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Avaria não resolvida
Exmos senhores venho por este meio mais uma vez reclamar contra a MEO porque estou com avaria no meu serviço quase há dois meses e a MEO além de não resolver a avaria só engana os clientes depois de muitas queixas no apoio técnico nada foi resolvido quando me dirigi a provedoria do meo foi me agendado um técnico para vir ver a minha avaria p qual passei uma manhã toda á espera e só apareceu depois da hora (isto é apareceu não sei porque eu não o cheguei ver) recebi a mensagem que vinha a caminho de minha casa três minutos depois recebi outra a dizer que a avaria era no exterior para a qual era preciso vir uma equipa especializada e que em três dias a avaria era resolvida liguei novamente para o apoio ao cliente para confirmar e foi me dito que sim em três dias era resolvida e que não era três dias úteis mas sim três dias seguidos e mais uma vez a MEO não cumpriu a MEO não respeita os clientes só quer saber de receber as faturas que mesmo sem serviço contínua a enviar
Má organização na resolução de problemas técnicos
Exmo diretor, Desde o dia 3 de março que estou sem sinal de TV e net. Liguei todos dias e recebia a mensagem que haveria um problema na minha zona. Entretanto, uma semana depois, entrei em conversa com um operador da nós que me deu uma previsão para obter o sinal na qual falharam. Liguei novamente e deram outra previsão e propuseram me um novo contrato com alguns privilégios, aos quais ainda não tive acesso. Aceitei o novo contrato com fidelização de 24 meses. Ontem dia 13 de março o problema na zona ficou resolvido mas eu continuei sem sinal. Liguei novamente (chamadas pagas) e fizeram um agendamento para a visita de um técnico. Receberia uma mensagem com a data e hora da visita. Nos recebi nenhuma mensagem. Liguei mais uma vez e foi me dito que tinha uma visita para dia 27 (quase 1 mês depois de ter ficado sem sinal). Afinal a mensagem com a marcação da visita foi enviado para outro número de telemóvel que não conheço. Pedi para cancelar todos os contratos e foi me recusado. Hoje ainda não sei se vem um técnico nem posso cessar contrato. Quanto tempo devo ficar a espera para conseguirem restabelecer ligação? Obrigado pela atenção Rui Rangel
Sem serviço de fibra há 3 dias e falhas sucessivas no agendamento técnico
Venho por este meio demonstrar o meu profundo descontentamento com o serviço prestado pela MEO. Encontro-me sem serviço de fibra há 3 dias e, após 4 contactos telefónicos com a linha de apoio, continuo sem uma solução ou sequer uma data agendada para a visita do técnico. Em todas as chamadas, foi-me garantido o envio de um SMS com o agendamento, o que nunca aconteceu. Chegaram a alegar que a mensagem teria sido enviada (sem sucesso na receção) e prometeram "forçar o envio" ou garantir que a mesma chegaria "ao terminar a chamada". Nada disto se concretizou, deixando-me num ciclo de falsas promessas e perda de tempo. Como cliente fiel há mais de 15 anos, sinto que a confiança na marca foi quebrada. O valor elevado da mensalidade, que eu aceitava pagar por considerar a MEO uma marca premium com suporte superior, não se reflete na realidade do serviço de assistência, revelando-se desajustado face ao mercado e até à vossa própria sub-marca (UZO).
Falha de entrega de licenca app vitalicia
Exmos. Senhores, Comprei uma licença vitalícia do Final Cut Pro, o que significa que deveria ter acesso permanente ao software que adquiri. No entanto, atualmente não consigo aceder à aplicação na App Store, nem fazer o download da versão que comprei. Isto torna impossível usar o software, independentemente da compatibilidade com a versão do macOS. De acordo com a Diretiva (UE) 2019/770 e o Decreto‑Lei n.º 84/2021, os consumidores têm direito a conteúdos digitais em conformidade com o contrato. Não conseguir aceder à aplicação adquirida constitui uma falta de conformidade, pois o produto fornecido não corresponde ao que foi prometido na compra. Portanto, neste caso, tenho o direito de exigir que a Apple: - Torne a aplicação acessível novamente; ou - Conceda um reembolso integral, caso não seja possível restaurar o acesso. A situação mostra que a Apple não está a cumprir com o contrato de licença vitalícia, e a lei portuguesa e europeia protege o consumidor neste tipo de incumprimento. Cumprimentos.
