Reclamações públicas
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Sinal não devolvido após desistência de negócio
Exmos. Senhores, Como é do vosso conhecimento, contactámos telefonicamente a empresa DG Auto - Célebre e Formidável, Lda., sita na Av. Serpa Pinto 555, 4450-282 Matosinhos, com o NIF 513834117, com o objectivo de adquirir a viatura Jaguar XE, com a matrícula 22-XT-64, de 2016, pelo valor de 18.690 EUR. O negócio incluía a retoma da nossa viatura, um Jaguar XF, com a matrícula 95-IS-83, de 2010, por 12.000 EUR (ver Anexos). Em 27 de Janeiro de 2025, foi celebrado o contrato de pré-venda, tendo sido pago à DG Auto no dia 24 de Janeiro de 2025 um sinal no valor de 1.298 EUR (ver Anexo), referente a uma percentagem da diferença entre os preços das duas viaturas. Foi combinada uma data para a troca das viaturas em Lisboa, na Avenida 5 de Outubro, 252, e proceder-se ao pagamento à DG Auto do valor em dívida. Entretanto, o Sr. Bruno Pinto, da DG Auto, informou posteriormente que não se poderia confirmar aquela data de entrega porque o Jaguar XE apresentava um problema com uma chave. Dias depois, o mesmo responsável informou que a viatura apresentava também problemas com o filtro e, posteriormente, no turbo. Alguns dias depois, o Sr. Bruno Pinto informou que o Jaguar XE tinha ido para uma oficina onde iria receber várias intervenções técnicas no motor, que revelava sérios problemas. Manteve-se apesar de tudo o interesse no negócio, tendo sido avançado pelo Sr. Bruno Pinto o prazo de duas semanas para que o motor estivesse 100% funcional. Passado cerca de duas semanas, o Sr. Bruno Pinto, através de contacto telefónico, disse que a oficina não estava a conseguir resolver o problema, pelo que a DG Auto iria cancelar o negócio e proceder ao reembolso do sinal. No dia 28 de Fevereiro, a Sra. D. Hayene Neves, da DG Auto, solicitou que fosse enviado um IBAN para que se efectivasse a transferência bancária, o que foi feito de imediato através de WhatsApp. O Sr. Bruno Pinto, no dia 28 de Fevereiro, afirmou peremptoriamente através de contacto telefónico que nesse mesmo dia se procederia à transferência. Contactado esta semana, o Sr. Bruno Pinto disse que a questão estava entregue ao departamento responsável pelo assunto, mas que iria saber o que se passava e que actualizaria o ponto de situação. Como os dias continuaram a passar-se sem que a DG Auto procedesse à transferência, foi enviada no dia 7 de Março, através de WhatsApp, uma mensagem ao Sr. Bruno Pinto a reiterar a nossa estranheza pelo comportamento da empresa ao não proceder à devolução do sinal. Foi dado o dia para que a empresa procedesse ao reembolso. A empresa não só não procedeu até à data a qualquer transferência, como não existiu qualquer resposta por parte do Sr. Bruno Pinto à mensagem que lhe foi enviada. Dado o exposto, pretendemos que a DG Auto proceda à devolução do sinal no valor de 1.298 EUR até ao dia 10 de Março de 2025. Caso contrário, não nos restará alternativa senão recorrer aos meios legais disponíveis para a defesa dos nossos direitos, incluindo o recurso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e/ou a interposição de uma acção judicial. Realce-se que o contrato de pré-venda foi celebrado em 27 de Janeiro de 2025 e que já estamos em 7 de Março, sem que o negócio tenha sido concretizado ou que o sinal, atempadamente pago na data solicitada, tenha sido devolvido como deveria ter sido feito de imediato quando a DG Auto desistiu do negócio. Aguarda-se a vossa resposta imediata e uma justificação adequada para este comportamento. Com os melhores cumprimentos.
