA FECHADA”. Esta justificação não corresponde à realidade: o local é acessível. Importa esclarecer que, para aceder à minha residência, é necessário abrir o portão do n.º 48 e percorrer uma viela de alguns metros até à Casa B. Esta instrução é sempre deixada nas observações da entrega em compras online: “Abrir o portão do número 48, entrar e tocar à campainha da casa B.” A conduta descrita traduz-se numa recusa prática de entrega ao domicílio, agravada pelo facto de a destinatária habitual ser idosa e com mobilidade reduzida, sendo inaceitável exigir que percorra a viela para levantar a encomenda. Acresce que a DPD tem sido reincidente neste comportamento nesta morada, alegando frequentemente falta de estacionamento, quando outras transportadoras (incluindo CTT) realizam a entrega à porta sem qualquer problema. O apoio ao cliente limita-se a remarcar a entrega ou a indicar levantamento em ponto de recolha, o que não corresponde ao serviço pago, pois optei por entrega para não ter de me deslocar a um ponto.

Encerrada
J. G.
25/02/2026

Falha Internet Fixa

Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente, venho por este meio comunicar que passados 10 dias, os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, Cumprimentos. Paulo Gonçalves

Resolvida
A. M.
25/02/2026
MEO

Cobrança indevida

Exmos sres, Tendo já me comunicado anteriormente, sem contudo ter uma resposta satisfatória venho novamente me manifestar contra vossa atitude de querer me impor indevidamente uma coima por rescindir o contrato com vossa empresa. Primeiramente me disseram telefonicamente que aceitavam o comprovativo emitido pelas finanças de cessação do contrato de arrendamento para finalizar meu contrato com vossa empresa, e quando enviei via livro de reclamações o documento, então me ligaram novamente exigindo o comprovativo de que o senhorio me pediu a propriedade e o comprovativo de propriedade nova. Não tenho obrigação legal alguma de lhes dar nenhum desses documentos, pois são pessoais e não substituem o documento legal de finalização de contrato emitido pelas finanças, sendo este sim um documento oficial. Ademais , cumpri com os dois anos de obrigatoriedade contratual iniciais, sendo que já estava no terceiro ano , tendo prorrogado minha fidelização , mas não criado uma nova. Sendo assim solicito mais uma vez o cancelamento imediato do valor de rescisão que querem me cobrar. Obrigado

Encerrada
M. G.
25/02/2026

Falha na instalação

Exmos. Senhores, Em Janeiro de 2025 informei que iria mudar de residência e liguei para os vossos servicos para questionar como proceder com a deslocação do contrato, tendo sido informada que bastava informar da nova morada e agendar a instalação que foi o que foi feito. Sucedeu que no dia marcado, 7FEV, o técnico deslocou-se à nova residência (onde já estávamos a habitar a partir desse dia) e não instalou nada por alegar não haver sinal na habitação e informou que seria feito novo agendamento. No dia seguinte quando estou a trabalhar sou surpreendida com uma chamada a informar que os técnicos se encontravam á porta sem aviso prévio. Como tal, reagendaram a data para 23Fev. Devido à quantidade de tempo previsto sem serviço tentei reagendar e nunca foi possível devido a algo técnico superior á habitação, nunca dizendo o porquê, apenas que o nosso contrato não era possível de instalar na residência. Informaram que iriam anular o contrato pois seria feito outro na nova residência (quebrando a fidelização) e que iriam cancelar o serviço até ser instalado, incluindo o meu serviço móvel, deixando-me sem comunicação. Após muita insistência pedi para pelo menos deixarem o telemóvel ativo pois é a única comunicação que tenho. Fui igualmente informada que a fatura do mês de Fevereiro, teria direito a acerto de contas sobre os dias que não usufruí quando recebesse a mesma, informando os serviços via telefone no momento. No dia 20 sou surpreendida com novo adiamento para dia 6 e reclamei, e após várias chamadas sem me darem justificação, ainda dão a entender que a culpa é nossa por nos termos mudado e que só temos de aguentar até os técnicos resolverem o problema. Informei que iria consultar outros operadores, sendo informada que não iria resolver o problema da habitação. Celebrei contrato de prestação de serviços de telecomunicações com outra operadora, que instalou o seu serviço em apenas 2 dias e cancelei em loja NOS, onde além do mau humor e receção que obtive, não me prestaram qualquer informação adicional sobre o processo de cancelamento, tendo devolvido todos os equipamentos no dia seguinte em loja (e com comprovativo de entrega). No dia de ontem informam-me que tenho de pagar 160 euros pelos 14 meses de fidelização e que não devolvem os 90 euros da fatura conforme estabelecido previamente porque já passou o período de fatura e por ter quebrado contrato. Informam-me que eu é que falhei com a empresa e que não era possivel outra operadora ter instalado o serviço na residência. Que deveria ter informado do novo contrato e da residência nova com antecedência de 1 mês(relativamente á morada nunca levantaram essa questão). Agora pedem 280 euros pela quebra de contrato, apesar de na provedoria do cliente da NOS referir que caso não consigam instalar o serviço numa morada nova não tenho que pagar nada. Considerando o exposto, informo que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão, conforme é informado pela provedoria da NOS (onde já foi feita exposição do caso) e exijo o dinheiro relativo ao período que não usufruí de qualquer serviço por incompetência técnica da vossa empresa. Poderei ter falhado com a fidelização mas a empresa falhou com a prestação do serviço pago pelo cliente, não informação de processos, não justificação do porquê da impossibilidade de instalação e na forma como repetidamente fui tratada via telefone, como se fosse um castigo por mudar de residência. Cumprimentos.

