Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
N. R.
17/03/2026

Atrasos

Exmos Senhores, É recorrente os constantes atrasos, com nome de perturbações, na circulação do metro de lisboa às horas de ponta. Além disso com o aumento exponencial de passageiros, não se entende o porquê se o metro, a horas de ponta, demorar 5, 6, 8 a até 15 minutos de espera em estações. Já para não falar nos equipamentos - escadas rolantes que estão constantemente avariadas. Por exemplo na estação de Odivelas ( que me dá a sensação de não ser muito importante) a escada rolante está avariada à meses. A desculpa das cheias já não é viável, pois ultimamente não tem havido nenhuma. Outra questão é o porquê de na linha amarela, nas horas de menor fluxo, o metro não circular sempre até Odivelas. Os senhores não terão o conhecimento da quantidade de pessoas que agora circulam para Odivelas a todas as horas? De inicio até se compreendia que circulasse um metro para Odivelas, outro até ao Campo Grande, mas agora com um fluxo contínuo de pessoas a todas as horas não faz sentido. Parece que existem clientes de primeira e outros de segunda, sendo os de segunda os que não têm direito ao mesmo serviço. Obrigada,

Encerrada

Serviço online de revalidação da carta de condução

Estou a semanas de completar 70 anos e precisei revalidar a carta de condução. Tentei online mas a plataforma é péssima e, pura e simplesmente, não funciona!!! Andei uma semana a tentar fazer a revalidação online SEM SUCESSO e sempre a reclamar aos serviços através do e-mail imtonline@imt-ip.pt. Respondiam: tente de novo... é sem palavras! Acabei por ter que me deslocar ao Espaço Cidadão das Laranjeiras onde já ia pagar mais pelo serviço: em vez de 13,50 teria de pagar 15,00. Contudo, e para minha surpresa, porque no cartão de cidadão o RUY aparece com Y e na carta com I, fui obrigado a pagar 30,00€, o que considero inadmissível porque a responsabilidade não é minha. Nasci em Moçambique e no assento de nascimento colocaram RUY, quando cheguei a Portugal em 1976, sem me darem cavaco, puseram no BI Rui, depois explicaram que na língua portuguesa não constava o Y. Anos mais tarde, e novamente sem me darem cavaco, voltaram a introduzir o Y. E agora, obrigam-me a pagar mais do dobro quando a incompetência é do Estado Português. Portanto, solicito ser ressarcido em 16,50 euros (30,00 - 13,50).

Encerrada

Avaria de viatura no +prazo de garantia

Venho solicitar o apoio relativamente a um litígio de consumo que mantenho com o stand automóvel Léguas Destemidas, relacionado com a aquisição de uma viatura usada. No âmbito de um contrato de compra e venda de bem móvel de consumo, adquiri a viatura Volkswagen Scirocco, matrícula 75-IU-62, à referida empresa, tendo sido igualmente associada ao negócio uma garantia comercial prestada pela empresa SNG. Durante o mês de outubro, ainda dentro do período de garantia, comuniquei ao vendedor e à entidade responsável pela garantia a existência de duas desconformidades graves na viatura: -Avaria na caixa de velocidades automática, concretamente na mecatrónica; -Consumo anormal e excessivo de líquido refrigerante, na ordem de aproximadamente 1 litro a cada 300 km, situação claramente incompatível com o funcionamento normal do veículo e que poderá indiciar defeito grave no sistema de refrigeração ou no próprio motor. Por indicação da própria garantia, a viatura foi entregue numa oficina por esta designada. Contudo, o veículo permanece imobilizado e sem reparação desde outubro, encontrando-me privado da sua utilização desde essa data. A empresa SNG recusou assumir a reparação da caixa de velocidades, invocando uma exclusão contratual da garantia comercial e quanto ao problema do consumo anormal de líquido refrigerante, não foi apresentada qualquer solução ou resposta clara. Contactei o stand que remeteu para a seguradora e, em face da recusa daquela na reparação da viatura, notificado formalmente por escrito, não respondeu. As avarias verificadas dizem respeito a componentes essenciais do veículo (motor e caixa de velocidades), não resultando de uso indevido da minha parte. Acresce que o facto de estar privado do uso da viatura há vários meses configura uma situação de claro prejuízo e incumprimento das obrigações contratuais. Face ao exposto, venho solicitar à DECO apoio na mediação com o vendedor e com a entidade da garantia, com vista à resolução do contrato, uma vez que o arrastar da situação está a causar-me muitos danos e preciso de resolver o assunto com a maior brevidade. Anexo a esta reclamação toda a documentação relevante que disponho, sendo que as comunicações com o stand e com a seguradora foram essencialmente telefónicas. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
H. R.
16/03/2026

