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2 meses à espera de cortinados
Exmos. Senhores da Fabricstore, O meu nome é Laura Dias e estou a enviar esta reclamação para ver se o problema provocado por vocês fica finalmente resolvido. No dia 28 de Setembro, eu e o meu marido Diogo Poeira, dirigimo-nos à vossa banca no Oeiras Parque para encomendarmos tanto os cortinados, como para requeremos o serviço de instalação e o serviço de retificação de medidas. O serviço de retificação de medidas é um serviço extra, a pagar, que foi feito por um dos vossos colaboradores em nossa casa. Eu não estive presente mas o meu marido esteve. Após contratação e encomenda, esperámos cerca de mês e meio para a chegada dos cortinados e instalação. Aquando da instalação, o vosso colaborador deu-se conta que errou nas medidas de um dos cortinados (que tinha cerca de 44 cm a mais), pediu imensa desculpa e disse que iria enviar o cortinado de volta para a fábrica para poder ser cortado e, posteriormente, instalado. Deu o prazo de cerca de uma semana para o problema ser resolvido. Para além disso, os outros cortinados instalados num dos quartos e no escritório ficaram também um pouco acima do limite do tamanho, ou seja, ao abrir e fechar a porta da varanda o cortinado fica preso na porta. A solução que me foi sugerida pelo colaborador foi para garantir que o estore do cortinado ficava bem puxado para cima. Tudo isto, já por si, é algo muito constrangedor, pois o serviço de medidas foi pago e mesmo assim os cortinados não vieram com as medidas correctas. Além de que, na instalação dos estores, o cortinado fica também a bater no puxador da porta da varanda. Passaram 2 semanas e continuamos sem cortinado da sala e com os outros cortinados mal instalados. O meu marido já entrou em contacto com vocês inúmeras vezes, inclusive com o CEO da empresa (que até agora nem se dignou a responder) e a resposta é sempre a mesma: vamos falar com o Francisco e o Francisco irá agendar nova instalação. Até agora, dia 20 de Novembro (quase 2 meses depois) nem o Francisco, nem qualquer outra pessoa da vossa empresa nos contactou. Posto isto, peço que nos resolvam o problema com urgência ou que nos reembolsem o valor total da compra + retificação de medidas, visto que o serviço para o qual foram contratados não se concretizou da maneira correcta. Obrigada, Laura Dias
Encomenda não recebida
Comprei um eletrodoméstico da Cecotec que nunca chegou, custou-me mais de 400 euros e, quando tentei contactar o suporte, disseram que não podiam reembolsar-me, transferir a minha chamada para um nível superior ou dar-me o contacto do departamento financeiro. Simplesmente deram-me o contacto do suporte e disseram-me para aguardar. Tenho duas panelas, uma esfregona, uma máquina de café e uma máquina de fazer pão, todas da Cecotec. Esta foi a primeira vez que uma entrega não foi efetuada, mas o suporte foi péssimo e o facto de me terem simplesmente ignorado e não me terem colocado em contacto com alguém que pudesse reembolsar-me ou, pelo menos, combinar uma data para a entrega. Disseram apenas que havia um problema com o centro de distribuição... e quem é que ignoram? O cliente...
CVmaker - Cobrança indevida de 19,99€ após pagamento único de 1,99€
No dia 5 de Novembro de 2025 efetuei um pagamento de 1,99€ no site CVmaker.pt apenas para poder descarregar o meu currículo. Em momento algum fui informada de forma clara e evidente que este pagamento correspondia a uma subscrição com renovação automática. No dia 18 de Novembro de 2025, fui surpreendida com a cobrança de 19,99€, referente a uma suposta renovação mensal que nunca autorizei nem pretendia contratar. Quando contactei o suporte, limitaram-se a afirmar que o valor de 1,99€ correspondia a um período de “teste de 14 dias” e que, por não ter cancelado, a cobrança de 19,99€ era automática. No entanto, esta informação não me foi apresentada de forma visível, destacada ou inequívoca no momento do pagamento, o que configura uma prática comercial enganosa. Solicitei o reembolso, mas a empresa recusou devolver o valor, apesar de a cobrança ter sido realizada sem consentimento informado da minha parte. Pretendo o reembolso integral dos 19,99€ cobrados indevidamente (a empresa está a recusar-se reembolsar) e o registo desta prática para proteção de outros consumidores.