Resolvida
J. B.
25/02/2026
MEO

Faturação de serviços indevidos

Exmos. Senhores, O meu nome é José Eduardo Barreira vosso associado e representande do serviço contratado À MEo Empresas de Ana Maria Pato Ferreira Gonçalves Neto, NIF 151119902, cliente MEO Empresas (n.º cliente 1260809563), minha mãe. Na qualidade de associado da DECO PROTESTE, venho solicitar a vossa intervenção devido a irregularidades graves na faturação e na configuração do serviço contratado junto da MEO. Anexo a este email todos os documentos relevantes, devidamente organizados e identificados. 1. Serviço contratado e valor acordado No dia 24/10/2025, assinei com a MEO o pacote M4e, cujo valor mensal contratualizado é 49,58 €, conforme consta no Resumo do Contrato assinado. Este valor inclui televisão, internet 1000/400 Mbps, telefone fixo, telemóvel com 200GB, um cartão adicional, uma MeoBox Android TV e o router FiberGateway WiFi 6. Inclui ainda todas as ofertas e descontos durante 24 meses, nomeadamente a oferta integral do serviço MEO Go. O segundo cartão de telemóvel, associado ao serviço OneNumber, está corretamente incluído no pacote e faz parte do valor contratado. No entanto, não foi contratado qualquer serviço adicional premium, como TVCine ou outros conteúdos pagos. 2. Faturação incorreta Apesar do valor mensal acordado ser 49,58 €, a MEO está a faturar valores superiores: - Dezembro 2025: 64,38 € - Janeiro 2026: 70,87 € Estes valores não correspondem ao contrato assinado e representam um aumento injustificado. 3. Serviços indevidamente ativados ou cobrados Após análise detalhada das faturas, identifiquei serviços que não foram contratados, mas que surgem ativos e, em alguns casos, parcialmente cobrados: - TVCine — não contratado, mas parcialmente cobrado em janeiro. - MEO Go — deveria ser oferta total durante 24 meses, mas foi cobrado parcialmente em dezembro e totalmente em janeiro. O serviço OneNumber, apesar de fazer parte do pacote por corresponder ao segundo cartão, aparece corretamente com oferta, mas não deveria gerar qualquer impacto adicional na faturação, o que não está a acontecer devido às cobranças indevidas acima referidas. 4. Valores cobrados indevidamente A diferença entre o valor contratado e o valor faturado resulta em cobranças indevidas de: - 14,80 € em dezembro de 2025 - 21,29 € em janeiro de 2026 Totalizando 36,09 € cobrados a mais até ao momento. 5. Pedido de intervenção Solicito o apoio da DECO PROTESTE para: - Correção imediata da configuração do serviço, removendo todos os serviços não contratados. - Regularização da faturação mensal, garantindo o valor contratual de 49,58 €. - Reembolso dos valores cobrados indevidamente, no total de 36,09 €. - Garantia de que não serão ativados serviços adicionais sem consentimento expresso. - Verificação do cumprimento do contrato assinado, dado que a MEO está a desrespeitar as condições acordadas. 6. Anexos enviados Junto ao email envio: - Proposta MEO assinada (Resumo do Contrato) - Contrato de Adesão assinado - Fatura de novembro 2025 - Fatura de dezembro 2025 - Fatura de janeiro 2026 Todos os documentos comprovam as irregularidades descritas. Agradeço desde já o vosso apoio e aguardo o vosso acompanhamento neste processo. Com os melhores cumprimentos, José Barreira em representação de Ana Maria Pato Ferreira Gonçalves Neto NIF: 151119902 Contacto: 926 256 313 Email: j.edwards.11@hotmail.com

Resolvida

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