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Artigos pedidos errados
No passado dia 13 de Março mandei vir da Dona Maria Hamburgueria do Barreiro o seguinte pedido: - 2x hamburguers A Dona Maria - 1x Asas de Frango Recebi apenas: 2x Hamburguer que nem consegui identificar qual era pelo menu devido ao estado de apresentação + pequena porção de batatas fritas para uma pessoa Inclusive o restaurante deixou um ticket no valor de 15 euros agrafado enquanto que eu tinha pago 29,38 euros. Ao confrontar a Bolt Food no apoio ao cliente com todas as fotos inclusive do ticket agrafado os mesmos recusaram-se a providenciar qualquer tipo de reembolso. Voltei a insistir e os mesmos deixaram de responder.
CONTRATO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA nº 1239581900 - BPI - BPI
Banco BPI Exmos Senhores: Junto envio em anexo a minha carta datada de 11/2/2025 à qual ainda não obtive resposta, como já passou um mês sem terem solucionado o problema da documentação do veículo que se tem arrastado desde 23/8/2023 e também da falta de envio das faturas/recibo das prestações mensais pagas por débito direto, venho mais uma vês chamar a atenção para esta falta de cumprimento, lamentável da vossa parte. Agradeço resposta rápida com a devida solução. Cumprimentos All Eyes on Us Patrícia Sousa e Silva Gerente
Defeito trotinete elétrica
Exmos. Senhores,radio popular (DESCREVER SITUAÇÃO) Comprei uma trotinete em maio de 2024 passado pouco tempo vou andar e as vezes desliga se , fui radio popular e deixei para reparar o defeito, nada fizeram disseram que não tinha anomalias, passado pouco tempo vou lá a mesma coisa segunda vez ficou lá voltaram dizer que não tinha anomalias, ao ir levantar estava fecho partido queriam que eu pagasse, não levantei trotinete e depois eles repararam mas passou mais de 50 dias que fiquei sem trotinete, voltei lá ir buscar ,entreguei outra vez com mesma avaria,fui tribunal arbitragem disseram que tinham reparado, ,,com isto vão 10 meses e eu tive trotinete pouco tempo estava sempre oficina, tribunal este mês ordenou que fosse levantar pois estava reparada fui levantar no dia 13 março e fui entregar no dia 14 março no dia seguinte, faz o mesmo desligar se em andamento,não fizeram nada ,ainda veio pior ,e além desse erro agora andar estrada faz barulho coisas a bater por baixo solta ou partidas não sei dizer, já pedi devolução do dinheiro tanto na loja como no tribunal, não me devolvem o dinheiro, e para além disso já me desloquei várias vezes pois estou 30 km da loja ,estou com vários prejuízos e não me devolvem o dinheiro Cumprimentos.
Candidatura anulada indevidamente
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à anulação da minha candidatura ao apoio financeiro para a instalação de painéis fotovoltaicos, identificada pelo número de candidatura n.º 36465, e solicitada no âmbito do Fundo Ambiental. A minha candidatura foi submetida de forma atempada em setembro de 2023, tendo sido rececionada uma notificação a 25 de janeiro de 2025, na qual me foi solicitado um esclarecimento adicional. Respondendo prontamente à solicitação, fui então informado de que seria necessário submeter um documento adicional para comprovativo de morada, o que efetuei logo no início de fevereiro, mais especificamente no dia 5. Contudo, ao submeter o referido documento, surgiram-me algumas dúvidas sobre o correto carregamento do mesmo no sistema. A 15 de fevereiro de 2025, entrei em contacto com o Fundo Ambiental através do e-balcão, informando que tinha submetido a resposta de contestação com o comprovativo da Junta de Freguesia, mas que, ao aceder à minha candidatura, não conseguia visualizar o documento anexado. Tendo receio de que o documento não tenha sido carregado corretamente, solicitei confirmação desta questão, anexando novamente o referido comprovativo à mensagem. Infelizmente, não obtive qualquer tipo de resposta ao meu pedido de informação, e a 23 de fevereiro de 2025 fui surpreendido com a notificação de anulação da minha candidatura, alegando falta do documento solicitado aquando da contestação. Somente a 25 de fevereiro de 2025, ou seja, após a anulação, recebi uma resposta ao meu pedido de informação, datado de 15 de fevereiro. Acredito que os pedidos de elementos iniciais não foram suficientemente claros e que a falta de resposta e de apoio nos momentos cruciais conduziu a uma situação em que a anulação da minha candidatura pareceu, ao menos em parte, propositada. Adicionalmente, é relevante destacar que a minha candidatura estava em processo de avaliação desde setembro de 2023, e, durante todo este período, o apoio prestado foi nulo, o que gera um sentimento de frustração e falta de transparência no processo. É com uma firme convicção que afirmo que a minha candidatura era totalmente elegível, e que a gestão do processo foi marcada pela ausência de apoio e de comunicação adequada, tornando-o excessivamente complexo para os cidadãos comuns. Esta falta de clareza e a ausência de respostas rápidas parecem prejudicar a atribuição dos apoios a quem, como eu, cumpre com todas as exigências de forma diligente. Diante do exposto, peço a reconsideração da anulação da minha candidatura, solicitando uma revisão do processo, bem como a confirmação de que a minha candidatura será devidamente avaliada, sem mais obstáculos ou atrasos. Acredito que uma gestão mais transparente e eficiente dos processos de apoio seria benéfica tanto para os cidadãos como para os responsáveis pelo processo. