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Demora a instalação
Exmos. Senhores, Realizei a solicitação do serviço de internet em 23-03-2025 e até o momento a instalação foi por duas vezes cancelada e o serviço não instalado. Solicito a conclusão do mesmo o mais rápido possível. Cumprimentos. Isabela Rosa
Encerramento de conta bancária
Exmos. Senhores, Caso 12653734 Comportamento abusivo por parte do Santander Esta situação afecta a minha companheira Stefany Nascimento da Silva, Rua Antero de Quental, nº 240, Estúdio 12, 3000-131 Coimbra, requereu no início do mês de Janeiro de 2025, o encerramento da sua conta no Santander e liquidou o pagamento da quantia em dívida, através de 3 pagamentos mensais, iguais e sucessivos. No passado dia 29 de Março de 2025, o Santander enviou-lhe um documento comprovativo de encerramento da sua conta bancária neste Banco. A cliente nada deve ao Santander. Este mês é com manifesta incredulidade que recebe um email do Santander a dizer que tem 9,22 € em atraso, conforme cópia que junta. Esta semana a importância subiu para 18,16 €, Será que este aumento se deveu às reclamações efectuadas pela Stefany? Mas o que é isto? Isto é um abuso. A conta já deveria de estar encerrada. Será que a divida é eterna? Participação para a DECO e para o Banco de Portugal. Cumprimentos.
Faturação aumentou sem aviso
Exmos. Senhores, Utilizei esta aplicação uma vez na qual fiz o seu primeiro pagamento que seria MENSAL no valor de 1,99€, no contrato indica que se houver alteração de valores ou impostos sobre os valores que o cliente será avisado coisa que não aconteceu, hoje foi o dia do segundo pagamento na qual me deparo com o valor de 24,99€ então sim existe uma alteração no valor na qual não fui informada mais uma vez eu digo, o valor mensal era de 1,99€ acho isto um ato de muita falta de respeito e quero que a empresa me faça a devolução desse mesmo valor, nunca voltei a utilizar mas por decência da minha parte aceitaria pagar novamente os mesmos 1,99€ agora 25€ é só ridículo, de momento já cancelei a assinatura nesta companhia e nao irei voltar a utilizar, enviei um email para eles a informar. Cumprimentos.
Caução não devolvida
Em setembro de 2024, foi comprado à empresa Ervolog, Unipessoal Lda, um motor reconstruído para um Jaguar XJ. O processo foi todo ‘online’ e correu com toda a normalidade que era expectável. Na fatura da compra tem um valor de 1250,00 € que é referente à caução da entrega do motor antigo, valor esse pago com o valor do motor reconstruído. Após a recepção do motor antigo a referida empresa disse que iria proceder à respetiva devolução do valor e até hoje mesmo após inúmeros telefonemas a questionar a não devolução, arranjam variadíssimas desculpas para não fazê-lo! "Não estou no escritório agora, ligue-me depois das 14:00 que já trato disso" "Estou a conduzir, mas esteja descansado que ainda hoje trato disso" "Essa transferência já foi feita" "Vou-lhe enviar o comprovativo de transferência" "Dê-me 30 minutinhos que já trato disso sem falta" Quero com esta reclamação mostrar o meu total descontentamento com a referida empresa e acima de tudo alertar as pessoas que estejam a ponderar efetuar compras à mesma.
Atraso de Voo
Exmos. Senhores, Em 11/04/2025 dirigi-me ao aeroporto de Ponta Delgada no Aeroporto João Paulo II para embarcar no vosso voo S4128 para Lisboa no Aeroporto Humberto Delgado. Sucede que o voo, que estava marcado para as 21:50h se atrasou, com partida a ter lugar pelas 01:50h e a chegada ao destino a ocorrer às 05:00h locais. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 250€ (duzentos e cinquenta euros), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Número de identificação fiscal (NIF): 218819897
Não encerramento de conta
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (PT50 0018 0003 5852 3135 0208 7) e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em setembro de 2023, a conta continua aberta. Tive que abrir esta conta por causa de um período de pós-doutorado em Portugal, entre março e setembro de 2023, com o combinado que após meu retorno a mesma seria encerrada, o que não ocorreu. Apesar de não ter ocorrido movimentação alguma após o período e ter ficado saldo em conta, o banco continua a me cobrar de forma insistente como se existissem débitos posteriores. Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e procedam ao estorno de qualquer comissão indevidamente cobrada neste lapso de tempo. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. Daniel Ferreira.
Falta de peça para reparação
Exmos. Senhores, Venho expressar a minha total revolta com esta que diz ser uma grande marca e que tem um serviço pós-venda miserável e tem falta de peças de substituição. Tenho um carro ZOE, o qual se encontra na oficina há mais de 3 meses por falta de uma peça - bomba de água. A Renault levou mais de 1 mês para dar uma previsão, a previsão foi para passados 2 meses, e na semana da data de prevista de entrega, elimina a data de previsão e volta a não dar qualquer previsão para entrega. SURREAL!!! falta de peças em caso de avaria, e que pelos vistos é comum, mas eles não estão minimamente preocupados ou focados no cliente. A suporte ao cliente tem sido mediocre. As pessoas que dão suporte não sabem nada, não fazem nada, mentem constantemente. Não havendo alternativa, estou inibido de usar o meu carro, sem alternativa, com filhos pequenos, com um mono que não serve para nada, e sem respostas ou suporte. Cumprimentos.