MEO - Meo recusa cancelar serviço
Venho por este meio reiterar o pedido de cancelamento do meu contrato com a MEO, solicitado anteriormente. Apesar de já ter formalizado o pedido de cancelamento, a empresa continua a recusar efetivar o mesmo na data pretendida. Como consequência, encontro-me atualmente a pagar dois serviços de telecomunicações em simultâneo — o da MEO e o de outra operadora — situação que considero totalmente injustificada. Importa ainda referir que não existe qualquer equipamento da MEO instalado na minha residência, nem qualquer cabo ou ligação ativa associada ao serviço, pelo que estou a ser cobrado por um serviço que, na prática, não está disponível nem a ser utilizado. Face ao exposto, exijo o cancelamento imediato do contrato, bem como a devolução de quaisquer valores cobrados indevidamente após a data do pedido de cancelamento. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente a ANACOM e através do Livro de Reclamações. Aguardo resolução urgente desta situação.
Portabilidade
Exmos. Senhores, Em atenção a reclamação 14399182 Sou ex-cliente Vodafone com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas cancelado a 11 de novembro de 2025, ( tendo feito portabilidade para outro operador) com o nº ( 314841705). Face ao problema detetado, (portabilidade e pedido de cancelamento de contrato), solicito o reembolso da quantia em causa, no valor de 91,20€, referente aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Em anexo coloco contrato enviado pela Vodafone para mim em Dezembro de 2025, após cancelamento, com condições contratuais que dizem eu anui, por SMS, mas não podem facultar omprovativo. Anexo também 2 dos vários emails enviados pela INTRUM. E email enviado com periodo de faturação de fevereiro. Escusado será dizer que não estou a usar os serviços da Vodafone e este email é no mínimo surreal. Pretendo também que me seja disponibilizado os pontos Clube Viva que nunca usei e que em out de 2025 eram de 1359 pontos. Cumprimentos.
Factura de Abril de 2019
Olá, Recebi uma mensagem da MEO com o seguinte: Conta n.º 1364778518, encontra-se por regularizar o valor de EUR 54.28 (c/IVA), referente ao serviço identificado abaixo: N.º de Serviço: 504815875 Tipo de Serviço: MEO Satélite Data de Ativação: 28/03/2017 Data de Desativação: 28/04/2019 Motivo Cobrança: faturação abril 2019. Fui cliente Meo no período de 23/03/2017 a 28/03/2019. Cumpri os 2 anos de fidelização na íntegra. Pedi o desligamento do serviço no dia 28/03/2019. A partir dessa data não mais usufruí do serviço da MEO. O equipamento foi desligado e recolhido pelos técnicos da MEO. Cumpri os dois de período de fidelização e paguei todas as facturas relativas a esse tempo. Desde então nunca mais fui informado/contactado de estar em dívida ou com facturas por liquidar. Recentemente (desde 2025) comecei a receber SMS da INTRUM com texto: "MEO - Regularize o seu incumprimento contratual. Efectue o pagamento com a maior brevidade. Ent: 21262 REf.022053904 71,76Eur. Obrigado". Face ao sucedido e, porque é um direito do consumidor saber que dívida se trata, enviei carta registada com aviso de recepção para a MEO (por mail é impossível) e para a INTRUM a solicitar esclarecimentos sobre de que se trata efectivamente o assunto (até porque no site da MEO na área de apoio ao cliente não tenho registo de qualquer dívida). Esse envio de CTT custou-me 10,56 euros. (única forma de contacto para obter informações). Aguardo por carta a clarificação do mesmo. Reservo-me no direito de invocar o disposto na Lei n.º 23/96, de 26 de julho (Lei dos Serviços Públicos Essenciais), nomeadamente o artº 10 quanto ao prazo de prescrição e caducidade aplicável às dívidas relativas a serviços prestados. Tendo em conta que a fatura em causa remonta a 2019, considero que a eventual dívida se encontra prescrita, pelo que não reconheço a obrigação de pagamento da mesma. Solicito assim a revisão da situação e a anulação da referida cobrança e confirmação por escrito da regularização deste assunto.
RENOVAÇÃO DE FIDELIDADE SEM CONCENTIMENTO
Desde 2022 que eu e minha companheira chegamos a Portugal usamos a companhia meo, temos dois números de telemóvel e internet em casa, a fidelidade começou em 2023 quando aderimos net em casa, porém terminou ano passado 2025, nós mudamos de casa e pedimos a transferência da internet foi nos informado que como onde iríamos mudar já possuía fibra era só ligar o aparelho não seria cobrado nada nem renovaria fidelidade, porém estamos precisando mudar novamente além de quererem cobrar o técnico querem renovar fidelidade, sendo que pro apartamento que vamos já tem fibra também, e o que está nos deixando mais indignado que quando nós mudamos primeira vez empurraram fidelidade pra gente novamente conversei agora com operador falo que só termina em 2027 e não acho isso justo, eu irei averiguar e tomar medidas legais quanto a isso, nem que eu saia da meo mais não vão me roubar isso é roubo.
