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Encomenda não recebida
Venho por este meio me prenunciar que fiz uma encomenda na empresa B-Parts ao qual que pelo seguimento da encomenda seria entregue no dia 21-05-2025 e que hoje dia 27-05-2025 ninguém me sabe dizer quando será entregue a mesma!De tal forma contactei a empresa de transporte ao qual me disseram que era problema com a B-parts que não sabia qual seria a minha encomenda,tentei contactar por 3 vezes seguidas e sem sucesso! Gostaria que me dessem uma justificação no mínimo pois tenho prazos a cumprir com clientes e estou dependente da peça! Obrigado Atentamente Rui Ribeiro
Conta bancária
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Prezados Senhores, Venho por este meio expressar o meu profundo descontentamento com os serviços prestados recentemente pelo Novo Banco. Nos últimos tempos, a qualidade do atendimento tem sido extremamente insatisfatória. A cada balcão visitado, há sempre informações contraditórias: por exemplo, o que me foi dito na agência da Amadora diferiu completamente do que foi informado na agência de Sete Rios. Ao todo, desloquei-me a oito balcões diferentes, e a experiência tem sido frustrante. Além disso, é notória a falta de uniformidade no tratamento aos clientes emigrantes. Dependendo do balcão e da pessoa que o atende, o serviço pode variar drasticamente — há colaboradores que são amáveis e prestáveis, mas infelizmente também há aqueles cuja postura transmite clara má vontade ou mesmo preconceito. Essa atitude é inaceitável e causa grande sofrimento a quem, como eu, apenas quer aceder aos seus direitos com dignidade. Outro ponto muito grave diz respeito à demora excessiva na validação de contas bancárias. No meu caso pessoal, abri conta há mais de um mês e duas semanas, e até hoje não consigo movimentá-la. Como consequência, não recebi o meu ordenado do mês passado e tive de utilizar a conta de um terceiro para que a minha entidade patronal pudesse efetuar o pagamento. Esta situação é desumana e desrespeitosa. Fizemos um teste: um amigo residente teve a conta validada rapidamente, enquanto a minha — como emigrante não residente — está há semanas sem qualquer progresso. É lamentável que o Novo Banco, uma instituição que se apresenta como moderna e acessível, trate os emigrantes com tamanha negligência e indiferença. O banco parece ignorar o impacto que essa má gestão tem na vida de quem depende da conta para pagar contas, alimentar-se ou simplesmente viver com dignidade. Espero que esta mensagem seja levada em consideração e que medidas concretas sejam tomadas para corrigir estas falhas inaceitáveis no atendimento e na validação de contas de clientes emigrantes.
Áreas Comuns
Exmos. Senhores, Nos dias 18 de Março, 10 de Maio, 12 de Maio, 18 de Maio, 24 de maio, 25 de Maio e 27 de Maio, testemunhei (lixo em áreas comuns), (estendal de roupas em áreas comuns), (moto estacionada abusivamente em áreas comuns), (carro estacionado abusivamente em áreas comuns), (carro e moto estacionados abusivamente em áreas comuns), (moto estacionada abusivamente em áreas comuns, lixo colocado em áreas comuns e móveis colocados em áreas comuns) e (móveis colocados em áreas comuns), respectivamente. Saliento que a viatura, os lixos, o estendal de roupas e os móveis em áreas comuns pertencem aos moradores da entrada nº. 45 do prédio Edifício São Martinho – rés-do-chão esquerdo (os mesmos que deixam e agora, desde o passado mês de Dezembro, têm autorização verbal dos Condóminos e da PHorizontal, para deixarem,; cães soltos, sem trelas, a urinarem e a defecarem em áreas comuns desde que apanhem os dejectos) e a motorizada, desconheço o(s) proprietário(s). A empresa de gestão de condomínios PHorizontal respondeu a uma das reclamações no Livro de Reclamações: “Contudo, a residente/queixosa em causa tem reiteradamente utilizado o Livro de Reclamações para apresentar queixas contra esta administração/empresa, mesmo estando ciente de que as situações relatadas já foram devidamente tratadas ou esclarecidas. “ e também respondeu: “Desta forma, apelamos a esta entidade que proceda a uma análise criteriosa das queixas apresentadas, tendo em conta o histórico da reclamante, de forma a evitar a contínua utilização indevida deste meio e o desperdício de recursos e tempo por parte de todos os intervenientes.” Esta empresa a quem pago mensalmente, se resolver os problemas, deixará de ter reclamações. Há regras e o IMPIC tem que tutelar! É necessário alterar a legislação para que o IMPIC possa atuar! O IMPIC não poderá estar a arquivar situações graves por falta de legitimidade/legislação. Contactaremos o Ministério das Infraestruturas e Habitação. Cumprimentos.