Custo de corte de energia elétrica
Exmos. Senhores, Foi realizado o corte do fornecimento de energia na instalação CPE PT0002000029874835ST, alegadamente por não ter permitido o acesso ao contador. Trata-se de uma casa de férias, onde não se encontra ninguém a residir. Por exclusiva decisão da E-REDES, foram agendadas visitas técnicas para 9 e 29.jan.2025. Em ambos os casos informei que não seria possível estar alguém presente no local. Em 9.jan.2025 fui informado que , se o acesso ao contador não estivesse disponível no dia 29.jan.2025, seria feita a interrupção do fornecimento elétrico. Por mútuo acordo, foi feito o reagendamento para 26.mar.2025. Inesperadamente, a E-REDES comunicou-me por SMS de 17.fev.2025, que a visita tinha sido reagendada para 19.fev.2025. Em 18.fev.2025, informei que não seria possível estar alguém no local naquela data, sublinhando o facto de ter sido por mim proposta a data da visita para 26.mar.2025, sendo esta aceite pela E-REDES. Informou-me a E-Redes que a visita técnica tinha sido concluída com sucesso pelo técnico com a credencial 15691, no dia 2025.02.19, pela 14h18, o que me tranquilizou. Surpreendentemente, em 24.fev.2025, a E-REDES comunicou-me que tinha feito o corte da eletricidade. A religação foi agendada para 26.mar.2025, estando sujeita a faturação de um valor entre 27,22 € e 139,04 € (mais IVA). Após exposição ao Provedor E-Redes, foi-me respondido que o corte foi justificado pois a E-REDES tinha agendado sucessivas vezes a ida ao local para reparar e não tinha sido permitido pelo Cliente. Confirmou o agendamento de nova visita para dia 26 de Março. Não me conformo com este parecer do Provedor E-REDES, uma vez que os agendamentos foram feitos unilateralmente pela E-REDES, tendo eu sempre dado as justificações para a inviabilidade dos mesmos. Por outro lado, como referido anteriormente, estava acordada uma visita técnica em 26.mar.2025, tendo esta sido antecipada para 19.fev.2025 sem a minha aceitação. Tinha ainda sido informado que a visita tinha sido concluída com sucesso pelo técnico. Face a esta situação, em que se verifica um tratamento do assunto de forma negligente e arbitrária de agendamentos, sem ter em conta os meus motivos, venho rejeitar que me sejam imputados quaisquer custos pela religação da energia elétrica.
Reclamação contra a Caixa Geral de Depósitos (CGD) - Bloqueio Indevido de Conta e Falta de Resolução
**Exmo(a). Senhor(a),** Venho por meio desta apresentar uma reclamação formal contra a Caixa Geral de Depósitos (CGD) devido ao bloqueio indevido da minha conta, à falta de transparência e à incompetência demonstrada no tratamento deste caso, que está a causar graves prejuízos financeiros e emocionais à minha família. 1. **Bloqueio Indevido da Conta**: - Em **dezembro de 2024**, a minha conta foi bloqueada sem qualquer justificação plausível ou comunicação prévia. - **Importante destacar**: As transferências de 2000€ (em duas transações de 1000€ cada), provenientes do meu pai e destinadas ao sustento da minha irmã, foram realizadas **após o bloqueio da conta**. Portanto, não há qualquer base para alegar que essas transferências justificassem o bloqueio. 2. **Impacto Humanitário e Financeiro**: - Desde o bloqueio da conta, minha irmã está sem o sustento que deveria ser garantido por esses fundos. Como irmão, tenho feito sacrifícios financeiros para cobrir as despesas dela, mas esta situação está a causar um desgaste insustentável. - A CGD está a falhar no seu dever de proteger os interesses dos seus clientes e a agir com total desrespeito perante uma situação de caráter humanitário. 3. **Falta de Resolução e Má Gestão da Reclamação Anterior**: - Abri uma reclamação no **Portal da Queixa**, mas até hoje não obtive qualquer solução. Pior ainda, a reclamação foi indevidamente marcada como concluída sem o meu consentimento, e foi alegado que a solução foi aceite por mim, o que é completamente falso. - Já me dirigi várias vezes ao balcão da CGD, mas fui ignorado e não obtive qualquer ajuda concreta. **Documentação Anexada**: - Comprovativos das transferências. - Capturas de tela das conversas no WhatsApp. - Carta de autorização para minha irmã levantar os fundos. **Reivindicações**: 1. Explicação clara e detalhada sobre o motivo do bloqueio da minha conta. 2. Desbloqueio imediato da conta e liberação dos fundos. 3. Compensação pelos transtornos causados, incluindo os custos que tive que arcar para sustentar minha irmã desde dezembro. **Aviso Final**: Caso não haja uma resolução imediata e eficaz, serei obrigado a recorrer a outras entidades competentes, como o **Banco de Portugal**, e a divulgar publicamente esta situação. Atenciosamente, Nuno Pereira
Devolução Negada