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta célere e esclarecedora. Com os melhores cumprimentos,
Cobranças indevidas MADECARE
A Empresa MADICARE em 10.06.2023, entrou em contato comigo para apresentar planos de saúde, e a atendente insistentimente pediu meus dados pessoais, alegando que seria apenas para registar e passar valores, e que os dados não seriam utilizados sem minha autorização. Entretanto, logo após no mesmo mês, fiquei sabendo que haviam feito um contrato de plano com a MADICARE sem minha permissão. No mês corrente 18.06.2023, imediatamente liguei várias vezes, e não tive êxito, também enviei e-mail solicitando esse cancelamento indevido e de má-féna data acima. Pois, realizaram um contrato sem minha autorização, e o mais agravante, não assinei nada, e nâo aceitei esse contrato por via telefônica ou e-mail. Após um ano recebi uma mensagem de uma empresa de cobrança/IndebteGroup, solicitando que eu pagasse uma divida de 368,80€ da Empresa MADECARE, sobre adesão e mensalidades atrasadas. Mais uma vez realato que não fiz nenhum contrato com a mesma, porém, insistem em me cobrar esses valores mesmo eu não tendo nenhum vínculo contratual com a MADICARE. Segundo, a empresa IndeptGroup, determina que tenho que pagar essa inadimplênciados períodos. A COBRANCA/IndebtGroup, afirma que mesmo eu não tendo firmado por assinatura presencial, diz que o contrato é válido Mediante disso solicito investigação administrativa dessa situação, que julgo de má-fé. No dia 13.03.2025, as 10:18 liguei para COBRANCAS/IndebtGroup, exclarecendo que não fiz nenhum contrato formal ou informal com a MADICARE, e que não existe nenhuma dívida com a mesma, no qual não irei pagar. Já em 14.03.2025, já recebi outro email me cobrando 368.80 euros, sobre adesão e mensalidades atrasadas. A Diante disso, solicito auxílio para resolver esta situação e invoco o Decreto-Lei nº 24/2014 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativa aos direitos dos consumidores), especialmente o artigo 5º, nº 7, que estabelece "Quando o contrato for celebrado por telefone ou por e-mail, o consumidor só fica vinculado depois de concluir a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou comunicação de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contato telefônico seja deliberado pelo próprio consumidor." Exijo que façam a exclusão de meu nome, como também meus dados nesta empresa.
Solinca: Fidelização ou Prisão Contratual?
Tentei cancelar o meu contrato com a Solinca e fui surpreendido com uma política no mínimo absurda. Ao contrário do que acontece em qualquer outro serviço de fidelização, onde há sempre uma opção de rescisão com penalização justa, aqui a única saída é pagar a totalidade das mensalidades restantes, mesmo sem usufruir do serviço. Pedi uma solução equilibrada, algo que fosse proporcional e razoável, mas fui informado de que a única alternativa era continuar a pagar por um serviço que não uso. Como se não bastasse, tentaram convencer-me de que esta era uma prática normal. Normal onde? Em que mundo é justo obrigar um cliente a pagar integralmente por um serviço do qual quer desistir, sem qualquer margem de negociação? Nunca me deparei com um contrato tão rígido, onde a única opção de saída é continuar a pagar sem usufruto. Esta não é uma fidelização, é uma armadilha bem montada, onde o cliente assina sem perceber que está a ser amarrado sem qualquer hipótese de libertação antecipada sem custos desproporcionais. Fiz uma tentativa razoável de resolver a situação diretamente com a Solinca, mas rapidamente percebi que não havia qualquer interesse em encontrar uma solução justa. A resposta foi sempre a mesma: ou continuo preso ao contrato, ou pago tudo até ao último cêntimo, independentemente de usar ou não as instalações. A quem estiver a pensar inscrever-se, recomendo lerem bem o contrato e refletirem se querem correr o risco de ficarem reféns de um serviço que não poderão abandonar sem pagar uma quantia absurda. E depois chamam-lhe fidelização. A situação está reportada em livro de reclamações, e está agora encaminhada para arbitragem.