Encomenda não enviada e reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, No dia 30/4 fiz uma encomenda no site two steps, na altura da compra informava entrega em 2 a 4 dias úteis conforme print que anexo, no próprio dia recebo e-mail a confirmar o pagamento e aí já informava 10 a 18 dias úteis. Paguei por mbway e não recebi qualquer fatura. Recebi apenas um e-mail com o número da encomenda T7055S. Aguardei até dia 13/5 e nada, vim verificar e deparo-me com centenas de queixas em que não receberam a encomenda nem passados 2 meses, de imediato enviei e-mail a cancelar a encomenda (ainda dentro dos 14 dias legais em que o cliente pode desistir). No dia seguinte, sou contactada por uma senhora extremamente rude a perguntar o que se passa, informei que queria desistir da encomenda face aos comentários que tinha visto, a senhora diz que vão descontar 5,99€ de encargos (não sei do quê, pois não enviaram e nem iam enviar a encomenda), concordei que descontassem. No dia 15/5, recebo um e-mail a dizer que o reembolso será efetuado no prazo máximo de 14 dias a contar da data em que o pedido de resolução do contrato for recebido. Respondi ao e-mail dizendo que já tinha enviado e-mail a cancelar a encomenda no dia 13/5 e que aguardava o reembolso até dia 27/5 (hoje). No dia 20/5 enviei outro e-mail a relembrar do reembolso, ao qual me responderam "Como referido por si mesma no e-mail anterior temos até ao dia 27 para que seja feito o reembolso. Já passei todos os dados para o departamento financeiro para que seja feito o reembolso. " (Conforme print que anexo). Ontem dia 26/5 enviei outro e-mail ao qual não obtive resposta e REEMBOLSO NEM VÊ-LO. Cumprimentos.
Produto não recebido
Exmos. Senhores, No dia 29 de abril de 2025 fui à loja da pdiga no Porto para reparar o meu headset cuja dobradiça partiu ao serem colocados. No dia 9 de maio informam-me que a garantia não cobre este problema e que por isso iriam-me devolver o produto como eu entreguei. Respondi a dizer que achava uma vergonha e que ao menos me dessem um orçamento de reparação. No dia 13 de maio respondem-me que a marca não faz reparação deste problema e que o headset vai ser entregue como está. Entretanto eu contactei diretamente a marca a qual foi muito prestável e aprontou-se a fazer a substituição do meu headset por um novo com a condição de lhes enviar o meu headset ou mandar foto com o número de processo e o headset inutilizável. Ora estou desde 13 de maio há espera que a pcdiga me devolva o headset. Hoje liguei e dizem que tenho que aguardar mais uns dias e que não há nada a fazer. Eu não quero ter nada mais a haver com esta loja, só quero o meu headset de volta para poder dar fim a esta situação. Cumprimentos.
SOLICITAÇÃO DE CANCELAMENTO NEGADO
Prezados, Venho por meio deste reiterar minha decisão definitiva de cancelamento do contrato referente ao curso “Avançado em Sistemas Informáticos e Redes”, iniciado em janeiro de 2025. Gostaria de refutar alguns pontos mencionados na resposta anterior da Master D: Tentei cancelar presencialmente na escola, onde fui orientado a ligar para o atendimento. Quando entrei em contato por telefone, fui novamente redirecionado à escola. Ou seja, fiquei num ciclo de empurra-empurra, sem encontrar um canal funcional para solicitar formalmente o cancelamento. O argumento de que “não temos registo, nos nossos canais oficiais qualquer pedido de rescisão contratual” só reforça o ponto: não existe um canal claro, acessível e funcional para cancelamento contratual, nem na plataforma online, nem presencialmente. A responsabilidade por isso recai sobre a instituição, não sobre mim. Em momento algum fui informado com clareza, no ato da matrícula, sobre a inexistência de um meio acessível para cancelar ou formalizar uma rescisão após o período de 14 dias. Também não fui orientado de forma transparente sobre como agir caso surgisse a necessidade de interromper o curso por motivos pessoais ou insatisfação. Diante disso, comunico que não pretendo aceitar nenhuma proposta alternativa, seja de parcelamento ou troca de titularidade. O que desejo é o cancelamento definitivo do contrato. Já manifestei publicamente minha insatisfação e pretendo avançar com os meios legais e administrativos necessários, caso essa solicitação não seja respeitada. Aguardo o registo formal do cancelamento e a suspensão de cobranças futuras, inclusive em débito direto, sob risco de medidas legais e denúncia aos órgãos competentes. Sem mais
