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Cancelamento sem informações transparentes de valores
Exmos. Senhores, Estou há 3 dias em contato por email com a equipe Vodafone para fazer o cancelamento do meu contrato e pagar a multa. Insistem em me passar 50% de multa no valor de 212€ e alguns centimos, sendo que tenho mais de 1 ano de contrato completos no dia 29.02.2025, sendo assim conforme contrato a multa seria de 30% das faturas pendentes. Pedi por diversas vezes que me fizessem o calculo do valor que me enviaram e em todas as vezes ignoraram minha solicitação. Enviei eu mesma inclusive a conta, mes a mes para ver se alguem me respondia corretamente e ninguem respondeu, inclusive em meu ultimo contato dizendo que minha duvida ja estava esclarecida A Vodafone nao tem transparencia com os seus clientes. Quero saber quanto tenho que pagar para cancelar o meu contrato de 1 ano e 6 dias e qual o calculo utilizado para este valor. Aguardo com urgencia. Cumprimentos.
Cobrança Indevida e Recusa de Cancelamento
Exmos. Senhores, Em janeiro de 2024, a empresa Medicare entrou em contato comigo e, devido à grande insistência, acabei de aderir a um plano de saúde. Entretanto, em abril de 2024, fiquei desempregada e, imediatamente, entrei em contacto com a empresa para informá-los de que não teria condições de continuar com o pagamento, solicitando, assim, o cancelamento do plano. Não sei se uma atendente que me atendeu era inexperiente, mas, ao invés de cancelar o plano conforme solicitado, acabou renovando-o por mais um ano, contrariando expressamente o meu pedido. Disseram-me que eu deveria cumprir o período de fidelidade e que só poderia solicitar o cancelamento um mês antes do término do contrato. Não sei exatamente quando essa renovação foi realizada, mas o plano, que inicialmente terminaria antes, agora tem vencimento em janeiro de 2026. Desde então, entrei em contato diversas vezes para solicitar o cancelamento, inclusive durante ligações de cobrança, mas todas as minhas tentativas foram recusadas. Sem mais alternativas, enviei um e-mail solicitando formalmente o cancelamento e, como resposta, fui informada de que sou obrigada a pagar até janeiro de 2026, mesmo sem condições financeiras ou qualquer utilização do plano. Aleguei, ainda, as cláusulas contratuais que possibilitam a rescisão do contrato em caso de ausência de uso por 12 meses consecutivos ou por inadimplência pelo mesmo período. No entanto, a empresa afirmou que essas cláusulas não se aplicam para fins de cancelamento. Diante disso, solicito auxílio para resolver esta situação e invoco o Decreto-Lei nº 24/2014 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativa aos direitos dos consumidores), especialmente o artigo 5º, nº 7 , que estabelece que: "Quando o contrato for celebrado por telefone ou por e-mail, o consumidor só fica vinculado depois de concluir a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou comunicação de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contato telefônico seja deliberado pelo próprio consumidor." Diante do exposto, reitero meu pedido de cancelamento imediato do contrato, tendo em vista a irregularidade na renovação e a impossibilidade de arcar com os custos do serviço. Cumprimentos.
Fatura incorreta
Exmos. Senhores, Mais uma vez, venho expressar o meu desagrado com o vosso serviço. Estou a ser cobrada por valores indevidos de um serviço que nunca ativei: na fatura de dezembro, aparece um valor referente a “consumos TV” e, na de janeiro, uma “mensalidade MAX”, ambos sem o meu consentimento. Estou cansada. Sinto-me burlada. Ultimamente, não há uma semana em que não tenha de apresentar uma reclamação devido a falhas vossas. A situação tornou-se insustentável, e exijo uma resolução imediata, incluindo o reembolso dos valores cobrados indevidamente. Aguardo resposta e solução com urgência. Caso contrário, irei avançar com uma reclamação junto da DECO e da ANACOM.