Cobrança
Venho reclamar sobre a Nos, meu contrato com ela foi de 2 anos terminou em Outubro de 2025,fui a loja cancelar disseram q n podia, pq q está ate o mes de maio,de 2026,so q n renovei agora vem mim cobrança de valores q n utilizo mas so o q devo lá e so um telemóvel, e quero mim regularizar com isso mas n pago o q a nos mim cobrar
Conta hackeada
Exmos. Senhores da DECO,Venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente e apoio jurídico num caso de extrema gravidade que envolve a usurpação da minha identidade digital e a perda total de controlo sobre o meu projeto profissional e académico, "Portugal Antigamente", alojado na plataforma Instagram. Como historiador e autor, dediquei os últimos anos à construção de uma comunidade de divulgação histórica que se tornou a maior do seu género em Portugal, servindo como veículo de educação e preservação da memória coletiva. No entanto, desde o dia 3 de setembro de 2025, encontro-me refém de uma situação de extorsão e de uma gritante negligência por parte da Meta Platforms, Inc., que se recusa a agir perante provas irrefutáveis de crime.A invasão da minha conta ocorreu na manhã do referido dia, quando fui surpreendido por notificações automáticas da própria plataforma informando que o meu e-mail de recuperação e o meu número de telefone tinham sido removidos. O invasor alterou imediatamente os dados de acesso para um e-mail de origem suspeita e implementou um sistema de autenticação de dois fatores externo, através da aplicação Duo Mobile, bloqueando qualquer tentativa de recuperação convencional da minha parte. O que se seguiu foi um processo angustiante de chantagem direta. Através do número de WhatsApp +44 7349 870174, o criminoso admitiu explicitamente o acesso ilegítimo, afirmando que a minha conta "não lhe interessava" e que o seu único objetivo era chegar a um acordo financeiro. Inicialmente, exigiu o pagamento de 700€, valor que foi baixando para 400€ e, finalmente, para 300€, à medida que eu recusava ceder à extorsão e tentava ganhar tempo enquanto contactava as autoridades.Tentei, literalmente, todos os mecanismos de suporte que o Instagram disponibiliza. Submeti vários pedidos de ajuda através do centro de segurança, realizei os procedimentos de verificação biométrica por vídeo (selfie de vídeo) por diversas vezes, onde a minha identidade é claramente confirmável através do cruzamento com as fotos e vídeos de cariz público que eu próprio publicava na página. Enviei e-mails para os canais de suporte técnico e de segurança da Meta (phish@fb.com e security@mail.instagram.com), anexando documentos de identificação e capturas de ecrã que provam a invasão e a tentativa de venda da conta. Tenho um processo de suporte aberto com o número 873044195107486, mas a resposta da plataforma tem sido nula ou meramente automatizada, ignorando o facto de haver um crime de extorsão em curso na sua própria infraestrutura.Perante o silêncio da Meta, formalizei uma queixa eletrónica junto da Polícia Judiciária (Queixa nº 2025/2623), reportando o acesso ilegítimo e a tentativa de extorsão. Notifiquei o invasor sobre esta queixa, ao que ele respondeu com total impunidade, afirmando que reside num país diferente, utiliza endereços IP falsos e que, se eu não pagasse, venderia a conta a terceiros ou apagaria o conteúdo permanentemente. É inadmissível que uma empresa com a dimensão da Meta permita que um utilizador legítimo, com uma conta verificada e profissional, seja despojado do seu trabalho por um indivíduo que utiliza abertamente a plataforma para cometer crimes, sem que haja um mecanismo de intervenção humana capaz de analisar a evidência documental que apresento. A minha situação é de desespero profissional. O projeto "Portugal Antigamente" não é apenas uma conta de rede social; é um arquivo digital de valor histórico, um canal de comunicação com centenas de milhares de pessoas e o sustento do meu trabalho como autor. A inação do Instagram está a validar a estratégia do criminoso, empurrando-me para uma situação onde a única solução parece ser o pagamento de um resgate, algo que me recuso terminantemente a fazer por princípios éticos e legais. Sinto-me completamente desprotegido por um serviço que, apesar de lucrar com o conteúdo que os criadores geram, não oferece o mínimo de segurança ou de apoio quando estes são vítimas de redes de cibercrime. Pelo exposto, recorro à DECO para que, através dos vossos canais de resolução de litígios, obriguem a Meta Platforms a realizar uma análise humana e técnica deste caso. Exijo a reversão imediata dos dados de acesso para o meu e-mail original (gfffarlens10@gmail.com) e a remoção dos bloqueios de autenticação impostos pelo invasor. A prova da invasão está nos próprios registos internos da Meta, que enviou os alertas de alteração de dados no dia 3 de setembro. Não aceito que uma falha tecnológica ou a rigidez de algoritmos de suporte permitam a destruição de um património cultural e profissional construído com rigor ao longo de anos.Aguardo com urgência a vossa orientação sobre os próximos passos a tomar, estando disponível para fornecer qualquer documentação adicional necessária para instruir este processo.Com os melhores cumprimentos, Gonçalo Drummond Girão Peralta Farlens
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