Exmos. Senhores, Em 20/02/2025 comprei-vos, através do vosso site, um Micro-ondas KUNFT KMW-4459 (20 L - Sem Grill - Branco (EAN: 5601988624292) por 62,89 €. A referência da encomenda é 64023464. Em 06/03/2025 , portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato, ou seja pedir a devolução do artigo mencionado em cima. Fui contactado por telefone no dia seguinte e convenientemente para a Worten, este contacto telefonico foi após a data limite para devolução. Digo isto porque liguei para o numero facultado na mensagem e foi-me dito que a devolução ia ser negada e que iriam consultar a equipa para perceber se poderia ser feito a devolução, aguardeie 24 minutos e 38 segundos apenas para desligarem o telefone na cara. Ainda não voltei a ser contactado pela Worten. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Pedido de reavaliação do processo de reparação 1090001529
Exmos. Senhores, Venho por meio desta formalizar uma reclamação referente a um serviço de assistência técnica que não foi satisfatório e não corresponde à realidade. Fui informada através de um relatório da assistência técnica que a instalação da minha placa de indução Hotpoint (Modelo HS 1865C CPBF, Ind. C.: 7699 9166 2281, SN: 9023 1901 4427, Prod. N.: 8699 9166 2280) não estava devidamente realizada devido à falta de ventilação, o que, após verificação, não é verdade. De ressalvar que esta informação foi transmitida apenas via telefone, tendo-me sido inicialmente negado o relatório da assistência. A instalação foi feita por profissionais qualificados e seguiu as recomendações do fabricante em relação à ventilação e ao espaço necessário. Já realizei a reclamação diretamente à empresa responsável pela assistência técnica, via telefone e via email, documentando fotograficamente a prova do erro do relatório emitido, mas até o momento não obtive qualquer solução ou apoio adequado, remetendo-me para a Whirlpool (marca do produto), que também manteve a mesma posição, não assegurando a garantia do produto, nem acionando nova reavaliação. No entanto, referem que está em dívida o valor da deslocação do técnico. A placa de indução foi comprada a 27/11/2023, artigo de exposição. Solicito a vossa intervenção para que esta situação seja resolvida de forma justa, considerando que o serviço prestado pela assistência técnica está em desacordo com as condições reais de instalação e não houve o devido apoio por parte da empresa e da marca que esta representa. Agradeço desde já pela atenção e aguardo a vossa orientação quanto aos próximos passos. Atenciosamente, Susana Gonçalves
Pagamento
Exmos. Senhores, Apesar de só ter feito a assinatura em Fevereiro de 2025, no dia 12 de Fevereiro levantaram da minha conta no NB 8,60 duas vezes,. Explicaram-me que era a mensalidade de Janeiro e Feveriro. No mês de Março levantaram da mesma conta 8,60 no dia 3, e recebi um mail do Banco a dizer que vão levantar 8,60 no dia 12. Portanto pagar 2 vezes 8,60 por mês está foira de causa. Agradeço que cancelem a minha assinatura 8 de Março de 2025 Cumprimentos. E.Gomes
Incompetência
Fiz um contrato nesta operadora e no dia para irem fazer a instalação que seria dia 11 de fevereiro entre as 14h e as 18h, às 17:55h avisaram que não poderiam ir e a partir daí não tentaram arranjar uma data logo imediata para irem instalar os aparelhos, visto que foi desmarcado porque disseram que estava a chover e no local da instalação não tinha chuvido, pedi que fossem logo de imediato para instalar, visto que foi uma desculpa dada por eles e andei constantemente a ligar e só me arranjavam 15 dias depois para marcar, marquei num dos dias que tinham disponíveis e pedi para o período da tarde, marcaram me para de manhã, sendo que referi inúmeras vezes que só podia da parte da tarde. Passado quase 1 mês ainda não foram fazer a montegem, volto a referir, visto que foram eles que desmarcaram com uma desculpa sem sentido. Passado isso, foi marcado novamente para o dia 06/03/2025 irem instalar os aparelhos (estão desde o início de fevereiro para instalarem), e os técnicos não se deram ao trabalho de aparecer e dizem que ligaram e o cliente não atendeu, o que é mentira, não ligaram, não mandaram mensagem, nada!!! Contacto os serviços e ninguém tenta saber o que realmente se passou, só sabem dizer o que os técnicos deixaram escrito, mesmo eles sabendo que é mentira não tentaram saber o que se passava. Voltam a marcar para 1 semana depois, o que é uma GRANDE vergonha, porque só sabem adiar e não justificam, só sabem gozar com os clientes!!!! A última pessoa com quem falei foi uma Catarina, que também não se deu ao trabalho de tentar saber o que realmente se passou. Uma empresa que não se pode confiar e só sabem mentir e enganar os clientes!!!
Crédito de voo
Boa noite, tentei reservar o voo de Sevilha para Ibiza nos dias 28 de Agosto com volta a 2 de Setembro, utilizando o flight credit disponível, com o código NCH5GV, e quando vou para fazer o pagamento não me aparece o dinheiro descontado, mas se pesquisar pelo código diz que está disponível e dentro do prazo. Envio prints a comprovar a situação. Como faço para resolver a situação ???
