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Faturação Errada
Exmos. Senhores, No passado dia 4 de Setembro de 2025 dirigi-me ao Hospital da Luz de Lisboa, para uma consulta de obstetrícia com marcação. À parte as 2 horas de espera para ser chamada para a consulta, uma vez que houve uma troca com as senhas, a consulta demorou 15 minutos e foi me feita uma ecografia de gravidez sem qualquer datação (sem confirmação de tempo de gravidez nem datação de parto). Sendo a minha primeira consulta de gravidez era esperada a datação e confirmação de tempo. Após esta situação, foi me enviada uma fatura de 110 euros (valor a particular), sendo que tenho seguro com a Tranquilidade - Keepwells Mais. Contactei várias vezes a seguradora que me informou deter de acordo com o Hospital da Luz de Lisboa e que o departamento de faturação do Hospital poderia entrar em contacto com a mesma. No Hospital da Luz de Lisboa não alteram a fatura, após vários contactos. Já lhes forneci dois números para faturação (o número do cartão da seguradora e um número de ID). O Hospital continua a referir que não tem acordo (no site da Keepwells Mais são apresentados vários médicos do Hospital da Luz de Lisboa como prestadores). Aguardo a correção da fatura e esclarecimento da entidade. Positivamente, fui posteriormente ao SNS que prestou um atendimento mais rápido e eficiente.
Cobrança indevida e burlas
Eu fiz um exame na cuf de Almada, uma citologia da tireoide com biópsia e ecografia de acompanhamento. Então me cobraram todo o procedimento do particular. E então eu paguei e entrei com recalamacao porque tenho seguro e meu seguro cobria. Ontem liguei para eles e a senhora que me atendeu disse que já havia feito um pedido de reembolso no valor de 264,00 euros pois o meu seguro cobria todos os procedimentos e me pediu pra eu enviar o meu comprovativo de iban pra eles me reembolsarem esse valor, a ligação está gravada. Depois começaram a me enviar um monte de faturas, várias. E então hoje liguei novamente e a conversa mudou, disseram que o meu seguro já não cobre (de ontem pra hoje) e só vão me reembolsar 64€ ou é 62€, da ecografia pois a biópsia o seguro não cobria. E novamente me burlaram. Isso é um absurdo. Muita desinformação. Muito disse me disse. Não farei consultas mais na cuf.
Pedido de esclarecimento e apoio jurídico – Dívida na Segurança Social
Venho, por este meio, solicitar a sua ajuda relativamente a uma situação que surgiu na minha Segurança Social Direta. Em 2024, foi-me comunicada a existência de uma dívida referente ao ano de 2017, alegadamente por pagamento indevido de uma prestação de abono. No entanto, nessa data já não me encontrava a estudar, facto que foi atempadamente comunicado pela escola à Segurança Social, conforme é procedimento habitual. Ou seja, a prestação foi paga por iniciativa exclusiva da Segurança Social, sem que houvesse fundamento. Acresce que nunca recebi qualquer notificação oficial (carta registada ou equivalente) relativamente a esta alegada dívida, tendo apenas tomado conhecimento da mesma através da consulta da minha Segurança Social Direta. Apenas no dia 12/09/2025 recebi uma notificação formal. Assim, gostaria de obter o vosso apoio jurídico para esclarecer: Se esta dívida é legítima, considerando que a Segurança Social tinha conhecimento da minha situação escolar em 2017; Se existe possibilidade de prescrição ou caducidade, atendendo ao tempo decorrido; Qual o procedimento adequado para contestar ou reclamar desta situação. Agradeço desde já toda a atenção e ajuda que me puder prestar e fico a aguardar o vosso parecer.