Encomenda não entregue
No dia 04-07-2025 fui ao CTT localizado no Concelho da Murtosa, para enviar um pacote para o meu irmão na Alemanha. Por sugestão e para minha segurança, paguei pelo serviço express, confiante que a encomenda chegaria, segundo o funcionário, no máximo 5 dias uteis. Efetivamente, para o dia 17-07-25, o pacote estava no centro de distribuição na Alemanha, perto da cidade de Frankfurt, mas por erro ou lapso duma letra na morada que aparece na guia, o pacote não foi entregue, mesmo com o número de telemóvel de meu irmão na guia, o parceiro dos CTT nesse pais não teve a vontade de fazer a entregue. Obviamente entrei em contacto com o CTT para saber nomeadamente quando o pacote regressaria a Portugal. Os contactos efetuados tem sido desde chamadas telefónicas a atenção ao cliente, como mails em muitas oportunidades. Ate agora, a resposta tem sido igual (que o pacote vai voltar, mas sem data certa). Ninguém se faz responsável pela encomenda e depois de tanto tempo, tenho medo que esse pacote fique esquecido ou nas mãos de gente, que aproveitando-se da situação, estejam na posse dos presentes que nessa altura enviei. Porém, peço vossa ajuda e disponibilidade para me colaborar com esta situação, na qual nem os CTT, ou seus parceiros na Alemanha (DHL) querem resolver. Obrigado e a seu dispor para qualquer documentação ou informação adicional.
Pedido de apoio jurídico – Remax Castelo Branco
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO na resolução de um litígio com a Remax Castelo Branco, decorrente da aquisição de um imóvel cujas características técnicas publicitadas e verbalmente confirmadas não correspondiam ao estado real da propriedade. O sistema solar off-grid, elemento determinante na decisão de compra, encontrava-se inoperacional desde fevereiro de 2023, facto reconhecido verbalmente pelos antigos proprietários e confirmado tecnicamente pela empresa instaladora. A Remax não verificou a informação publicitada e não assumiu qualquer responsabilidade após ter sido alertada para a situação. Apresento adicionalmente queixa pela ausência de resposta à minha reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, submetida em 10 de janeiro de 2025. Solicito o apoio da DECO para a análise do caso, eventual emissão de comunicação formal à Remax e orientação jurídica para os passos seguintes, incluindo eventual arbitragem ou ação judicial. Em anexo envio parte da documentação relevante para o caso e poderei mandar a restante posteriormente. Com os meus melhores cumprimentos,
Cobrança indevida
Exmos Senhores, No dia 9 de novembro solicitei a deslocação de um técnico para reparar a minha máquina de secar roupa. Contudo, na sequência deste pedido foram abertos dois trabalhos, quando apenas solicitei um. Não sei ao certo o que motivou esta duplicação, mas no dia 10 de novembro apresentaram-se dois técnicos na minha morada. O trabalho efetivamente realizado corresponde ao código JOBB08AE01A. O outro serviço, JOB33923406, não chegou a ser executado. O técnico destacado para este trabalho (Bruno Panda) foi informado por mim, à chegada, de que o colega já estava a concluir a reparação; por esse motivo, nem chegou a entrar. Apesar disso, foi-me debitado o valor de 63,05 €, relativamente ao trabalho não realizado. Solicitei de imediato o respetivo reembolso, mas até ao momento não obtive qualquer resposta.
Burla
No dia 19/11/2025 realizei o pagamento de 44,50 € ao vosso site alterartitular.com, acreditando tratar-se de um serviço legítimo de alteração de titularidade de contrato das Águas de Alenquer. Após investigação, constatei que este serviço não é autorizado pelas Águas de Alenquer, sendo o processo de alteração gratuito se feito diretamente com a empresa. Considerando que fui induzida em erro, exijo de imediato: 1. Reembolso integral do valor pago (44 ,50€); 2. Eliminação completa de todos os meus dados pessoais fornecidos no vosso site; 3. Confirmação por escrito de que as medidas acima foram executadas. Invoco o meu direito previsto no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD, UE 2016/679), nomeadamente os artigos relativos ao direito de eliminação (art. 17) e o direito à informação clara sobre o tratamento de dados. Adicionalmente, de acordo com o Direito de Arrependimento do Consumidor previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, relativo a contratos celebrados à distância, exijo a devolução do montante pago, por ter sido alvo de informação enganosa sobre o serviço. Caso não haja resposta ou resolução no prazo legal de 30 dias, reservo-me o direito de apresentar queixa junto da DECO e da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e à Polícia Judiciária, por práticas comerciais fraudulentas e tratamento indevido de dados pessoais. Agradeço confirmação imediata do recebimento desta reclamação. Com os melhores cumprimentos, Carla Rodrigues