Furto de Bagagem

Exmos. Senhores, No dia 17/11 viajei de Nazaré para Portimão, com mudança de autocarro em Lisboa – Gare do Oriente, na rota 1012, reserva n.º 3303994716. Tive uma espera de cerca de 1h30 em Lisboa e, durante esse período, trouxe comigo a mala que vinha no porão do primeiro autocarro. À hora da segunda viagem (13h), fui para a zona de embarque e, a pedido do motorista, coloquei a minha mala vermelha (marca AIR, com puxador preto, quatro rodas e interior preto com elásticos vermelhos) no porão do autocarro. A mala estava comigo até esse momento, completamente identificável, e foi o próprio motorista que me instruiu a colocá‑la no porão. Durante o embarque, o porão permaneceu aberto entre 20 e 30 minutos, sem qualquer vigilância, sem controlo de entrada ou saída de bagagem, algo absolutamente inaceitável numa estação tão movimentada como a Gare do Oriente. Quando cheguei a Portimão, a mala já não estava no porão. Fui de imediato falar com o motorista, que confirmou que a mala não se encontrava. Informou-me também que, entre Lisboa e Portimão, apenas parámos em Armação de Pêra e que não abriu o porão por não haver passageiros a sair. Torna-se assim evidente que a mala foi retirada ainda na Gare do Oriente, durante o período em que o porão esteve aberto sem qualquer supervisão. Isto revela uma falha gravíssima da transportadora, que deixou a bagagem dos passageiros totalmente exposta a furtos, sem qualquer medida mínima de segurança. Dentro da mala encontravam-se vários bens pessoais de valor, que passo a descrever: dois pares de jeans Levi’s (um azul e um preto), uma camisola preta Bimba Y Lola, uma sweat preta simples, roupa interior, um casaco de lã, uma camisola de lã, um casaco de couro preto Stradivarius, um gorro verde Carhartt e um saco de cosméticos Chanel contendo vários produtos de marca (creme Avène, creme SVR Cicavit+, base Lancôme, creme de olhos Lancôme, perfume YSL Libre 30 ml, escova e pastas de dentes). Para além disso, levava uma caixa de jóias com três anéis de prata e brincos de pérola. Todos estes bens foram roubados, representando um prejuízo significativo. Apresentei queixa na PSP de Portimão imediatamente após a chegada, e igualmente apresentei queixa no formulário da FlixBus, mas até ao momento não obtive qualquer resposta concreta ou solução por parte da transportadora, que se tem mostrado totalmente ausente, sem responsabilização e sem qualquer apoio. Importa reforçar que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 9/2015, que estabelece as condições do contrato de transporte rodoviário de passageiros e bagagens, a transportadora é responsável pela custódia da bagagem entregue ao seu cuidado, devendo assegurar condições adequadas de segurança e cumprimento das suas obrigações contratuais durante toda a viagem. Paralelamente, o Regulamento (UE) n.º 181/2011, aplicável ao transporte rodoviário em Portugal, impõe ao operador a obrigação de disponibilizar mecanismos de tratamento de reclamações, prestar informação ao passageiro e assegurar a indemnização adequada quando há perdas ou danos de bagagem sob custódia da transportadora. Mesmo nos serviços com menos de 250 km, aplicam‑se direitos essenciais dos passageiros, incluindo a obrigação do transportador de proteger a bagagem que recebe e tratar devidamente as reclamações apresentadas. A minha situação corresponde exatamente a aquilo que a lei pretende evitar: uma transportadora que recebe bagagem no porão, não implementa qualquer sistema de vigilância ou controlo e, perante um furto ocorrido enquanto a bagagem estava sob sua custódia, não oferece qualquer apoio, resposta ou processo de indemnização. Fui prejudicada de forma clara por negligência da empresa, que não garante segurança no processo de carga de bagagem e não cumpre mínimos como vigilância, fecho dos porões, registo de bagagem ou supervisão durante o embarque. O passageiro entrega a bagagem ao cuidado da transportadora e confia que a mesma será devidamente protegida — o que, neste caso, não aconteceu de forma alguma. Exijo que seja acionado o seguro da transportadora, que existe precisamente para situações de furto de bagagem sob custódia da empresa. O prejuízo que sofri é real, direto e resultante da falta de procedimentos e de segurança no embarque em Lisboa. Não aceito respostas evasivas nem tentativas de desresponsabilização: a bagagem desapareceu enquanto estava sob responsabilidade direta da transportadora e após ter sido colocada no porão a pedido do motorista. Exijo indemnização integral pelos bens furtados, pela mala e a abertura formal de um processo que inclua a análise das câmaras de videovigilância da Gare do Oriente e dos registos internos do embarque. Fui lesada, fui prejudicada e até agora ninguém assumiu responsabilidades. Quero uma resposta, uma solução e a ativação do seguro correspondente, sem mais demoras.