Criação de conta WiZink e pedido de cartão de crédito não consentidos
Exmos. Senhores, Para meu espanto, hoje dia 15 de Março de 2025, recebi um e-mail da WiZink indicando que tinha feito um pedido de adesão a um cartão de crédito vosso (o ficheiro PDF em anexo a esse e-mail até continha o meu NIF sem nunca o ter fornecido). Sempre que fui abordado por funcionários da WiZink nos estabelecimentos comerciais nunca aceitei criar conta com a WiZink nem criar quaisquer cartões de crédito e explicitamente indiquei que ao abrigo do RGPD não queria que guardassem quaisquer dados pessoais meus. Desta forma, venho por esta via exigir que procedam ao cancelamento de quaisquer contas associadas à minha pessoa e à eliminação dos dados pessoais associados à minha pessoa, ao abrigo do Regulamento Geral de Proteção de Dados Em anexo envio uma imagem com a referência do "suposto" pedido de adesão feito por mim para um cartão de crédito vosso, mas que volto a ressalvar que nunca o fiz. Cumprimentos.
Relógio danificado após carregamento
Exmos. Senhores, Em 13 de Fevereiro 2025 adquiri um XIAOMI REDMI WATCH 5 ACTIVE B por 35,99€.. Sucede que este apresenta defeito: Pinos de carregamento do smartwatch derreteram aquando do carregamento com o cabo ORIGINAL. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 05/03/2025 (menos de 1 mês após a compra do produto), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. De acordo com a empresa «especialista» que avaliou o artigo (Tamet SA), que em nada tem que ver com a Xiaomi que seria a entidade que teria que avaliar o produto e a conformidade do cabo de carregamento correspondente, o sucedido teve origem na utilização de cabo não indicado ( o que não corresponde à realidade). Refere também que tem marcas de uso, riscos profundos e sujidade (o que também não corresponde à verdade. Já não é a primeira reclamação sobre o mesmo produto e sobre a mesma empresa tecnica que temos aqui, certamente me parece um golpe entre assistencia tecnica e Radio Popular para lesar seus clientes. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Cobrança indevida de bagagem de cabine e conduta inadequada no balcão Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair devido a uma cobrança indevida referente à minha bagagem de cabine e ao atendimento inadequado por parte dos funcionários no balcão. No dia 12.03.2025, ao embarcar no voo FR2929 as 16:45 com destino a Bruxelas, fui surpreendida com a exigência de pagamento adicional de 60€ pela minha bagagem de cabine, mesmo estando esta em conformidade com as dimensões permitidas pelo modelo disponibilizado pela própria Ryanair no aeroporto. Apesar de argumentar que a bagagem cumpria os requisitos estipulados, fui coagida a efetuar o pagamento sob a ameaça de não poder embarcar, deixando-me sem alternativa. Adicionalmente, os funcionários responsáveis pelo atendimento no balcão, identificados como João Alves e Vera Barbosa, demonstraram uma postura extremamente inadequada, sendo agressivos e persuasivos ao imporem o pagamento de forma autoritária. Além disso, foi-me solicitado o código de verificação (CVV) do meu cartão de pagamento, o que considero uma prática altamente questionável e potencialmente fraudulenta. Diante do exposto, exijo o reembolso imediato do valor indevidamente cobrado, bem como um esclarecimento formal sobre a conduta dos funcionários envolvidos. Esta situação não só gerou um custo desnecessário, como também um elevado nível de stress e desconforto antes do meu voo. Aguardo um posicionamento célere e a resolução adequada deste caso. Atenciosamente, Maria Manuela Moreira Santos
Agravamento de spread do crédito à habitação sem aviso prévio
Exmos. Senhores, Bom dia Sou cliente do banco BBVA, com o número 0757450 , com empréstimo de crédito à habitação, com revisão trimestral dos juros compensatórios e com cartão de crédito inicialmente associados obrigatóriamente, para redução do spread ao banco., com obrigatoriedade de uso pelo menos uma vez a cada três meses anteriores a revisão dos juros compensatórios. Em Março tive revisão dos juros compensatórios,, qual não foi o meu espanto, a minha prestação subiu em vez decer, devido ao agravamento do spread de 0,90 % , para 1,65% , segundo o BBVA, por não ter utilizado o cartão de crédito nos três meses anteriores à revisão dos juros compensatórios. Tenho uma área pessoal online, onde posso observar as prestações de forma descriminada, costumam estar disponíveis as prestações do mês seguinte, logo que retiram a prestação do mês, no último dia do mês. Em Março só estavam disponíveis às seis da manhã do dia 1 de Março . Também a última utilização do cartão de crédito, foi no dia 1 da Março, sábado às 7h30 da manhã e não dia 3 de Março, como consta no histórico de utilização do cartão de crédito. Não fui avisado por escrito do agravamento do spread, nem sequer na aplicação da área pessoal. A gestora da minha conta, atribuída pelo banco, ligou-me para ver se eu queria alterar a modalidade do meu PPR, mas não me ligou ou enviou email a dar conta que eu não estava a usar o meu cartão de crédito, que iria encerrar num agravamento do spread do crédito à habitação. A última tilização do meu cartão de crédito foi em Outubro, que não aparecia no meu histórico da área pessoal, aparecia sim , a data em que o dinheiro do crédito foi retirado da conta, 10 de Dezembro , mas qual é a data que conta como utilização do cartão ? Peço a restituição do spread do meu crédito à habitação para 0,90% e prestações correspondentes ao spread.
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