Reclamação – Contrato Good Casting / Serviços não prestados / Pedido de cancelamento e reem
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Good Casting, referente a um contrato assinado para produção de fotografias e vídeos (“GoodReels”). No dia da contratação, fui levado a assinar o contrato rapidamente, sem que me fossem explicadas claramente as cláusulas essenciais, nomeadamente condições de cancelamento, prazos, custos ou políticas de reembolso. Apenas recebi o contrato por e-mail no exato momento da assinatura no meu telemóvel enquanto estava fisicamente no estabelecimento. A empresa prometeu a entrega de 8 fotos editadas e um GoodReels (vídeo editado). Porém: • As fotos já foram tiradas, mas não foram entregues editadas; • O GoodReels não foi produzido/entregue; • A empresa alega que o prazo de edição é de até 30 dias, mas esse prazo não foi explicado corretamente antes da contratação; • Não fui informado de forma clara sobre qualquer política de cancelamento. Solicitei o cancelamento do contrato e o reembolso dos €149 pagos, pois os serviços contratados não foram prestados na totalidade e a comunicação da empresa tem sido evasiva. A empresa afirma que não há direito a cancelamento porque o contrato foi assinado presencialmente, mas considero que houve falta de informação, desequilíbrio contratual e prática comercial agressiva, visto que o contrato foi apresentado de forma apressada e sem explicações adequadas. Além disso, existe uma cláusula que permite que a Good Casting utilize a minha imagem sem qualquer compensação, o que não foi explicado de maneira transparente. Já tentei resolver diretamente com a empresa, mas sem sucesso. Estão a negar reembolso e continuam a alegar que o serviço está “em processo”, mesmo sem entregarem nada até agora. Assim, solicito o apoio da DECO para: 1. Mediação com a empresa; 2. Cancelamento do contrato sem custos; 3. Reembolso integral do valor pago (€149); 4. Verificação da eventual prática comercial abusiva no processo de contratação. Tenho comprovativos, e-mails, contrato e mensagens que posso enviar mediante solicitação.
Penhora de bens
Venho por este meio expressar a minha profunda insatisfação e indignação com o Centro CEAC. Fui surpreendido com uma carta de penhora de bens no valor de cerca de 3.000 €, enviada diretamente para o meu local de trabalho, apesar de existir um acordo de pagamentos mensais previamente estabelecido. Desde o início, nunca tive acesso à plataforma para continuar a formação pela qual estou a pagar. Contactei várias vezes o centro para resolver esta situação, mas as chamadas eram repetidamente desligadas. Tentei inúmeras vezes falar com o Luís — a única pessoa que, segundo o centro, me podia ajudar — mas nunca tive retorno. Hoje voltei a contactar o centro, aguardei a chamada do Luís para finalmente esclarecer a situação, e até esse momento fui tratado com total falta de profissionalismo. Em nenhum momento fui informado que o processo tinha sido encaminhado para advogados, e não faz qualquer sentido exigir o pagamento de algo que eu não estou a usufruir. Antes de qualquer explicação ou tentativa de resolução, já tinham enviado a carta de penhora. Considero esta atitude completamente abusiva. O curso inicialmente custava pouco mais de 1.000 €, valor que aceitei pagar. Fiz um pagamento de cerca de 400 € dentro do acordo. No entanto, por falta de acesso à plataforma — responsabilidade exclusiva do centro — deixei de pagar. O que era uma dívida clara e simples foi transformado, sem qualquer razoabilidade, numa pretensão de cobrança de quase 3.000 €, através de ameaças e pressão psicológica. Nas últimas vezes em que consegui falar com o Sr. Luís, este adotou um tom grosseiro, intimidatório e insistiu que a justiça me iria obrigar a pagar. Já tentei cancelar o curso diversas vezes, mas fui informado que não poderia fazê-lo por ultrapassar a data de rescisão — como se mesmo em situações excecionais (doença, gravidez, impossibilidade de acesso ao serviço) eu fosse obrigada a continuar a pagar por algo que não posso utilizar. Esta experiência foi uma total falta de respeito, empatia e ética. O CEAC é, sem qualquer dúvida, o pior centro de formação com que já lidei, e não o recomendaria nem ao meu pior inimigo. O tratamento ao cliente é lamentável e o comportamento comercial roça o abusivo. Solicito que esta situação seja revista urgentemente e que sejam suspensos de imediato todos os procedimentos legais, visto que não vou assumir pagamentos de um serviço que nunca me foi disponibilizado.
Situações de coação dissimulada pela Catawiki
Exmos Srs Junto texto para vossa análise e parecer sobre legalidade do acto
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