Encerrada

Pedido de cartão tvde

Eu Walter costa tiene,fiz a formação tvde, no entanto já paguei 27 euros por meu cartão tvde online, e até agora não foi me emitido o certificado digital de motorista tvde ou a guia de substituição

Encerrada

Cartão easyjetplus

Fiz a renovação do cartão easyjetplus através do site da easyjet, e procedi ao seu pagamento através do cartão Unibanco. Quando acedo a minha conta easyjet aparece a informação que o cartão não tem pagamento feito, isto foi em Dezembro. Ando há 3 meses a reclamar junto do apoio ao cliente da easyjet e o assunto ainda continua por resolver. Pediram me comprovativos de pagamento do Unibanco, que já enviei e continuo à espera da resolução. A easyjet responde que o cartão está ativo mas na minha conta easyjet continua informačao que o cartão está expirado, e não o posso utilizar nos voos que vou realizando. Agora dizem o assunto está a ser analisado no departamento de gestão, e não resolvem.

Encerrada

Danos e burla

Exmos Senhores, fiz um aluguer na GOLDCAR Proc.25704812 atraves do site da DISCOVERCARS e vejo~me bur...do pela imensidão de danos apresentado e que foram salientados na altura da recepção do veículo, disseram que não eram vincos e teriam que ter uma profundidade de cerca de 5mm. A viatura andou 60 kms e entrou na garagem da minha residencia saindo só no dia da entrega, dia 23. Na entrega do mesmo nada me informaram sobre os danos, inclusivamente FALSIFICARAM a minha assinatura. Estamos perante um crime. ESta empresa está abusando no mercado e ninguem põe mão nela. As bur....as no portal da queixa são muitas. Apresentam um débito no meu cartão de crédito de cerca de 1019,00euros e não me avisam e que é obrigatório por lei informarem o cliente. ATé nisso são bu....lões, não cumprem com o que a empresa publicita. VAMOS ACABAR COM A IMPUNIDADE DESSAS EMPRESAS

Encerrada
A. D.
14/03/2026

cobrancas "indevidas"

Exmos Senhores: Recebi este ano cobrancas de viagens supostamente efectuadas por mim. Acontece que me encontro fora de Portugal, desde 06.04.2025, mais concretamente em Mocambique. Assim que me apercebi dos debitos, entrei em contacto com a Bolt e com o banco onde tenho a conta. Aconselharam-me, pelo apoio ao cliente, que cancelasse o cartao e informaram-me que iriam creditar provisoriamente o valor debitado ate que o caso fosse esclarecido. O meu problema reside no seguinte: quem usou os meus dados para pedir essas viagens, estando eu em Mocambique? A Bolt ate hoje nao me deu resposta. Cumprimentos