Sinistro AV_56_PA
Reclamação Formal – Sinistro de 03/05/2025 – Apólice Generali Tranquilidade (Multi Assistência VIP Plus) Exmos. Senhores, Venho, na qualidade de tomador do seguro automóvel celebrado com a Generali Tranquilidade, apresentar reclamação formal, ao abrigo do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro, referente ao sinistro ocorrido em 03/05/2025. O veículo segurado foi entregue para peritagem no dia 13/05/2025, no âmbito do produto contratado Multi Assistência VIP Plus. No entanto, até à presente data (27/05/2025), não foi autorizada a reparação da viatura nem atribuído veículo de substituição, o que configura um incumprimento das coberturas contratadas. Nos termos das condições gerais e especiais da cobertura Multi Assistência VIP Plus, está prevista a disponibilização de veículo de substituição até 30 dias, em caso de acidente, com o limite de duas ocorrências por ano. Adicionalmente, está estipulado que o prazo máximo entre a imobilização e o início da reparação não pode exceder 5 dias. Tal prazo foi ultrapassado sem qualquer justificação formal ou atribuição da viatura de substituição. Nos termos do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008), bem como do Código Civil (artigos 406.º e 762.º), a seguradora tem o dever de cumprir pontualmente e de boa-fé as obrigações contratuais, entre as quais se inclui a prestação atempada das garantias contratadas. Solicito, ainda, esclarecimento formal sobre quem está a condicionar ou bloquear a regularização do sinistro e a prestação da viatura de substituição: se a responsabilidade recai sobre a Generali Tranquilidade, ou sobre o mediador de seguros. Além disso, tendo em conta que tenho suportado despesas de transporte alternativas (tais como táxis ou transporte público) devido à ausência injustificada de viatura de substituição, venho requerer: A atribuição imediata de viatura de substituição, conforme previsto contratualmente; A autorização urgente da reparação da viatura sinistrada; A indicação formal de quem está a impedir ou atrasar o processo; A compensação pelos custos de transporte suportados, mediante apresentação dos respetivos comprovativos, nos termos dos artigos 562.º e 798.º do Código Civil, por incumprimento contratual com prejuízo direto para o segurado.
Multa por título de transporte inválido
Exmos. Senhores, A 10 de março de 2023 fui autuado pela Metro do Porto por falta de título de transporte válido. Apresentei uma reclamação dentro do prazo permitido, justificando que comprei dois bilhetes, tendo efetuado duas viagens, sendo que na segunda viagem, por ainda restar tempo da validação da viagem anterior, o segundo bilhete não foi validado, sendo que fui multado por já ter passado o tempo (mesmo tendo o segundo bilhete carregado). Meses depois, recebo uma notificação por email, em que a Metro do Porto comunica que o caso está a ser tratado. Nunca me voltaram a contactar pelo que reenviei a minha reclamação, novamente sem resposta. Passados mais de 2 anos, recebo uma carta em casa, por parte da autoridade tributária com uma multa que ronda os 150€. Voltei a contactar a Metro do Porto por e-mail, ao qual me responderam, convenientemente, que o auto é agora responsabilidade da AT. Deixando de parte todo o procedimento por parte desta empresa que me parece estar à margem da legalidade, considero, no mínimo, excessivo o valor do auto tenho de pagar por esta situação, sendo que não obtive nenhuma resposta para as minhas reclamações. Número do auto: 7510616 Cumprimentos.