Fatura e Cobrança
Exmos. Senhores, Cascais, 05 de Março de 2025- Fiz a minha matrícula no curso de Mestrado em Estudo spbre a Europa nesta instituição de ensino onde eu havia várias dúvida e fui pessoalmente no Saldanha em Lisboa e conversei com a Sra, Florbela pra poder solucionar as minha dúvidas onde ela me disse que eu deverias escolher as UC para poder fazer as matrícula e começar o curso. Achei esquisito por ter que escolher as UC para estudar mas como sou imigrante e resolvi voltar a estudar escolhi duas UC para cada semestre. Paguei o curso no valor de 750, 00 Euros em 10 parcelas. Fiz todos os trabalhos e o projeto para ser aceito no mestrado. Recebi um e-mail da professora Margarida dizendo que eu não havia concluído todas as unidades necessárias para poder avançar com o curso. Fui em Lisboa na sede da UAB e conversei com a Sra. Inês onde ela me explicou a situação onde eu não tenho a quantidade de valores suficientes de valor 60 e sim eu tenho 30 e que a pessoa poderia ter me passado a informação errada. Minha questão que perguntei a Sra. Inês que a no meu caso eu pago um curso de mestrado para poder ter o título de mestrado, faço os trabalhos e os projetos e que sistema de ensino é esse que não avisa o aluno que não está ocorrendo bem e que está falando cursar mais UC? Ela não sobe me responder. Sai da UAB muito desanimada e frustado com essa situação. Tive que fazer as matrículas de novo com as UC faltando para poder terminar o curso. E agora recebi de novo que tenho que pagar de novo para estudar sendo que paguei o dois semestres passado e estão me cobrando 750,00. Mandei um e-mail questionando essa situação a Sra. Florbela não me responder adequadamente as minha dúvidas e pediu para entrar no link do curso para tirar as dúvidas, onde não achei as respostas que eu preciso. Acho injusto ter que pagar de novo o curso para estudar sendo que me foi passado informação errada e tenho que refazer os semestres e pagar de novo. Gostaria de poder ter uma solução para esse caso já que na UAb não consigo respostas. Obrigada! Cumprimentos.
Publicidade enganosa
Exmos. Senhores, Sou cliente NOS há já alguns anos, e o ultimo contacto que me fizeram foi no mínimo desrespeitoso. No dia 18 outubro 2024 fui contactado para proporem a alteração do router do meu serviço, por um melhor, o tal Giga Router 6.0. Expliquei que estava contente com o que tinha, e perguntei se haveria alteração de preço, ao que me responderam que não, que não tinha custos de instalação, nem alterações nas próximas faturas. Posto isto, e na promessa de que o alcance do sinal de internet melhorava, aceitei a alteração, ciente do prolongamento do período de fidelização (que não referiram no decorrer da conversa, mas sim, após questionados). Como sou cliente com débito direto e nunca tive problemas até aqui, não tenho por hábito conferir as faturas ou os débitos . Quando o fiz, por curiosidade, constato que me estão a cobrar 4.99€ de aluguer de Giga router. Entrei em contacto com a linha de apoio para esclarecer esta situação e a resposta que obtive, foi que, não podem devolver de forma nenhuma os valores que já paguei de aluguer, e pior ainda, que não podem voltar a fornecer o router que tinha e que terei de pagar o aluguer deste nos próximos 20 meses. Justificaram ainda, que vinha referido este aluguer, no SMS que me enviaram no dia, o qual não encontro em lado nenhum. Como se não bastasse, recebi o router no dia 22 de Outubro e paguei a totalidade do aluguer nesse mesmo mês. Para que conste, o maior problema aqui, não é o valor cobrado, que para mim, indevidamente, mas sim a falta de consideração pelo cliente, e a falta de transparência nesta campanha e neste contacto. Espero obter alguma resposta a esta reclamação, não acreditando no "não poderem fazer mais nada", ou receio que este contrato não chegue ao fim. Cumprimentos. M.B
Transferências Indevidas
Boa tarde, após apresentar queixa aqui no site da Deco proteste e no portal da queixa, a empresa LIVECAREER procedeu a devolver 74.97€ o que perfaz METADE do valor retirado da minha conta sem o meu consentimento. Se fosse algo legal, não haveria necessidade de devolver metade certo? Nunca em tempo algum dei consentimento para uma subscrição mensal de um site de curriculos. trata-se de BURLA! quero a devolução dos restantes 74.97€ que me estão a dever.