Cobrança indevida pela Segurança Social do Apoio Extraordinario a renda
Exmo. Senhor(a), Venho, por este meio,expor e requerer, com caráter de urgência, a regularização da situação referente ao Apoio Extraordinário à Renda, atribuído no âmbito do Decreto-Lei n.º 20-B/2023, de 22 de março, cuja gestão compete ao IHRU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana. Sou beneficiário deste apoio desde o ano de 2023, tendo sempre cumprido todos os requisitos legais de elegibilidade, nomeadamente: - Contrato de arrendamento para primeira habitação celebrado antes de 15 de março de 2023; - Rendimento anual inferior ao limite do 6.º escalão do IRS; - Taxa de esforço igual ou superior a 35% do rendimento mensal com encargos de renda. Contudo, e de forma injustificada e contrária aos princípios da boa-fé, da legalidade administrativa e da confiança legítima, o apoio foi suspenso em dezembro de 2024 e deixei de o receber a partir de abril de 2025, alegadamente por falta de reativação do contrato de arrendamento no portal da Autoridade Tributária após a sua renovação ocorrida em dezembro de 2024. O próprio sistema informático do IHRU, conforme documento anexo, reconhece a validade contratual até 01-12-2024, e, ainda assim, o apoio foi pago normalmente até março de 2025. No entanto, posteriormente, a Segurança Social notificou-me da obrigação de devolução dos valores recebidos entre dezembro de 2024 e março de 2025, com fundamento em alegada ilegitimidade na concessão, o que constitui um erro administrativo grave, alheio à minha responsabilidade. Apresentei, em 07 de abril de 2025, pelas 21:05, reclamação formal através do portal do IHRU, processo n.º REC723935494, acompanhada de toda a documentação solicitada. Contudo, a reclamação permanece até à presente data no estado de “Submetido”, sem qualquer evolução processual, em violação dos princípios da celeridade procedimental (art. 9.º do CPA), da confiança legítima e do direito à habitação consagrado no artigo 65.º da Constituição da República Portuguesa. Nestes termos, venho requerer: 1. A reativação imediata do contrato no sistema, com efeitos retroativos à data da renovação, para assegurar a continuidade do apoio extraordinário à renda; 2. A anulação do pedido de devolução de montantes pagos entre dezembro de 2024 e março de 2025, por inexistência de má-fé ou erro imputável ao beneficiário; 3. A resolução urgente do processo n.º REC723935494, com comunicação formal da decisão ao requerente, e, se for caso disso, a regularização dos apoios em atraso. Mais informo que, na ausência de resposta célere e satisfatória, reservo-me o direito de recorrer aos meios judiciais e administrativos competentes, incluindo queixa à Provedoria de Justiça, ação junto do Tribunal Administrativo e Fiscal, e, se necessário, exposição pública da situação perante os órgãos de comunicação social. Com os melhores cumprimentos, Adilmar Batista da Silva adilmarbatista@gmail.com 963 952 772 Cumprimentos.
Não atendimento
Exmos. Senhores, (Hoje, 14 de maio de 2025, liguei para o vosso número de apoio ao cliente 707 500 251 na tentativa de obter esclarecimentos e apoio na resolução de uma questão relacionada com pagamento de portagens. A chamada foi estabelecida às 17h08 com um operador automático que, amiúde, solicitava que eu aguardasse pelo atendimento por um operador humano. Assim o fiz. Após cinco minutos de espera, o atendedor automático informa que devido ao elevado tempo de espera a chamada seria terminada, o que efetivamente aconteceu ato contínuo sem mais nenhuma alternativa. Como a chamada para um número 707 é paga, e mesmo que não fosse, a entidade Pagamento de Portagens deverá ressarcir-me do dinheiro gasto nos cinco minutos de espera e também do tempo gasto na minha vida, uma vez que desde o primeiro segundo da chamada o atendedor pedia-me para aguardar pelo atendimento humano, o que não se verificou. Adicionalmente, parece-me que a entidade Pagamento de Portagens não cumpre a obrigação legal prevista no Decreto-Lei n.º 59/2021 de facultar aos utilizadores uma opção de contacto sem custos acrescidos ou com custo de chamada normal. Gostaria muito de poder contar com os vossos esclarecimentos e recomendações. Obrigado e cumprimentos) Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação ocorrida no Hospital CUF Tejo, no âmbito de uma consulta médica que realizei recentemente. Agendei a referida consulta através do acordo existente com a minha seguradora, sendo o número do meu cartão de seguro 9322958. No entanto, no final da consulta foi-me cobrado o valor de 190€, tendo sido a fatura emitida como se eu fosse um cliente sem seguro. Procedi ao pagamento de boa-fé, assumindo que o valor estava correto. Contudo, ao dirigir-me posteriormente à receção para confirmar se tudo estava regularizado, fui informado que se tinha verificado um erro de faturação. A colaboradora informou-me ainda que, nestes casos, o procedimento correto seria apresentar reclamação antes do pagamento, referindo que, uma vez pago, “não haveria nada a fazer”. Não posso deixar de expressar o meu desagrado com esta prática. Enquanto utente, cumpri com todas as minhas obrigações e segui as diretrizes do hospital. Ainda assim, fui penalizado com um prejuízo de cerca de 171€, sendo que, segundo a rececionista, o valor correto a pagar com seguro seria cerca de 19€. Considero inaceitável que um erro interno e alheio à minha responsabilidade resulte numa perda financeira para mim, sem qualquer possibilidade de correção após o pagamento. Assim, solicito a reparação imediata desta situação, com o respetivo reembolso do montante indevidamente cobrado, e que sejam adotadas medidas para evitar que casos semelhantes se repitam. Aguardo uma resposta célere e agradeço, desde já, a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, Cumprimentos.
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