Cobrança e retenção de valores inadvertidamente
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da empresa Regus Business Centers, na sequência de um contrato de prestação de serviços de espaço de escritório, válido entre 16 de setembro de 2024 e 31 de março de 2025. Durante todo o período contratual, a atuação desta entidade foi pautada por práticas comerciais abusivas, omissões deliberadas, cobranças indevidas e falta de boa fé, comprometendo gravemente os direitos do consumidor e o cumprimento dos princípios legais e contratuais. Apresento, abaixo, os factos organizados por ordem cronológica e com o devido enquadramento: 1. Processo Comercial Inicial e Ocultação de Custos Antes da adjudicação, foi-me indicado que o escritório seria para três pessoas. Após a contratação, fui informado de que apenas estavam incluídas duas chaves de acesso, sendo a terceira sujeita a pagamento adicional. A seguir à adjudicação, foram-me apresentados custos não divulgados anteriormente, como: 86,10 € por "configuração de layout" e ativação das chaves (informado apenas a 3 de setembro de 2024). A caução inicial indicada foi de 923,20 €, mas após a celebração do contrato, foi exigido o valor de 1.382,80 €, com a justificação de que o débito direto não estava ativo — uma condição nunca comunicada antecipadamente. 2. Cobranças Indevidas e Penalizações Abusivas Fui surpreendido com a política de cobrança de rendas com dois meses de antecedência, informação que não me foi fornecida no processo comercial. Por não estar o débito direto ativo inicialmente — apesar de ter sido solicitado — foram-me aplicados: 26,62 € de juros de mora + 30,75 € de taxa administrativa. Após ativação do débito direto a 20 de novembro de 2024, voltaram a aplicar, de forma indevida, mais 7,14 € de juros de mora e 30,75 € de taxa administrativa no final de dezembro. Refira-se que ativei o débito direto em várias ocasiões, e mesmo assim foram aplicadas penalizações sem fundamento, facto que se encontra registado por email. 3. Serviços Não Solicitados Sem a minha autorização, foi ativado o serviço de café e chá ilimitado, com a cobrança de: 36,67 € em setembro 71,34 € em outubro 4. Cobrança e Retenção Indevida da Taxa de Restauro Fui informado, já durante o contrato, que a Regus cobra sempre uma "taxa de restauro", mesmo que o espaço seja entregue em boas condições. Considero esta prática abusiva por natureza. Paguei 349,07 € via transferência bancária a 12 de março de 2025, mas, a 18 de março, o mesmo valor foi indevidamente cobrado novamente por débito direto. Desde 26 de março de 2025 que não obtive qualquer resposta por parte da empresa, apesar das insistências. 5. Tentativa de Recusa da Devolução com Justificações Infundadas Na sequência das comunicações sobre a devolução da caução e valores indevidos, fui informado telefonicamente que não seria efetuada a transferência porque o nome comercial da empresa é diferente da designação jurídica. Esta justificação é infundada, dado que: Todos os pagamentos ao longo do contrato foram realizados a partir dessa conta; A empresa está devidamente identificada na Certidão Permanente enviada à Regus no dia 13 de setembro de 2024, ainda antes do início do contrato. 6. Recusa em Fornecer Identificação da Entidade para Reclamação Em diversos emails solicitei os dados de identificação legal da empresa para efeitos de apresentação de queixa no Livro de Reclamações, tendo esses pedidos sido sistematicamente ignorados. Recordo que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 156/2005, artigo 5.º-A, n.º 2, é obrigatória a identificação da entidade reclamada nos sistemas de reclamação, sob pena de contraordenação prevista no artigo 9.º do mesmo diploma. 7. Más Condições de Higiene O espaço arrendado apresentava, durante meses, graves problemas de higiene, nomeadamente: Cheiro nauseabundo constante na copa, disfarçado com spray, sem limpeza eficaz; Casas de banho frequentemente sujas durante o dia, impossibilitando a sua utilização. 8. Falta de Boa Fé A conduta da Regus foi, desde o início e até após o término do contrato, marcada por falta de boa fé negocial, omissão de informação relevante, evasão a responsabilidades contratuais e ausência de transparência. 9. Montante Total em Dívida por Parte da Regus: 1.272,27 €, correspondentes a: Caução não devolvida; Taxa de restauro cobrada em duplicado; Ficam a faltar os juros de mora e taxas administrativas cobrados de forma indevida. 10. Provas Documentais Todos os factos descritos encontram-se documentados com registos de email e podem ser apresentados para efeitos de verificação por parte das autoridades competentes. Conclusão: Solicito a V. Exas. que procedam à análise desta situação, na medida em que existem indícios claros de práticas abusivas, violação do dever de informação, resistência à devolução de valores indevidamente cobrados e incumprimento da legislação de defesa do consumidor.
Falta de competência dos funcionários para a função
Prezados, Como frequentadora assídua das partidas da Primeira Liga Portuguesa, venho, por este meio, manifestar a minha profunda insatisfação com a atuação dos vossos árbitros, que têm comprometido gravemente a qualidade do espetáculo e, consequentemente, o meu momento de lazer. Ao invés de desfrutar do jogo como forma de descontração, tenho vivenciado frustração e desgaste emocional, fruto de decisões claramente parciais e da falta de competência demonstrada em campo. É lamentável que situações recorrentes como essas prejudiquem não apenas os clubes, mas também os adeptos que, com esforço, investem em bilhetes, quotas e produtos oficiais. Relembro que a arbitragem tem impacto direto sobre o desporto e, acima de tudo, sobre a confiança dos adeptos no sistema. Por isso, exijo que sejam tomadas medidas concretas para garantir mais rigor, imparcialidade e profissionalismo na próxima época desportiva. Esta reclamação refere-se a vários elementos do quadro de arbitragem, mas dirige-se com especial ênfase aos senhores Luís Godinho, João Pinheiro, André Narciso e Tiago Martins, cuja atuação tem sido, reiteradamente, abaixo do exigido pela função. Sem mais, Flávia Pinto
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