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Mentir no produto
Comprei um iphone 14 pro dourado, em maio de 2025, semi novo, veio novo em muito bom estado. No entanto na primeira queda partiu a parte traseira, pois levei para arranjar no qual me disseram que aquele telemóvel n era semi novo pois já tinha sido aberto antes e a bateria não era de origem no entanto não era semi novo tal como relataram. Hoje dia 3 dezembro nem um ano o telemóvel tem e mais uma vez se partiu na parte traseira suponho que ja tenha algum defeito. Mas isto para dizer que se o telemóvel não partisse eu n nunca iria saber se realmente tinha tudo de origem pois o interior não o era a bateria não era original no qual explica porque se parte com mais facilidade pois já tinha sigo aberto mais vezes. Por isso não comprem pois dizem que é semi novo e não vem semi novo. Estou muito desiludida pois nem um ano tem e já me deu problemas 2 vezes
Prestação de Serviços
No dia 14/10/2025 foi realizadauma inspeção a uma fuga de água com métodos não destrutivos, tendo-me sido garantido o envio no prório dia ou seguinte de um relatório técnico detalhado, indispensável para acionar a seguradora e proceder à reparação definitiva do problema. A fatura foi emitida pela empresa Descoberta Obstinada (NIF 517662362), mas todos os contactos técnicos foram efetuados através da Brigada Alerta (509113222). O serviço foi pago no próprio dia, 230 eur, por transferência bancária mas o relatório não foi enviado nos prazos verbalmente acordados. Ao longo dos dias seguintes, fiz várias chamadas e enviei mensagens, sempre por minha iniciativa, tendo-me sido dado a entender que havia confusão interna quanto aos dados da intervenção realizada na minha habitação. Foi-me prometido o envio do relatório até 24/10/2025, o que não se verificou. Nesse mesmo dia, enviei uma reclamação formal por e-mail, mencionando possível burla, sem qualquer resposta. Só após nova insistência telefónica me foi remetido um documento extremamente simples, com apenas uma frase, sem identificação dos métodos utilizados, sem descrição técnica da inspeção realizada e sem o detalhe necessário para efeitos periciais e de seguradora. Após voltar a contactar, frisando a necessidade de um relatório técnico completo, foi enviado um novo documento poucos minutos depois, o que reforça a perceção de falta de rigor e seriedade no tratamento do caso. Considero que houve incumprimento contratual (prestação de serviço incompleta face ao acordado) e falta de profissionalismo.
Encomenda não recebida
Exmos. Srs Venho por este meio alertar e ao mesmo tempo reclamar sobre uma encomenda não entregue devidamente pelos CTT. Fiz uma encomenda na Amazon, ontem recebi um e-mail dos CTT a dizer que a encomenda tinha sido entregue. Porém o nome que consta no e-mail que me enviaram não é o meu. Fui consultar o Balcão CTT próximo de casa para averigurar! Não estava lá. A funcionária entrou em contacto com o colega da distribuição que diz ter colocado na caixa do correio! A Caixa em questão não cabe na caixa de correio!!! Algo se passou! O nome que aparece no comprovativo de entrega não é o meu e não existe assinatura. O distribuidor foi mal educado ao telefone quando o questionei sobre "deixar"uma encomenda sem a assinatura do destinatário e desligou-me o telefone na cara alegando somente eu amassei o pacote e consegui encaixar na caixa do correio! Se roubaram o problema não é meu!! Ora, o destruidor dos CTT tendo uma encomenda registada não deveria deixar na caixa do correio um aviso? Para levantamento em um posto CTT? Não creio que o pacote tenha ficado na caixa de correio. E se ficou, sem a minha assinatura e foi "roubado" como disse o distribuidor! De quem é a responsabilidade do valor que paguei pelo produto?? Atentamente José Barbosa
Reclamação contra a NOS – Publicidade enganosa, desigualdade de tratamento e falta de resposta
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um conflito continuado com a NOS. Já apresentei três reclamações no Livro de Reclamações Online: ROR00000000045363009 ROR00000000045360152 ROR00000000045356841 As respostas da NOS foram incompletas, padronizadas e não abordam os factos apresentados. A situação mantém-se sem solução. 1. Publicidade enganosa na comercialização do serviço O serviço foi-me vendido explicitamente como fibra óptica (FTTH). Contudo, a instalação realizada foi em HFC (fibra até ao prédio + cabo coaxial até casa), o que não corresponde ao serviço contratado. A ANACOM, em múltiplas deliberações, considera que anunciar HFC como “fibra” constitui prática enganosa, por não apresentar as características técnicas do FTTH, nomeadamente: -latência inferior, -ausência de partilha de largura de banda, -upload simétrico ou elevado, -estabilidade superior. A NOS insiste em equiparar HFC a FTTH, contrariando a realidade técnica e induzindo o consumidor em erro. 2. Impacto real na qualidade do serviço A ligação HFC tem provocado problemas constantes: -upload reduzido, prejudicando envio de ficheiros e videoconferências; -latência e jitter elevados, afectando teletrabalho, gaming e formações online; -congestionamento em períodos de maior utilização; -reinícios automáticos do router durante a madrugada, deixando-me sem serviço durante vários minutos. Estes sintomas são típicos de HFC e não de FTTH, reforçando que o serviço entregue não corresponde ao contratado. 