Reclamação Eos Portugal
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar pela falta de transparência, boa-fé e seriedade por parte da EOS Portugal, relativamente ao processo em que estou envolvido. Iniciei este processo com uma dívida de 6.224,53 €, resultante do facto de ter sido fiador de um empréstimo que não foi liquidado. Pelo incumprimento, foi-me corretamente solicitado o pagamento do valor pendente, tendo sido estabelecidos acordos de liquidação. Desde então, sem falhas e com rigor, cumpri todos os pagamentos estipulados. O último acordo, que decorreu ao longo de oito meses, terminou no final de julho de 2025. A partir dessa data, senti por parte da EOS Portugal uma clara alteração de postura relativamente ao valor pendente, que à data ascendia a 3.914,87 €. Tentaram forçosamente aumentar a mensalidade de 200 €, adotando um discurso intransigente, não permitindo que me expressasse e interrompendo abruptamente a chamada telefónica. Sem resposta posterior da vossa parte, acabei por ceder à chantagem no intuito de amortizar a dívida mais rapidamente. Dias depois, voltaram a contactar-me, mas já com um valor diferente, evidenciando incoerência e má-fé. No mês de agosto, acabei por liquidar o valor anteriormente acordado, acrescido de mais 50 €, conforme me havia sido imposto. No entanto, perante tanta incongruência, solicitei um relatório atualizado do valor pendente. Para minha surpresa, recebi novamente o montante inicial de 6.224,53 €, o que é manifestamente falso, uma vez que já tinham sido feitas várias amortizações. Posteriormente, recebi outro email, desta vez a indicar 3.914,87 € + 12,01 € em juros. Semanas mais tarde, fui confrontado com uma procuração de penhora enviada à minha entidade patronal no valor de 8.500 €, situação que me deixou em choque e profundamente revoltado. Quando questionei este valor junto da advogada responsável, Dra. Bruna Dantas, a mesma reconheceu que se tratava de um lapso e enviou-me uma nova intimação no valor de 5.485,86 €. Contudo, a sucessiva incoerência e contradições por parte dos profissionais que representam a EOS Portugal retiram qualquer credibilidade à vossa atuação e à veracidade do valor em dívida. Adicionalmente, quero ainda registar que, após diversas tentativas de resolução, no dia 11/09/2025 a própria Dra. Bruna Dantas recusou-se a falar diretamente comigo, afirmando que apenas comunicaria com o advogado Dr. Nuno Serra, que contactei com o simples objetivo de analisar o processo. Contudo, este profissional não tinha autorização legal para me representar, nem recebeu qualquer pagamento nesse sentido, o que torna inaceitável a recusa em falar comigo, parte diretamente interessada. Perante todos estes factos, reafirmo que me encontro perante um processo conduzido de forma abusiva, incoerente e sem boa-fé, que me causou não só prejuízos financeiros, mas também graves transtornos pessoais e profissionais. Exijo uma clarificação absoluta e imediata do valor efetivamente em dívida, devidamente justificada com relatório detalhado e coerente, sob pena de contestar judicialmente todos os atos praticados até ao momento. Sem mais, Rudi Wilson País Adriano Antunes
Faturação incorreta
Exmos. Senhores, No seguimento das duas reclamações anteriormente realizadas, vejo-me, infelizmente, obrigada a fazer mais uma. Após quase um mês de quebras consecutivas no serviço de internet, qual não é o meu espanto quando recebo a fatura para pagamento com o mesmo valor. Se não tive o serviço contratualizado, como pode a minha fatura apresentar o mesmo valor? Após contacto telefónico realizado no dia de hoje no sentido de perceber qual o valor real que deveria pagar, qual não é o meu espanto quando a operadora (Cátia XRHJ15) diz que é esse o valor que tenho de pagar e que na próxima fatura tenho um desconto de 10 euros! Como assim? Agradecia um contacto vosso no sentido de me elucidar sobre mais uma questão surreal e patética da operadora MEO. Muito obrigada.
Cobrança indevida
Estou desde Janeiro recebendo uma "Nota de Cobrança" da Vodafone, com a descrição "iTunes". Falei com o Suporte e indicaram que são serviços da Apple. Por tanto falei também com o Suporte da Apple e indicam que: "toda cobrança que é feito na apple aparece na fatura como sendo: "apple.com/bill", e não o que mostra para você. Esses valores não estão sendo debitados por nós. Conforme você pode ver nesse caminho: Definições > Seu nome > mídia e compras > ver conta > Histórico de compras. Você vera que essas cobranças não foram feitas pois nesse local ele mostra um recibo de tudo que a apple cobra de você." Quando consulto meu histórico de compras na Apple, não existe nada com este valor. E a Vodafone (que está realizando a cobrança), não sabe me dizer do que se trata. O que devo fazer? Trocar de operadora? Assim ao menos não terei mais cobrança
Cobrança indevida
Fiz um plano de saude da medicare..porem em meses tentei usar sem sucesso ..dentista que foi meu maior motivo para o plano não queriam atender pelo plano ..decidir então cancelar o plano e eles não queria de todo jeito ..fui lá e cancelei os pagamentos...Agora querem que eu pague um serviço que nunca consegui usar
Reclamação contra a MEO – Cobrança indevida, penalização abusiva e falta de reembolso