Má prestação de serviço- Vodafone
Exmos. Senhores, Contratualizamos, um serviço com a empresa Vodafone e este foi desde o início um péssimo serviço. Tivemos diversas vezes sem televisão e sem internet, razão pela qual contactamos a operadora através de contacto telefónico, o qual ficávamos horas em linha de espera, sem nunca conseguir ver o problema resolvido. Ao longo, de 2 anos, vieram constantemente à minha residência modificar os equipamentos, alegando sempre que os anteriores, que viriam a ser substituídos, nunca eram, e passo a citar "os equipamentos mais recentes, e que iriam agora colocavam agora os mais atuais". Certo é que, o serviço nunca melhorou, pelo contrário, à medida que o tempo passava o serviço torna-se cada vez pior. Dado que, as queixas já era tão frequentes os funcionários da linha de apoio alegaram: "Estamos protegidos 48 horas na falha de serviços por lei", certo é que por lei também a empresa no contrato obrigava-se a prestar um serviço de qualidade mediante pagamento do preço, este foi sempre pago, razão pela qual a nossa obrigação está vencida, no entanto, a obrigação por parte da Vodafone não se encontra cumprida, dado que, a falha de serviço ultrapassava constantemente as 48 horas, fazendo com que, tivesse que reclamar quase diariamente. Foi me informado por um técnico que veio à minha residência que o problema era devido à fibra a qual deveria ser substituída. Salientei em algumas chamadas telefónicas esta questão a qual foi sempre recusada, continuando sempre lesada. Quero levar esta situação até às ultimas consequências, uma vez que me sinto lesada pelo incumprimento da Vodafone nas suas obrigações do contrato. Dado que, pelo incumprimento do contrato pela parte da Vodafone, e nunca por minha parte, sentindo-me, lesada pela situação causada pretendo que a empresa repare os danos causados reconstituindo a situação que aconteceria se esta não tivesse causado danos patrimoniais à minha parte (art 562 Código Civil). Atendendo a que a reconstituição dos factos naturais não é possível, agradeço que a indemnização que pretendo seja em dinheiro (art 566 Código civil). Não podendo indicar uma importância exata do valor pela qual pretendo ser indemnizada, agradeço que esta seja em aproximadamente 50% do valor que transferi da minha esfera patrimonial para a da empresa (art 569 Código Civil); uma vez que pelo incumprimento das obrigações que tinham para comigo, a Vodafone constituiu um enriquecimento sem causa, por um serviço pago mas nunca prestado constante contrato estipulado entre as partes (art 795; 397; 405; 406; 473; 479 nº1 do Código Civil). Cumprimentos. Ana Loureiro
Não devolver o valor do produto assegurado
Exmos. Senhores, Nº Processo- 1285684 Venho por este meio apresentar uma reclamação direcionada à empresa SPB Ibérica, relativamente a um produto adquirido na loja FNAC, Guimarães Shopping, no dia 30-07-2022, em que na compra do mesmo foi subscrito um seguro para com a SPB, sucede-se que passados aproximadamente 2 anos e meio, nunca foi apresentado qualquer sinistro do mesmo, pois o seu funcionamento decorria perfeitamente, infelizmente houve um incidente em que o produto em questão, neste caso um IPhone 13 Pro Max de 256GB, ficou num estado irreparável, então, como suposto, pois o produto esteve sempre segurado por estes anos, acionou-se o processo de sinistro, no dia 28-11-2024, em que a recolha por parte da seguradora foi executada, após uns dias, dia 04-12-2024, o que sucede é que a mesma seguradora informou-me que o equipamento não tinha reparação possível, então, dia 19-12-2024, foi enviado para a minha morada, sem meu conhecimento, um equipamento recondicionado, em fraquíssimas condições, e vários problemas de funcionalidades, sendo que o seu IMEI de identificação também era diferente do equipamento assegurado, logo em caso de ter de fazer um novo processo de sinistro do mesmo não seria possível, pois este numero de identificação não era compatível com a documentação requerida nos meus dados para com a empresa. Então, foi feita uma reclamação diretamente com o departamento de qualidade da mesma empresa, em que esta foi informada que não tinha como finalidade receber um equipamento recondicionado, mas sim ser dado um voucher no valor em que o equipamento estava avaliado, que no caso, era o seu valor de compra. Deparamo-nos com uma situação deveras degastadora, em que me encontro com equipamentos emprestados desde o incidente, pois acreditava que era um processo de certa forma simples, porém passaram cerca de 4 meses desde o inico do processo, em que neste momento a SPB está a responsabilizar-me por não aceitar os equipamentos recondicionados, informando ainda que durante este mesmos 4 meses, o valor do seguro é pago normalmente. Peço então, nesta data 26-02-2025, encarecidamente que me ajudem com esta situação o mais breve possível, pois estou numa situação bastante desconfortável e desagradável. Com os melhores cumprimentos. Ricardo P. Silva
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