3. Tratamento desigual entre clientes No mesmo prédio/morada, vários vizinhos já foram migrados para FTTH fibra directa, com: -renegociação contratual, -melhoria de velocidades, -actualização de equipamentos, -apesar de se encontrarem fidelizados. No meu caso, a NOS afirma que essa migração é “impossível”, o que é falso. Isto constitui tratamento desigual entre clientes em condições idênticas, violando princípios de transparência e igualdade. 4. Falta de resposta adequada nas reclamações já apresentadas Nas três reclamações referidas: - a NOS limitou-se a enviar textos genéricos sobre HFC; - não respondeu às questões técnicas e factuais que apresentei; -não explicou a disparidade de tratamento entre clientes; - não apresentou nenhuma proposta de solução. As respostas não cumprem o dever de fundamentação nem demonstram análise real do caso. 5. O que pretendo Solicito a ajuda da DECO para que a NOS: -Proceda à migração para FTTH fibra directa, disponível no meu prédio; -Actualize os equipamentos, como fez com outros clientes; -Renegocie o contrato em condições iguais às aplicadas aos restantes moradores; -Apresente uma resposta fundamentada, concreta e personalizada. 6. Motivo do pedido de apoio Estou perante: -publicidade enganosa na fase de venda, -prestação de serviço com qualidade inferior ao contratado, -desigualdade de tratamento face a outros consumidores, -ausência de resposta adequada às reclamações oficiais. Face à impossibilidade de resolver diretamente com a NOS, recorro à DECO para mediação e orientação. Com os melhores cumprimentos, Marco Ferreira Telefone: 919268058
Pago caro pelo serviço que não funciona
Tenho serviços da Meo de telefone móvel, internet móvel e wi-fi e tv. O sistema de wi-fi nunca funciona integralmente desde que foi instalado e boa últimos 2 meses as reclamações são com grande frequência. Não funciona direito e eu continuo pagando por um serviço perfeito. Foi solicitado visita de um técnico que por várias vezes nos informou que o número de usuários da cidade para a cobertura que a empresa fornece é inconsistente. A internet não cobre o número de usuários. Já tentei cancelar, mas ainda tem a petulância de me cobrarem multa uma vez que não fornecem um serviço de qualidade. Quero resolução. Apenas peço o que é meu por direito.
Pedido de Contentores de Reciclagem Recusado
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato com a SIMAR, venho por este meio comunicar que os vossos serviços procederam à resposta a um pedido que efetuei relativamente à disponibilização de contentores de reciclagem para a minha moradia, situada em Santa Iria de Azóia. Recebi uma resposta negativa ao referido pedido, tendo sido informado de que a SIMAR já não disponibiliza contentores para este efeito. Após uma conversa telefónica posterior com uma funcionária — que foi bastante prestável — foi-me indicado que estas foram as novas orientações recebidas e que a SIMAR passa agora a disponibilizar apenas sacos do lixo para reciclagem. Face a esta informação, e com alguma perplexidade, ficam as seguintes dúvidas: Será higiénico ter sacos do lixo na via pública, contendo diferentes tipos de resíduos recicláveis provenientes de várias habitações? No caso de os sacos se rasgarem, provocando a dispersão dos resíduos pela rua, quem será responsável pela sua recolha? Após ter sugerido que poderia adquirir os contentores por minha própria iniciativa, foi-me transmitido que a SIMAR não procederia à recolha dos mesmos por não serem fornecidos pela entidade, podendo até ocorrer o seu desaparecimento. Que sentido faz esta limitação? Numa altura em que os níveis de reciclagem em Portugal estão a diminuir, que lógica terá esta posição por parte da SIMAR? Considero-a incompreensível, sobretudo quando me disponibilizo a adquirir os contentores, em última instância. A situação representa, a meu ver, um grave retrocesso num hábito já consolidado e que deveria ser incentivado e não condicionado. Com os melhores cumprimentos,
Entrega incorreta
Venho por este meio manifestar a minha profunda insatisfação relativamente ao tratamento da minha encomenda. Há uma semana que estou a contactar a DPD através de telefonemas e emails sobre uma entrega feita numa morada completamente errada, a quilómetros do destino solicitado. O serviço contratado incluía entrega na morada, tendo o comprador pago uma taxa adicional para esse efeito. No entanto, a encomenda foi deixada num supermercado distante, e ainda foi registada uma assinatura falsa de uma suposta “Joana”, pessoa que não corresponde à destinatária. Desde então, recebo sempre a mesma resposta: que será enviado um estafeta para recolher a encomenda — algo que não aconteceu até hoje, relembrando que estou a contactar a empresa desde quinta feira passada dia 27 outubro e até agora nada foi feito por estes. Dizem me a mesma coisa desde semana passada parece que estão a gozar com as pessoas. Esta situação é urgente. A encomenda tem de chegar obrigatoriamente amanhã à loja. Caso contrário, serei eu a sofrer prejuízo direto, pois a cliente já não aceita devoluções. Peço ajuda e uma resolução imediata, com recolha urgente no local errado e entrega na morada correta ainda dentro do prazo. Agradeço confirmação escrita das ações tomadas.