Exmos. Senhores, Na qualidade de responsável da Associação Mimi, vimos apresentar reclamação formal contra a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., pelos seguintes factos: Desde o início do contrato informámos que o serviço estava exclusivamente associado à habitação temporária de um voluntário da associação, no âmbito de um projeto de voluntariado com a duração máxima de 6 meses. Foi-nos garantido telefonicamente, em várias chamadas (gravadas pela MEO), que nesta situação não seria aplicada fidelização e que bastaria invocar o motivo para não existirem penalizações. Apesar disso, em junho a MEO procedeu ao débito direto de 253€, alegadamente referentes à penalização por fidelização. Em fevereiro de 2025, contactámos a MEO por telefone para solicitar o cancelamento do serviço. Disseram que o pedido seria processado, o que não aconteceu. Em abril, voltámos a contactar e só nessa altura nos informaram de que o pedido tinha de ser feito por escrito, através da plataforma myMEO, presencialmente num balcão ou por carta registada. Fizemos de imediato esse pedido. Posteriormente, recebemos uma carta a solicitar mais elementos, que enviámos de imediato. Um mês depois, sem resposta, voltámos a ligar e disseram não ter recebido nada. Apenas quando referimos a data de envio e localização da mesma na plataforma "mymeo" é que localizaram a documentação. Ao longo deste processo foram efetuadas inúmeras chamadas, nunca com o mesmo operador, e a informação nunca chegava ao departamento responsável. Foi-nos cobrado um mês completo de serviço, apesar de já não usufruirmos do mesmo. A última fatura correspondeu apenas a meio mês de utilização, mas a MEO cobrou a mensalidade por inteiro. Informaram-nos que iriam creditar a diferença, o que nunca aconteceu. Para além disso, cobraram indevidamente 253€ de penalização de fidelização, contrariando o que tinha sido garantido desde o início. Quando apresentámos a reclamação, foi-nos dito que receberíamos resposta no prazo de 3 dias úteis, o que não aconteceu. Decorridas duas semanas, voltámos a contactar e disseram ainda não ter qualquer informação, solicitando a aceleração do processo. Apenas uma semana depois fomos finalmente contactados telefonicamente, tendo-nos sido comunicado que não iriam proceder ao reembolso do valor respeitante à fidelização, que nos havia sido retirado através de débito direto. Face ao exposto, solicitamos: - O reembolso integral dos 253€ cobrados a título de fidelização; - O reembolso do mês cobrado sem usufruto e da diferença da última fatura, que foi faturada por inteiro apesar de corresponder apenas a meio mês; - A análise das gravações das chamadas em que foi garantido que não seria aplicada fidelização; A intervenção das entidades competentes para obrigar a MEO a corrigir a situação e impedir a continuação destas práticas abusivas. Com os melhores cumprimentos, Helena Teixeira
OMD saúde
Envio em nome da minha mãe Sou uma pessoa idosa, com 89 anos, vivo sozinha numa aldeia e tenho sérias limitações de mobilidade. Fui induzida a assinar um contrato de compra de uns auriculares que nunca utilizei e que procurei, desde o início, devolver. Apesar das minhas tentativas de devolução, sempre me foi dito para voltar a tentar em momento posterior, o que inviabilizou a resolução da situação dentro do prazo devido. Os bens permanecem intactos e nunca foram recolhidos por vós. Não aceito, por isso, ser alvo de pressões e muito menos através de mensagens com tom ameaçador. Tal conduta, para além de abusiva, poderá configurar assédio perante uma consumidora idosa e vulnerável. Assim, exijo a devolução integral de todas as quantias que paguei desde 2020, incluindo os valores adicionais que foram exigidos por mensagens, bem como a cessação imediata de quaisquer cobranças.
Falta de informação
Sou cliente MEO há vários anos e, para além disso, recomendei o vosso serviço a familiares e amigos, que também se tornaram clientes. No mês de agosto, contactei a MEO para solicitar um contrato temporário de duas semanas. Foi-me informado que o período mínimo seria de um mês, sem fidelização, e que poderia cancelar facilmente após esse período. Confiei nessa informação. No entanto, ao ligar recentemente para efetuar o cancelamento, fui surpreendido com a recusa de cancelamento telefónico, sendo-me indicado que teria de enviar um pedido escrito para o Porto. Mais grave ainda, foi-me comunicado que teria de pagar um mês adicional, por não ter cancelado logo no dia da adesão, informação que nunca me foi transmitida no momento da contratação. Considero esta situação inaceitável, por vários motivos: • Aderir foi um processo simples e imediato, mas cancelar está a ser burocraticamente dificultado. • Não fui devidamente informado das condições específicas, o que configura falta de transparência contratual. • Estou a ser penalizado com uma mensalidade extra injusta, contrária às indicações que me foram dadas no momento da adesão. Assim, solicito: 1. O crédito/devolução do valor correspondente ao mês adicional indevidamente faturado; 2. O cancelamento imediato do contrato, sem penalizações adicionais; 3. Que a MEO reveja os procedimentos de informação ao cliente, para garantir maior clareza e justiça.
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