Valor exagerado de luz
Sou cliente da EEM há vários anos, quando me deparei com a fatura n.106032154416 com o valor HORRIVEL a pagamento de 931,84€ referente ao mês de Janeiro. Verifiquei na fatura e a última leitura feita pela EEM presencialmente foi em Abril de 2024, quando tenho conhecimento que as mesmas devem ser feitas de 3 em 3 meses. Sou doente oncologica com 82 anos e como devem calcular não consigo dirigir-me à EEM para vos dar a leitura, muito menos conseguir pagar este valor tão elevado, muito menos sem conhecimento prévio e justificação. Hoje na EEM deram-nos informação de que se tratava de acertos desde Abril de 2024. Ou seja, constatei que se encontram faturados acertos de consumos efetuados há mais de 6 meses. Como tal, esses consumos encontram-se prescritos, em conformidade com o disposto no art. 10º nº 1 da Lei dos Serviços Públicos Essenciais. Assim, serve a presente missiva para me opor ao pagamento do valor supra referido, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais. Aguardo resposta por escrito e anulação dos valores prescritos o mais rápido possível.
Débito indevido
Exmos. Senhores, Exmos Srs., Para efetuar um CV ao pesquisar na internet, deparei-me com este site designado por "LiveCarrer" que me solicitou 1,99€ para poder retirar do site o referido CV. Foi-me debitado a 22/10/2024 o valor de 1,99€. A partir desse mesmo mês e até hoje foi retirado da conta 24,99€ que não autorizei e nem dei consentimento para o efeito, perfazendo até ao momento o montante de 74,97€. Neste sentido venho por este meio solicitar a devolução e cancelamento dos valores retirados, pois trata-se de uma burla totalmente qualificada e invasão bancária. Cumprimentos.
Cobrança Indevida
Exmos. Senhores, (Caros Senhores, Continuo sendo importunado pela INTRUM apesar de ter enviado documentos comprovando ter efetuado os pagamentos atempadamente. Recordo a seguir os fatos: 1. Recebi carta da INTRUM (13/01/2025) solicitando pagamento em aberto junto à WINE-TIME. Como nunca adquiri nada dessa empresa solicitei auxílio da DECO (reclamação 11969377); 2. A INTRUM respondeu aos senhores (por 2 vezes) que o débito existia e que eu não entrava em contato com eles; 3. Em contacto telefônico com a DECO (211 215 750) em 25/02/2025, a sra. Fátima Brites sugeriu que eu entrasse em contato com a WINE-TIME questionando a existência do suposto débito; 4. A WINE-TIME respondeu dizendo haver uma fatura em aberto com o meu nome. Fiquei surpreso porque até então nem sabia da existência dessa empresa. O fato concreto é que fiz uma compra através da SWIG em 09/01/2024 e seguindo as instruções da SWIG fiz o pagamento pelo Multibanco (conforme documentos anexados). A WINE-TIME emitiu uma fatura com os meus dados, onde consta o nº da encomenda feita à SWIG e que o pagamento seria feito para a SWIG. A SWIG não repassou o pagamento à WINE-TIME. Ou seja, eu comprei e paguei a SWIG conforme fui instruído; o não pagamento à WINE-TIME é um problema dela com a SWIG. Considero pouco recomendáveis empresas que agem como a WINE-TIME. 5. Em novo contacto telefônico com a DECO, fui instruído a responder à INTRUM que havia feito os pagamentos seguindo as instruções da SWIG e, portanto, não tinha débito algum com a WINE-TIME. Segui essa orientação, no entanto continuo recebendo cobrança da INTRUM. Dessa forma, reitero o meu pedido à DECO para atuar junto à INTRUM e demais empresas envolvidas no sentido de esclarecer que tendo eu seguido as instruções de pagamento, não tenho débito algum com a WINE-TIME. Por gentileza, analisem os documentos que anexei. Atenciosamente, Cássio Rolim. Cumprimentos.
Valor exagerado de luz
Exmos. Senhores, Sou cliente da EEM há vários anos, quando me deparei com a fatura n.106032154416 com o valor HORRIVEL a pagamento de 931,84€ referente ao mês de Janeiro. Verifiquei na fatura e a última leitura feita pela EEM presencialmente foi em Abril de 2024, quando tenho conhecimento que as mesmas devem ser feitas de 3 em 3 meses. Sou doente oncologica com 82 anos e como devem calcular não consigo dirigir-me à EEM para vos dar a leitura, muito menos conseguir pagar este valor tão elevado, muito menos sem conhecimento prévio e justificação. Já pedi a uma filha minha, que foi por diversas vezes à loja e a única informação que nos dão é: "São acertos do ano anterior e se não fizerem o pagamento, cortamos a luz". Questiono se este valor é considerado normal?? Visto que no último ano, durantes os 12 meses, eu fiz sempre o pagamento das faturas da luz a tempo e horas e nunca me informaram sobre valores de acertos que seriam feitos. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos.
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