Não devolução do dinheiro
Efetuei uma encomenda na 360imprimir no valor de 286,99€, correspondente a 300 calendários A5. Antes de submeter o ficheiro para impressão, procurei, durante várias semanas, um contacto direto que me permitisse esclarecer dúvidas técnicas sobre o documento, nomeadamente medidas de corte, entre outras. A empresa apenas disponibiliza atendimento automatizado e não fornece contacto telefónico ou outro meio eficaz de suporte, impossibilitando a obtenção de ajuda. Sem alternativa, procedi à submissão do ficheiro, pagando a taxa 1€99 obrigatória de revisão do projeto. Mais tarde recebi um email a indicar que o ficheiro não estava correto, mas sem qualquer explicação clara sobre o erro ou instruções para resolver o problema. Voltei a procurar assistência, mas uma vez mais só encontrei respostas automáticas, sem acesso a um técnico ou a informação concreta. Quando tentei corrigir o ficheiro, deparei-me com a indicação de que teria de pagar novamente a totalidade da encomenda, sem possibilidade de reaproveitamento do valor já pago, apesar de a situação ter resultado da ausência de suporte técnico adequado por parte da empresa. Se me obrigam a pagar uma taxa de revisão e se não tiveram qualquer custo por a encomenda não seguiu em frente, deveriam aceitar o cancelamento da encomenda e a devolução do dinheiro. É inaceitável que uma empresa que opera exclusivamente online e realiza transações deste valor não disponibilize um canal eficaz de apoio ao cliente. Solicito a devolução do valor pago ou a produção da encomenda sem custos adicionais, bem como uma revisão urgente das práticas de atendimento ao cliente.
Serviço de TV sem funcionar
Exmos. Senhores, após contato telefónico a 22/11/2025, expondo a dificuldade em obter sinal de Tv, nas TV não ligadas a box. Após visita do técnico, os testes realizados a 27/11, mantenho o problema inicialmente apresentado e piorou a prestação do sinal de TV ligada a box. Dos testes realizados, foram aferido pelo técnico da Vodafone, que os valores analisados e medidos no PO exterior à moradia (propriedade da NOS), encontravam valores de fibra, substancialmente inferiores, ao que eu tenho contratualizado e daí resultar a minha "falta e sinal". Esta é já uma repetição do problema, em Agosto25 estive sem TV e net, durante mais de uma semana, ainda estava a trabalhar, em formações online, consultas online que me foi impedido de realizar e foi prejudicial profissionalmente. Exijo o restabelecimento do serviço imediatamente, bem como o ressarcimento do do qual não me encontro a usufruir desde 22/11/2025.
Pedido de apoio — alteração indevida de contrato e cobranças abusivas (Galp)
Prezados Senhores, Solicito o apoio da DECO na resolução de um conflito grave com a Galp, que me causou meses de transtornos, despesas, chatices e perca de tempo. Resumo detalhado dos factos: Em julho de 2024, ativei um contrato de eletricidade na Galp para uma moradia no Algarve. No final de janeiro de 2025, descobri que o contrato tinha sido transferido para outro titular e operador sem autorização minha. A Galp confirmou a alteração mas não me notificou antes nem depois da mudança. Nem a Galp nem a E-Redes me deram qualquer informação relevante, ocultando dados ao abrigo do GDPR. Durante semanas não sabia em nome de quem estava a eletricidade da minha casa. A 28 de fevereiro, a Galp admitiu que o erro era deles e comprometeu-se a assumir os consumos. Contudo, enviaram uma fatura de 1.414,65 €, corrigida depois para 289,63 €. Estes 289,63 € nunca foram pagos pela Galp, apesar de serem da sua responsabilidade e de terem assumido telefonicamente a responsabilidade de que iriam pagar para compensar pelo incomodo causado. Para piorar, enviaram esse valor para a INTRUM, que iniciou contactos agressivos e ameaçadores. Após meses sem solução, em agosto cancelei todos os 6 contratos de electricidade que tinha na Galp. Peço à DECO: – apoio na mediação com a Galp, – validação de que não existe dívida, – exigência de pagamento dos 289,63 €, – recomendação formal para mudança de procedimentos internos da Galp.
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