Encerrada

Condições contratuais não cumpridas

Exmos Senhores, CONTRATO ALUGUER Nr. 28242582 Posteriormente ao recebimento da nota de liquidação final, foi-me cobrada uma taxa abusiva de 50 €, a qual a GOLDCAR justificou como sendo uma taxa que cobre os custos administrativos e operacionais decorrentes da gestão do acidente (ocurrido sem minha culpa) e é aplicada independentemente da cobertura de seguro que o cliente possa ter. No entanto, nas condições contratuais no ponto 12.8 (pag 5/21) das condições de aluguer "Goldcar17.2 Particular Rental Conditions" vem claramente referido que essa cobrança só terá lugar se não houver uma contratação supplementar de cobertura: "12.8.If You do not purchase any additional cover offered by Goldcar at one of our offices and the vehicle is involved in an accident during the rental period, You will have to pay an Accidents Administration Fee (in addition to the damages associated with the accident, if applicable)." Como se puderá verficar, eu contratei a cobertura adicional "Super Relax Cover". Deste modo, parece-me que a cobrança extra de 50 € aplicada ao meu aluguer é abusiva. Dei a conhecer à GOLDCAR a situação da cobrança abusiva, e pedi expressamente para ser informado do ponto das condições de aluguer que refere expressamente que a taxa que cobre os custos administrativos e operacionais decorrentes da gestão do acidente e é aplicada independentemente da cobertura de seguro que o cliente possa ter. No entanto, a GOLDCAR não me enviou a informação requerida. Em anexo a esta reclamação está o contrato com as consições de aluguer que a GOLDCARD me enviou aquando do contrato.

Resolvida
J. M.
13/03/2026

Perdidos e metade achados

Assunto: Perdidos e metade achados Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação ocorrida na viagem realizada no dia 11/03/2026, no percurso Campanhã – Leiria, entre as 16:00 e as 18:05, com o autocarro n.º 36 (direção Cascais), referente ao bilhete n.º 5100735178. Após o desembarque apercebi-me de imediato de que tinha deixado inadvertidamente no interior do autocarro um saco duty free do aeroporto, contendo diversos bens no seu interior. Tentei de imediato contactar a linha telefónica de apoio e também a central em Leiria, mas em ambos os casos fui encaminhado para um sistema automático que apenas indicava o preenchimento de um formulário online, não existindo qualquer possibilidade de contacto direto que permitisse resolver a situação com rapidez. Perante a ausência de qualquer resposta durante três dias, vi-me obrigado a tentar resolver o problema pelos meus próprios meios. Desloquei-me a várias gares, falei diretamente com motoristas e procurei obter informações junto de diferentes pontos de operação até finalmente conseguir localizar o saco. Contudo, quando o mesmo foi recuperado, verifiquei que apenas parte do conteúdo se encontrava no interior, faltando alguns dos bens que lá estavam inicialmente. Naturalmente, esta situação levanta sérias preocupações, não só pelo desaparecimento de parte dos objetos, mas também pela total ausência de um mecanismo eficaz e rápido de apoio ao cliente em situações deste tipo. Um sistema em que o passageiro fica limitado a um formulário online, sem qualquer contacto humano ou acompanhamento, revela-se manifestamente insuficiente para resolver problemas que, por vezes, exigem intervenção imediata. Assim, solicito os vossos esclarecimentos relativamente ao sucedido, bem como a verificação interna do percurso do saco desde o momento em que foi encontrado até ao momento em que me foi entregue, de forma a apurar o que poderá ter acontecido ao restante conteúdo. Esta situação é digna de um pais de 3° mundo onde este tipo de situação são esperadas. Temo que a vossa empresa seria ótima para operar na república centro africana. Obrigado, Jorgen

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.